Scalid Bula

Scalid

Como Scalid funciona?

Scalid é um medicamento que apresenta propriedades que combatem
a inflamação, a dor e a febre, e sua atividade anti-inflamatória
envolve vários mecanismos. A nimesulida inibe uma enzima chamada
cicloxigenase, a qual esta relacionada a produção de uma substância
chamada prostaglandina, tal inibição faz com que a dor e a
inflamação diminuam.

O tempo médio estimado para início da ação depois que você tomar
Scalid é de 15 minutos para alívio da dor. A resposta inicial para
a febre acontece cerca de 1 a 2 horas após o uso do medicamento e
dura aproximadamente 6 horas.

Contraindicação do Scalid

Scalid é contraindicado para uso por pacientes que
tenham

  • Alergia à nimesulida ou a qualquer outro componente do
    medicamento; histórico de reações de hipersensibilidade (exemplo:
    broncoespasmo – estreitamento dos brônquios que causa dificuldade
    para respirar, rinite – inflamação da mucosa do nariz,
    urticária;
  • Alergia na pele e angioedema;
  • Iinchaço por baixo da pele) ao ácido acetilsalicílico ou a
    outros anti-inflamatórios não-esteroidais (informe seu médico caso
    você tenha alergia a algum produto);
  • Histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto;
  • Pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino)
    em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou
    tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago
    e/ou intestinos);
  • Pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com
    insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do
    coração);
  • Pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com
    mau funcionamento do fígado.

 Este medicamento é contraindicado para menores de
12 anos.

Como usar o Scalid

Você pode tomar Scalid comprimidos após as refeições.
Recomenda-se que Scalid, assim como todos os anti-inflamatórios
não-esteroidais (AINEs), seja utilizado com a menor dose segura e
pelo menor tempo possível de duração do tratamento.

Você deve usar Scalid apenas sob orientação do médico. Caso os
sintomas não melhorem em 5 dias, entre em contato com o seu
médico.

Posologia

Uso em adultos e crianças acima de 12 anos

A dose mais recomendada corresponde a 50 – 100 mg, ou seja, meio
a um comprimido, que deve ser ingerido via oral junto a meio copo
de água duas vezes ao dia. Nos casos excepcionais indicados pelo
médico pode-se alcançar até 200 mg duas vezes ao dia, que devem ser
tomados pelo tempo mais breve possível.

Uso em pacientes com insuficiência renal (mau
funcionamento dos rins)

Não há necessidade de ajuste de dose para pacientes com mau
funcionamento dos rins. Em casos de insuficiência renal grave (mau
funcionamento grave dos rins) o medicamento é contraindicado.

Uso em pacientes com insuficiência hepática (mau
funcionamento do fígado)

O uso de nimesulida é contraindicado em pacientes com
insuficiência hepática.

A segurança e eficácia de Nisulid somente são garantidas na
administração por via oral. Os riscos de uso por via de
administração não recomendada são: a não-obtenção do efeito
desejado e ocorrência de reações desagradáveis.

Dosagem máxima diária limitada a 4 comprimidos.

O uso deste medicamento é exclusivamente oral.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
Scalid?

Se você esquecer-se de tomar a nimesulida no horário
estabelecido pelo seu médico, tome assim que lembrar e siga o
esquema previamente proposto. Mas se já estiver próximo ao horário
da próxima dose, “pule” a dose esquecida e tome a próxima, seguindo
o esquema previamente proposto. Não tome a medicação duas vezes
para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Scalid

As drogas anti-inflamatórias não-esteroidais podem mascarar a
febre relacionada a uma infecção bacteriana.

O uso de outros anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs)
durante o tratamento com nimesulida não é recomendado. O uso
associado aos analgésicos deve ser sob a orientação de um
profissional de saúde.

O uso da nimesulida por pessoas que tenham problemas com uso
abusivo de álcool ou em conjunto com medicamentos ou outras
substâncias conhecidas, as quais tenham potencial para causar danos
ao fígado é desaconselhado, pois há risco aumentado de ocorrência
de reações hepáticas.

Populações especiais

Uso em pacientes com problemas hepáticos (que tenham
problemas no fígado)

Raramente Scalid tem sido associado com reações hepáticas
sérias, incluindo casos fatais muito raros. Se você teve sintomas
compatíveis com problemas do fígado durante o tratamento com
nimesulida (por exemplo, anorexia – falta de apetite, náusea –
enjoo, vômitos, dor abdominal – dor na barriga, fadiga – cansaço,
urina escura ou icterícia – coloração amarelada na pele e olhos)
deve ser cuidadosamente monitorado pelo seu médico.

Se você apresentar exames de função hepática (do fígado)
anormais, deve descontinuar o tratamento. E, neste caso, você não
deve reiniciar o tratamento com a nimesulida. Reações adversas
hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após
períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado,
reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta
exposição ao medicamento.

Uso em pacientes com distúrbios de
coagulação

Como os anti-inflamatórios não-esteroidais como o Scalid podem
interferir na agregação plaquetária (junção das plaquetas para
parar um sangramento), estes devem ser utilizados com cuidado caso
você tenha diátese hemorrágica (tendência ao sangramento sem causa
aparente), hemorragia intracraniana (sangramento no cérebro) e
alterações da coagulação, como por exemplo, hemofilia (doença da
coagulação) e predisposição a sangramento.

Uso em pacientes com distúrbios gastrintestinais
(problemas no estômago e/ou intestinos)

Em raras situações, nas quais ulcerações (feridas) ou
sangramentos gastrintestinais (do estômago e/ou intestinos) ocorrem
em pacientes tratados com nimesulida, o medicamento deve ser
suspenso. Assim como com outros antiinflamatórios não-esteroidais
(AINEs), sangramento gastrintestinal (do estômago e/ou intestinos)
ou ulceração/perfuração podem ocorrer a qualquer tempo durante o
tratamento, com ou sem sintomas de aviso ou história anterior de
eventos gastrintestinais (do estômago e/ou intestinos). Caso ocorra
sangramento gastrintestinal ou ulceração, o tratamento deverá ser
interrompido.

Se você tem distúrbios gastrintestinais (do estômago e/ou
intestinos), incluindo histórico de úlcera péptica (lesão no
estômago e/ou intestinos), de hemorragia gastrintestinal
(sangramento do estômago e/ou intestinos), colite ulcerativa ou
doença de Crohn (doenças inflamatórias do intestino) a nimesulida
deverá ser utilizada com cuidado.

Uso em pacientes com insuficiência renal ou cardíaca
(mau funcionamento dos rins ou do coração)

Se você tem insuficiência renal ou cardíaca (mau funcionamento
dos rins ou do coração), cuidado é requerido, pois, o uso de
anti-inflamatórios não-esteroidais como Scalid pode resultar em
piora da função dos rins. A avaliação da função renal deve ser
feita pelo seu médico antes do início do tratamento e depois
regularmente. No caso de piora, o tratamento deve ser
interrompido.

Como os outros anti-inflamatórios não-esteroidais, a nimesulida
deve ser usada com cuidado caso você tenha insuficiência cardíaca
congestiva (mau funcionamento do coração), hipertensão (pressão
alta), prejuízo da função renal, pois, desta forma, pode acontecer
uma redução no fluxo de sangue nos rins.

Como o medicamento é eliminado principalmente pelos rins, este
deve ser administrado com cuidado caso você tenha prejuízo da
função hepática ou renal (do fígado ou rins). Em caso de problema
grave na função dos rins o medicamento é contraindicado.

Uso em idosos

Pacientes idosos são particularmente sensíveis às reações
adversas dos anti-inflamatórios não-esteroidais como o Scalid,
incluindo hemorragia (sangramento) e perfuração gastrintestinal
(perfuração do estômago e/ou intestinos), alteração das funções dos
rins, do coração e do fígado. Não existem estudos que avaliem
comparativamente como a nimesulida age no organismo de idosos e
jovens.

O uso prolongado de nimesulida em idosos não é recomendado. Se o
tratamento prolongado for necessário você deve ser regularmente
monitorado pelo seu médico. Só febre, isoladamente, não é indicação
para uso de Scalid.

Uso em crianças e adolescentes

A nimesulida não deve ser utilizada por crianças menores de 12
anos.

Com relação ao uso da nimesulida em crianças, foram relatadas
algumas reações graves, incluindo raros casos compatíveis com
Síndrome de Reye (doença grave que acomete o cérebro e o
fígado).

Adolescentes não devem ser tratados com medicamentos que
contenham nimesulida caso estejam presentes sintomas de infecção
viral (por vírus), pois a nimesulida pode estar associada com a
Síndrome de Reye em alguns pacientes.

Uso em pacientes com distúrbios oculares (dos
olhos)

Se você tem história de perturbações oculares (dos olhos) devido
ao uso de outros anti-inflamatórios nãoesteróides, o tratamento
deve ser suspenso e realizado exames oftalmológicos (dos olhos)
caso ocorram distúrbios visuais durante o uso da nimesulida.

Uso em pacientes com asma

Pacientes com asma toleram bem a nimesulida, mas a possibilidade
de broncoespasmo (estreitamento dos brônquios que causa dificuldade
para respirar) não pode ser inteiramente excluída.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar
máquinas

Scalid tem pouco ou nenhum efeito sobre a habilidade de dirigir
ou operar máquinas.

Gravidez e lactação

Não há nenhum dado adequado de uso do medicamento em mulheres
grávidas. Dessa forma, o risco potencial de seu uso em mulheres
gestantes é desconhecido, portanto, para a prescrição de Scalid
devem ser avaliados os benefícios previstos para a gestante contra
os possíveis riscos tanto para o embrião ou feto.

O uso de Scalid não é recomendado em mulheres tentando
engravidar ou grávidas. Em mulheres que têm dificuldades para
engravidar ou que estão sob investigação de infertilidade, a
retirada do medicamento deve ser considerada.

Não está estabelecido se a nimesulida é excretada no leite
humano. Scalid é contraindicado durante a fase de amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas

Scalid não deve ser usado em conjunto com drogas que
potencialmente causem danos ao fígado. Deve-se ter cuidado com
pacientes que apresentem anormalidades hepáticas, particularmente
se houver intenção de administrar nimesulida em combinação com
outras drogas que possam causar alteração do fígado.

Durante o tratamento com Scalid, os pacientes devem evitar usar
outros anti-inflamatórios não esteroidais, pois há risco de somação
de efeitos, incluindo efeitos adversos.

Gravidade maior

A associação com ciclosporina pode levar ao aumento do risco de
nefrotoxicidade.

Já a associação com as beta glucanas pode levar a lesões
gastrintestinais severas.

No caso do medicamento gossipol a possível associação com a
nimesulida pode levar ao aumento do risco de ocorrência de eventos
gastrintestinais (ex: hemorragia intestinal, anorexia, náuseas,
diarreia).

Efeitos como a potencialização da ação dos anti-inflamatórios
(ex.: aumento do risco de sangramento, alterações renais e
alterações gástricas) pode ocorrer com associação com o extrato de
Feverfew.

O uso associado de nimesulida com o medicamento pralatrexato
pode causar o aumento da exposição do pralatrexato.

Há risco de falência renal aguda na associação com
tacrolimus.

É necessário cautela se Scalid for utilizado antes ou após 24
horas de tratamento com metotrexato, pois o nível sérico do
metotrexato pode aumentar, aumentando sua toxicidade, risco de
leucopenia, trombocitopenia, anemia, nefrotoxicidade, ulceração de
mucosa.

O uso associado ao medicamento pemetrexede leva ao risco de
toxicidade pelo mesmo, potencializando problemas de mielossupressão
(mau funcionamento da medula óssea), nefrotoxicidade e toxicidade
gastrintestinal.

A associação de nimesulida com medicamentos como o
seguintes medicamentos potencializa o risco de
sangramento

Apixabana, ardeparina, acebutalol, certoparina, citalopram,
clopidogrel, clovoxamina, dalteparina, danaparoide, desirudina,
duloxetina, enoxaparina, eptifabatida, escitalopram, femoxetina,
flesinoxan, fluoxetina, ginko biloba, heparina,
levomilnacipram, milnacipram, nadroprarina, nefazodona,
parnaparina, paroxetina, pentosano polissulfato de sódio,
pentoxifilina, prasugrel, proteína C, reviparina, rivaroxabana,
ticlopidina, tinzaparina, venlafaxina, vilazodona, vortioxetina,
zimeldina.

Aumento do risco de sangramento gastrintestinal pode
ocorrer no caso da associação da nimesulida com medicamentos
como

Abciximab, argatrobana, bivalirrudina, cilostazol, dipiridamol,
fondaparinux, lepirudina, tirofiban.

Gravidade moderada

A associação com lítio pode aumentar a toxicidade do mesmo com
riscos potenciais para sintomas como fraqueza, tremor, sede
excessiva, confusão.

A nimesulida pode levar a diminuição do efeito do
L-metilfolato.

Devido aos efeitos nas prostaglandinas renais, os inibidores da
prostaglandina sintetase, como Scalid, podem aumentar a
nefrotoxicidade das ciclosporinas.

A nimesulida pode diminuir os efeitos diuréticos (efeito
que aumenta a eliminação de urina) e antihipertensivos de
medicamentos como

Furosemida, azosemida, bemetizida, bendroflumetiazida,
benzotiazida, bumetanida, butiazida, clorotiazida, clortalidona,
clopamida, ciclopentiazida, ácido etacrínico, hidroclorotiazida,
hidroflumetiazida, indapamida, meticlotiazida, metolazona,
piretanida, politiazida, torsemida, triclormetiazida, xipamida.

A associação da nimesulida com os
seguintes medicamentos pode levar a diminuição do efeito
antihipertensivo (que controla a pressão arterial) dos
mesmos

Acebutalol, alacepril, alprenolol, anlodipina, arotinolol,
atenolol, azilsartana, bufenolol, benazepril, bepridil, betaxolol,
bevantolol, bisoprolol, bopindolol, bucindolol, bupranolol,
candersartana cilexetil, captopril, carteolol, carvedilol,
celiprolol, cilazapril, delapril, dilevalol, enaprilato, enalapril,
esmolol, fosinopril, imidapril, labetalol, landiolol, levobunolol,
lisinopril, mepindolol, metipranolol, metoprolol, moexipril,
nadolol, nebivolol, nipradilol, oxprenolol, penbutolol, pentopril,
perindopril, pindolol, propranolol, quinapril, ramipril, sotalol,
espirapril, talinolol, temocapril, tertatolol, timolol,
trandolapril, zofenopril.

O aumento do risco de baixos níveis de açúcar no sangue
(hipoglicemia) pode ocorrer na associação da nimesulida com
medicamentos como

Acetohexamida, clorpropamida, glicazida, glimepirida, glipizida,
gliquidona, gliburida, nateglinida, tolazamida, tolbutamida.

A associação da nimesulida com os seguintes
medicamentos, pode causar diminuição do efeito diurético
(efeito que aumenta a eliminação de urina), risco de hipercalemia
(aumento dos níveis de potássio no sangue) ou possível
nefrotoxicidade

Amilorida, canrenoato, espironolactona, triamtereno.

Efeitos como diminuição do efeito anti-hipertensivo e
aumento de risco de lesão renal podem ocorrer no uso associado da
nimesulida com

Irbesartana, losartana, olmesartana medoxomil, tasosartana,
telmisartana ou valsartana.

O aumento do risco de sangramento pode ocorrer na
associação com

Acenocumarol, anisindiona, desvenlafaxina, dicumarol,
fenindiona, fenprocumona e varfarina.

A nimesulida pode levar a aumento do risco de
sangramento gastrintestinal e diminuição de efeito
anti-hipertensivo em associação com

Diltiazem, felodipina, flunarizina, gallopamil, isradipina,
lacidipina, lidoflazina, manidipina, nicardipina, nifedipina,
nilvadipina, nimodipina, nisoldipina, nitrendipina, pranidipina ou
verapamil.

Há aumento no risco de convulsão no uso associado de
nimesulida com

Levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino.

Interação com alimentos

A ingestão de alimentos não interfere na absorção e
biodisponibilidade da droga. O efeito dos alimentos na absorção da
nimesulida é mínimo.

Recomenda-se tomar Scalid após as refeições. Não se aconselha a
ingestão de alimentos que provoquem irritação gástrica (tais como
abacaxi, laranja, limão, café, etc.) durante o tratamento com
Scalid.

Interação com substâncias químicas

Não se aconselha a ingestão de bebidas alcoólicas durante o
tratamento.

Interação com exame laboratorial

Gravidade menor

Teste de sangue oculto nas fezes

Efeito da interação:

Resultado falso positivo.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Reações Adversas do Scalid

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes
que utilizam este medicamento)

Diarreia, náusea (enjoo) e vômito.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Prurido (coceira), rash (vermelhidão na pele) e
sudorese (suor) aumentada; constipação (intestino preso),
flatulência (gases) e gastrite (inflamação do estômago); tonturas e
vertigens (tontura com sensação de que as coisas estão rodando);
hipertensão (pressão alta); edema (inchaço).

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Eritema (cor avermelhada da pele) e dermatite (inflamação ou
inchaço da pele); ansiedade, nervosismo e pesadelo; visão borrada;
hemorragia (sangramento), flutuação da pressão sanguínea e fogachos
(calores); disúria (dor para urinar), hematúria (sangramento na
urina) e retenção urinária (dificuldade de urinar completamente);
anemia e eosinofilia (aumento no sangue de uma célula de defesa do
corpo, chamada de eosinófilo); hipersensibilidade (reação de defesa
exagerada do organismo, alergia); hipercalemia (aumento de potássio
no sangue); mal-estar e astenia (fraqueza generalizada).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos
pacientes que utilizam este medicamento)

Urticária (alergia da pele), edema angioneurótico (inchaço
abaixo da pele), edema facial (inchaço no rosto), eritema
multiforme (distúrbio da pele causado por uma reação alérgica) e
casos isolados de síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de
alergia na pele com bolhas e descamação) e necrólise epidérmica
tóxica (morte de grandes áreas da pele); dor abdominal (na
barriga), dispepsia (indigestão), estomatite (inflamação da boca ou
gengiva), melena (fezes com sangue), úlceras pépticas (feridas no
estômago ou intestino) e perfuração ou hemorragia gastrintestinal
que podem ser graves (perfuração ou sangramento no estômago ou
intestinos); cefaleia (dor de cabeça), sonolência e casos isolados
de encefalopatia (síndrome de Reye – doença grave que acomete o
cérebro e o fígado); outros distúrbios visuais (da visão) e
vertigem (tontura com sensação de que as coisas estão rodando) ;
falência renal (parada de funcionamento dos rins), oligúria (baixo
volume de urina) e nefrite intersticial (intensa inflamação nos
rins); casos isolados de púrpura (presença de sangue na pele
causando manchas roxas), pancitopenia (diminuição de vários
elementos do sangue, como plaquetas, glóbulos brancos e vermelhos)
e trombocitopenia (diminuição das plaquetas no sangue); anafilaxia
(reação alérgica grave); casos isolados de hipotermia (diminuição
da temperatura do corpo).

A literatura cita ainda as seguintes reações adversas,
sem frequências conhecidas

Fígado

Alterações dos exames hepáticos (do fígado), geralmente
passageiras e reversíveis; casos isolados de hepatite aguda
(inflamação aguda do fígado), falência hepática fulminante (parada
no funcionamento do fígado – algumas fatalidades foram relatadas),
icterícia (coloração amarelada na pele e olhos) e colestase
(diminuição do fluxo de bile).

Respiratório

Casos isolados de reações anafiláticas (alérgicas) como dispneia
(dificuldade para respirar), asma e broncoespasmo (estreitamento
dos brônquios que causa dificuldade para respirar), principalmente
em pacientes com histórico de alergia ao ácido acetilsalicílico e a
outros (AINES) anti-inflamatórios não-esteroides.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

Composição do Scalid

Cada comprimido contém:

100,0 mg de nimesulida.

Excipientes:

Lactose monohidratada, celulose microcristalina, povidona,
estearato de magnésio e croscarmelose sódica.

Superdosagem do Scalid

Em geral os sintomas de uso de quantidade maior do que a
indicada de anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs) são:
letargia (sono profundo), sonolência, dor de estômago, enjôo,
vômito, que são geralmente reversíveis com tratamento de suporte.
Pode ocorrer sangramento gastrintestinal (no estômago e no
intestino). Raramente pode ocorrer pressão alta, mau funcionamento
dos rins, diminuição da respiração e coma. Em caso de uso em
excesso e/ou ingestão acidental, você deve tomar cuidado e procurar
o seu médico ou procurar um pronto-socorro e informar a quantidade
e o horário que você tomou o medicamento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Em caso de intoxicação ligue para 0800
722 6001, se você precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Scalid

Comprimido Dispersível / Comprimido / Gotas /
Supositório

Nimesulida (substância ativa) não deve ser administrado
concomitantemente com drogas potencialmente hepatotóxicas. Deve-se
ter cuidado com pacientes que apresentem anormalidades hepáticas,
particularmente se houver intenção de administrar Nimesulida
(substância ativa) em combinação com outras drogas potencialmente
hepatotóxicas.

Durante o tratamento com Nimesulida (substância ativa), os
pacientes devem evitar usar outros anti-inflamatórios não
esteroidais, pois há risco de somação de efeitos, incluindo efeitos
adversos.

Medicamento – Medicamento

Gravidade maior

Medicamento

Efeito da interação

Metotrexato

É necessário cautela se Nimesulida for
utilizado antes ou após 24 horas de tratamento com metotrexato,
pois o nível sérico do metotrexato pode aumentar, aumentando sua
toxicidade, risco de leucopenia, trombocitopenia, anemia,
nefrotoxicidade, ulceração de mucosa

Pemetrexede

Toxicidade pelo pemetrexede, risco de
mielossupressão, nefrotoxicidade e toxicidade gastrintestinal

Apixabana, ardeparina, acebutalol,
certoparina, citalopram, clopidogrel, clovoxamina, dalteparina,
danaparoide, desirudina, duloxetina, enoxaparina, eptifabatida,
escitalopram, femoxetina, flesinoxan, fluoxetina, ginko biloba,
heparina, levomilnacipram, milnacipram, nadroprarina, nefazodona,
parnaparina, paroxetina, pentosano polissulfato de sódio,
pentoxifilina, prasugrel, proteína C, reviparina, rivaroxabana,
ticlopidina, tinzaparina, venlafaxina, vilazodona, vortioxetina,
zimeldina

Aumento do risco de sangramento

Abciximab, argatrobana, bivalirrudina,
cilostazol, dipiridamol, fondaparinux, lepirudina, tirofiban

Aumento do risco de sangramento
gastrointestinal

Ciclosporina

Aumento do risco de
nefrotoxicidade

Beta glucanas

Lesões gastrointestinais severas

Gossipol

Aumento do risco de ocorrência de
eventos gastrintestinais (ex: hemorragia intestinal, anorexia,
náuseas, diarreia)

Extrato de Feverfew

Potencialização da ação dos
anti-inflamatórios (ex: aumento do risco de sangramento, alterações
renais e alterações gástricas)

Pralatrexato

Aumento da exposição do
Pralatrexato

Tracolimus

Falência renal aguda

Gravidade moderada

Ciclosporina

Devido aos efeitos nas prostaglandinas
renais, os inibidores da prostaglandina sintetase, como Nimesulida,
devem aumentar a nefrotoxicidade das ciclosporinas

Furosemida, azosemida, bemetizida,
bendroflumetiazida, benzotiazida, bumetanida, butiazida,
clorotiazida, clortalidona, clopamida, ciclopentiazida, ácido
etacrínico, hidroclorotiazida, hidroflumetiazida, indapamida,
meticlotiazida, metolazona, piretanida, politiazida, torsemida,
triclormetiazida, xipamida

A Nimesulida pode diminuir os efeitos
diuréticos e anti-hipertensivos

Acebutalol, alacepril, alprenolol,
anlodipina, arotinolol, atenolol, azilsartana, bufenolol,
benazepril, bepridil, betaxolol, bevantolol, bisoprolol,
bopindolol, bucindolol, bupranolol, candersartana cilexetil,
captopril, carteolol, carvedilol, celiprolol, cilazapril, delapril,
dilevalol, enaprilato, enalapril, esmolol, fosinopril, imidapril,
labetalol, landiolol, levobunolol, lisinopril, mepindolol,
metipranolol, metoprolol, moexipril, nadolol, nebivolol,
nipradilol, oxprenolol, penbutolol, pentopril, perindopril,
pindolol, propranolol, quinapril, ramipril, sotalol,
espirapril, talinolol, temocapril, tertatolol, timolol,
trandolapril, zofenopril

 

Diminuição do efeito
anti-hipertensivo

Acetohexamida, clorpropamida,
glicazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida,
nateglinida, tolazamida, tolbutamida

Aumento do risco de baixos níveis de
açúcar no sangue (hipoglicemia)

Amilorida, canrenoato,
espironolactona, triamtereno

Diminuição do efeito diurético, risco
de hipercalemia ou possível nefrotoxicidade

Irbesartana, losartana, olmesartana
medoxomil, tasosartana, telmisartana ou valsartana

Diminuição do efeito anti-hipertensivo
e aumento de risco de lesão renal

Acenocumarol,
anisindiona, desvenlafaxina, dicumarol, fenindiona,
fenprocumona e varfarina

Aumento do risco de sangramento

Diltiazem, felodipina, flunarizina,
gallopamil, isradipina, lacidipina, lidoflazina, manidipina,
nicardipina, nifedipina, nilvadipina, nimodipina, nisoldipina,
nitrendipina, pranidipina ou verapamil

Aumento do risco de sangramento
gastrointestinal e diminuição de efeito anti-hipertensivo

Levofloxacino, norfloxacino ou
ofloxacino

Aumento no risco de convulsão

Lítio

Toxicidade por lítio (fraqueza,
tremor, sede excessiva, confusão)

L-metilfolato

Diminuição do efeito do
L-metilfolato

Medicamento – Substância química

Não se aconselha a ingestão de bebidas alcoólicas durante o
tratamento.

Medicamento – Exame-laboratorial

Gravidade menor

Exame-laboratorial

Efeito da interação

Teste de sangue oculto nas fezes

Resultado falso positivo

Cápsula

Nimesulida / fármacos de alta ligação
plasmática

A Nimesulida (substância ativa) tem um alto nível de ligação às
proteínas plasmáticas e pode ser deslocado de seus sítios de
ligação pela administração concomitante de outras drogas, tais como
fenofibrato, ácido salicílico, ácido valproico e tolbutamida. Além
disso, Nimesulida (substância ativa) também pode deslocar outras
drogas, como o ácido acetilsalicílico e metotrexato, das proteínas
plasmáticas. No entanto, não há evidência até o momento de que
estas interações tenham significância clínica. Não há evidência de
que a Nimesulida (substância ativa) afete a glicemia em jejum ou a
tolerância à glicose em pacientes diabéticos tratados com
sulfonilureias.

Nimesulida / varfarina

Normalmente Nimesulida (substância ativa) não afeta a resposta à
varfarina; no entanto, como alguns poucos pacientes podem
apresentar um aumento do efeito anticoagulante, recomenda-se que o
status da coagulação do paciente seja monitorizado quando as duas
drogas forem administradas em conjunto.

Nimesulida / ácido acetilsalicílico / outros
anti-inflamatórios nãoesteroides (AINEs)

O uso de dois ou mais AINEs, incluindo o ácido acetilsalicílico,
pode levar a um aumento dos efeitos adversos gastrintestinais.

Administração concomitante com salicilatos ou tolbutamida pode
afetar os níveis séricos da Nimesulida (substância ativa) e,
portanto, sua resposta terapêutica.

Nimesulida / fenitoína

Pode haver potencialização da ação da fenitoína.

AINEs / lítio / metotrexato / probenecida / ciclosporina
/ álcool

Foram documentadas interações entre antiinflamatórios
não-esteroides e lítio, metotrexato, probenecida e Nimesulida
(substância ativa). A Nimesulida (substância ativa) reduz o
clearance do lítio, resultando em níveis plasmáticos
elevados e toxicidade ao lítio. Portanto, recomenda-se cuidado na
administração concomitante de Nimesulida (substância ativa) com
qualquer uma destas drogas, devido ao aumento do risco de
hemorragias gastrintestinais.

Não houve interações clinicamente significativas com a
administração concomitante de Nimesulida (substância ativa) com
digoxina, teofilina, glibenclamida, cimetidina e antiácidos.

Nimesulida / diuréticos

A Nimesulida (substância ativa) pode antagonizar os efeitos dos
diuréticos e em particular bloquear o aumento da atividade da
renina plasmática induzida pela furosemida. A análise
farmacocinética da concentração de Nimesulida (substância ativa) em
pacientes sob terapia concomitante com um diurético (furosemida)
mostrou que há uma diferença menor neste volume de distribuição,
mas não há evidências clínicas disto.

Nimesulida / anormalidades hepáticas

Deve-se tomar cuidado com pacientes que apresentem anormalidades
hepáticas, particularmente se houver intenção de administrar
Nimesulida (substância ativa) em combinação com outras drogas
potencialmente hepatotóxicas.

Cápsula

Até o momento não se observou a existência de interações
medicamentosas entre Nimesulida (substância ativa) e outros
medicamentos.

Alterações de exames laboratoriais

Até o momento, não existem relatos de que a Nimesulida
(substância ativa) cause alterações em exames laboratoriais.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Interação Alimentícia do Scalid

Comprimido Dispersível / Comprimido / Gotas /
Supositório

A ingestão de alimentos não interfere na absorção e
biodisponibilidade da droga. O efeito dos alimentos na absorção da
Nimesulida (substância ativa) é mínimo.

Recomenda-se tomar Nimesulida (substância ativa) após as
refeições. Não se aconselha a ingestão de alimentos que provoquem
irritação gástrica (tais como abacaxi, laranja, limão, café
e etc.) durante o tratamento com Nimesulida (substância
ativa).

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Ação da Substância Scalid

Resultados de Eficácia


Comprimido Dispersível / Comprimido

Um estudo duplo-cego comparativo avaliou a eficácia e a
tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa) comparativamente ao
naproxeno em pacientes com dor pós-cirúrgica oral. Foram avaliados
64 pacientes, 32 em cada grupo de tratamento, que receberam
Nimesulida (substância ativa) um comprimido (100 mg) a cada 12
horas, ou naproxeno um comprimido (250 mg) a cada 12 horas. A
intensidade da dor foi avaliada após a administração de um dos
medicamentos em ½, 1, 2, 3 e 4 horas, no segundo e terceiro dia de
tratamento. A tolerabilidade de ambos os fármacos foi excelente e
ambos também promoveram acentuada regressão da dor, sendo que no
grupo de Nimesulida (substância ativa) houve regressão mais rápida
da dor já dentro da primeira hora de tratamento.

O estudo investigou os efeitos analgésicos da Nimesulida
(substância ativa) e do celecoxibe em pacientes com osteoartrite de
joelho. 44 pacientes foram incluídos e randomizados para o grupo de
Nimesulida (substância ativa) (100 mg duas vezes ao dia) ou
celecoxibe (200 mg uma vez ao dia) por 2 semanas, 20 dos quais
apresentavam derrame articular. A intensidade da dor foi avaliada e
em pacientes com derrame articular, algumas substâncias do líquido
sinovial foram analisadas. Os efeitos da Nimesulida (substância
ativa) foram mais marcantes que do celecoxibe, com evidência de
início mais rápido de ação analgésica. A Nimesulida (substância
ativa) reduziu significantemente as concentrações de substância P e
interleucina-6 no líquido sinovial. O celecoxibe não mudou estas
concentrações e significativamente reduziu os níveis de
interleucina-6 apenas no dia 14. Ambas as drogas foram bem
toleradas. O estudo forneceu evidência que a Nimesulida (substância
ativa) é um agente efetivo para o tratamento sintomático da
osteoartrite.

Dois estudos em animais foram realizados com administração
intra-peritoneal de Nimesulida (substância ativa), diclofenaco,
celecoxibe e rofecoxibe para tratar dor inflamatória. No primeiro
estudo, a Nimesulida (substância ativa) inibiu o desenvolvimento de
hiperalgesia térmica da pata induzida pela injeção de formalina na
cauda, enquanto o diclofenaco ou celecoxibe parcialmente reduziram
a hiperalgesia, e o rofecoxibe não foi efetivo. No segundo estudo,
a Nimesulida (substância ativa) e o diclofenaco foram
significativamente mais efetivos que o celecoxibe e rofecoxibe na
redução de hiperalgesia mecânica da pata. A atividade
anti-hiperálgica destas drogas foram também investigadas em
pacientes com artrite reumatoide. Após uma dose única oral, todas
as drogas reduziram a hiperalgesia inflamatória. No entanto,
somente a Nimesulida (substância ativa) foi efetiva 15 minutos após
o tratamento. Adicionalmente, a Nimesulida (substância ativa) (100
mg) foi significativamente mais efetiva que o rofecoxibe (25 mg). A
Nimesulida (substância ativa) parece ser particularmente efetiva e
de ação rápida contra a dor inflamatória.

60 pacientes foram incluídos em um estudo randomizado
simples-cego para comparar a eficácia e tolerabilidade de
Nimesulida (substância ativa) comprimido 200 mg/dia e flurbiprofeno
300 mg/dia por 7 dias, no tratamento de inflamação aguda
não-infecciosa do trato respiratório superior. Ambas as drogas
mostraram a mesma eficácia em reduzir a congestão da mucosa,
vermelhidão local, febre e dor de garganta. O tratamento com
Nimesulida (substância ativa) deu origem a um menor número de
eventos adversos, e menos severos, do que o tratamento com
flurbiprofeno.

A Nimesulida (substância ativa) modifica o estado doloroso da
contração uterina para contrações cíclicas indolores em pacientes
com dismenorreia. Com uma única dose oral de 100 mg, a Nimesulida
(substância ativa) é distribuída nos tecidos genitais femininos
(fundo e cérvix uterinos e ovários). Duas doses orais de 100 mg de
Nimesulida (substância ativa) administradas em mulheres com
dismenorreia em um estudo duplo-cego controlado por placebo,
cross-over, reduziu os níveis de prostaglandina F2α no sangue
menstrual.

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia e tolerabilidade, no
tratamento de afecções traumáticas do aparelho locomotor, de três
anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs): Nimesulida (substância
ativa), o primeiro AINE inibidor seletivo da enzima cicloxigenase-2
(COX-2) disponível, e dois agentes clássicos não seletivos,
diclofenaco e aceclofenaco. Em três visitas clínicas e após sete
dias de tratamento em que randomicamente 19 pacientes receberam
Nimesulida (substância ativa) 100 mg 2x/dia, 19 receberam
aceclofenaco 100 mg 2x/dia e 21 receberam diclofenaco 50 mg 3x/dia,
a eficácia foi avaliada clinicamente segundo a intensidade dos
sinais e sintomas e pela avaliação global do pesquisador ao final
do estudo, e a tolerabilidade pela ocorrência ou não de eventos
adversos bem como pela avaliação global ao término do estudo.
Quanto à eficácia, o resultado obtido pelo grupo tratado com
Nimesulida (substância ativa) foi significativamente melhor
considerando se os parâmetros dor à movimentação, limitação de
movimentos, sensibilidade local e intensidade da dor. Também quanto
à tolerabilidade, tanto o índice de ocorrência de reações adversas
como a avaliação final global foram significativamente melhores
para o grupo Nimesulida (substância ativa). A seletividade de
Nimesulida (substância ativa) sobre a COX-2 contribui para sua
eficácia, assim como reflete seu perfil de segurança, ao contrário
do aceclofenaco e diclofenaco, que não têm esse grau de
seletividade sobre a COX-2. Portanto, Nimesulida (substância ativa)
pode ser considerado um anti-inflamatório e analgésico de primeira
escolha no tratamento de afecções traumáticas do aparelho
locomotor.

Foram incluídos em um estudo duplo-cego, randomizado,
cross-over, 67 pacientes com síndrome de dismenorreia primária, em
uma sequência alternada de Nimesulida (substância ativa) vs
placebo. As drogas foram dadas por 3 ciclos menstruais subsequentes
com uma duração média de 6,5 dias aproximadamente em cada ciclo. 55
pacientes completaram o tratamento. A Nimesulida (substância ativa)
provou atividade e mais efetividade que o placebo na prevenção e/ou
alívio do padrão sintomático. A tolerabilidade se mostrou
satisfatória uma vez que somente duas pacientes reclamaram de
epigastralgia leve.

Em um estudo duplo-cego, paralelo de 4 dias com 51 pacientes, os
efeitos anti-inflamatórios, antiexudativos e antipiréticos da
Nimesulida (substância ativa) foram comparados com placebo em
pacientes com inflamação aguda do trato respiratório superior. Os
pacientes que receberam Nimesulida (substância ativa) mostraram
melhora nos sinais e sintomas avaliados: inchaço tonsilar,
rouquidão, dor de garganta, dor de cabeça e artralgia. Uma
diferença estatisticamente significativa entre a Nimesulida
(substância ativa) e o placebo foi evidente para todos os
parâmetros. Não houve efeitos adversos associados com a Nimesulida
(substância ativa).

Em inúmeros estudos comparativos, a Nimesulida (substância
ativa) mostrou ser mais efetiva que o piroxicam (em osteoartrite),
paracetamol (em inflamação do trato respiratório superior),
benzidamina ou naproxeno (em doença otorrinolaringológica),
fenilprenazona (em laringotraqueítes/bronquite, inflamação
respiratória e doença otorrinolaringológica), serrapeptase (em dor
pós-operatória ou dental, trauma e flebite), cetoprofeno (em dor
pósoperatória) e ácido mefenâmico (em dismenorreia). Adicionalmente
a eficácia de Nimesulida (substância ativa) tem sido comparável com
a da aspirina, com ou sem vitamina C, e ácido mefenâmico (em
infecção do trato respiratório), ibuprofeno (em doença de tecido
mole), naproxeno (em inflamação do trato respiratório, dismenorreia
e estados de dor pós-operatória), suprofeno e paracetamol (em
estados de dor pós-operatória), benzidamina (em inflamação do trato
genitourinário) e dipirona, paracetamol ou diclofenaco (em
febre).

Uma comparação duplo-cega, multicêntrica de Nimesulida
(substância ativa) e diclofenaco em 122 pacientes com ombro agudo e
uma meta-análise de vários estudos com Nimesulida (substância
ativa) foram conduzidos. No final do dia 14 do estudo, a Nimesulida
(substância ativa) foi pelo menos tão efetiva quanto o diclofenaco.
A tolerabilidade global foi julgada pelos investigadores como
boa/muito boa em 96,8% do grupo de Nimesulida (substância ativa) em
comparação com 72,9% do grupo diclofenaco. O julgamento dos
pacientes foi de 96,8 e 78% respectivamente. Ambas as diferenças
foram estatisticamente significativas. A meta análise demonstrou
que a Nimesulida (substância ativa) administrada por 2 semanas é de
longe mais eficaz que o placebo no tratamento da osteoartrite, e é
pelo menos comparável a outros AINEs. A razão risco-benefício para
Nimesulida (substância ativa) foi melhor em todos os estudos uma
vez que 100 mg de Nimesulida (substância ativa) 2 vezes ao dia foi
como igual ao placebo na questão de segurança e tolerabilidade,
especialmente considerando eventos adversos gastrintestinais.

Referências bibliográficas:

Arbex, ST et al. Avaliação
comparativa do nimesulide versus naproxeno no tratamento da dor
pós-cirurgia oral. Rev Bras Odontol; 49(1): 15-8, 1992.
Bianchi M, et al. Effects of nimesulide on pain and on synovial
fluid concentrations of substance P, interleukin-6 and
interleukin-8 in patients with knee osteoarthritis: comparison with
celecoxib. Int J Clin Pract, 61 (8): 1270-7, 2007.
Bianchi M, Broggini M. Anti-hyperalgesic effects of nimesulide:
Studies in rats and humans. Int J Clin Pract Suppl; (128): 11-9,
2002.
Cadeddu L. et al. Comparison of nimesulide and flurbiprofen in the
treatment of non infectious acute inflammation of the upper
respiratory tract. J Int Med Res; 16(6): 466-73, 1988.
Pulkkinen M. Nimesulide in Dysmenorrhoea. Drugs 46 (Suppl. 1):
129-133, 1993.
Marczyk LR. Estudo randomizado do nimesulide, aceclofenaco e
diclofenaco no tratamento de afecções traumáticas do aparelho
locomotor. Acta ortop. bras; 5(3): 103-9, 1997.
Moggian G et al. A new pharmacologic treatment of primary
dysmenorrhea. Clin. Ter. 117(6): 481-492, 1986.
Nouri ME. Nimesulide for treatment of acute inflammation of the
upper respiratory tract. Clin Ther; 6(2): 142-50, 1984.
Ward A et al. Nimesulide. A preliminary review of its
pharmacological properties and therapeutic afficacy in inflammation
and pain states. Drugs 36 (6): 732-53,1988.
Wober W. Comparative efficacy and safety of nimesulide and
diclofenac in patients with acute shoulder, and a metaanalysis of
controlled studies with nimesulide. Rheumatology (Oxford); 38 Suppl
1: 33-8, 1999.

Gotas

Um estudo duplo-cego, multicêntrico foi realizado em 42 crianças
internadas, idades entre 6 meses e 8 anos, que sofrem de infecções
agudas do trato respiratório, com febre, para investigar a
atividade antipirética da Nimesulida (substância ativa). No início,
os pacientes foram alocados aleatoriamente para receber ou
suspensão Nimesulida (substância ativa) oral, 5 mg/kg/dia divididos
em 3 doses diárias, por cinco dias ou placebo. Ambos os grupos
foram tratados simultaneamente com antibióticos: crianças menores
de 5 anos de idade receberam 100 mg de amoxicilina/kg/dia, os mais
de 5 anos receberam a eritromicina 40-50 mg/kg/dia. As medições de
temperatura antes e durante as seis horas após a primeira dose da
Nimesulida (substância ativa) mostrou uma diminuição média de um
valor inicial de 38,89 ºC para 37,28 ºC às 6 horas. No grupo
placebo, não foram observadas alterações significativas entre a
avaliação inicial e o valor de 6 horas. A temperatura pela manhã
estava dentro da escala normal no dia seguinte. A Nimesulida
(substância ativa) foi bem tolerada. Os resultados indicam que a
Nimesulida (substância ativa) tem um imediato efeito antipirético
que pode muito bem ser clinicamente útil antes do início da terapia
antibiótica.

Um total de 40 crianças com pequenas lesões traumáticas dos
tecidos moles foram aleatoriamente designadas para tratamento oral
com Nimesulida (substância ativa) (50 mg duas vezes ao dia) ou
placebo por 5 dias numa investigação duplo-cego. Os resultados
demonstraram que o tratamento com Nimesulida (substância ativa) foi
associado com uma melhora significativa dos sintomas (dor em
repouso e em movimento) e sinais (imobilidade, edema e hematoma),
que foi estatisticamente superior ao que demonstrou para o placebo.
Além disso, a Nimesulida (substância ativa) foi bem tolerada pelos
pacientes e não foi associada a problemas gastrintestinais. Estes
achados sugerem que a Nimesulida (substância ativa) é uma terapia
adequada para crianças com pequenas lesões traumáticas.

Neste estudo clínico controlado foram observadas as atividades
anti-inflamatórias e analgésicas da Nimesulida (substância ativa) e
cetoprofeno administradas por via oral. Foram avaliados 71
pacientes pediátricos (com idades entre 7 a 14 anos) com distúrbios
ortopédicos. Ambas as drogas foram eficazes. A maior vantagem da
Nimesulida (substância ativa) foi a sua melhor tolerabilidade:
apenas 3 pacientes tratados com Nimesulida (substância ativa)
(8,6%) tiveram efeitos colaterais relacionados à droga, em
comparação com 12 (33%) das crianças tratadas com cetoprofeno.

O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar a eficácia e
tolerabilidade do ibuprofeno, paracetamol e Nimesulida (substância
ativa) em crianças com infecções do trato respiratório. Noventa
crianças foram incluídas no estudo. Os pacientes foram divididos em
três grupos. O primeiro grupo foi tratado com paracetamol 10 mg/kg
três vezes por dia, o segundo grupo com ibuprofeno 10 mg/kg três
vezes por dia, e o terceiro grupo recebeu Nimesulida (substância
ativa) 2,5 mg/kg, duas vezes por dia durante 5 dias. Em duas horas
após a administração, os pacientes do grupo Nimesulida (substância
ativa) apresentaram temperatura corporal significativamente menor
do que os pacientes em grupos de paracetamol e ibuprofeno
(plt;0,05); em 4 horas, os pacientes nos grupos Nimesulida
(substância ativa) e ibuprofeno tiveram menor temperatura corporal
do que aqueles tratados com paracetamol (plt;0, 001). A atividade
antipirética da Nimesulida (substância ativa) foi superior ao
paracetamol e ibuprofeno.

Neste estudo randomizado, a eficácia e a tolerabilidade da
Nimesulida (substância ativa) foram comparadas com as do
paracetamol. Foram incluídas 110 crianças (64 meninos, 46 meninas,
com idade entre 3 a 6 anos) com a inflamação do trato respiratório
superior e febre. Nimesulida (substância ativa) suspensão (1,5
mg/kg, 3 vezes ao dia) ou xarope de paracetamol (10 mg/kg 4 vezes
ao dia) foram administrados por via oral até febre ser debelada. A
temperatura corporal foi registrada e local da dor e o desconforto
geral avaliados. Três pacientes tratados com Nimesulida (substância
ativa) e 6 pacientes tratados com paracetamol se retiraram do
estudo, por de eventos adversos. A Nimesulida (substância ativa)
foi tão eficaz como o paracetamol em reduzir a febre, dor local e
desconforto geral em crianças com inflamação do trato respiratório
superior.

Referências bibliográficas:

Lecomte J et al. Antipyretic
effects of nimesulide in paediatric practice: a double-blind study.
Curr Med Res Opin; 12(5): 296-303, 1991.
Giovannini M et al. A comparison of nimesulide and placebo in the
treatment of minor traumatic soft tissue lesions in children.
Drugs; 46 Suppl 1: 212-4, 1993.
Facchini R et al. Tolerability of nimesulide and ketoprofen in
paediatric patients with traumatic or surgical fractures. Drugs; 46
Suppl 1: 238-41, 1993.
Ulukol B et al. Assessment of the efficacy and safety of
paracetamol, ibuprofen and nimesulide in children with upper
respiratory tract infections. Eur J Clin Pharmacol; 55(9): 615-8,
1999.
Polidori G et al. A comparison of nimesulide and paracetamol in the
treatment of fever due to inflammatory diseases of the upper
respiratory tract in children. Drugs; 46 Suppl 1: 231-3,
1993.

Supositório

Em um estudo aberto e não-comparativo, 40 adultos portadores de
infecções das vias aéreas superiores foram avaliados.

Os pacientes receberam Nimesulida (substância ativa)
administrada na posologia de um supositório (100mg) a cada 12
horas, durante 7 dias. Todos os pacientes receberam amoxicilina na
dosagem de 500mg três vezes ao dia, durante 7 dias. Houve uma
acentuada regressão dos sinais e sintomas já a partir do 2º dia de
tratamento, com resultados estatisticamente significantes. A
tolerabilidade foi descrita como excelente ou boa em 92,5% dos
pacientes. Concluiu-se que a ação terapêutica da Nimesulida
(substância ativa) supositório é rápida e intensa, determinando uma
melhora da sintomatologia já no 2º dia de tratamento.

A eficácia e a tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa)
na forma farmacêutica de supositório foram avaliadas em um estudo
duplocego versus flurbiprofeno em patologias dor
inflamatória de natureza obstétrico-ginecológica. Ambas as drogas
foram rápidas e efetivas na analgesia e na atividade
anti-inflamatória, combinadas com boa tolerabilidade.
Especificamente, em relação ao componente dor, a Nimesulida
(substância ativa) demonstrou um efeito analgésico
significativamente maior do que o flurbiprofeno nas primeiras duas
horas de tratamento.

O padrão farmacocinético de Nimesulida (substância ativa) 100 mg
administrado por via retal em diferentes momentos antes de passar
por uma pequena cirurgia foi estudado em 45 crianças. A absorção da
Nimesulida (substância ativa) foi relativamente rápida, um pico de
concentração plasmática de 75 mg/L, sendo alcançado 3 h após a
administração, e a semi-vida foi de 3,15 h. A eficácia e a
tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa) supositórios foram
avaliados em um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por um
grupo recebendo dipirona, o qual avaliou 50 crianças que tiveram
dor moderada a grave no pós-operatório. Os medicamentos foram
administrados 1-3 vezes ao dia, conforme necessário, 26 pacientes
receberam Nimesulida (substância ativa) e 24 de dipirona. Houve
redução consistente da dor durante a terapia com Nimesulida
(substância ativa) no período médio de 2,5 dias, com um consumo
médio de 3,5 supositórios. A eficácia de ambos os medicamentos foi
considerada pelos médicos boa ou muito boa em 70% dos casos e não
houve diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos
de tratamento na dosagem necessária ou o em relação ao alívio da
dor. Tolerabilidade de ambos os medicamentos foi excelente.

Referências bibliográficas:

Ganança M M Avaliação do nimesulide
supositórios na afecções das vias aéreas superiores/ Evaluation of
nimesulide suppositories in upper respiratory trract infections Arq
Bras Med; 68(6): 441-2, 1994.
Montoneri C., et al. Studio clinic sull’efficacia e la
tollerabilità della nimesulide in formulazione supposte in confront
al flurbiprofen in ginecologia. Minerva Ginecol, 42:413-9,
1990.
Schärli AFet al. Pharmacokinetics and therapeutic study with
nimesulide suppositories in children with post-operative pain and
inflammation. J Int Med Res.18(4):315-21, 1990.

Cápsula

Nimesulida (substância ativa) pertence a uma classe de
medicamentos anti-inflamatórios que ajudam a reduzir sintomas como
dor, inflamação e febre. Os sinais e sintomas são rapidamente
aliviados por administração oral do produto.

O estudo clínico realizado com objetivo de avaliar a eficácia e
tolerabilidade do uso, durante 10 dias, de uma única dose diária de
200mg de Nimesulida (substância ativa) obteve como resultado
pacientes que chegaram perto da remissão em 94,7% (casos de dor),
97,9% (casos de edema), 98,8% (casos de eritrema) e 92,9% (casos de
rigidez). Em geral o tratamento teve bons resultados em 86,6%
(opnião do médico) e em 92,5% (opnião do paciente). A
tolerabilidade foi considerada excelente em 87,5% e boa em 9,4% dos
casos.

O tempo para início da ação do medicamento é de aproximadamente
uma hora após a administração oral da cápsula.

Aconselha-se a menor duração possível do tratamento, em geral de
5 a 10 dias, não devendo ultrapassar 15 dias.

Gel

Estudos clínicos avaliaram a eficácia da Nimesulida (substância
ativa) gel tanto na concentração de 2% quanto na concentração de
1%.

Estudo clínico não comparativo avaliou a eficácia da Nimesulida
(substância ativa) gel a 2%, no tratamento tópico de lesões
decorrentes da prática esportiva. Quarenta e sete pacientes
participaram do estudo. A Nimesulida (substância ativa) foi
aplicada no local da lesão duas vezes ao dia por 7 dias e os
pacientes passaram por uma avaliação médica basal (V1) e no 3º (V2)
e 7º (V3) dias de tratamento.

A avaliação médica mostrou melhora estatisticamente
significante nos seguintes sintomas, quando comparados V1 e
V3:

Dor ao repouso (plt;0,001), dor a movimentação ativa
(plt;0,001), dor a movimentação passiva (plt;0,001), limitação da
movimentação (plt;0,001) e edema (plt;0,001).

Segundo o diário preenchido pelos pacientes, houve
melhora nos seguintes sintomas, quando comparadas V1 e
V3:

Dor espontânea em repouso (plt;0,001), dor a movimentação ativa
e passiva (plt;0,001), limitação da movimentação (plt;0,001), edema
(plt;0,001) e contato doloroso (plt;0,001).(1)

Dois estudos avaliaram a eficácia de Nimesulida (substância
ativa) gel (1%) em concentração inferior ao Nizuil e também
mostraram eficácia.(2,3)

Sengupta et al (1998)2 comparou a analgesia
proporcionada pela Nimesulida (substância ativa) gel 1%,
diclofenaco 1% e piroxicam 0,5% em 36 voluntários saudáveis do sexo
masculino. Os voluntários realizaram o teste 12 vezes, sendo 6 com
o uso de um dos medicamentos e 6 com o placebo. Como estimulo
doloroso foi utilizada uma versão modificada do Hollander test. O
grau de dor foi avaliado através da Visual Analoge Scale (VAS) e de
uma escala de dor de 10 pontos. A dor foi avaliada imediatamente
antes e 15 min, 30 min, 60 min, 120 min e 240 min após o estímulo
doloroso. A escala de dor de 10 pontos mostrou que a Nimesulida
(substância ativa) proporcionou analgesia superior ao diclofenaco e
piroxicam (plt;0,05) em todos os pontos avaliados exceto aos 60
min. A VAS mostrou que a Nimesulida (substância ativa) foi superior
aos outros anti-inflamatórios aos 120 min (plt;0,05).

Quando descontada a ação do placebo, a Nimesulida (substância
ativa) foi superior aos demais tratamentos aos 15 min, 30 min e 120
min (plt;0,01). A melhora total da dor, avaliada pelo cálculo da
área sob a curva da medida com desconto da ação do placebo, mostrou
que a analgesia total proporcionada pela Nimesulida (substância
ativa) foi superior à dos outros anti-inflamtórios (plt;0,01).

A eficácia da Nimesulida (substância ativa) gel 1% no tratamento
da osteoartrite (OA) foi estudada em 70 pacientes com OA de
joelho3. Os pacientes foram divididos em dois grupos (49
no grupo tratamento e 21 no grupo placebo). Os sintomas da OA foram
avaliados através da McMaster Universities OA index (WOMAC), a
qualidade de vida através do Nottingham Health Profile (NHPD) e a
satisfação do paciente e do médico através de uma escala verbal. Os
participantes aplicaram o medicamento ou o placebo na pele sobre a
patela 3 vezes ao dia por 30 dias. A escala WOMAC mostrou melhora
significativa nos 3 parâmetros e no escore global, entre as
avaliações pré e pós-tratamento no grupo Nimesulida (substância
ativa) (plt;0,001). Não houve diferença entre as medidas pré e pós
no grupo placebo. A Nimesulida (substância ativa) foi superior ao
placebo apenas no escore global (p=0,03). Na escala NHPD, houve
melhora entre pré e pós-tratamento nas medidas de nível de energia,
dor e mobilidade física (plt;0,01) para o grupo que usou Nimesulida
(substância ativa). No grupo placebo e na comparação entre os
grupos tratamento e placebo não houve diferença significativa. Os
escores de satisfação com o tratamento do médico e do paciente
foram significativamente maiores no grupo Nimesulida (substância
ativa) do que no grupo placebo(3).

Referências Bibliográficas:

1. Marczyk LRS, et al. Multicentric
study of Nimesulide gel 2% in the topic treatment of sportive
injuries. RBM – Rev Bras Med. 2001;58(1-2):79-85.
2. Sengupta S, et al. Analgesic eficacy and pharmacokinetics of
topical nimesulide gel in healthy human volunteers: double-blind
comparison with piroxicam, diclofenac and placebo. Eur J Clin
Pharmacol. 1998;54:541-7.
3. Ergün H, etal. Efficacy and safety of topical nimesulide in the
treatment of knee osteoarthritis. J Clin Rheumatol.
2007;13:251–5.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Características Farmacológicas


Comprimido Dispersível / Comprimido / Gotas /
Supositório

Propriedades Farmacodinâmicas

A Nimesulida (substância ativa)
(4′-nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco
anti-inflamatório não esteroide (AINE) que pertence à classe das
sulfonanilidas com efeitos anti-inflamatório, antipirético e
analgésico.

A Nimesulida (substância ativa) possui atividade
anti-inflamatória mais potente do que o ácido acetilsalicílico, a
fenilbutazona e a indometacina; possui atividade antipirética tão
eficaz quanto a do diclofenaco e da dipirona, e potencialmente
superior à do acetaminofeno.

A Nimesulida (substância ativa) possui modo de ação único e sua
atividade anti-inflamatória envolve vários mecanismos. A Nimesulida
(substância ativa) é um inibidor seletivo da enzima da síntese de
prostaglandina, a cicloxigenase. In vitro e in
vivo
a Nimesulida (substância ativa) preferencialmente inibe a
enzima COX-2, a qual é liberada durante a inflamação, com mínima
atividade sobre a COX-1, a qual atua na manutenção da mucosa
gástrica.

Além disso, foi demonstrado que a Nimesulida (substância ativa)
possui muitas outras propriedades bioquímicas que provavelmente são
responsáveis pelas suas propriedades clínicas. Estas incluem:
inibição da fosfodiesterase tipo IV, redução da formação do ânion
superóxido (O2), “scavenging” do ácido hipoclorídrico,
inibição de proteinases (elastase, colagenase), prevenção da
inativação do inibidor da alfa-1-protease, inibição da liberação de
histamina dos basófilos e mastócitos humanos e inibição da
atividade da histamina.

Dados pré-clínicos

Os dados pré-clínicos revelam que não há riscos especiais para
humanos baseados nos estudos convencionais de segurança
farmacológica, toxicidade de dose múltipla, genotoxicidade e
potencial carcinogênico.

Em estudos de toxicidade de dose múltipla, a Nimesulida
(substância ativa) mostrou toxicidade gastrintestinal, renal e
hepática.

Em ratos, não foram encontrados sinais de potencial teratogênico
ou embriotóxico com a Nimesulida (substância ativa) em estudos de
embriotoxicidade com doses não-tóxicas maternas. Em coelhos, leve
aumento da perda pós-implantação e leve aumento da incidência de
dilatação do ventrículo cerebral e malformações esqueléticas foram
observadas com níveis de dose marginalmente tóxicos em fêmeas.
Entretanto, nenhuma relação dose-resposta entre o fármaco e tipos
individuais de malformações foi observada.

Foram relatados poucos casos clínicos de superdosagem
intencional sem sinais de intoxicações.

Propriedades Farmacocinéticas

Comprimido Dispersível / Comprimido /
Gotas:

A Nimesulida (substância ativa) é bem absorvida quando
administrada via oral. Após uma única dose de 100 mg de Nimesulida
(substância ativa), administrada a voluntários adultos saudáveis,
um pico de concentração plasmática de 3 a 4 mg/L é alcançado em
adultos após 2 a 3 horas. AUC=20 – 35 mg/L.h.

Um pico de concentração plasmática de 2,86 a 6,5 mg/L é
alcançado após 1,22 a 2,75 horas. AUC= 14,65 a 54,09 mg/L.h.

Nenhuma diferença estatística significante tem sido encontrada
entre estes números e aqueles vistos após a administração de 100 mg
duas vezes ao dia por 7 dias. Mais de 97,5% se ligam a proteínas
plasmáticas.

Os parâmetros farmacocinéticos descritos para crianças podem ser
comparados com aqueles encontrados após a administração oral de
Nimesulida (substância ativa) 100 mg para adultos. Em crianças, os
valores de Cmax (3,46 mg/L ± 1,46) e tmax
(1,93 h ± 0,83) foram similares aos valores correspondentes
observados após a administração oral de 100 mg dose única em
adultos sadios Cmax=2,86 a 6,50 mg/L;
tmax=1,22 a 2,75 h e a AUC (18,43 mg/L.h), estava dentro
da faixa de valores reportados para adultos (14,65 a 54,09 mg/L.h)
ao passo que o clearance plasmático total sistêmico foi
maior (138,50 mL/h/kg em crianças, 31,02 a 106,16 mL/h/kg). O
volume de distribuição também foi ligeiramente superior em crianças
(0,41 L/kg) do que em adultos (0,18 a 0,39 L/kg). Valores maiores
de CL/F (clearance do fármaco) e Vd/F (volume de
distribuição do fármaco) em crianças podem ser causados por um
valor maior de fu de Nimesulida (substância ativa), como resultado
da menor concentração plasmática de albumina em crianças do que em
adultos. A meia-vida terminal (t1/2β) de Nimesulida
(substância ativa) foi de 2,36 horas em crianças e 1,80 a 4,73
horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
metabólito principal, a hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo. O intervalo para aparecimento deste
metabólito na circulação é curto (cerca de 0,8 horas) mas a sua
constante de formação não é alta e é consideravelmente menor que a
constante de absorção da Nimesulida (substância ativa). A
hidroxinimesulida é o único metabólito encontrado no plasma,
apresentando-se quase que completamente conjugado. A t1/2 é de 3,2
a 6 horas.

O grau de biotransformação da Nimesulida (substância ativa) em
seu metabólito principal, isto é, o derivado parahidroxi (M1), o
qual também é farmacologicamente ativo, em crianças é similar ao de
adultos. Para M1, a Cmax (1,34 mg/L) e AUC (11,60
mg/L.h) em crianças foram dentro da faixa observada em adultos
(Cmax 0,96 a 1,57 mg/L; AUC 10,90 a 17,96 mg/L.h). A
meia-vida terminal (t1/2β) de M1 foi 4,18 horas em
crianças e 2,89 a 8,71 horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é excretada principalmente na
urina (aproximadamente 50% da dose administrada). Apenas 1 a 3% é
excretado como composto inalterado. A hidroxinimesulida é
encontrada apenas como um derivado glicuronato. Cerca de 29% da
dose é excretada nas fezes após o metabolismo.

Menos que 0,1% é excretado como composto inalterado. A
hidroxinimesulida é encontrada apenas como um derivado glicuronato.
De 17,9% a 36,2% da dose é excretada nas fezes após o
metabolismo.

O perfil cinético da Nimesulida (substância ativa) não teve
alteração em idosos após doses agudas e repetidas.

Na insuficiência renal moderada (clearance de creatinina de 30 a
80 mL/min), os níveis de pico plasmáticos de Nimesulida (substância
ativa) e seu principal metabólito não são maiores que dos
voluntários sadios. A administração repetida não causou acúmulo. A
Nimesulida (substância ativa) é contraindicada para pacientes com
insuficiência hepática devido ao risco de acumulação.

O tempo médio estimado para início da ação terapêutica após a
administração de Nimesulida (substância ativa) é de 15 minutos para
alívio da dor. A resposta inicial para a febre acontece cerca de 1
a 2 horas após o uso do medicamento e dura aproximadamente 6
horas.

Supositório:

O pico da concentração plasmática, em indivíduos adultos, foi de
14 mg/L atingido em 7,2 a 9 horas após administração retal de 100
mg de Nimesulida (substância ativa).

A meia-vida terminal (t1/2β) de Nimesulida
(substância ativa) foi de 2,36 horas em crianças e 1,80 a 4,73
horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
metabólito principal, a hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo. O intervalo para aparecimento deste
metabólito na circulação é curto (cerca de 0,8 horas) mas a sua
constante de formação não é alta e é consideravelmente menor que a
constante de absorção da Nimesulida (substância ativa). A
hidroxinimesulida é o único metabólito encontrado no plasma,
apresentando-se quase que completamente conjugado. A t1/2 é de 3,2
a 6 horas.

O grau de biotransformação da Nimesulida (substância ativa) em
seu metabólito principal, isto é, o derivado parahidroxi (M1), o
qual também é farmacologicamente ativo, em crianças é similar ao de
adultos. Para M1, a Cmax (1,34 mg/L) e AUC (11,60
mg/L.h) em crianças foram dentro da faixa observada em adultos
(Cmax 0,96 a 1,57 mg/L; AUC 10,90 a 17,96 mg/L.h). A
meia-vida terminal (t1/2β) de M1 foi 4,18 horas em
crianças e 2,89 a 8,71 horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é excretada principalmente na
urina (aproximadamente 50% da dose administrada). Apenas 1 a 3% é
excretado como composto inalterado. A hidroxinimesulida é
encontrada apenas como um derivado glicuronato. Cerca de 29% da
dose é excretada nas fezes após o metabolismo.

Menos que 0,1% é excretado como composto inalterado. A
hidroxinimesulida é encontrada apenas como um derivado glicuronato.
De 17,9% a 36,2% da dose é excretada nas fezes após o
metabolismo.

O perfil cinético da Nimesulida (substância ativa) não teve
alteração em idosos após doses agudas e repetidas.

Na insuficiência renal moderada (clearance de
creatinina de 30 a 80 mL/min), os níveis de pico plasmáticos de
Nimesulida (substância ativa) e seu principal metabólito não são
maiores que dos voluntários sadios. A administração repetida não
causou acúmulo. A Nimesulida (substância ativa) é contraindicada
para pacientes com insuficiência hepática devido ao risco de
acumulação.

O tempo médio estimado para início da ação terapêutica após a
administração de Nimesulida (substância ativa) é de 15 minutos para
alívio da dor. A resposta inicial para a febre acontece cerca de 1
a 2 horas após o uso do medicamento e dura aproximadamente 6
horas.

Cápsula

Nimesulida (substância ativa), princípio ativo de Nimesulida
(substância ativa), é uma droga anti-inflamatória não esteroidal
relatada como um inibidor seletivo da cicloxigenase-2. Muitos dos
efeitos das drogas anti-inflamatórias não esteróides parecem estar
relacionados com a ação da inibição da ciclo-oxigenase, a qual está
envolvida na biossíntese das prostaglandinas. As protaglandinas
possuem um importante papel na produção da dor, inflamação e febre
e as drogas anti-inflamatórias não esteroidais possuem papel
principal como analgésicos, agentes anti-inflamatórios e
antipiréticos. O modo de ação da Nimesulida (substância ativa)
influi também sobre a agregação plaquetária, causando inibição da
mesma.

A estrutura química da Nimesulida (substância ativa)
(4-nitro-2-fenoximetanosulfonanilida) sugere um mecanismo do tipo
scavenger, através do qual o fármaco neutraliza a formação de
radicais livres de oxigênio produzidos em nível de cascata do ácido
araquidônico e liberados em grande quantidade na origem do processo
inflamatório por diversos tipos de células (granulócitos,
neutrófilos e macrófagos).

Os mecanismos descritos são mais eficazes in vivo, o
que sugere uma possível ativação biológica do composto, tornando-o
um fármaco de ação anti-inflamatória potente.

Alguns estudos indicam ter a Nimesulida (substância ativa)
melhor tolerabilidade e causar menor incidência de efeitos
colaterais em comparação com outros fármacos desta classe
terapêutica.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
principal metabólito, hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo.

A eliminação é predominantemente renal, mais de 80%, não dando
origem a fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas,
e além disso apresenta uma boa tolerabilidade sistêmica e
gastrintestinal.

Gel

Farmacodinâmica

A Nimesulida (substância ativa)
(4′-nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco
antiinflamatório não-esteroide (AINE) que pertence à classe das
sulfonanilidas com efeitos antiinflamatório, analgésico e
antipirético.

A Nimesulida (substância ativa) é um inibidor seletivo da enzima
da síntese de prostaglandinas, a cicloxigenase.

Adicionalmente a Nimesulida (substância ativa) tem um efeito
scavenging ativo nos radicais livres de oxigênio, inibe a liberação
dos metabólitos de oxigênio dos neutrófilos ativados, reduz a
liberação de histamina dos mastócitos, inibe a produção do fator de
ativação de plaquetas e também bloqueia a atividade de certas
metaloproteinases.

Farmacocinética

Quando a Nimesulida (substância ativa) gel é aplicada
topicamente, as concentrações plasmáticas de Nimesulida (substância
ativa) são muito baixas em comparação com aquelas alcançadas após a
administração oral.

Após uma única aplicação de 200 mg de Nimesulida (substância
ativa), na forma gel, o maior nível plasmático encontrado foi de
9,77ng/mL, após 24 horas. Não foi detectado vestígio do metabólito
principal, 4-hidroxinimesulida.

Embora a absorção sistêmica seja reduzida após a aplicação
tópica de Nimesulida (substância ativa), a Nimesulida (substância
ativa) tem uma boa e rápida absorção pela pele. A quantidade de
Nimesulida (substância ativa) absorvida pela pele é proporcional ao
tempo de contato e à área de aplicação, dependendo também da dose
tópica total e da hidratação da pele. A Nimesulida (substância
ativa) é metabolizada no fígado e o seu principal metabólito,
hidroxinimesulida, também é farmacologicamente ativo. Sua
eliminação é predominantemente renal (65%), não dando origem a
fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas. Sua
meia-vida de eliminação é de 274,97 minutos para o gel a 2% (20
mg/g).

A biodisponibilidade da forma gel em relação à forma oral é de
20% para o gel a 2% (20 mg/g).

Esta baixa biodisponibilidade permite obter um ótimo efeito
local, sem a incidência de efeitos sistêmicos.

As concentrações plasmáticas, que podem ser alcançadas ao
combinar Nimesulida (substância ativa) com dosagem de 100 mg de
Nimesulida (substância ativa) por via oral, se mantêm dentro da
faixa terapêutica.

Nimesulida (substância ativa) exerce um controle eficaz sobre os
efeitos nocivos das oxidases produzidas pelos neutrófilos nos
sítios de inflamação, permitindo o ajuste individual da dose e a
redução da dose de anti-inflamatório que se administra por via
oral.

Nimesulida (substância ativa) alivia a dor, diminui o edema e
reduz o tempo de recuperação da área afetada.

Dados pré-clínicos de segurança

Foram testados a tolerância local e o potencial de irritação e
sensibilização da Nimesulida (substância ativa) gel em vários
reconhecidos modelos em animais. Os resultados destes estudos
indicam que a Nimesulida (substância ativa) gel é bem tolerada.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Cuidados de Armazenamento do Scalid

Manter o produto em sua embalagem original e conservar em
temperatura ambiente (entre 15° e 30°C); proteger da luz e
umidade.

O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação
(vide cartucho).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Características organolépticas

Comprimido levemente amarelado, circular, biconvexo,
sulcado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Dizeres Legais do Scalid

Registro MS – 1.0497.0009.

Farm. Resp.:

Florentino de Jesus Krencas
CRF-SP: 49136

União Química Farmacêutica Nacional S/A

Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu – SP CEP: 06900-000
CNPJ: 60.665.981/0001-18
Indústria Brasileira.

Fabricado na unidade fabril:

Trecho 1, conjunto 11, lote 6/12
Polo de Desenvolvimento JK.
Brasília – DF – CEP 72549-555
CNPJ: 60.665.981/0007-03
Indústria Brasileira.

Venda sob prescrição médica.

Scalid, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

Compartilhe esta página!

Visualizando 1 post (de 1 do total)
  • Autor
    Posts
  • #12115
    Anônimo
    Convidado

    Scalid Bula

    Compartilhe suas experiências sobre este medicamento com outros usuários.
      • Utilizou este Remédio para?
      • Efeitos colaterais.
      • Resultados.
      • Indicações, sugestões e dicas!
    Acessar a Bula do medicamento.
    Scalid Bula Completa extraída da Anvisa
Visualizando 1 post (de 1 do total)
  • Você deve fazer login para responder a este tópico.
Scroll to top