Depress Bula

Depress

Depress é indicado para o tratamento da Depressão, associada ou
não à ansiedade. Também é indicado para o tratamento da bulimia
nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno
disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual
(TPM), irritabilidade e disforia (mal-estar provocado pela
ansiedade). 

Solução oral 

Depress é destinado ao tratamento da Depressão associada ou não
com ansiedade, bulimia nervosa (transtorno alimentar), do
transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (ansiedade caracterizada por
pensamentos obsessivos) e do transtorno disfórico pré-menstrual
(TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e
disforia (mudança repentina e passageira de ânimo como sentimentos
de tristeza, pena, angústia).

Como o Depress funciona?

Cápsula

Depress aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando
em melhora dos sintomas da Depressão, associada ou não à ansiedade,
da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do
transtorno disfórico pré-menstrual. 

A resposta terapêutica de Depress é observada algumas semanas
após o início do tratamento. No entanto, se o paciente não
apresentar melhora dos sintomas, o médico deverá avaliar e
reajustar a dose utilizada. Depress é bem absorvido após
administração oral. Concentrações plasmáticas máximas são
alcançadas dentro de 6 a 8 horas.

Solução oral 

Depress contém cloridrato de fluoxetina, um inibidor seletivo da
recaptação do neurotransmissor serotonina (substância sedativa e
calmante que participa da comunicação das células do cérebro).
Havendo desequilíbrio na quantidade de serotonina, a Depressão pode
ocorrer ou se acentuar. A fluoxetina tem como função aumentar a
serotonina do cérebro, ajudando a controlar os sintomas da
Depressão, permitindo à pessoa maior bem-estar. A fluoxetina é bem
absorvida após administração oral e atinge a concentração máxima
dentro de 6 a 8 horas.

Contraindicação do Depress

Cápsula

Depress não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina
ou a qualquer um dos seus excipientes.

Depress não deve ser administrado a pacientes que estão
utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO), reversíveis ou
não, como por exemplo, o sulfato de tranilcipromina (puro ou em
associação) e a moclobemida. Nesse caso, o paciente deverá esperar
no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para
iniciar o tratamento com Depress.

O paciente deverá deixar um intervalo de pelo menos 5 semanas
(ou talvez mais, dependendo da avaliação médica, especialmente se
Depress foi prescrito para o tratamento crônico e/ou em altas
doses) após a suspensão do tratamento com Depress e o início de
tratamento com um IMAO ou tioridazina. O uso combinado de Depress
com um IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser
fatal.

Solução oral 

Depress é contraindicado para pacientes alérgicos à fluoxetina
ou a qualquer um dos componentes da fórmula. É contraindicado
também para pacientes que estão utilizando inibidores da
monoaminoxidase – IMAO (outra classe de antiDepressivos),
reversíveis ou não, como por exemplo, o sulfato de tranilcipromina,
puro ou em associação e a moclobemida.

Esta contraindicação permanece até no mínimo 14 dias após a
suspensão do tratamento com qualquer IMAO para iniciar o tratamento
com o Depress. O uso em combinação de Depress com tioridazida é
contraindicado devido ao risco da ocorrência de efeitos adversos
graves, podendo ser fatal. Depress é contraindicado para pacientes
em uso de pimozida.

Caso esteja usando algum destes medicamentos, o médico deverá
ser informado, pois o tratamento deverá ser suspenso antes de
iniciar o tratamento com Depress. 

Este medicamento é contraindicado para menores de 18
anos.

Como usar o Depress

Cápsula

Depress deve ser administrado por via oral e pode ser tomado
independente das refeições. 

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou
mastigado. 

Solução oral 

Depress solução oral deve ser administrado por via oral. Cada
mililitro (mL) de solução oral contém 20 mg de fluoxetina. Pode ser
tomado independente das refeições. 

Para um uso correto, o frasco conta-gotas deverá ser mantido na
posição vertical no momento da liberação do número de gotas
prescrito pelo médico. 

Adicionar Depress gotas ao líquido e, antes de beber, mexer bem
com uma colher a fim de garantir uma mistura homogênea.

Posologia

Cápsula

Depressão

A dose recomendada é de 20 mg/dia. 

Bulimia nervosa

A dose recomendada é de 60 mg/dia. 

Transtorno obsessivo-compulsivo

A dose recomendada é de 20 mg/dia a 60 mg/dia. 

Transtorno disfórico pré-menstrual

A dose recomendada é de 20 mg/dia administrada continuamente
(durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente
(isto é, uso diário, com início 14 dias antes do começo previsto da
menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual). A dose deverá
ser repetida a cada novo ciclo menstrual. 

Doenças e/ou terapias concomitantes

Deve ser considerada uma dose mais baixa ou menos frequente em
pacientes com comprometimento do fígado, doenças concomitantes ou
naqueles que estejam tomando vários medicamentos. 

A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima
de 80 mg/dia não foram sistematicamente avaliadas. Não há dados que
demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo como base
somente a idade do paciente. 

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico. 

Solução oral 

Depressão

A dose inicial recomendada é de 20 mg/dia (20
gotas). 

Bulimia nervosa

A dose recomendada é de 60 mg/dia (60 gotas). 

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

A dose recomendada é de 20 mg a 60 mg/dia (de 20 a 60
gotas). 

Transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM –
TPM)

A dose recomendada é de 20 mg/dia (20 gotas) administrada
continuamente (durante todos os dias do ciclo menstrual) ou
intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias antes do
início previsto da menstruação, até o primeiro dia do fluxo
menstrual.

A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual).

Para todas as indicações

A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima
de 80 mg/dia não foram sistematicamente avaliadas. 

Idade

Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas
tendo como base somente a idade do paciente. 

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o
Depress?

Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim
que possível. 

Não tomar mais que a quantidade de Depress recomendada pelo
médico para período de 24 horas. 

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Depress

Cápsula

A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de
um quadro Depressivo e de outras desordens psiquiátricas. Assim
como outros antiDepressivos, com atividade farmacológica
semelhante, casos isolados de ideação e comportamentos suicidas
foram relatados durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina
ou logo após a interrupção do tratamento.

Embora não tenha sido estabelecida uma relação causal exclusiva
para cloridrato de fluoxetina em induzir a tais comportamentos, uma
avaliação em conjunto de vários antiDepressivos (incluindo o
cloridrato de fluoxetina) indica um aumento de risco potencial para
ideias e comportamentos suicidas em pacientes pediátricos e adultos
jovens (lt; 25 anos), em comparação ao placebo.

O médico deve ser consultado imediatamente caso o paciente,
independente da sua idade, relatar quaisquer pensamentos
suicidas em qualquer fase do tratamento; o médico deve orientar os
pacientes a relatarem a qualquer momento aflições ou sentimentos
diferentes observados durante o tratamento. Depress deve ser
utilizado com precaução em pacientes com condições clínicas que
predispõem a arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou
exposição aumentada à fluoxetina (por exemplo, mau funcionamento do
fígado). 

Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e
sistêmica (reações anafilactoides) e reações sistêmicas
progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins
ou pulmões, foram relatadas por pacientes tratados com Depress.
Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica
para a qual uma causa não pode ser identificada, Depress deverá ser
suspenso. 

Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da
Depressão, Depress deve ser administrado com cuidado a pacientes
com história de convulsões. 

Foram relatados casos de hiponatremia (baixa concentração de
sódio no sangue) em pacientes tratados com cloridrato de
fluoxetina. A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em
pacientes que estavam tomando diuréticos (medicamentos que
facilitam a eliminação de urina) ou com diminuição da quantidade de
líquidos no organismo. 

Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de
açúcar no sangue) durante a terapia com cloridrato de fluoxetina e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do
medicamento. Portanto, a dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral
deve ser ajustada quando o tratamento com Depress for estabelecido
e após a sua suspensão. 

Depress deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão
intraocular elevada ou naqueles que tenham risco de glaucoma de
ângulo estreito agudo (doença caracterizada pelo aumento da pressão
intraocular que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da
visão). 

O desenvolvimento de uma síndrome potencialmente fatal foi
relatado com o uso de cloridrato de fluoxetina sozinho ou em
conjunto com outros medicamentos da classe serotoninérgica
(incluindo triptanos) e com medicamentos que prejudicam o
metabolismo da serotonina (em particular, inibidores da
monoaminoxidase). 

Os sintomas desta síndrome podem incluir alterações do estado
mental (por exemplo, agitação, alucinações, delirium e coma),
instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia (batimentos
cardíacos acelerados), pressão arterial instável, tontura, sudorese
(suor em excesso), rubor (vermelhidão da pele), hipertermia
(febre)], sintomas neuromusculares [por exemplo, tremor, rigidez,
mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços e
pernas durante o sono), hiperreflexia (reações de reflexo
exageradas), falta de coordenação], convulsões (contração
involuntária e intensa dos músculos) e/ou sintomas
gastrointestinais [por exemplo, náusea (vontade de vomitar),
vômito, diarreia]. 

O uso concomitante de Depress com inibidores da monoaminoxidase
com o propósito a tratar distúrbios psiquiátricos é
contraindicada.

Depress também não deve ser iniciado em paciente sendo tratado
com inibidores da monoaminoxidase tais como linezolida ou azul de
metileno por via venosa. Depress deve ser interrompido antes de
iniciar o tratamento com um inibidor da monoaminoxidase. 

Se o tratamento concomitante de Depress com uma outra droga
serotoninérgica, ou seja, triptanos, antiDepressivos tricíclicos,
fentanil, lítio, tramadol, buspirona, triptofano e Erva de São
João, for clinicamente indicado, aconselha-se a observação
cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do
tratamento e no aumento da dose. 

O uso de Depress deve ser considerado durante a gravidez somente
se os benefícios do tratamento justificarem o risco potencial para
o feto, tendo em conta os riscos do não tratamento da
Depressão. 

Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados,
raramente, sintomas transitórios de retirada [exemplos: tremores
transitórios, dificuldade na amamentação, taquipneia (respiração
rápida) e irritabilidade] em recém-nascidos cujas mães fizeram uso
de cloridrato de fluoxetina próximo ao término da
gravidez. 

O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano.
Portanto, deve-se ter cuidado quando este medicamento for
administrado a mulheres que estejam amamentando. 

Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres
grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista. 

Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia de
cloridrato de fluoxetina entre pacientes idosos e jovens. Outros
relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas
respostas de pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade
maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída. 

O uso de cloridrato de fluoxetina em crianças menores de 7 anos
não foi estudado. O uso deste medicamento nesta população
específica deve ocorrer sob supervisão médica. 

Depress pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento
e ação. Portanto, durante o tratamento, o paciente não deve dirigir
veículos ou operar máquinas, até que tenha certeza de que seu
desempenho não foi afetado. 

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou
operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar
prejudicadas. 

Interações medicamentosas 

Depress deve ser administrado com cuidado em pacientes que
estejam tomando os seguintes medicamentos: 

  • Medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico
    de enzimas produzidas pelo fígado. Sistema P4502D6. Peça ao seu
    médico informações mais detalhadas sobre essa classe de
    medicamentos;
  • Medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais
    como fenitoína, carbamazepina, haloperidol, clozapina,
    diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina;
  • Drogas que se ligam às proteínas do plasma;
  • Ácido acetilsalicílico;
  • Anti-inflamatórios não estereoidais.

Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe
de medicamentos. 

Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou
sinais clínicos e sintomas), incluindo sangramento, sem um padrão
consistente, foram reportados com pouca frequência quando
cloridrato de fluoxetina e a varfarina foram coadministrados.
Portanto, os pacientes em tratamento com varfarina devem ser
cuidadosamente monitorados quanto à coagulação quando se inicia ou
interrompe o tratamento com Depress. 

Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes
usando cloridrato de fluoxetina juntamente com tratamento
eletroconvulsivo. 
Em testes formais, cloridrato de fluoxetina não aumentou os níveis
de álcool no sangue ou intensificou os efeitos do álcool.
Entretanto, a combinação de Depress e álcool não é
aconselhável. 

Depress pode ser administrado com alimentos sem que interações
ocorram. 

A Erva de São João, também conhecida como Hypericum
perforatum
, pode interagir com cloridrato de fluoxetina,
aumentando os efeitos adversos como a síndrome serotoninérgica
(quadro caracterizado por alterações no estado mental e na
atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema
nervoso autônomo). 

Não há estudos que relatem a possibilidade de interação entre
cloridrato de fluoxetina e nicotina. 

Não há estudos em humanos a respeito da interação entre
cloridrato de fluoxetina e exames laboratoriais e não
laboratoriais. 

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o
conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.

Solução oral 

Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da
Depressão, Depress deve ser administrado com cuidado a pacientes
com história de convulsões. 

Não pare de tomar Depress sem antes falar com seu médico. A
parada repentina pode causar outros sintomas.

Os antiDepressivos são medicamentos utilizados no tratamento da
Depressão e de outras doenças. É importante conversar com seu
médico os riscos de tratar ou de não tratá-las.

Os pacientes e seus familiares ou outros cuidadores devem
discutir todas as opções de tratamento com o profissional de saúde,
não apenas o uso de antiDepressivos. 

Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de
açúcar no sangue) durante o tratamento e hiperglicemia (alta taxa
de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a
dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada
durante o tratamento com Depress e após a sua suspensão. 

Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do
cloridrato de fluoxetina em pacientes idosos e jovens. Outros
relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas
respostas de pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade
maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída. 

A segurança e eficácia de Depress em crianças ainda não foram
estabelecidas. 

A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de
um quadro Depressivo. Assim como outros antiDepressivos, casos
isolados de ideação (formação da ideia) e comportamentos suicidas
foram relatados durante o tratamento com a fluoxetina ou logo após
a interrupção do tratamento. Embora uma causa exclusiva para a
fluoxetina em induzir a tais comportamentos, não tenha sido
estabelecida, uma avaliação em conjunto de vários antiDepressivos
indica um aumento de risco potencial para ideias e comportamentos
suicidas em pacientes pediátricos. Os médicos devem ser consultados
imediatamente se os pacientes de todas as idades relatarem
quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do
tratamento. 

Erupção de pele, reações anafiláticas (reações alérgicas graves)
e reações sistêmicas progressivas, algumas vezes graves e
envolvendo pele, fígado, rins e pulmões podem ocorrer com pacientes
tratados com fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou
de outra reação alérgica informar imediatamente seu
médico. 

Foram relatados casos de hiponatremia (baixa quantidade de sódio
no sangue) na maioria dos pacientes idosos ou pacientes que estavam
utilizando diuréticos (ex.: furosemida,
hidroclorotiazida). 

A fluoxetina é excretada no leite materno. Portanto mulheres que
estejam amamentando devem comunicar ao médico antes de iniciar o
tratamento com Depress. 

Não houve evidência de carcinogenicidade (capacidade de induzir
câncer) ou mutagênese (capacidade de induzir mutação) a partir de
estudos in vitro ou em animais. 

Deve-se ter cuidado com o uso da fluoxetina durante a gestação,
particularmente no final da gravidez, quando os sintomas
transitórios de retirada da droga [ex.: tremores transitórios,
dificuldades na alimentação, taquipneia (respiração acelerada) e
irritabilidade] foram raramente relatados em recém-nascidos após o
uso da droga próximo ao termo. A fluoxetina pode ser administrada
durante a gravidez se os benefícios do tratamento justificarem o
risco potencial desta droga. O uso de fluoxetina após a vigésima
semana de gestação pode estar associado ao aumento de risco de
hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido. 

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista. 

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou
operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar
prejudicadas. 

Interações medicamento-medicamento 

Depress deve ser administrado com cautela em pacientes tomando
os seguintes medicamentos: 

  • Medicamentos que são metabolizados pelo fígado (ex.:
    clorpromazina, propranolol, propafenona, paracetamol); 
  • Medicamentos ativos no sistema nervoso central, tais como
    fenitoína, carbamazepina, haloperidol, clozapina, diazepam,
    alprazolam, lítio, imipramina e desipramina, sofrem alterações nos
    níveis sanguíneos;
  • Drogas que se ligam às proteínas do plasma (ex: ácido
    acetilsalicílico, fenitoína, diclofenaco, diazepam) podem causar
    uma mudança na concentração plasmática do Depress; 
  • Varfarina, podem ocorrer efeitos anticoagulantes alterados
    (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e sintomas), incluindo
    sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca
    frequência quando a fluoxetina e a varfarina foram administradas
    concomitantemente; 
  • Ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não
    hormonais AINES (ex.: diclofenaco, ibuprofeno, nimesulida,
    naproxeno) – estudos epidemiológicos têm demonstrado uma associação
    entre o uso de drogas psicotrópicas (que interferem na recaptação
    da serotonina) e a ocorrência de aumento de sangramento
    gastrintestinal, que também tem sido demonstrado durante o uso
    concomitante de uma droga psicotrópica com um aine ou ácido
    acetilsalicílico; 
  • Tioridazina existe o risco da ocorrência de eventos adversos
    graves como arritmias cardíacas graves, podendo ser fatal, quando
    administrada com fluoxetina. 

Interação medicamento-tratamento 

Tratamento eletroconvulsivo

Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes
usando a fluoxetina e que receberam tratamento
eletroconvulsivo. 

Interações medicamento-substância
química 

Álcool

Em testes formais, não se verificou que a fluoxetina aumentasse
os níveis sanguíneos de álcool ou potenciasse os efeitos do álcool.
No entanto, a combinação do álcool com o tratamento com Depress não
é aconselhável. 

Interações medicamento-planta
medicinal 

Hypericum perforatum (Erva de São
João)

Podem ocorrer interações farmacodinâmicas entre a fluoxetina e o
produto à base da planta erva de S. João (Hypericum
perforatum
), que poderão resultar num aumento de efeitos
indesejáveis. 

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o
conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.

Reações Adversas do Depress

Cápsula

Foram relatadas as seguintes reações adversas com
cloridrato de fluoxetina

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes
que utilizam este medicamento)

Diarreia, náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço)
[incluindo astenia (perda ou diminuição da força muscular)], dor de
cabeça e insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial,
insônia de manutenção do sono), síndrome gripal (doença aguda com
sintomas de febre, tosse ou dor de garganta, na ausência de outros
diagnósticos), faringite (inflamação da faringe) e sinusite
(inflamação dos seios da face). 

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Palpitações (sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou
mais rápido que o normal), visão turva, boca seca, dispepsia
(indisposição gastrintestinal), vômitos, calafrios, sensação de
agitação, diminuição de peso, prolongamento do intervalo QT
(prolongamento do período de condução elétrica no coração, o que
pode ser causa de alterações do batimento cardíaco), diminuição do
apetite [incluindo anorexia (falta de apetite)], distúrbio de
atenção, vertigem (falsa sensação de movimentos), disgeusia
(alteração do paladar), letargia (sensação de lentidão de
movimentos e raciocínio), sonolência (incluindo hipersonia e
sedação), tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos), ansiedade,
diminuição da libido [incluindo perda da libido (desejo sexual)],
nervosismo, inquietação, distúrbio do sono, tensão, micções (ato de
urinar) frequentes [incluindo polaciúria (ato de urinar com maior
frequência)], distúrbios da ejaculação, sangramentos ginecológicos,
disfunção erétil (dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção
do pênis), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), prurido
(coceira), erupções da pele, urticária (erupções da pele com
coceira) e rubor (vermelhidão da pele) [incluindo fogachos
(sensação de calor pelo corpo)] e labilidade emocional
(instabilidade emocional). 

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Midríase (dilatação da pupila dos olhos), disfagia (dificuldade
para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação
de calor, mal-estar, contusão, contração muscular, hiperatividade
psicomotora [incluindo acatisia (incapacidade de ficar parado)],
ataxia (falta de coordenação dos movimentos), distúrbios do
equilíbrio, bruxismo (ranger de dentes), discinesia (movimentos
involuntários), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos
dos braços e pernas durante o sono), despersonalização, humor
elevado, humor eufórico, alteração do orgasmo [incluindo anorgasmia
(incapacidade de ter orgasmo)], pensamento anormal, disúria
(dificuldade ou dor para urinar), alopecia (perda de cabelos), suor
frio, tendência aumentada para contusão, hipotensão (diminuição da
pressão sanguínea), epistaxe (sangramento pelo nariz),
gastroenterite (inflamação aguda que compromete os órgãos do
sistema gastrointestinal), hipertonia (tensão excessiva dos
músculos, artérias ou outro tecido do organismo), aumento da libido
(aumento do desejo sexual), reação paranoica (desconfiança ou
suspeita altamente exagerada ou injustificada),
arritmia (irregularidade dos batimentos cardíacos), tontura
(alteração do equilíbrio corporal), constipação (intestino preso),
flatulência (gases) e febre (aumento da temperatura
corporal). 

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Dor no esôfago, reação anafilática (reação alérgica grave
generalizada), doença do soro, síndrome buco-glossal (problemas no
sistema nervoso que atingem a boca – especialmente a língua),
convulsão (contração involuntária e intensa dos músculos),
hipomania, (afeto exaltado, irritado, sem alterações dos sentidos),
mania (crise de euforia), angioedema (coceira seguida de inchaço
nas camadas mais profundas da pele), equimose (mancha roxa na pele
devido à presença de sangue no tecido), reação de
fotossensibilidade (reação da pele por sensibilidade à luz),
vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) e vasodilatação
(aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos), edema de laringe
(inchaço da laringe), petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele
ou mucosas, causados por pequena hemorragia de vasos sanguíneos),
púrpura (manchas e placas de cor roxa na pele, órgãos e mucosas) e
síndrome abdominal aguda (dor no abdome, de aparecimento
relativamente rápido, e que pode afetar em maior ou menor
intensidade o organismo como um todo). 

Não relatados

Distúrbios na micção (ato de urinar). 

Relatos pós-comercialização

Secreção inapropriada do hormônio antidiurético, hepatite
idiossincrática (inflamação do fígado) muito rara, síndrome
serotoninérgica (quadro caracterizado por alteração no estado
mental, na atividade neuromuscular e sistema nervoso autônomo),
priapismo (ereção do pênis prolongada ou dolorida), eritema
multiforme (lesões avermelhadas na pele), comprometimento da
memória, disfunção sexual (ocasionalmente persistindo após a
descontinuação do uso), sangramento gastrintestinal [incluindo
hemorragia (sangramento excessivo) das varizes localizadas no
esôfago, sangramento gengival e da boca, hematêmese (vômito de
sangue), hematoquezia (eliminação de sangue através do reto),
hematomas (intra-abdominal, peritoneal), hemorragia (anal,
esofágica, gástrica, gastrintestinal superior e inferior,
hemorroidal, peritoneal, retal), diarreia hemorrágica e
enterocolites (inflamação do intestino delgado e do cólon),
diverticulite (inflamação de bolsas circulares que se desenvolvem
na parede do intestino) hemorrágica, gastrite hemorrágica, melena
(fezes pretas) e úlcera hemorrágica (esofágica, gástrica,
duodenal)], galactorreia (saída de leite pelas mamas) e
hiperprolactinemia (produção excessiva do hormônio prolactina),
anemia aplástica (doença em que ocorre a diminuição da produção de
todas as células produzidas pela medula óssea), fibrilação atrial
(frequência cardíaca irregular), catarata (embaçamento da membrana
que fica no olho), acidente vascular cerebral (derrame cerebral),
icterícia colestática (amarelamento dos fluidos e tecidos do
organismo devido à alteração da produção de uma substância chamada
bilirrubina), pneumonia eosinofílica [acúmulo de um tipo de glóbulo
branco (eosinófilo) no pulmão], ginecomastia (aumento das mamas em
homens), parada cardíaca (parada dos batimentos do coração),
neurite óptica (inflamação do nervo óptico), pancreatite
(inflamação do pâncreas), embolia pulmonar (entupimento de um vaso
no pulmão), hipertensão pulmonar (aumento da pressão nas artérias
dos pulmões), síndrome de Stevens-Johnson (tipo grave de inflamação
da pele desencadeada por uma reação alérgica), trombocitopenia
(diminuição do número de plaquetas no sangue), púrpura
trombocitopênica (destruição das plaquetas no sangue) e
comportamento violento. 

Sintomas de descontinuação

Sintomas de descontinuação foram reportados quando o tratamento
com cloridrato de fluoxetina foi interrompido. A interrupção
abrupta do tratamento deve ser evitada.

Procure orientação do seu médico para suspensão do tratamento.
Os sintomas mais comuns reportados incluem tontura, alterações do
sono, distúrbios sensoriais/parestesia (adormecimento ou
formigamento de partes do corpo), ansiedade, agitação, astenia
(perda ou diminuição da força física), confusão, dor de cabeça e
irritabilidade. 

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

Solução oral 

Foram relatados os seguintes efeitos adversos (males)
com o uso do cloridrato de fluoxetina

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento)

Ansiedade, diarreia, sonolência, fraqueza geral, dor de cabeça,
hiperidrose (excesso de suor), insônia, náusea (enjoo), nervosismo,
bocejo. 

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes
que utilizam este medicamento)

Dor abdominal (barriga) com cólicas, diminuição do desejo
sexual, impotência sexual, ereção prolongada (priapismo), queda de
cabelo, dor torácica (dor no peito), calafrios (tremores), tosse,
constipação (prisão de ventre), tonturas, falta ou perda de
apetite, fadiga (cansaço), alteração da concentração ou raciocínio,
congestão nasal, prurido na pele (coceira), zumbido, vômito, perda
de peso, aumento da frequência urinária, mialgia (dor muscular),
artralgia (dor nas articulações), taquiarritmia (batimentos
acelerados do coração), febre, flatulência (gases), visão anormal
(turva, aumento da pupila), dismenorreia (cólica menstrual),
dispneia (falta de ar), urticária (alergia da pele), xerostomia
(secura da boca), fotossensibilidade da pele (maior sensibilidade
da pele ao sol). 

Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes
que utilizam este medicamento)

Função hepática (do fígado) anormal, reações alérgicas, hepatite
medicamentosa (causada pelo medicamento), sintomas de gripe,
sintomas de hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), aumento
do risco de sangramento, linfadenopatia (crescimento dos gânglios
linfáticos), alterações de humor, ganho de peso, ideia e
comportamento suicidas. 

Reações com frequência desconhecida

Sintomas autonômicos (incluindo secura da boca, sudorese,
vasodilatação, calafrios), hipersensibilidade (incluindo prurido,
erupções da pele, urticária, reação anafilactoide, vasculite,
reação semelhante à doença do soro, angioedema), disfagia
(dificuldade de engolir), dispepsia (indigestão), alteração do
paladar, equimose (manchas avermelhadas), tremor/movimento anormal
(incluindo contração, ataxia, síndrome buco-glossal, mioclonia,
tremor), anorexia (incluindo perda de peso), palpitação,
inquietação psicomotora, vertigem, reação maníaca, distúrbios do
sono (incluindo sonhos anormais), convulsões. 

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

Composição do Depress

Cápsula

Cada cápsula contém: 

Cloridrato de fluoxetina 22,40 mg*.

*Equivalente a 20 mg de fluoxetina base.

Excipientes:

amido e povidona.

Solução oral 

Cada mL (20 gotas) contém: 

Cloridrato de fluoxetina 22,36 mg*.

*Equivalente a 20mg de fluoxetina base (1 mg/gota) 

Excipientes:

propilenoglicol, metabissulfito de sódio, edetato dissódico
di-hidratado, sacarina sódica, álcool etílico, aroma de caramelo,
ácido cítrico, hidróxido de sódio e água purificada.

Superdosagem do Depress

Cápsula

Os casos de superdose de cloridrato de fluoxetina isolado
geralmente têm uma evolução favorável.

Os sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões,
disfunção cardiovascular variando desde arritmias assintomáticas
(alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo de
alterações no eletrocardiograma (incluindo muitos casos raros de
Torsade de Pointes), disfunção pulmonar e sinais de alteração do
sistema nervoso central (variando de excitação ao coma).

Os relatos de morte por superdose de cloridrato de fluoxetina
isolado têm sido extremamente raros.

No caso de superdose com cloridrato de fluoxetina verifique
as condições do paciente quanto à respiração e batimentos cardíacos
e o encaminhe rapidamente a um local de atendimento médico. Nenhum
antídoto é conhecido.

Diurese (eliminação de urina) forçada, hemoperfusão e transfusão
sanguínea não são indicados. No caso de overdose, considere a
possibilidade de que tenha sido usada outra droga ou medicamento
simultaneamente. 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Solução oral 

Neste caso, os sintomas que podem ocorrer
são

Náusea (enjoo), vômito, convulsões, disfunção cardiovascular
(variação do ritmo cardíaco até parada cardíaca), disfunção
pulmonar e sinais de alteração do Sistema Nervoso Central – SNC
(variando de excitação ao coma). Os casos de morte têm sido
extremamente raros. 

No caso de superdose com Depress verifique as condições do
paciente quanto à respiração e batimentos cardíacos e encaminhe-o
rapidamente a um local de atendimento médico. 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Depress

Drogas metabolizadas pelo citocromo P4502D6

Devido ao potencial de Cloridrato de Fluoxetina (substância
ativa) em inibir a isoenzima do citocromo P4502D6, o tratamento com
drogas predominantemente metabolizadas pelo sistema CYP2D6 e que
tenham um índice terapêutico estreito deve ser iniciado com o
limite mais baixo de dose, caso o paciente esteja recebendo
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) concomitantemente ou
tenha recebido nas cinco semanas anteriores. Se Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) for adicionado ao tratamento de um
paciente que já esteja recebendo uma droga metabolizada pelo
CYP2D6, a necessidade de diminuição da dose da medicação original
deve ser considerada.

Drogas com ação no sistema nervoso central

Foram observadas alterações nos níveis sanguíneos de fenitoína,
carbamazepina, haloperidol, clozapina, diazepam, alprazolam, lítio,
imipramina e desipramina e, em alguns casos, manifestações clínicas
de toxicidade. Deve ser considerado o uso de esquemas conservadores
de titulação de drogas concomitantes e monitoração do estado
clínico. O uso concomitante de outras drogas com atividade
serotoninérgica (exemplo: inibidores seletivos da recaptação da
serotonina, inibidores seletivos da recaptação da noradrenalina,
triptanos ou tramadol) podem resultar numa síndrome
serotoninérgica.

Ligação às proteínas do plasma

Devido ao fato de o Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
estar firmemente ligada às proteínas do plasma, a administração de
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) a um paciente que
esteja tomando outra droga que seja firmemente ligada à proteína
pode causar uma mudança nas concentrações plasmáticas da mesma.

Varfarina

Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou
sinais clínicos e sintomas), incluindo sangramento, sem um padrão
consistente, foram reportados com pouca frequência quando
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) e varfarina foram
coadministrados. Com a mesma prudência do uso concomitante de
varfarina com muitas outras drogas, os pacientes em tratamento com
varfarina devem ser cuidadosamente monitorados quanto à coagulação
quando se inicia ou interrompe o tratamento com Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa).

Tratamento eletroconvulsivo

Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes
usando Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) e que receberam
tratamento eletroconvulsivo.

Meia-vida de eliminação

Devido ao fato do Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) e
do seu principal metabólito, a norfluoxetina (substância ativa),
possuírem uma longa meia-vida de eliminação, a administração de
drogas que interajam com essas substâncias pode produzir
consequências ao paciente após a interrupção do tratamento com
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa).

Tioridazina

Devido ao risco de arritmias ventriculares graves e de morte
súbita, potencialmente associada com uma elevação dos níveis de
tioridazina, não deve ser realizada a administração concomitante de
tioridazina com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) ou,
deve-se aguardar no mínimo 5 semanas após o término do tratamento
com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) para se administrar
a tioridazina.

Drogas que interferem na homeostase (anti-inflamatórios
não esteroidais – AINEs, ácido acetilsalicílico, varfarina,
etc.)

A liberação de serotonina pelas plaquetas desempenha um papel
importante na homeostase. Estudos epidemiológicos, caso-controle e
coorte têm demonstrado uma associação entre o uso de drogas
psicotrópicas (que interferem na recaptação da serotonina) e a
ocorrência de aumento de sangramento gastrointestinal, que também
tem sido demonstrado durante o uso concomitante de uma droga
psicotrópica com um AINE ou ácido acetilsalicílico. Portanto, os
pacientes devem ser advertidos sobre o uso concomitante destas
drogas com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa).

Álcool

Em testes formais, Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
não aumentou os níveis de álcool no sangue ou intensificou os
efeitos do álcool. Entretanto, a combinação do tratamento de
inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) e álcool
não é aconselhável.

Ervas medicinais

Assim como outros ISRS, Hypericum perforatum pode
interagir com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa),
aumentando os efeitos adversos, como a síndrome
serotoninérgica.

Nicotina

Não há estudos que relatam a possibilidade de interação entre
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) e nicotina.

Exames laboratoriais e não laboratoriais

Não há estudos em humanos a respeito desta interação.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Prozac.

Interação Alimentícia do Depress

Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) pode ser
administrado com alimentos sem que interações medicamentosas
ocorram.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Prozac.

Ação da Substância Depress

Resultados de Eficácia


Depressão

Doses diárias

A eficácia de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) para o
tratamento de pacientes com depressão (gt; 18 anos) foi comprovada
em estudos clínicos placebo-controlados de 5 e 6 semanas.
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) mostrou ser
significantemente mais eficaz que o placebo conforme mensurado pela
Escala de Depressão de Hamilton (HAM-D). Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) também foi significantemente mais eficaz que o
placebo na sub-pontuação da HAM-D para humor deprimido, distúrbio
do sono e sub-fator de ansiedade. Dois estudos clínicos controlados
de 6 semanas (n=671, randomizados), comparando Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) 20 mg e placebo, mostraram que
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 mg em doses diárias
é eficaz no tratamento de pacientes idosos (gt; 60 anos de
idade) com depressão. Nesses estudos, Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) produziu uma taxa de resposta e de remissão
significativamente mais altas, definidas respectivamente, por uma
diminuição de 50% na pontuação da HAM-D e uma pontuação total de
avaliação na HAM-D lt; 8. Cloridrato de Fluoxetina (substância
ativa) foi bem tolerado e a taxa de interrupção do tratamento
devido a eventos adversos não foi diferente entre Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) (12%) e o placebo (9%).

Um estudo foi conduzido envolvendo pacientes ambulatoriais
deprimidos que responderam ao final de uma fase inicial de
tratamento aberto de 12 semanas com Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) 20 mg/dia (pontuação modificada da HAMD-17 lt; 7
durante cada uma das 3 últimas semanas de tratamento aberto e
ausência de depressão pelos critérios da DSM-III-R). Estes
pacientes (n=298) foram randomizados para continuarem no estudo
duplo-cego com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20
mg/dia ou com placebo. Em 38 semanas (50 semanas totais), uma taxa
de recaída estatisticamente mais baixa (definida como sintomas
suficientes para atender a um diagnóstico de depressão por 2
semanas ou pontuação modificada da HAMD-17 gt; 14 por 3 semanas)
foi observada em pacientes tomando Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) comparada àqueles usando placebo.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

A eficácia de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) para o
tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) foi demonstrada
em dois grupos de estudo paralelos, multicêntricos, de 13 semanas
(Estudos 1 e 2), com pacientes adultos ambulatoriais que receberam
doses fixas de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) de 20,
40 ou 60 mg/dia (uma vez ao dia, pela manhã) ou placebo. Os
pacientes em ambos os estudos tinham TOC moderado a grave
(DSM-III-R), com taxas iniciais médias na Escala
Obsessiva-Compulsiva Yale-Brown (YBOCS, pontuação total) variando
de 22 a 26. No Estudo 1, pacientes recebendo Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) apresentaram reduções médias de
aproximadamente 4 a 6 unidades na pontuação total da YBOCS,
comparado com uma redução de 1 unidade para os pacientes tratados
com placebo. No Estudo 2, pacientes recebendo Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) apresentaram reduções médias de
aproximadamente 4 a 9 unidades na pontuação total da YBOCS,
comparado a uma redução de 1 unidade para os pacientes com placebo.
Apesar de não ter havido indicação de relação dose-resposta para a
eficácia no Estudo 1, esta relação foi observada no Estudo 2, com
respostas numericamente melhores nos dois grupos de dose mais
alta.

Bulimia Nervosa

A eficácia de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) para o
tratamento de bulimia foi demonstrada em dois estudos de 8 semanas
e um estudo de 16 semanas, multicêntricos, paralelos, em pacientes
adultos que atendiam ao critério de bulimia na escala DSM-III-R. Os
pacientes dos estudos de 8 semanas receberam 20 ou 60 mg/dia de
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) ou placebo pela manhã.
Os pacientes do estudo de 16 semanas receberam uma dose fixa de 60
mg/dia de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) ou placebo.
Os pacientes nesses três estudos tinham bulimia de moderada a
grave, com frequências medianas de episódios de compulsão alimentar
e vômito, variando de 7 a 10 e de 5 a 9 por semana,
respectivamente. Nesses três estudos, Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) 60 mg, mas não a dose de 20 mg, foi
estatisticamente superior ao placebo, reduzindo o número de
episódios de compulsão alimentar e vômito por semana. O efeito
estatisticamente superior de 60 mg versus placebo foi
observado logo na Semana 1 e persistiu durante cada estudo. A
redução nos episódios bulímicos relacionada ao Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) pareceu ser independente da depressão
inicial, conforme avaliada pela escala de Depressão de Hamilton. Em
um desses três estudos, o efeito do tratamento, conforme medido
pelas diferenças entre Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
60 mg e placebo, na redução mediana do valor basal na frequência
dos comportamentos bulímicos no final do estudo, variou entre 1 a 2
episódios por semana para compulsão alimentar e de 2 a 4 episódios
por semana para vômito.

O tamanho do efeito foi relacionado à frequência inicial, com
reduções maiores vistas em pacientes com frequências iniciais mais
altas. Embora alguns pacientes tenham deixado de apresentar
episódios de compulsão alimentar e comportamentos purgativos como
um resultado de tratamento, para a maioria, o benefício foi uma
redução parcial na frequência dos episódios de compulsão alimentar
e comportamentos purgativos.

Em um estudo no longo prazo, 150 pacientes reunindo os critérios
(DSM-IV) para bulimia nervosa, subtipo purgativo, que tiveram
resposta na fase do tratamento agudo, simples-cego, de 8 semanas
com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 60 mg/dia, foram
randomizados para seguir em outro estudo, sendo este duplo-cego,
com administração de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 60
mg/dia ou placebo, e houve remissão em até 52 semanas. A resposta
durante a fase simples-cega foi definida pelo alcance de pelo menos
uma diminuição de 50% na frequência de vômito, quando comparada à
inicial. A remissão durante a fase duplo-cega foi definida como um
retorno persistente da frequência de vômito inicial ou julgamento
médico sobre a recidiva da doença. Os pacientes que continuaram
recebendo Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 60 mg/dia
apresentaram um tempo significativamente mais longo para remissão
durante as 52 semanas subsequentes comparando-se com aqueles que
receberam placebo.

Transtorno Disfórico Pré-menstrual (TDPM)

Os sintomas relacionados com TDPM incluem alterações do humor e
sintomas físicos. Nos estudos clínicos Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) mostrou ser eficaz no alívio das alterações do
humor (tensão, irritabilidade e disforia) e dos sintomas físicos
(cefaleia, edema e mastalgia) relacionados ao TDPM.

A eficácia de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) para o
tratamento do TDPM foi estabelecida em três estudos clínicos
placebo-controlados (um estudo de dose intermitente e dois estudos
de dose contínua). Em um estudo clínico de dose intermitente
descrito abaixo, as pacientes reuniram os critérios do Manual
Estatístico e de Diagnóstico, 4ª edição (DSM-IV), para TDPM. Nos
estudos clínicos de dose contínua descritos abaixo, as
pacientes reuniram os critérios do Manual Estatístico e de
Diagnóstico – 3ª edição revisada para o Transtorno Disfórico da
Fase Lútea Tardia (TDFLT), a entidade clínica agora referida como
TDPM no DSM-IV. Pacientes usando anticoncepcionais orais foram
excluídas desses estudos. Portanto, a eficácia de Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) em combinação com anticoncepcionais
orais para o tratamento do TDPM é desconhecida.

Em um grupo de estudos duplo-cegos, paralelos, de dose
intermitente de 3 meses de duração, as pacientes (n=260,
randomizadas) foram tratadas com Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) 10 mg/dia, Cloridrato de Fluoxetina (substância
ativa) 20 mg/dia ou placebo. Iniciou-se o tratamento com Cloridrato
de Fluoxetina (substância ativa) ou placebo 14 dias antes do início
previsto da menstruação e continuado até o 1º dia do fluxo
menstrual. A eficácia foi avaliada com o Relato Diário da Gravidade
dos Problemas (DRSP), um instrumento dependente da avaliação e
colaboração da paciente, que se espelha nos critérios de
diagnóstico para TDPM, conforme indicado no DSM-IV, e inclui
avaliações para humor, sintomas físicos e outros sintomas.
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 mg/dia mostrou ser
significantemente mais eficaz que o placebo, conforme mensurado
pela pontuação do DRSP. Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
10 mg/dia não mostrou ser significativamente mais eficaz que o
placebo nesse estudo. A média da pontuação total do DRSP diminuiu
38% para o Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 mg/dia,
35% para Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 10 mg/dia e
30% para o placebo.

No primeiro grupo de estudos duplo-cegos, paralelos, de dose
contínua de 6 meses de duração, envolvendo 320 pacientes, doses
fixas de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 e 60 mg/dia
administradas diariamente durante o ciclo menstrual, mostraram ser
significativamente mais eficazes que o placebo, conforme mensurado
por uma pontuação total de Escala Visual Análoga (EVA) (incluindo
humor e sintomas físicos). A média da pontuação total da EVA
diminuiu 7% no tratamento com placebo, 36% no tratamento com
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 mg e 39% no
tratamento com Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 60 mg. A
diferença entre as doses de 20 e 60 mg não foi estatisticamente
significante.

No segundo estudo cruzado, duplo-cego, de dose contínua, as
pacientes (n=19) foram tratadas diariamente com Cloridrato de
Fluoxetina (substância ativa) 20 mg a 60 mg/dia (dose média=27
mg/dia) e placebo durante o ciclo menstrual por um período de 3
meses cada. Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) foi
significativamente mais eficaz que o placebo, conforme mensurado
pelas alterações do ciclo folicular à fase lútea na pontuação total
da EVA (humor, sintomas físicos e prejuízo social). A média da
pontuação total EVA (aumento da fase folicular à lútea) foi 3,8
vezes mais alta durante o tratamento com placebo do que aquela
observada durante o tratamento com Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa).

Em outro grupo de estudos duplo-cegos, paralelos, de dose
contínua, pacientes com TDFLT (n=42) foram tratadas diariamente com
Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) 20 mg/dia, bupropiona
300 mg/dia ou placebo por 2 meses. Nem Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) e nem a bupropiona mostraram ser superiores ao
placebo em uma avaliação primária, isto é, a taxa de resposta.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Prozac.

Características Farmacológicas


Descrição

O Cloridrato de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
(substância ativa) é o cloridrato de
(±)-N-metil-3-fenil-3-[(α,α,α-trifluorop-tolil)-oxi]propilamina,
com a fórmula molecular C17H18F3NO•HCl. Uma dose de 20 mg equivale
a 64,7 micromols de Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa).
Seu peso molecular é 345,79. É um pó cristalino branco a quase
branco, solúvel em água numa concentração de 14 mg/mL.

Propriedades farmacodinâmicas

O Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) é um inibidor
seletivo da recaptação da serotonina, sendo este seu suposto
mecanismo de ação. O Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa)
praticamente não possui afinidade com outros receptores tais como
α1, α2 e α-adrenérgicos, serotoninérgicos, dopaminérgicos,
histaminérgicos H1, muscarínicos e receptores do GABA. A etiologia
do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é desconhecida, porém
esteroides endógenos envolvidos no ciclo menstrual parecem estar
relacionados com a atividade serotoninérgica neuronal.

Propriedades farmacocinéticas

Absorção e distribuição

O Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) é bem absorvida
após administração oral. Concentrações plasmáticas máximas são
alcançadas dentro de 6 a 8 horas. O Cloridrato de Fluoxetina
(substância ativa) se liga firmemente às proteínas do plasma e se
distribui largamente. Concentrações plasmáticas estáveis são
alcançadas após doses contínuas durante várias semanas e, após
doses prolongadas, são similares às concentrações obtidas em 4 a 5
semanas.

Metabolismo e excreção

O Cloridrato de Fluoxetina (substância ativa) é extensivamente
metabolizada no fígado à norfluoxetina (substância ativa) e em
outros metabólitos não identificados, que são excretados na urina.
A meiavida de eliminação do Cloridrato de Fluoxetina (substância
ativa) é de 4 a 6 dias e a de seu metabólito ativo é de 4 a 16
dias.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Prozac.

Cuidados de Armazenamento do Depress

Manter o produto em sua embalagem original e conservar em
temperatura ambiente (entre 15° e 30°C); proteger da luz e
umidade. 

O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação
(vide cartucho). 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem. 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto físico

Cápsula

Cápsula de corpo bege e tampa verde claro, contendo pó
branco. 

Solução oral 

Líquido incolor a levemente amarelado.

Antes de usar observe o aspecto do medicamento. Caso ele
esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo. 

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Depress

Registro MS – 1.0497.0218 

União Química Farmacêutica
Nacional S/A 

Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 
Embu-Guaçu – SP – CEP: 06900-000 
CNPJ: 60.665.981/0001-18 
Indústria Brasileira 

Farm. Resp.:

Florentino de Jesus Krencas 
CRF-SP: 49136 

Fabricado na unidade fabril: 

Trecho 1, Conj. 11, Lote 6/12, 
Polo de Desenvolvimento JK 
Brasília – DF – CEP: 72549-555 
CNPJ: 60.665.981/0007-03 
Indústria Brasileira 

SAC 0800 11 1559

Depress, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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