Scaflam Granulado Bula

Scaflam Granulado

Scaflam pode ser usado em adultos para reduzir a febre ou
aliviar os sintomas relacionados a gripes e resfriados.

Como o Scaflam Granulado funciona?


Scaflam é um medicamento à base de nimesulida, que apresenta
propriedades antiinflamatórias, analgésicas e antipiréticas.

Contraindicação do Scaflam Granulado

  • Hipersensibilidade conhecida à nimesulida ou a qualquer
    excipiente do Scaflam;
  • Histórico de reações de hipersensibilidade (exemplo:
    broncoespasmo, rinite, urticária e angioedema) em resposta ao ácido
    acetilsalicílico ou a outro antiinflamatório não-esteroidal;
  • Histórico de reações hepáticas ao produto;
  • Úlcera péptica em fase ativa, úlcera gástrica ou duodenal,
    histórico de ulcerações recorrentes com hemorragia gastrintestinal
    ou doença intestinal inflamatória ou outra desordem hemorrágica
    ativa;
  • Distúrbios cerebrovasculares ou outros distúrbios hemorrágicos
    ativo;
  • Pacientes com distúrbios graves de coagulação;
  • Falência cardíaca grave;
  • Insuficiência renal grave;
  • Insuficiência hepática;
  • Crianças menores de 12 anos;
  • Gravidez e lactação.

Como usar o Scaflam Granulado

Misture o conteúdo de um envelope em um pouco de água e consuma
imediatamente, não guarde o medicamento após sua
reconstituição.

Deve ser ingeridos preferencialmente após as refeições.

Posologia do Scaflam Granulado


Adultos e crianças acima de 12 anos

100 mg duas vezes por dia, após as refeições.

Em caso de insuficiência renal moderada, não há necessidade de
redução da dose.

A nimesulida não deve ser usada em caso de insuficiência renal
ou insuficiência hepática severa.

A dose oral diária pode ser dividida em duas ou três
administrações, baseando se em idade, peso corporal e aderência do
paciente. A duração do tratamento não é superior a 5 dias,
dependendo da indicação.

Geralmente não se deve exceder a 7 dias no tratamento da dor
aguda e febre. Para o tratamento sintomático da osteoartrite,
devem-se instituir ciclos recorrentes de tratamento durante os
ataques dolorosos. Assim como em todos os AINEs, recomenda-se usar
a menor dose possível durante o menor tempo possível.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu
médico

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Precauções do Scaflam Granulado

Os efeitos indesejáveis podem ser reduzidos com o uso da menor
dose efetiva durante o menor período possível. Pacientes tratados
por um longo período com nimesulida devem ser submetidos a exames
laboratoriais para o monitoramento de efeitos adversos.

Raramente, Scaflam tem sido associado com reações hepáticas
sérias, incluindo raríssimos casos fatais. Pacientes que
apresentarem sintomas associados à lesão hepática durante o
tratamento com a nimesulida (ex. anorexia, náuseas, vômitos, dor
abdominal, fadiga, urina escura ou icterícia) deverão descontinuar
o tratamento. Pacientes deverão ser advertidos a consultar um
médico imediatamente caso apresentem falta de apetite, náusea,
vômito, dor abdominal, fadiga, urina escura ou pele ou olhos
amarelados. Pacientes que desenvolverem função hepática anormal
deverão descontinuar o tratamento. Estes pacientes não deverão ser
retratados com nimesulida.

Dano hepático, reversível na maioria dos casos, foi verificado
após curta exposição ao medicamento.

Administração concomitante com drogas hepatotóxicas e abuso de
álcool devem ser evitados durante o tratamento com nimesulida, pois
podem aumentar o risco de reações hepáticas.

Durante o tratamento com nimesulida, os pacientes deverão ser
advertidos a evitar usar outros analgésicos. O uso simultâneo de um
diferente antiinflamatório não-esteroidal não é recomendado.

Sangramento gastrintestinal ou ulcerações podem ocorrer em
pacientes em tratamento com Scaflam. Assim como com outros
antiinflamatórios não-esteroidais (AINEs), estes eventos podem
ocorrer a qualquer momento durante o tratamento, com ou sem
sintomas ou histórico prévio de eventos gastrintestinais. Caso
ocorra sangramento gastrintestinal ou ulceração, o tratamento
deverá ser descontinuado.

A nimesulida deverá ser utilizada com precaução em pacientes com
distúrbios gastrintestinais, incluindo histórico de úlcera
péptica, de hemorragia gastrintestinal, colite ulcerativa ou doença
de Crohn.

Deve-se ter cautela em pacientes com insuficiência renal ou com
problemas cardíacos, pois o uso de AINEs pode levar à deterioração
da função renal. A avaliação da função renal deve ocorrer antes do
início da terapia e periodicamente após o início. No caso de
ocorrer deterioração renal, o tratamento deve ser
descontinuado.

Como os AINEs podem interferir na agregação plaquetária, estes
devem ser utilizados com cautela em pacientes com diátese
hemorrágica. Contudo, Scaflam não é um substituto do ácido
acetilsalicílico para profilaxia cardiovascular.

Scaflam deve ser utilizado com cautela em pacientes com
histórico de ulceração ou doença intestinal inflamatória. Como os
AINEs podem interferir na função plaquetária, devem ser usados com
cautela em pacientes com hemorragia intracranial e diátese
hemorrágica.

O tratamento deve ser revisado em intervalos regulares de tempo
e, no caso de ausência de benefícios, este deve ser
descontinuado.

AINEs podem mascarar a febre relacionada à infecção
bacteriana.

O uso de Scaflam pode prejudicar a fertilidade feminina, não é
recomendado a mulheres tentando engravidar. Em mulheres que têm
dificuldades para engravidar ou que estão sob investigação de
infertilidade, a retirada do medicamento deve ser considerada.

Efeitos na habilidade de dirigir ou usar
máquinas

A nimesulida tem efeito insignificante ou nenhum, na habilidade
de dirigir ou usar máquinas. Contudo, pacientes que apresentam
vertigem ou sonolência após receber o medicamento não deverão
dirigir ou operar máquinas.

Atenção diabéticos: Scaflam Granulado contém
açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em
portadores de Diabetes.

Reações Adversas do Scaflam Granulado

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como
enjôos, dores abdominais, reações alérgicas, dor de cabeça,
sonolência e vertigem.

Alguns destes efeitos geralmente são leves e passageiros e não
levam à suspensão do tratamento, porém apenas o médico pode avaliar
esta necessidade.

Efeitos adversos reportados em testes clínicos
controlados, com aproximadamente 7800 pacientes,
incluem:

Comuns (gt;1%, lt;10%)

Diarréia, náusea, vômito, aumento de enzimas hepáticas.

Incomuns (gt;0,1%, lt;1%)

Vertigem, hipertensão, dispnéia, constipação, flatulência,
gastrite, prurido, erupção cutânea, aumento de suor e edema.

Raros (gt;0,001%, lt;0,01%)

Anemia, eosinofilia, hipersensibilidade, hipercalemia,
ansiedade, nervoso, pesadelo, visão turva, taquicardia, hemorragia,
flutuação da pressão arterial, onda de calor, eritema, dermatite,
disúria, hematúria, retenção urinária, mal-estar, astenia.

Muito raros (lt;0,0001%)

Trombocitopenia, púrpura, pancitopenia, anafilaxia, cefaléia,
sonolência, encefalopatia (Síndrome de Reye), distúrbios visuais,
vertigem, asma, broncoespasmo, dor abdominal, dispepsia,
estomatite, melena, sangramento gastrintestinal, perfuração e
úlcera duodenal, perfuração e úlcera gástrica, hepatite, hepatite
fulminante (incluindo casos fatais), icterícia, colestasia,
urticária, edema angioneurótico, edema facial, eritema multiforme,
síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, falência
renal, oligúria, nefrite intersticial e hipotermia.

População Especial do Scaflam Granulado

Uso durante a gravidez e a lactação

O uso de Scaflam é contra-indicado durante a gravidez. Como
qualquer AINE, Scaflam não é recomendado em mulheres tentando
engravidar e, conhecida sua inibição na síntese de prostaglandina,
a nimesulida pode causar fechamento prematuro dos ductos arteriais,
hipertensão pulmonar, oligúria, oligâmnio, aumento do risco de
sangramento, inércia uterina e edema periférico. Foram relatados
casos isolados de falência renal em recém-nascidos cujas mães se
trataram com o medicamento no final da gravidez.

Estudos em coelhos mostraram uma toxicidade atípica na
reprodução e não há nenhum dado adequado de uso do medicamento em
mulheres grávidas. Dessa forma, o risco potencial em humanos é
desconhecido e a prescrição de Scaflam durante a gravidez é
contra-indicada.

Não está estabelecido se a nimesulida é excretada no
leite humano. Scaflam é contra-indicado durante a
lactação.

Não deve ser usado durante a gravidez e a
lactação.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na
vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando. A utilização de
Scaflam nessas situações é contra-indicada.

Crianças e adolescentes

Adolescentes não devem ser tratados com medicamentos que
contenham nimesulida caso estejam presentes sintomas de infecção
viral, pois a nimesulida pode estar associada com a Síndrome de
Reye em alguns pacientes.

Este medicamento é contra-indicado em crianças menores
de 12 anos.

Idosos

Pacientes idosos devem seguir o tratamento com Scaflam apenas
sob estrito acompanhamento médico.

Os pacientes idosos são particularmente suscetíveis aos efeitos
adversos dos AINEs, incluindo hemorragia e perfuração
gastrintestinal, insuficiência renal, cardíaca e hepática.
Portanto, monitoração clínica apropriada é recomendada e seu uso
prolongado não é recomendado. Quando for necessária uma terapia
prolongada, o paciente deverá ser avaliado regularmente.

Em pacientes com mais de 65 anos, não há necessidade de
diminuição da dose normal, porém devem ser tratados com a menor
dose efetiva (100 mg duas vezes por dia).

Composição do Scaflam Granulado

Cada envelope de Scaflam com granulado
contém

100 mg de nimesulida.

Componentes inativos:

éter cetílico polioxietileno-20, ácido cítrico, sacarose e aroma
natural de laranja.

Apresentação do Scaflam Granulado


Granulado

Cartucho com 8 ou 12 envelopes de 2 g.

Uso adulto e pediátrico (acima de 12 anos).

Superdosagem do Scaflam Granulado

Sintomas seguidos de superdosagem aguda de AINEs são normalmente
limitados à letargia, sonolência, náusea, vômito e dor epigástrica,
os quais são geralmente reversíveis com auxilio adequado. Pode
ocorrer sangramento gastrintestinal. Hipertensão, falência renal
aguda, depressão respiratória e coma podem ocorrer, mas são raros.
Reações anafiláticas foram verificadas com ingestão de AINEs e
podem acontecer seguidas de uma superdosagem.

Poucos casos de superdose intencional foram relatados e não
apresentaram sinais de intoxicação.

Tratamento sintomático e de apoio deve ser iniciado em caso de
superdose. Não há antídotos específicos, nem informação disponível
a respeito da remoção da nimesulida por hemodiálise, mas baseado no
seu alto grau de ligação protéica (até 97,5%), a diálise não é
indicada em superdose. Êmese e/ou carvão ativado (60 a 100 g em
adultos) e/ou osmose catártica podem ser indicadas em pacientes que
ingeriram a droga em um período de até 4 horas. Diurese forçada,
alcalinização da urina, hemodiálise ou hemoperfusão não devem ser
utilizadas devido à alta ligação protéica. As funções renais e
hepáticas devem ser monitoradas.

Interação Medicamentosa do Scaflam
Granulado

Não se aconselha ingestão conjunta de Scaflam com álcool ou
outros medicamentos que provoquem irritação do estômago.

Scaflam não deve ser administrado concomitantemente com drogas
potencialmente hepatotóxicas.

A ingestão de alimentos não interfere na absorção e
biodisponibilidade da droga.

O uso da nimesulida deve ser evitado em pacientes que estão
recebendo tratamento com outros medicamentos contendo ácido
clavulânico ou que receberam esta medicação a menos de 2 meses.

Durante o tratamento com Scaflam, os pacientes deverão ser
advertidos a evitar usar outros analgésicos. O uso simultâneo de um
diferente antiinflamatório não-esteroidal não é recomendado.

A administração concomitante com anticoagulantes, inclusive o
ácido acetilsalicílico, pode gerar efeitos aditivos. Por esta
razão, essa combinação não é recomendada e é contra-indicada em
pacientes com distúrbio severo de coagulação. Se essa combinação
não puder ser evitada, a atividade anticoagulante deverá ser
monitorada cuidadosamente.

A nimesulida pode antagonizar os efeitos dos diuréticos e, em
particular, bloquear o aumento da atividade da renina plasmática
induzida pela furosemida. A análise farmacocinética da concentração
de nimesulida em pacientes em tratamento concomitante com um
diurético (furosemida) mostrou que há uma diferença pequena no
volume de distribuição, porém não há evidência clínica disso. O
tratamento concomitante da furosemida com Scaflam requer precaução
em pacientes com susceptibilidade renal e cardíaca.

Os antiinflamatórios não-esteroidais foram relatados como
redutores da depuração do lítio, resultando em níveis plasmáticos
elevados e toxicidade do lítio. Se a nimesulida for prescrita para
um paciente em tratamento com lítio, seu nível no organismo deverá
ser cuidadosamente monitorado.

O potencial de interação com a glibenclamida, teofilina,
varfarina, digoxina, cimetidina e uma preparação de antiácidos (em
geral uma preparação de hidróxido de magnésio e hidróxido de
alumínio) foi estudado também in vivo. Nenhuma alteração
significativa foi observada.

Scaflam inibe a CYP2C9. A concentração plasmática de drogas
metabolizadas por esta enzima deve aumentar quando são
administradas concomitantemente com nimesulida.

É necessário cautela se Scaflam for utilizado antes ou após 24
horas de tratamento com metotrexato, pois o nível sérico do
metotrexato pode aumentar, aumentando sua toxicidade.

Devido aos efeitos nas prostaglandinas renais, os inibidores da
prostaglandina sintetase, como Scaflam, devem aumentar a
nefrotoxicidade das ciclosporinas.

A administração concomitante da nimesulida com salicilatos,
ácido valpróico ou tolbutamida pode afetar o seu nível sérico e,
conseqüentemente, a resposta terapêutica. Estudos in vitro
demonstraram que a tolbutamida, o ácido salicílico e o ácido
valpróico podem deslocar a nimesulida de seus sítios de ligação.
Porém, apesar de um possível efeito no nível plasmático, estas
interações não demonstraram resultados clínicos significantes.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que
esteja usando, antes do início ou durante o
tratamento.

Não tome remédio sem o conhecimento de seu médico, pode
ser perigoso para a saúde.

Interação Alimentícia do Scaflam Granulado

Comprimido Dispersível / Comprimido / Gotas /
Supositório

A ingestão de alimentos não interfere na absorção e
biodisponibilidade da droga. O efeito dos alimentos na absorção da
Nimesulida (substância ativa) é mínimo.

Recomenda-se tomar Nimesulida (substância ativa) após as
refeições. Não se aconselha a ingestão de alimentos que provoquem
irritação gástrica (tais como abacaxi, laranja, limão, café
e etc.) durante o tratamento com Nimesulida (substância
ativa).

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Ação da Substância Scaflam Granulado

Resultados de Eficácia


Comprimido Dispersível / Comprimido

Um estudo duplo-cego comparativo avaliou a eficácia e a
tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa) comparativamente ao
naproxeno em pacientes com dor pós-cirúrgica oral. Foram avaliados
64 pacientes, 32 em cada grupo de tratamento, que receberam
Nimesulida (substância ativa) um comprimido (100 mg) a cada 12
horas, ou naproxeno um comprimido (250 mg) a cada 12 horas. A
intensidade da dor foi avaliada após a administração de um dos
medicamentos em ½, 1, 2, 3 e 4 horas, no segundo e terceiro dia de
tratamento. A tolerabilidade de ambos os fármacos foi excelente e
ambos também promoveram acentuada regressão da dor, sendo que no
grupo de Nimesulida (substância ativa) houve regressão mais rápida
da dor já dentro da primeira hora de tratamento.

O estudo investigou os efeitos analgésicos da Nimesulida
(substância ativa) e do celecoxibe em pacientes com osteoartrite de
joelho. 44 pacientes foram incluídos e randomizados para o grupo de
Nimesulida (substância ativa) (100 mg duas vezes ao dia) ou
celecoxibe (200 mg uma vez ao dia) por 2 semanas, 20 dos quais
apresentavam derrame articular. A intensidade da dor foi avaliada e
em pacientes com derrame articular, algumas substâncias do líquido
sinovial foram analisadas. Os efeitos da Nimesulida (substância
ativa) foram mais marcantes que do celecoxibe, com evidência de
início mais rápido de ação analgésica. A Nimesulida (substância
ativa) reduziu significantemente as concentrações de substância P e
interleucina-6 no líquido sinovial. O celecoxibe não mudou estas
concentrações e significativamente reduziu os níveis de
interleucina-6 apenas no dia 14. Ambas as drogas foram bem
toleradas. O estudo forneceu evidência que a Nimesulida (substância
ativa) é um agente efetivo para o tratamento sintomático da
osteoartrite.

Dois estudos em animais foram realizados com administração
intra-peritoneal de Nimesulida (substância ativa), diclofenaco,
celecoxibe e rofecoxibe para tratar dor inflamatória. No primeiro
estudo, a Nimesulida (substância ativa) inibiu o desenvolvimento de
hiperalgesia térmica da pata induzida pela injeção de formalina na
cauda, enquanto o diclofenaco ou celecoxibe parcialmente reduziram
a hiperalgesia, e o rofecoxibe não foi efetivo. No segundo estudo,
a Nimesulida (substância ativa) e o diclofenaco foram
significativamente mais efetivos que o celecoxibe e rofecoxibe na
redução de hiperalgesia mecânica da pata. A atividade
anti-hiperálgica destas drogas foram também investigadas em
pacientes com artrite reumatoide. Após uma dose única oral, todas
as drogas reduziram a hiperalgesia inflamatória. No entanto,
somente a Nimesulida (substância ativa) foi efetiva 15 minutos após
o tratamento. Adicionalmente, a Nimesulida (substância ativa) (100
mg) foi significativamente mais efetiva que o rofecoxibe (25 mg). A
Nimesulida (substância ativa) parece ser particularmente efetiva e
de ação rápida contra a dor inflamatória.

60 pacientes foram incluídos em um estudo randomizado
simples-cego para comparar a eficácia e tolerabilidade de
Nimesulida (substância ativa) comprimido 200 mg/dia e flurbiprofeno
300 mg/dia por 7 dias, no tratamento de inflamação aguda
não-infecciosa do trato respiratório superior. Ambas as drogas
mostraram a mesma eficácia em reduzir a congestão da mucosa,
vermelhidão local, febre e dor de garganta. O tratamento com
Nimesulida (substância ativa) deu origem a um menor número de
eventos adversos, e menos severos, do que o tratamento com
flurbiprofeno.

A Nimesulida (substância ativa) modifica o estado doloroso da
contração uterina para contrações cíclicas indolores em pacientes
com dismenorreia. Com uma única dose oral de 100 mg, a Nimesulida
(substância ativa) é distribuída nos tecidos genitais femininos
(fundo e cérvix uterinos e ovários). Duas doses orais de 100 mg de
Nimesulida (substância ativa) administradas em mulheres com
dismenorreia em um estudo duplo-cego controlado por placebo,
cross-over, reduziu os níveis de prostaglandina F2α no sangue
menstrual.

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia e tolerabilidade, no
tratamento de afecções traumáticas do aparelho locomotor, de três
anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs): Nimesulida (substância
ativa), o primeiro AINE inibidor seletivo da enzima cicloxigenase-2
(COX-2) disponível, e dois agentes clássicos não seletivos,
diclofenaco e aceclofenaco. Em três visitas clínicas e após sete
dias de tratamento em que randomicamente 19 pacientes receberam
Nimesulida (substância ativa) 100 mg 2x/dia, 19 receberam
aceclofenaco 100 mg 2x/dia e 21 receberam diclofenaco 50 mg 3x/dia,
a eficácia foi avaliada clinicamente segundo a intensidade dos
sinais e sintomas e pela avaliação global do pesquisador ao final
do estudo, e a tolerabilidade pela ocorrência ou não de eventos
adversos bem como pela avaliação global ao término do estudo.
Quanto à eficácia, o resultado obtido pelo grupo tratado com
Nimesulida (substância ativa) foi significativamente melhor
considerando se os parâmetros dor à movimentação, limitação de
movimentos, sensibilidade local e intensidade da dor. Também quanto
à tolerabilidade, tanto o índice de ocorrência de reações adversas
como a avaliação final global foram significativamente melhores
para o grupo Nimesulida (substância ativa). A seletividade de
Nimesulida (substância ativa) sobre a COX-2 contribui para sua
eficácia, assim como reflete seu perfil de segurança, ao contrário
do aceclofenaco e diclofenaco, que não têm esse grau de
seletividade sobre a COX-2. Portanto, Nimesulida (substância ativa)
pode ser considerado um anti-inflamatório e analgésico de primeira
escolha no tratamento de afecções traumáticas do aparelho
locomotor.

Foram incluídos em um estudo duplo-cego, randomizado,
cross-over, 67 pacientes com síndrome de dismenorreia primária, em
uma sequência alternada de Nimesulida (substância ativa) vs
placebo. As drogas foram dadas por 3 ciclos menstruais subsequentes
com uma duração média de 6,5 dias aproximadamente em cada ciclo. 55
pacientes completaram o tratamento. A Nimesulida (substância ativa)
provou atividade e mais efetividade que o placebo na prevenção e/ou
alívio do padrão sintomático. A tolerabilidade se mostrou
satisfatória uma vez que somente duas pacientes reclamaram de
epigastralgia leve.

Em um estudo duplo-cego, paralelo de 4 dias com 51 pacientes, os
efeitos anti-inflamatórios, antiexudativos e antipiréticos da
Nimesulida (substância ativa) foram comparados com placebo em
pacientes com inflamação aguda do trato respiratório superior. Os
pacientes que receberam Nimesulida (substância ativa) mostraram
melhora nos sinais e sintomas avaliados: inchaço tonsilar,
rouquidão, dor de garganta, dor de cabeça e artralgia. Uma
diferença estatisticamente significativa entre a Nimesulida
(substância ativa) e o placebo foi evidente para todos os
parâmetros. Não houve efeitos adversos associados com a Nimesulida
(substância ativa).

Em inúmeros estudos comparativos, a Nimesulida (substância
ativa) mostrou ser mais efetiva que o piroxicam (em osteoartrite),
paracetamol (em inflamação do trato respiratório superior),
benzidamina ou naproxeno (em doença otorrinolaringológica),
fenilprenazona (em laringotraqueítes/bronquite, inflamação
respiratória e doença otorrinolaringológica), serrapeptase (em dor
pós-operatória ou dental, trauma e flebite), cetoprofeno (em dor
pósoperatória) e ácido mefenâmico (em dismenorreia). Adicionalmente
a eficácia de Nimesulida (substância ativa) tem sido comparável com
a da aspirina, com ou sem vitamina C, e ácido mefenâmico (em
infecção do trato respiratório), ibuprofeno (em doença de tecido
mole), naproxeno (em inflamação do trato respiratório, dismenorreia
e estados de dor pós-operatória), suprofeno e paracetamol (em
estados de dor pós-operatória), benzidamina (em inflamação do trato
genitourinário) e dipirona, paracetamol ou diclofenaco (em
febre).

Uma comparação duplo-cega, multicêntrica de Nimesulida
(substância ativa) e diclofenaco em 122 pacientes com ombro agudo e
uma meta-análise de vários estudos com Nimesulida (substância
ativa) foram conduzidos. No final do dia 14 do estudo, a Nimesulida
(substância ativa) foi pelo menos tão efetiva quanto o diclofenaco.
A tolerabilidade global foi julgada pelos investigadores como
boa/muito boa em 96,8% do grupo de Nimesulida (substância ativa) em
comparação com 72,9% do grupo diclofenaco. O julgamento dos
pacientes foi de 96,8 e 78% respectivamente. Ambas as diferenças
foram estatisticamente significativas. A meta análise demonstrou
que a Nimesulida (substância ativa) administrada por 2 semanas é de
longe mais eficaz que o placebo no tratamento da osteoartrite, e é
pelo menos comparável a outros AINEs. A razão risco-benefício para
Nimesulida (substância ativa) foi melhor em todos os estudos uma
vez que 100 mg de Nimesulida (substância ativa) 2 vezes ao dia foi
como igual ao placebo na questão de segurança e tolerabilidade,
especialmente considerando eventos adversos gastrintestinais.

Referências bibliográficas:

Arbex, ST et al. Avaliação
comparativa do nimesulide versus naproxeno no tratamento da dor
pós-cirurgia oral. Rev Bras Odontol; 49(1): 15-8, 1992.
Bianchi M, et al. Effects of nimesulide on pain and on synovial
fluid concentrations of substance P, interleukin-6 and
interleukin-8 in patients with knee osteoarthritis: comparison with
celecoxib. Int J Clin Pract, 61 (8): 1270-7, 2007.
Bianchi M, Broggini M. Anti-hyperalgesic effects of nimesulide:
Studies in rats and humans. Int J Clin Pract Suppl; (128): 11-9,
2002.
Cadeddu L. et al. Comparison of nimesulide and flurbiprofen in the
treatment of non infectious acute inflammation of the upper
respiratory tract. J Int Med Res; 16(6): 466-73, 1988.
Pulkkinen M. Nimesulide in Dysmenorrhoea. Drugs 46 (Suppl. 1):
129-133, 1993.
Marczyk LR. Estudo randomizado do nimesulide, aceclofenaco e
diclofenaco no tratamento de afecções traumáticas do aparelho
locomotor. Acta ortop. bras; 5(3): 103-9, 1997.
Moggian G et al. A new pharmacologic treatment of primary
dysmenorrhea. Clin. Ter. 117(6): 481-492, 1986.
Nouri ME. Nimesulide for treatment of acute inflammation of the
upper respiratory tract. Clin Ther; 6(2): 142-50, 1984.
Ward A et al. Nimesulide. A preliminary review of its
pharmacological properties and therapeutic afficacy in inflammation
and pain states. Drugs 36 (6): 732-53,1988.
Wober W. Comparative efficacy and safety of nimesulide and
diclofenac in patients with acute shoulder, and a metaanalysis of
controlled studies with nimesulide. Rheumatology (Oxford); 38 Suppl
1: 33-8, 1999.

Gotas

Um estudo duplo-cego, multicêntrico foi realizado em 42 crianças
internadas, idades entre 6 meses e 8 anos, que sofrem de infecções
agudas do trato respiratório, com febre, para investigar a
atividade antipirética da Nimesulida (substância ativa). No início,
os pacientes foram alocados aleatoriamente para receber ou
suspensão Nimesulida (substância ativa) oral, 5 mg/kg/dia divididos
em 3 doses diárias, por cinco dias ou placebo. Ambos os grupos
foram tratados simultaneamente com antibióticos: crianças menores
de 5 anos de idade receberam 100 mg de amoxicilina/kg/dia, os mais
de 5 anos receberam a eritromicina 40-50 mg/kg/dia. As medições de
temperatura antes e durante as seis horas após a primeira dose da
Nimesulida (substância ativa) mostrou uma diminuição média de um
valor inicial de 38,89 ºC para 37,28 ºC às 6 horas. No grupo
placebo, não foram observadas alterações significativas entre a
avaliação inicial e o valor de 6 horas. A temperatura pela manhã
estava dentro da escala normal no dia seguinte. A Nimesulida
(substância ativa) foi bem tolerada. Os resultados indicam que a
Nimesulida (substância ativa) tem um imediato efeito antipirético
que pode muito bem ser clinicamente útil antes do início da terapia
antibiótica.

Um total de 40 crianças com pequenas lesões traumáticas dos
tecidos moles foram aleatoriamente designadas para tratamento oral
com Nimesulida (substância ativa) (50 mg duas vezes ao dia) ou
placebo por 5 dias numa investigação duplo-cego. Os resultados
demonstraram que o tratamento com Nimesulida (substância ativa) foi
associado com uma melhora significativa dos sintomas (dor em
repouso e em movimento) e sinais (imobilidade, edema e hematoma),
que foi estatisticamente superior ao que demonstrou para o placebo.
Além disso, a Nimesulida (substância ativa) foi bem tolerada pelos
pacientes e não foi associada a problemas gastrintestinais. Estes
achados sugerem que a Nimesulida (substância ativa) é uma terapia
adequada para crianças com pequenas lesões traumáticas.

Neste estudo clínico controlado foram observadas as atividades
anti-inflamatórias e analgésicas da Nimesulida (substância ativa) e
cetoprofeno administradas por via oral. Foram avaliados 71
pacientes pediátricos (com idades entre 7 a 14 anos) com distúrbios
ortopédicos. Ambas as drogas foram eficazes. A maior vantagem da
Nimesulida (substância ativa) foi a sua melhor tolerabilidade:
apenas 3 pacientes tratados com Nimesulida (substância ativa)
(8,6%) tiveram efeitos colaterais relacionados à droga, em
comparação com 12 (33%) das crianças tratadas com cetoprofeno.

O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar a eficácia e
tolerabilidade do ibuprofeno, paracetamol e Nimesulida (substância
ativa) em crianças com infecções do trato respiratório. Noventa
crianças foram incluídas no estudo. Os pacientes foram divididos em
três grupos. O primeiro grupo foi tratado com paracetamol 10 mg/kg
três vezes por dia, o segundo grupo com ibuprofeno 10 mg/kg três
vezes por dia, e o terceiro grupo recebeu Nimesulida (substância
ativa) 2,5 mg/kg, duas vezes por dia durante 5 dias. Em duas horas
após a administração, os pacientes do grupo Nimesulida (substância
ativa) apresentaram temperatura corporal significativamente menor
do que os pacientes em grupos de paracetamol e ibuprofeno
(plt;0,05); em 4 horas, os pacientes nos grupos Nimesulida
(substância ativa) e ibuprofeno tiveram menor temperatura corporal
do que aqueles tratados com paracetamol (plt;0, 001). A atividade
antipirética da Nimesulida (substância ativa) foi superior ao
paracetamol e ibuprofeno.

Neste estudo randomizado, a eficácia e a tolerabilidade da
Nimesulida (substância ativa) foram comparadas com as do
paracetamol. Foram incluídas 110 crianças (64 meninos, 46 meninas,
com idade entre 3 a 6 anos) com a inflamação do trato respiratório
superior e febre. Nimesulida (substância ativa) suspensão (1,5
mg/kg, 3 vezes ao dia) ou xarope de paracetamol (10 mg/kg 4 vezes
ao dia) foram administrados por via oral até febre ser debelada. A
temperatura corporal foi registrada e local da dor e o desconforto
geral avaliados. Três pacientes tratados com Nimesulida (substância
ativa) e 6 pacientes tratados com paracetamol se retiraram do
estudo, por de eventos adversos. A Nimesulida (substância ativa)
foi tão eficaz como o paracetamol em reduzir a febre, dor local e
desconforto geral em crianças com inflamação do trato respiratório
superior.

Referências bibliográficas:

Lecomte J et al. Antipyretic
effects of nimesulide in paediatric practice: a double-blind study.
Curr Med Res Opin; 12(5): 296-303, 1991.
Giovannini M et al. A comparison of nimesulide and placebo in the
treatment of minor traumatic soft tissue lesions in children.
Drugs; 46 Suppl 1: 212-4, 1993.
Facchini R et al. Tolerability of nimesulide and ketoprofen in
paediatric patients with traumatic or surgical fractures. Drugs; 46
Suppl 1: 238-41, 1993.
Ulukol B et al. Assessment of the efficacy and safety of
paracetamol, ibuprofen and nimesulide in children with upper
respiratory tract infections. Eur J Clin Pharmacol; 55(9): 615-8,
1999.
Polidori G et al. A comparison of nimesulide and paracetamol in the
treatment of fever due to inflammatory diseases of the upper
respiratory tract in children. Drugs; 46 Suppl 1: 231-3,
1993.

Supositório

Em um estudo aberto e não-comparativo, 40 adultos portadores de
infecções das vias aéreas superiores foram avaliados.

Os pacientes receberam Nimesulida (substância ativa)
administrada na posologia de um supositório (100mg) a cada 12
horas, durante 7 dias. Todos os pacientes receberam amoxicilina na
dosagem de 500mg três vezes ao dia, durante 7 dias. Houve uma
acentuada regressão dos sinais e sintomas já a partir do 2º dia de
tratamento, com resultados estatisticamente significantes. A
tolerabilidade foi descrita como excelente ou boa em 92,5% dos
pacientes. Concluiu-se que a ação terapêutica da Nimesulida
(substância ativa) supositório é rápida e intensa, determinando uma
melhora da sintomatologia já no 2º dia de tratamento.

A eficácia e a tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa)
na forma farmacêutica de supositório foram avaliadas em um estudo
duplocego versus flurbiprofeno em patologias dor
inflamatória de natureza obstétrico-ginecológica. Ambas as drogas
foram rápidas e efetivas na analgesia e na atividade
anti-inflamatória, combinadas com boa tolerabilidade.
Especificamente, em relação ao componente dor, a Nimesulida
(substância ativa) demonstrou um efeito analgésico
significativamente maior do que o flurbiprofeno nas primeiras duas
horas de tratamento.

O padrão farmacocinético de Nimesulida (substância ativa) 100 mg
administrado por via retal em diferentes momentos antes de passar
por uma pequena cirurgia foi estudado em 45 crianças. A absorção da
Nimesulida (substância ativa) foi relativamente rápida, um pico de
concentração plasmática de 75 mg/L, sendo alcançado 3 h após a
administração, e a semi-vida foi de 3,15 h. A eficácia e a
tolerabilidade da Nimesulida (substância ativa) supositórios foram
avaliados em um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por um
grupo recebendo dipirona, o qual avaliou 50 crianças que tiveram
dor moderada a grave no pós-operatório. Os medicamentos foram
administrados 1-3 vezes ao dia, conforme necessário, 26 pacientes
receberam Nimesulida (substância ativa) e 24 de dipirona. Houve
redução consistente da dor durante a terapia com Nimesulida
(substância ativa) no período médio de 2,5 dias, com um consumo
médio de 3,5 supositórios. A eficácia de ambos os medicamentos foi
considerada pelos médicos boa ou muito boa em 70% dos casos e não
houve diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos
de tratamento na dosagem necessária ou o em relação ao alívio da
dor. Tolerabilidade de ambos os medicamentos foi excelente.

Referências bibliográficas:

Ganança M M Avaliação do nimesulide
supositórios na afecções das vias aéreas superiores/ Evaluation of
nimesulide suppositories in upper respiratory trract infections Arq
Bras Med; 68(6): 441-2, 1994.
Montoneri C., et al. Studio clinic sull’efficacia e la
tollerabilità della nimesulide in formulazione supposte in confront
al flurbiprofen in ginecologia. Minerva Ginecol, 42:413-9,
1990.
Schärli AFet al. Pharmacokinetics and therapeutic study with
nimesulide suppositories in children with post-operative pain and
inflammation. J Int Med Res.18(4):315-21, 1990.

Cápsula

Nimesulida (substância ativa) pertence a uma classe de
medicamentos anti-inflamatórios que ajudam a reduzir sintomas como
dor, inflamação e febre. Os sinais e sintomas são rapidamente
aliviados por administração oral do produto.

O estudo clínico realizado com objetivo de avaliar a eficácia e
tolerabilidade do uso, durante 10 dias, de uma única dose diária de
200mg de Nimesulida (substância ativa) obteve como resultado
pacientes que chegaram perto da remissão em 94,7% (casos de dor),
97,9% (casos de edema), 98,8% (casos de eritrema) e 92,9% (casos de
rigidez). Em geral o tratamento teve bons resultados em 86,6%
(opnião do médico) e em 92,5% (opnião do paciente). A
tolerabilidade foi considerada excelente em 87,5% e boa em 9,4% dos
casos.

O tempo para início da ação do medicamento é de aproximadamente
uma hora após a administração oral da cápsula.

Aconselha-se a menor duração possível do tratamento, em geral de
5 a 10 dias, não devendo ultrapassar 15 dias.

Gel

Estudos clínicos avaliaram a eficácia da Nimesulida (substância
ativa) gel tanto na concentração de 2% quanto na concentração de
1%.

Estudo clínico não comparativo avaliou a eficácia da Nimesulida
(substância ativa) gel a 2%, no tratamento tópico de lesões
decorrentes da prática esportiva. Quarenta e sete pacientes
participaram do estudo. A Nimesulida (substância ativa) foi
aplicada no local da lesão duas vezes ao dia por 7 dias e os
pacientes passaram por uma avaliação médica basal (V1) e no 3º (V2)
e 7º (V3) dias de tratamento.

A avaliação médica mostrou melhora estatisticamente
significante nos seguintes sintomas, quando comparados V1 e
V3:

Dor ao repouso (plt;0,001), dor a movimentação ativa
(plt;0,001), dor a movimentação passiva (plt;0,001), limitação da
movimentação (plt;0,001) e edema (plt;0,001).

Segundo o diário preenchido pelos pacientes, houve
melhora nos seguintes sintomas, quando comparadas V1 e
V3:

Dor espontânea em repouso (plt;0,001), dor a movimentação ativa
e passiva (plt;0,001), limitação da movimentação (plt;0,001), edema
(plt;0,001) e contato doloroso (plt;0,001).(1)

Dois estudos avaliaram a eficácia de Nimesulida (substância
ativa) gel (1%) em concentração inferior ao Nizuil e também
mostraram eficácia.(2,3)

Sengupta et al (1998)2 comparou a analgesia
proporcionada pela Nimesulida (substância ativa) gel 1%,
diclofenaco 1% e piroxicam 0,5% em 36 voluntários saudáveis do sexo
masculino. Os voluntários realizaram o teste 12 vezes, sendo 6 com
o uso de um dos medicamentos e 6 com o placebo. Como estimulo
doloroso foi utilizada uma versão modificada do Hollander test. O
grau de dor foi avaliado através da Visual Analoge Scale (VAS) e de
uma escala de dor de 10 pontos. A dor foi avaliada imediatamente
antes e 15 min, 30 min, 60 min, 120 min e 240 min após o estímulo
doloroso. A escala de dor de 10 pontos mostrou que a Nimesulida
(substância ativa) proporcionou analgesia superior ao diclofenaco e
piroxicam (plt;0,05) em todos os pontos avaliados exceto aos 60
min. A VAS mostrou que a Nimesulida (substância ativa) foi superior
aos outros anti-inflamatórios aos 120 min (plt;0,05).

Quando descontada a ação do placebo, a Nimesulida (substância
ativa) foi superior aos demais tratamentos aos 15 min, 30 min e 120
min (plt;0,01). A melhora total da dor, avaliada pelo cálculo da
área sob a curva da medida com desconto da ação do placebo, mostrou
que a analgesia total proporcionada pela Nimesulida (substância
ativa) foi superior à dos outros anti-inflamtórios (plt;0,01).

A eficácia da Nimesulida (substância ativa) gel 1% no tratamento
da osteoartrite (OA) foi estudada em 70 pacientes com OA de
joelho3. Os pacientes foram divididos em dois grupos (49
no grupo tratamento e 21 no grupo placebo). Os sintomas da OA foram
avaliados através da McMaster Universities OA index (WOMAC), a
qualidade de vida através do Nottingham Health Profile (NHPD) e a
satisfação do paciente e do médico através de uma escala verbal. Os
participantes aplicaram o medicamento ou o placebo na pele sobre a
patela 3 vezes ao dia por 30 dias. A escala WOMAC mostrou melhora
significativa nos 3 parâmetros e no escore global, entre as
avaliações pré e pós-tratamento no grupo Nimesulida (substância
ativa) (plt;0,001). Não houve diferença entre as medidas pré e pós
no grupo placebo. A Nimesulida (substância ativa) foi superior ao
placebo apenas no escore global (p=0,03). Na escala NHPD, houve
melhora entre pré e pós-tratamento nas medidas de nível de energia,
dor e mobilidade física (plt;0,01) para o grupo que usou Nimesulida
(substância ativa). No grupo placebo e na comparação entre os
grupos tratamento e placebo não houve diferença significativa. Os
escores de satisfação com o tratamento do médico e do paciente
foram significativamente maiores no grupo Nimesulida (substância
ativa) do que no grupo placebo(3).

Referências Bibliográficas:

1. Marczyk LRS, et al. Multicentric
study of Nimesulide gel 2% in the topic treatment of sportive
injuries. RBM – Rev Bras Med. 2001;58(1-2):79-85.
2. Sengupta S, et al. Analgesic eficacy and pharmacokinetics of
topical nimesulide gel in healthy human volunteers: double-blind
comparison with piroxicam, diclofenac and placebo. Eur J Clin
Pharmacol. 1998;54:541-7.
3. Ergün H, etal. Efficacy and safety of topical nimesulide in the
treatment of knee osteoarthritis. J Clin Rheumatol.
2007;13:251–5.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Características Farmacológicas


Comprimido Dispersível / Comprimido / Gotas /
Supositório

Propriedades Farmacodinâmicas

A Nimesulida (substância ativa)
(4′-nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco
anti-inflamatório não esteroide (AINE) que pertence à classe das
sulfonanilidas com efeitos anti-inflamatório, antipirético e
analgésico.

A Nimesulida (substância ativa) possui atividade
anti-inflamatória mais potente do que o ácido acetilsalicílico, a
fenilbutazona e a indometacina; possui atividade antipirética tão
eficaz quanto a do diclofenaco e da dipirona, e potencialmente
superior à do acetaminofeno.

A Nimesulida (substância ativa) possui modo de ação único e sua
atividade anti-inflamatória envolve vários mecanismos. A Nimesulida
(substância ativa) é um inibidor seletivo da enzima da síntese de
prostaglandina, a cicloxigenase. In vitro e in
vivo
a Nimesulida (substância ativa) preferencialmente inibe a
enzima COX-2, a qual é liberada durante a inflamação, com mínima
atividade sobre a COX-1, a qual atua na manutenção da mucosa
gástrica.

Além disso, foi demonstrado que a Nimesulida (substância ativa)
possui muitas outras propriedades bioquímicas que provavelmente são
responsáveis pelas suas propriedades clínicas. Estas incluem:
inibição da fosfodiesterase tipo IV, redução da formação do ânion
superóxido (O2), “scavenging” do ácido hipoclorídrico,
inibição de proteinases (elastase, colagenase), prevenção da
inativação do inibidor da alfa-1-protease, inibição da liberação de
histamina dos basófilos e mastócitos humanos e inibição da
atividade da histamina.

Dados pré-clínicos

Os dados pré-clínicos revelam que não há riscos especiais para
humanos baseados nos estudos convencionais de segurança
farmacológica, toxicidade de dose múltipla, genotoxicidade e
potencial carcinogênico.

Em estudos de toxicidade de dose múltipla, a Nimesulida
(substância ativa) mostrou toxicidade gastrintestinal, renal e
hepática.

Em ratos, não foram encontrados sinais de potencial teratogênico
ou embriotóxico com a Nimesulida (substância ativa) em estudos de
embriotoxicidade com doses não-tóxicas maternas. Em coelhos, leve
aumento da perda pós-implantação e leve aumento da incidência de
dilatação do ventrículo cerebral e malformações esqueléticas foram
observadas com níveis de dose marginalmente tóxicos em fêmeas.
Entretanto, nenhuma relação dose-resposta entre o fármaco e tipos
individuais de malformações foi observada.

Foram relatados poucos casos clínicos de superdosagem
intencional sem sinais de intoxicações.

Propriedades Farmacocinéticas

Comprimido Dispersível / Comprimido /
Gotas:

A Nimesulida (substância ativa) é bem absorvida quando
administrada via oral. Após uma única dose de 100 mg de Nimesulida
(substância ativa), administrada a voluntários adultos saudáveis,
um pico de concentração plasmática de 3 a 4 mg/L é alcançado em
adultos após 2 a 3 horas. AUC=20 – 35 mg/L.h.

Um pico de concentração plasmática de 2,86 a 6,5 mg/L é
alcançado após 1,22 a 2,75 horas. AUC= 14,65 a 54,09 mg/L.h.

Nenhuma diferença estatística significante tem sido encontrada
entre estes números e aqueles vistos após a administração de 100 mg
duas vezes ao dia por 7 dias. Mais de 97,5% se ligam a proteínas
plasmáticas.

Os parâmetros farmacocinéticos descritos para crianças podem ser
comparados com aqueles encontrados após a administração oral de
Nimesulida (substância ativa) 100 mg para adultos. Em crianças, os
valores de Cmax (3,46 mg/L ± 1,46) e tmax
(1,93 h ± 0,83) foram similares aos valores correspondentes
observados após a administração oral de 100 mg dose única em
adultos sadios Cmax=2,86 a 6,50 mg/L;
tmax=1,22 a 2,75 h e a AUC (18,43 mg/L.h), estava dentro
da faixa de valores reportados para adultos (14,65 a 54,09 mg/L.h)
ao passo que o clearance plasmático total sistêmico foi
maior (138,50 mL/h/kg em crianças, 31,02 a 106,16 mL/h/kg). O
volume de distribuição também foi ligeiramente superior em crianças
(0,41 L/kg) do que em adultos (0,18 a 0,39 L/kg). Valores maiores
de CL/F (clearance do fármaco) e Vd/F (volume de
distribuição do fármaco) em crianças podem ser causados por um
valor maior de fu de Nimesulida (substância ativa), como resultado
da menor concentração plasmática de albumina em crianças do que em
adultos. A meia-vida terminal (t1/2β) de Nimesulida
(substância ativa) foi de 2,36 horas em crianças e 1,80 a 4,73
horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
metabólito principal, a hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo. O intervalo para aparecimento deste
metabólito na circulação é curto (cerca de 0,8 horas) mas a sua
constante de formação não é alta e é consideravelmente menor que a
constante de absorção da Nimesulida (substância ativa). A
hidroxinimesulida é o único metabólito encontrado no plasma,
apresentando-se quase que completamente conjugado. A t1/2 é de 3,2
a 6 horas.

O grau de biotransformação da Nimesulida (substância ativa) em
seu metabólito principal, isto é, o derivado parahidroxi (M1), o
qual também é farmacologicamente ativo, em crianças é similar ao de
adultos. Para M1, a Cmax (1,34 mg/L) e AUC (11,60
mg/L.h) em crianças foram dentro da faixa observada em adultos
(Cmax 0,96 a 1,57 mg/L; AUC 10,90 a 17,96 mg/L.h). A
meia-vida terminal (t1/2β) de M1 foi 4,18 horas em
crianças e 2,89 a 8,71 horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é excretada principalmente na
urina (aproximadamente 50% da dose administrada). Apenas 1 a 3% é
excretado como composto inalterado. A hidroxinimesulida é
encontrada apenas como um derivado glicuronato. Cerca de 29% da
dose é excretada nas fezes após o metabolismo.

Menos que 0,1% é excretado como composto inalterado. A
hidroxinimesulida é encontrada apenas como um derivado glicuronato.
De 17,9% a 36,2% da dose é excretada nas fezes após o
metabolismo.

O perfil cinético da Nimesulida (substância ativa) não teve
alteração em idosos após doses agudas e repetidas.

Na insuficiência renal moderada (clearance de creatinina de 30 a
80 mL/min), os níveis de pico plasmáticos de Nimesulida (substância
ativa) e seu principal metabólito não são maiores que dos
voluntários sadios. A administração repetida não causou acúmulo. A
Nimesulida (substância ativa) é contraindicada para pacientes com
insuficiência hepática devido ao risco de acumulação.

O tempo médio estimado para início da ação terapêutica após a
administração de Nimesulida (substância ativa) é de 15 minutos para
alívio da dor. A resposta inicial para a febre acontece cerca de 1
a 2 horas após o uso do medicamento e dura aproximadamente 6
horas.

Supositório:

O pico da concentração plasmática, em indivíduos adultos, foi de
14 mg/L atingido em 7,2 a 9 horas após administração retal de 100
mg de Nimesulida (substância ativa).

A meia-vida terminal (t1/2β) de Nimesulida
(substância ativa) foi de 2,36 horas em crianças e 1,80 a 4,73
horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
metabólito principal, a hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo. O intervalo para aparecimento deste
metabólito na circulação é curto (cerca de 0,8 horas) mas a sua
constante de formação não é alta e é consideravelmente menor que a
constante de absorção da Nimesulida (substância ativa). A
hidroxinimesulida é o único metabólito encontrado no plasma,
apresentando-se quase que completamente conjugado. A t1/2 é de 3,2
a 6 horas.

O grau de biotransformação da Nimesulida (substância ativa) em
seu metabólito principal, isto é, o derivado parahidroxi (M1), o
qual também é farmacologicamente ativo, em crianças é similar ao de
adultos. Para M1, a Cmax (1,34 mg/L) e AUC (11,60
mg/L.h) em crianças foram dentro da faixa observada em adultos
(Cmax 0,96 a 1,57 mg/L; AUC 10,90 a 17,96 mg/L.h). A
meia-vida terminal (t1/2β) de M1 foi 4,18 horas em
crianças e 2,89 a 8,71 horas em adultos.

A Nimesulida (substância ativa) é excretada principalmente na
urina (aproximadamente 50% da dose administrada). Apenas 1 a 3% é
excretado como composto inalterado. A hidroxinimesulida é
encontrada apenas como um derivado glicuronato. Cerca de 29% da
dose é excretada nas fezes após o metabolismo.

Menos que 0,1% é excretado como composto inalterado. A
hidroxinimesulida é encontrada apenas como um derivado glicuronato.
De 17,9% a 36,2% da dose é excretada nas fezes após o
metabolismo.

O perfil cinético da Nimesulida (substância ativa) não teve
alteração em idosos após doses agudas e repetidas.

Na insuficiência renal moderada (clearance de
creatinina de 30 a 80 mL/min), os níveis de pico plasmáticos de
Nimesulida (substância ativa) e seu principal metabólito não são
maiores que dos voluntários sadios. A administração repetida não
causou acúmulo. A Nimesulida (substância ativa) é contraindicada
para pacientes com insuficiência hepática devido ao risco de
acumulação.

O tempo médio estimado para início da ação terapêutica após a
administração de Nimesulida (substância ativa) é de 15 minutos para
alívio da dor. A resposta inicial para a febre acontece cerca de 1
a 2 horas após o uso do medicamento e dura aproximadamente 6
horas.

Cápsula

Nimesulida (substância ativa), princípio ativo de Nimesulida
(substância ativa), é uma droga anti-inflamatória não esteroidal
relatada como um inibidor seletivo da cicloxigenase-2. Muitos dos
efeitos das drogas anti-inflamatórias não esteróides parecem estar
relacionados com a ação da inibição da ciclo-oxigenase, a qual está
envolvida na biossíntese das prostaglandinas. As protaglandinas
possuem um importante papel na produção da dor, inflamação e febre
e as drogas anti-inflamatórias não esteroidais possuem papel
principal como analgésicos, agentes anti-inflamatórios e
antipiréticos. O modo de ação da Nimesulida (substância ativa)
influi também sobre a agregação plaquetária, causando inibição da
mesma.

A estrutura química da Nimesulida (substância ativa)
(4-nitro-2-fenoximetanosulfonanilida) sugere um mecanismo do tipo
scavenger, através do qual o fármaco neutraliza a formação de
radicais livres de oxigênio produzidos em nível de cascata do ácido
araquidônico e liberados em grande quantidade na origem do processo
inflamatório por diversos tipos de células (granulócitos,
neutrófilos e macrófagos).

Os mecanismos descritos são mais eficazes in vivo, o
que sugere uma possível ativação biológica do composto, tornando-o
um fármaco de ação anti-inflamatória potente.

Alguns estudos indicam ter a Nimesulida (substância ativa)
melhor tolerabilidade e causar menor incidência de efeitos
colaterais em comparação com outros fármacos desta classe
terapêutica.

A Nimesulida (substância ativa) é metabolizada no fígado e o seu
principal metabólito, hidroxinimesulida, também é
farmacologicamente ativo.

A eliminação é predominantemente renal, mais de 80%, não dando
origem a fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas,
e além disso apresenta uma boa tolerabilidade sistêmica e
gastrintestinal.

Gel

Farmacodinâmica

A Nimesulida (substância ativa)
(4′-nitro-2′-fenoximetanosulfonanilida) é um fármaco
antiinflamatório não-esteroide (AINE) que pertence à classe das
sulfonanilidas com efeitos antiinflamatório, analgésico e
antipirético.

A Nimesulida (substância ativa) é um inibidor seletivo da enzima
da síntese de prostaglandinas, a cicloxigenase.

Adicionalmente a Nimesulida (substância ativa) tem um efeito
scavenging ativo nos radicais livres de oxigênio, inibe a liberação
dos metabólitos de oxigênio dos neutrófilos ativados, reduz a
liberação de histamina dos mastócitos, inibe a produção do fator de
ativação de plaquetas e também bloqueia a atividade de certas
metaloproteinases.

Farmacocinética

Quando a Nimesulida (substância ativa) gel é aplicada
topicamente, as concentrações plasmáticas de Nimesulida (substância
ativa) são muito baixas em comparação com aquelas alcançadas após a
administração oral.

Após uma única aplicação de 200 mg de Nimesulida (substância
ativa), na forma gel, o maior nível plasmático encontrado foi de
9,77ng/mL, após 24 horas. Não foi detectado vestígio do metabólito
principal, 4-hidroxinimesulida.

Embora a absorção sistêmica seja reduzida após a aplicação
tópica de Nimesulida (substância ativa), a Nimesulida (substância
ativa) tem uma boa e rápida absorção pela pele. A quantidade de
Nimesulida (substância ativa) absorvida pela pele é proporcional ao
tempo de contato e à área de aplicação, dependendo também da dose
tópica total e da hidratação da pele. A Nimesulida (substância
ativa) é metabolizada no fígado e o seu principal metabólito,
hidroxinimesulida, também é farmacologicamente ativo. Sua
eliminação é predominantemente renal (65%), não dando origem a
fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas. Sua
meia-vida de eliminação é de 274,97 minutos para o gel a 2% (20
mg/g).

A biodisponibilidade da forma gel em relação à forma oral é de
20% para o gel a 2% (20 mg/g).

Esta baixa biodisponibilidade permite obter um ótimo efeito
local, sem a incidência de efeitos sistêmicos.

As concentrações plasmáticas, que podem ser alcançadas ao
combinar Nimesulida (substância ativa) com dosagem de 100 mg de
Nimesulida (substância ativa) por via oral, se mantêm dentro da
faixa terapêutica.

Nimesulida (substância ativa) exerce um controle eficaz sobre os
efeitos nocivos das oxidases produzidas pelos neutrófilos nos
sítios de inflamação, permitindo o ajuste individual da dose e a
redução da dose de anti-inflamatório que se administra por via
oral.

Nimesulida (substância ativa) alivia a dor, diminui o edema e
reduz o tempo de recuperação da área afetada.

Dados pré-clínicos de segurança

Foram testados a tolerância local e o potencial de irritação e
sensibilização da Nimesulida (substância ativa) gel em vários
reconhecidos modelos em animais. Os resultados destes estudos
indicam que a Nimesulida (substância ativa) gel é bem tolerada.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Nisulid
(apresentação de Comprimido Dispersível, Comprimido, Gotas e
Supositório), Arflex Retard (apresentação de Cápsula)
e Nizuil Gel (apresentação de Gel).

Cuidados de Armazenamento do Scaflam
Granulado

Scaflam deve ser conservado na embalagem original até sua total
utilização. Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30°C).

O prazo de validade encontra-se gravado na embalagem
externa. Em caso de vencimento, inutilize o produto.

Caracterísitcas físicas

Scaflam Granulado possui coloração levemente amarelada e
odor característico.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Scaflam Granulado

O número do lote, a data de fabricação e o término do
prazo de validade estão gravados na embalagem externa deste
produto.

Reg. MS 1.0093.0174

Farm. Resp.:

Lucia Lago Hammes
CRF-RJ 2.804

Mantecorp Indústria Química e Farmacêutica
Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 3.091
Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 33.060.740/0001-72
Indústria Brasileira

Embalado por:

Mappel Indústria de Embalagens Ltda.
Av. Miro Vetorazzo, 1619
São Bernardo do Campo – SP
CNPJ: 01.233.103/0001-64

Sob licença de:

Helsinn Healthcare S. A., Suíça

Central de Atendimento

SAC: 08000117788
Cx. Postal 18388
CEP 04626-970

Venda sob prescrição médica.

Scaflam-Granulado, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

Compartilhe esta página!

Remédio Para Fóruns Bulas de Medicamentos Scaflam Granulado Bula

Visualizando 1 post (de 1 do total)
  • Autor
    Posts
  • #12113
    Anônimo
    Convidado

    Scaflam Granulado Bula

    Compartilhe suas experiências sobre este medicamento com outros usuários.
      • Utilizou este Remédio para?
      • Efeitos colaterais.
      • Resultados.
      • Indicações, sugestões e dicas!
    Acessar a Bula do medicamento.
    Scaflam Granulado Bula Completa extraída da Anvisa
Visualizando 1 post (de 1 do total)
  • Você deve fazer login para responder a este tópico.
Scroll to top