Depo Medrol Bula

Depo Medrol

Alguns distúrbios endócrinos (de glândulas)

Insuficiência adrenocortical (parada de funcionamento da
glândula adrenal) primária (por problemas na própria glândula) ou
secundária (por problemas em outros locais), hiperplasia adrenal
congênita (doença em que o paciente nasce com déficit de função da
glândula adrenal), tiroidite não supurativa (inflamação da tiroide
não causada por infecção), hipercalcemia (excesso de cálcio no
sangue associada ao câncer).

No tratamento das seguintes doenças hematológicas (do
sangue)

Anemia hemolítica adquirida (redução no número de células
vermelhas que são destruídas pelo próprio corpo); trombocitopenia
(redução do número de plaquetas, células que participam da
coagulação) secundária em adultos; eritroblastopenia (redução do
número de células vermelhas por falta de células produtoras);
anemia congênita hipoplástica (redução do número de células
vermelhas devido a problemas no local de produção, a medula
óssea).

Tratamento das exacerbações agudas (crises) de esclerose
múltipla (doença do sistema nervoso em que o corpo agride uma parte
dos neurônios, chamada bainha de mielina, levando a inúmeros
problemas desde visuais até de movimentos dos músculos
respiratórios).

Como adjuvante (uso por curto prazo para ajudar o
paciente a superar uma crise aguda) do tratamento de doenças
reumáticas (doenças inflamatórias crônicas), tais
como:

Osteoartrite pós-traumática, sinovite de osteoartrite, artrite
reumatoide, incluindo a juvenil (casos selecionados podem exigir
terapia de manutenção com doses baixas), bursite aguda ou subaguda,
epicondilite, tenossinovite aguda não-específica, artrite gotosa
aguda, espondilite anquilosante e artrite psoriática.

Outros tratamentos

  • Tratamento das exacerbações agudas (crises) de esclerose
    múltipla (doença do sistema nervoso em que o corpo agride uma parte
    dos neurônios, chamada bainha de mielina, levando a inúmeros
    problemas desde visuais até de movimentos dos músculos
    respiratórios).
  • Como adjuvante ou como terapia de manutenção (uso por longo
    prazo) em doenças do colágeno (proteína que compõe o tecido
    conectivo, que mantém os tecidos juntos), como lúpus eritematoso
    sistêmico, cardite reumática aguda (inflamação do colágeno do
    coração) e dermatomiosite (processo inflamatório da derme, camada
    da pele).
  • Doenças inflamatórias da pele (dermatológicas), tais como
    Pênfigo (doença bolhosa que atinge pele e mucosas), Síndrome de
    Stevens-Johnson (forma grave de doença que cursa com vermelhidão e
    aparecimento de bolhas e descamação em toda pele e mucosas), micose
    fungoide (forma rara de linfoma que atinge a pele), dermatite
    (doenças inflamatória da pele) esfoliativa (que descama) e/ou
    herpetiforme bolhosa (com lesões bolhosas que estouram gerando
    crostas) e/ou seborreica grave (com descamação oleosa da pele,
    cabelos e pelos), psoríase grave (doença em que o corpo produz
    anticorpos contra a própria pele, levando ao aparecimento de áreas
    vermelhas e descamativas.
  • Alergias graves ou incapacitantes que não respondem ao
    tratamento convencional, tais como quadros respiratórios (asma,
    rinite, edema (inchaço) da laringe), dermatológicos (urticária,
    dermatite de contato), doença do soro, reação pós-transfusional,
    reações de hipersensibilidade a medicamentos.
  • Doenças oftálmicas (do olho) devido a inflamação e alergia,
    tais como: herpes zoster oftálmico (infecção pelo vírus Herpes
    Zoster nos olhos), inflamação de vários compartimentos dos olhos
    (irite, iridociclite, coriorretinite, uveíte posterior difusa,
    neurite óptica, da câmara anterior, queratite), reações de
    hipersensibilidade a fármacos, conjuntivite alérgica, úlceras
    marginais da córnea de origem alérgica.
  • Como adjuvante no tratamento de crises de colite ulcerativa
    (inflamação crônica do intestino grosso) e enterite regional
    (inflamação de uma região do intestino).
  • Como terapêutica associada a outros fármacos no tratamento das
    seguintes doenças: A) respiratórias: Tuberculose pulmonar
    fulminante ou disseminada, quando usado concomitantemente com
    quimioterapia antituberculose apropriada; pneumonite por aspiração;
    sarcoidose sintomática; beriliose; síndrome de Loeffler que não
    pôde ser controlada por outros meios. B) infecciosas: meningite
    tuberculosa com bloqueio subaracnoide ou bloqueio iminente quando
    utilizado conjuntamente com quimioterapia antituberculose
    apropriada. Triquinose com envolvimento neurológico ou miocárdico.
    C) renais: síndrome nefrótica (doença que ataca os rins provocando
    perda de proteína) idiopática (sem causa definida) ou devido ao
    lúpus eritematoso (doença autoimune em que o corpo produz
    anticorpos contra ele mesmo).
  • Como tratamento paliativo de leucemias e linfomas não
    controlados por outros meios.

Para administração intrassinovial ou em partes
moles (nas articulações e tecidos em volta dela)

Como terapia auxiliar para administração em curto prazo
(para ajudar o paciente a superar uma crise aguda ou piora)
de:

Sinovite de osteoartrite (inflamação de uma parte da articulação
chamada sinóvia), artrite reumatoide (doença autoimune, ou seja,
que o corpo produz anticorpos contra ele mesmo, que agride as
articulações), bursite aguda e subaguda (inflamação da bursa, uma
parte da articulação), artrite gotosa aguda (inflamação da
articulação por excesso de ácido úrico), epicondilite (inflamação
dos tendões do cotovelo), tenossinovite aguda não-específica
(inflamação dos tendões) e osteoartrite pós-traumática (degeneração
das articulações depois de um trauma).

Para administração intralesional

Depo-Medrol é indicado para uso intralesional nas
seguintes condições:

Queloides (cicatrizes que se projetam acima da pele, com
aparência “grossa e alta”), lesões hipertróficas (de tamanho
superior ao esperado), infiltradas (com aparência de inchadas),
inflamatórias, de: líquen plano (doença inflamatória da pele,
unhas, cabelos e mucosas visíveis, com lesões elevadas, planas,
violáceas com estrias esbranquiçadas, que coçam), placas
psoriáticas (lesão da doença psoríase, doença inflamatória da pele
que cursa com descamação da mesma), granuloma anular (doença
inflamatória da pele com lesões elevadas em formato de anel),
Lichen simplex chronicus (neurodermatite, doença da pele que cursa
com coceira em situações de estresse), Lúpus eritematoso discoide
(lesão da pele causada pela doença Lúpus, em formato de disco);
Necrobiosis lipodica diabeticorum (lesão acastanhada na pele das
pernas que cursa com coceira, geralmente em portadores de
diabetes), Alopecia areata (doença que causa queda repentina de
pelos/cabelos em uma área determinada). Depo-Medrol também
pode ser útil em tumores císticos (tumor em forma de cavidade que
pode ser preenchida por ar ou líquido) de aponeurose (região em
forma de leque, no começo ou final do músculo) ou do tendão (cordão
fibroso que insere o músculo nos ossos ou órgãos).

Para administração intraretal (dentro do reto,
parte terminal do intestino)

Casos de colite ulcerativa (doença inflamatória do intestino que
causa úlceras no mesmo).


Como Depo-Medrol funciona?

Depo-Medrol contém acetato de metilprednisolona como
princípio ativo, um derivado de prednisolona. É um potente
corticosteroide (hormônio) anti-inflamatório que combate a
inflamação (que é a reação do sistema de defesa do nosso corpo a
uma agressão, que se manifesta como dor, calor, vermelhidão no
local).

Contraindicação do Depo-Medrol

Depo-Medrol não deve ser utilizado por pacientes que
apresentam hipersensibilidade (alergia) ao acetato de
metilprednisolona ou a qualquer componente do produto e a pacientes
com infecções sistêmicas por fungos (micoses).

Durante o tratamento com corticosteroides, os pacientes não
devem ser vacinados contra a varíola. Quando os corticosteroides
são usados em dose imunossupressora (capaz de reduzir a ação do
sistema imunológico, de defesa do organismo) não se deve usar
vacinas de microrganismos vivos ou atenuados. Vacinas de
microrganismos mortos ou inativados podem ser administradas em
pacientes recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides, no
entanto, a resposta a tais vacinas pode ser diminuída. Os
procedimentos de imunização (como a vacinação) podem ser realizados
em pacientes recebendo doses não-imunossupressoras de
corticosteroides. Se você estiver usando essa medicação e precisar
receber uma vacina informe seu médico para que ele decida sobre o
assunto.

Este medicamento é contraindicado para uso por via
intravenosa, intratecal (dentro do espaço subaracnoide, abaixo da
meninge que envolve estruturas do sistema nervoso), epidural
(dentro do espaço entre a dura-mater – parte da meninge, membrana
que cobre o sistema nervoso, cérebro e a medula – e a parede do
canal das vértebras), intranasal (dentro do nariz) e intraocular
(dentro do olho).

A administração de vacinas de vírus vivo ou vírus vivo
atenuado é contraindicada em pacientes que recebem doses
imunossupressoras de corticosteroides.

Como usar o Depo-Medrol

Depo-Medrol sempre será preparado e administrado por um médico
ou por um profissional de saúde especializado.

A solução de Depo-Medrol contida no frasco-ampola
não deve:

  • Ser diluída em outras substâncias;
  • Conter qualquer tipo de partícula. Após uso da quantidade
    prescrita pelo médico o restante da solução deve ser descartado,
    não podendo ser guardado para uso posterior.

Depo-Medrol é uma medicação de uso parenteral (via
diferente da oral) e poderá ser aplicado por:

  • Via intramuscular (dentro do músculo); 
  • Via intralesional (dentro de lesões da pele);
  • Via intrarretal (dentro do reto, região terminal do
    intestino);
  • Via intrassinovial ou partes moles (dentro nas
    articulações ou da região em torno delas).

As instruções para administração estão disponibilizadas na bula
destinada aos Profissionais de Saúde, pois somente um médico ou um
profissional de saúde especializado poderá preparar e administrar a
medicação.

Seu médico determinará a duração do tratamento e a quantidade de
medicamento administrada por dia, e monitorará sua resposta e
condições. Em geral, a duração do tratamento deve ser baseada na
resposta clínica do paciente.

Depo-Medrol não deve ser administrado por via intravenosa
ou intratecal (dentro do espaço subaracnoide, abaixo da meninge que
envolve estruturas do sistema nervoso).

Administração para efeito local artrite reumatoide e
osteoartrite

A dose para administração intra-articular depende do tamanho da
articulação e varia em cada paciente. Nos casos crônicos, as
injeções podem ser repetidas a intervalos de uma a cinco
semanas.

Articulações grandes (joelho, tornozelo,
ombro)

20-80 mg.

Articulações médias (cotovelo e punhos)

10-40 mg.

Articulações pequenas (mãos, pés e da
clavícula)

4-10 mg.

Administração para efeito local para bursite, gânglios,
tendinite, epicondilite

A dosagem pode ser entre 4 e 30 mg dependendo da doença a ser
tratada. Em casos crônicos e/ou recidivantes (que se repetem) pode
ser necessário repetir as injeções.

Administração para efeito local quadros dematológicos
(pele)

A dosagem pode ser de 20 a 60 mg do produto em injeção
local, se a lesão for extensa é possível dividir as doses em mais
de uma injeção para distribuir por toda lesão. Geralmente são
necessárias de uma a quatro aplicações, dependendo da evolução do
quadro.

Administração para efeito sistêmico via intramuscular
(dentro do músculo)

A dose depende da doença (gravidade) que está sendo tratada e da
resposta do paciente, sendo uma decisão exclusiva do médico. Se
houver necessidade de efeito prolongado pode-se repetir a injeção
semanalmente. Para crianças a dose deve ser decidida de acordo com
a gravidade da doença, mais do que seu peso e/ou idade.

Síndrome adrenogenital

40 mg a cada 2 semanas.

Artrite reumatoide (manutenção)

40 a 120 mg/semana intramuscular.

Doenças dermatológicas que necessitam de medicação
sistêmica

40 a 120 mg  a cada 1-4 semanas.

Dermatite aguda grave por plantas
irritantes

80 a 120 mg  (alívio em 8 a 12 horas).

Dermatite de contato crônica

Podem ser necessárias injeções repetidas a intervalos de 5 a 10
dias.

Dermatite seborreica

Uma dose semanal de 80 mg pode ser adequada para controlar a
afecção.

Asma

80 a 120 mg  (melhora em 6 a 48 horas, persistindo por
vários dias até 2 semanas).

Rinite alérgica (febre do feno)

80 a 120 mg (alívio da coriza em seis horas, persistindo por
vários dias até 3 semanas).

Administração intrarretal

Colite Ulcerativa

40 a 120 mg administrados como enemas de retenção (uma única
aplicação) ou por gotejamento contínuo, 3 a 7 vezes por semana, por
duas ou mais semanas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.


O que devo fazer quando eu me esquecer te
usar Depo-Medrol?

Depo-Medrol sempre será preparado e administrado por um
médico ou por um profissional de saúde especializado.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Depo-Medrol

O uso de Depo-Medrol intramuscular pode levar ao aparecimento de
depressões cutâneas. Essas depressões costumam desaparecer após
alguns meses e ocorrem mais frequentemente quanto maior a dose
injetada, por isso recomenda-se se ater às doses recomendadas.

O uso de corticosteroides pode

Mascarar os sinais e sintomas de infecção, assim como reduzir a
resistência às infecções; por isso o uso dessas medicações se
relaciona à possibilidade de quadros infecciosos de leves a graves,
inclusive fatais.

Prolongadamente levar ao aparecimento de cataratas subcapsulares
posteriores (opacificação do cristalino, que funciona como “lente”
do olho), glaucoma (aumento da pressão dentro do olho) e infecções
oculares. Essas medicações devem ser usadas com cuidado em
portadores de herpes simples ocular (infecção nos olhos pelo vírus
Herpes Simples) devido ao risco de perfuração da córnea.

Há relatos de aparecimento de Sarcoma de Kaposi (tumor dos vasos
linfáticos que atinge pele e mucosas) em pacientes em uso de
corticosteroides; essas lesões costumam desaparecer com a retirada
da medicação.

Sempre avise ao seu médico sobre todas as medicações que você
toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O médico precisa
avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou
da outra; isso se chama interação medicamentosa.

Crise de feocromocitoma (crise de pressão alta e sintomas
sugestivos de ataque de pânico), que pode ser fatal, foi relatada
após a administração de corticosteroides sistêmicos.
Corticosteroides só devem ser administrados em pacientes com
suspeita de feocromocitoma (tumor raro da glândula adrenal) ou
feocromocitoma identificado após uma avaliação apropriada de
risco/benefício.

Foi relatada a ocorrência de trombose (entupimento de uma veia),
incluindo tromboembolismo venoso (formação de coágulos sanguíneos
anormais nos vasos sanguíneos das pernas e nos pulmões), com o uso
de corticosteroides. Consequentemente, os corticosteroides devem
ser usados com cautela em pacientes que apresentam ou estão
predispostos a distúrbios tromboembólicos (entupimento de veias e
artérias por formação de coágulos).

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de
tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob
imunossupressão devem estar alertas quanto à possibilidade de
surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para
o diagnóstico precoce e tratamento.

Este medicamento pode causar
doping.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Reações Adversas do Depo-Medrol

As seguintes reações adversas foram relatadas com as
seguintes vias de administração contraindicadas:

Intratecal/epidural

Aracnoidite (inflamação de uma das partes da meninge, que é uma
membrana que recobre o cérebro), distúrbios gastrintestinais,
disfunção da bexiga, dor de cabeça, meningite (inflamação da
membrana que envolve o sistema nervoso, cérebro e medula),
paraparesia/paraplegia (alterações na sensibilidade na pele e
redução/ou não movimentação da parte inferior do corpo isto é, dos
membros inferiores), convulsões (contrações involuntárias de parte
dos músculos do corpo) e distúrbios sensitivos. A frequência dessas
reações adversas é desconhecida.

Infecções e infestações

Infecção oportunista (que acontecem por redução do funcionamento
do sistema de defesa), infecção, peritonite (inflamação da membrana
que reveste os órgãos dentro do abdômen – barriga; peritonite pode
ser o sinal ou sintoma primário de apresentação de um distúrbio
gastrintestinal, como perfuração, obstrução ou pancreatite),
infecção no local da injeção.

Distúrbios do sangue e sistema linfático

Leucocitose (aumento do numero de das “células” brancas no
sangue).

Distúrbios do sistema imunológico

Hipersensibilidade ao medicamento, reação anafilática (reação
alérgica grave), reação anafilactoide.

Distúrbios endócrinos

Cushingoide (semelhante à doença de Cushing que apresenta
inchaço generalizado, inclusive da face), hipopituitarismo (função
diminuída da hipófise, glândula que produz hormônio no cérebro),
síndrome de retirada de corticosteroides (sintomas que ocorrem após
a retirada súbita dos corticosteroides).

Distúrbios metabólicos e de nutrição

 Acidose metabólica, retenção de sódio, retenção de
fluidos, alcalose hipocalêmica (alteração do pH do sangue),
dislipidemia (aumento do colesterol), tolerância prejudicada à
glicose, aumento da necessidade de insulina (ou agentes
hiperglicêmicos orais em diabéticos), lipomatose (acúmulo
localizado de gordura), aumento do apetite (que pode resultar em
aumento de peso).

Distúrbios psiquiátricos

Distúrbio afetivo (incluindo humor depressivo, humor eufórico,
labilidade emocional, dependência ao medicamento, ideação suicida),
distúrbios psicóticos (incluindo mania, delírio, alucinações,
esquizofrenia), distúrbio mental, mudança de personalidade, estado
de confusão, ansiedade, oscilações de humor, comportamento anormal,
insônia, irritabilidade.

Distúrbios do sistema nervoso

Lipomatose epidural (acúmulo de gordura em região da medula
espinhal), aumento da pressão intracraniana, ou seja, dentro do
crânio (com papiloedema hipertensão intracraniana benigna),
convulsão, amnésia (perda de memória), distúrbios cognitivos,
tontura, cefaleia (dor de cabeça).

Distúrbios visuais

Coroidorretinopatia (alteração ocular), casos raros de cegueira
associada com terapia intralesão (dentro do olho) em torno do rosto
e cabeça, catarata, glaucoma (aumento da pressão dentro do olho),
exoftalmia (olho saltado, projetando-se para fora da órbita).

Distúrbios do ouvido e do labirinto

Vertigem.

Distúrbios cardíacos

Insuficiência cardíaca congestiva (incapacidade de o coração
bombear a quantidade adequada de sangue) em pacientes
suscetíveis.

Distúrbios vasculares

Trombose (entupimento de uma veia), hipertensão (pressão
arterial acima do normal), hipotensão (pressão abaixo do
normal).

Distúrbios respiratórios, torácicos e do
mediastino

Embolia pulmonar (entupimento de uma veia do pulmão por um
coágulo), soluços.

Distúrbios gastrintestinais

Úlcera péptica (com possível perfuração da úlcera péptica e
hemorragia da úlcera péptica), perfuração intestinal, hemorragia
gástrica (perda excessiva de sangue no estomago), pancreatite
(inflamação do pâncreas), esofagite ulcerativa (Inflamação do
esôfago com formação de úlceras), esofagite (inflamação do
esôfago), distensão abdominal, dor abdominal, diarreia, dispepsia
(dificuldade de digestão), náusea.

Distúrbios da pele e dos tecidos
subcutâneos

Angioedema (inchaço em mucosa), hirsutismo (aumento dos pelos
corporais), petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele),
equimoses (hematoma), atrofia da pele (afinamento da epiderme e
derme), eritema (vermelhidão), hiperidrose (suor excessivo),
estrias da pele, erupção cutânea, prurido (coceira), urticária,
acne hiperpigmentação da pele, hipopigmentação da pele.

Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos
conjuntivos

Fraqueza muscular, mialgia (dor muscular generalizada), miopatia
(doença muscular), atrofia muscular (afinamento muscular),
osteonecrose (morte do osso), fratura patológica (fratura não
causada por trauma), osteoporose (perda de massa óssea), artropatia
neuropática (doença articular), artralgia (dor articular), retardo
do crescimento.

Distúrbios do sistema reprodutivo e das
mamas

Menstruação irregular.

Distúrbios gerais e condições no local da
administração

Abscesso estéril (acúmulo de secreção e células mortas sem
infecção), cicatrização prejudicada, edema periférico (inchaço dos
pés e tornozelos), fadiga, mal estar, reação no local da
injeção.

Exames laboratoriais

Pressão intraocular aumentada, tolerância diminuída aos
carboidratos, potássio sanguíneo diminuído, cálcio na urina
aumentado, alanina aminotransferase aumentada, aspartato
aminotransferase aumentado, fosfatase alcalina sanguínea aumentada,
ureia sanguínea aumentada, equilíbrio de nitrogênio negativo
(devido ao catabolismo proteico), supressão de reações aos testes
cutâneos.

Lesões, intoxicações e complicações ligadas ao
procedimento

Fratura por compressão vertebral, ruptura de tendão.

Depo-Medrol não deve ser administrado por qualquer outra via
além daquelas listadas no item 1. Para que serve o
Depo-Medrol?.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

População Especial do Depo-Medrol

Gravidez e lactação

Depo-Medrol deve ser usado na gravidez apenas se
absolutamente necessário.

Os corticosteroides são excretados no leite humano. Informe ao
seu médico se estiver amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Pacientes com tuberculose latente ou prova de
tuberculina positiva (situações onde a bactéria causadora da
tuberculose está no organismo, mas não causa doença porque o
sistema de defesa impede)

Podem ter reativação da tuberculose durante o uso de
corticosteroides. Avise seu médico se você já teve tuberculose ou
se teve contato com essa doença.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Composição do Depo-Medrol

Cada mL de Depo-Medrol suspensão
injetável contém:

40 mg de acetato de metilprednisolona.

Excipientes:

macrogol, cloreto de sódio, cloreto de miristil-gama-picolínio,
hidróxido de sódioa, ácido clorídricoa e água para
injetáveis.

a = Para ajuste de pH.

Superdosagem do Depo-Medrol

Não há uma síndrome clínica de superdose aguda com Depo-Medrol.
Os relatos de toxicidade aguda e/ou morte após a superdose de
corticosteroides são raros. Em caso de superdose, nenhum antídoto
específico está disponível. O tratamento de eventual superdose é de
suporte e sintomático. A metilprednisolona é dialisável.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Depo-Medrol

A metilprednisolona é um substrato da enzima do citocromo P450
(CYP) sendo metabolizado principalmente pela enzima CYP3A. A CYP3A4
é a enzima dominante da subfamília CYP, mais abundante no fígado de
humanos adultos. Esta enzima catalisa a 6β-hidroxilação de
esteroides, o passo metabólico essencial da Fase 1 para ambos os
corticosteroides, endógenos e sintéticos. Muitos outros compostos
também são substratos da CYP3A4, alguns dos quais (bem como outras
drogas) mostraram alterar o metabolismo dos glicocorticoides por
indução (regulação crescente) ou inibição da enzima CYP3A4 (Tabela
1).

Inibidores da CYP3A4

Os medicamentos que inibem a atividade da CYP3A4 geralmente
diminuem o clearance hepático e aumentam a concentração
plasmática dos medicamentos que são substratos da CYP3A4, tal como
a metilprednisolona. Na presença de um inibidor CYP3A4, pode ser
necessário titular a dose de metilprednisolona para evitar a
toxicidade esteroide (Tabela 1).

Indutores CYP3A4

Os medicamentos que induzem a atividade CYP3A4 geralmente
aumentam o clearance hepático, resultando em concentração
plasmática diminuída de medicamentos que são substratos de CYP3A4.
A coadministração pode requerer o aumento da dose de
metilprednisolona para alcançar o resultado desejado (Tabela
1).

Substratos CYP3A4

Na presença de outro substrato CYP3A4, o clearance
hepático da metilprednisolona pode ser afetado, sendo requeridos
ajustes correspondentes da dose. É possível que os eventos adversos
associados ao uso de qualquer medicamento de forma isolada tenham
maiores probabilidades de ocorrer com a coadministração (Tabela
1).

Efeitos não CYP3A4 mediados

Outras interações e efeitos que ocorrem com a metilprednisolona
estão descritos na Tabela 1 abaixo. 

Tabela 1. Efeitos / interações importantes com
medicamentos ou substâncias com a metilprednisolona

Classe ou tipo de medicamento 

Medicamento ou substância

Interação ou efeito

Antibacteriano  Isoniazida Inibidor CYP3A4. Além
disso, existe um efeito potencial da metilprednisolona para o
aumento da taxa de acetilação e clearance de
isoniazida.
Antibiótico,
antituberculose
Rifampicina Indutor CYP3A4
Anticoagulantes
(oral)
  O efeito da
metilprednisolona sobre os anticoagulantes orais é variável. Há
relatos de efeitos reforçados, bem como diminuídos dos
anticoagulantes quando administrados concomitantemente com
corticosteroides. Portanto, os índices de coagulação devem ser
monitorados para manter os efeitos anticoagulantes desejados.
Anticonvulsivante Carbamazepina Indutor CYP3A4 (e
substrato)
Anticonvulsivantes Fenobarbital,
fenitoína
Indutores CYP3A4

Anticolinérgicos

Bloqueadores neuromusculares

Os corticosteroides podem influenciar o efeito dos
anticolinérgicos:

  1. Foi relatada miopatia aguda com o uso
    concomitante de altas doses de corticoides e anticolinérgicos, tais
    como medicamentos bloqueadores neuromusculares;
  2. O antagonismo dos efeitos bloqueadores
    neuromusculares de pancurónio e vecurónio foi relatado em pacientes
    que tomam corticosteroides. Esta interação pode ser esperada com
    todos os bloqueadores neuromusculares competitivos.
Anticolinesterásicos   Os esteroides podem
reduzir o efeito dos anticolinesterásicos sobre a miastenia
grave
Antidiabéticos   Como os corticosteroides
podem aumentar as concentrações de glicose no sangue, podem ser
necessários os ajustes de dose de agentes antidiabéticos.
Antiemético Aprepitanto,
fosaprepitanto
Inibidores CYP3A4 (e
substratos)
Antifúngico Itraconazol,
cetoconazol
Inibidor CYP3A4 (e
substrato)

Antivirais

Inibidores da protease
– HIV

Inibidor CYP3A4 (e substrato).

  1. Os inibidores de protease, tais como o
    indinavir e ritonavir, podem aumentar as concentrações plasmáticas
    de corticosteroides;
  2. Os corticosteroides podem induzir o
    metabolismo dos inibidores de protease do HIV, resultando em
    concentrações reduzidas de plasma.
Inibidor da
aromatase
Aminoglutetimida A supressão adrenal
induzida por aminoglutetimida pode intensificar as alterações
endócrinas causadas pelo tratamento prolongado com
glicocorticoides.
Bloqueador do canal de
cálcio
Diltiazem Inibidor CYP3A4 (e
substrato)

Contraceptivos (oral)

Etinilestradiol/Noretindrona

Inibidor CYP3A4 (e
substrato)
Suco de
grapefruit
  Inibidor CYP3A4
Imunossupressor Ciclosporina

Inibidor CYP3A4 (e substrato)

  1. A inibição mútua do metabolismo ocorre
    com o uso concomitante de ciclosprina e metilprednisolona, o que
    pode aumentar as concentrações plasmáticas de um ou de ambos os
    medicamentos. Portanto, é possível que os efeitos adversos
    associados ao uso de qualquer um dos medicamentos isoladamente
    ocorram com maior probabilidade após a coadministração.
  2. Foram relatadas convulsões com o uso
    concomitante de metilprednisolona e ciclosporina.
Imunossupressor Ciclofosfamida,
tacrolimo
Substrato CYP3A4
Macrolídeo
antibacteriano
Claritromicina,
eritromicina
Inibidor CYP3A4 (e
substrato)
Macrolídeo
antibacteriano
Troleandomicina Inibidor CYP3A4
AINE’S (medicamentos
anti-inflamatórios não esteroides)
Alta-dose ácido
acetilsalicílico

Pode haver aumento da incidência de hemorragia gastrintestinal e
ulceração quando os corticosteroides são administrados com
AINEs.

A metilprednisolona pode aumentar o clearance de altas
doses de ácido acetilsalicílico, o que pode levar a uma diminuição
dos níveis séricos de salicilato. A interrupção do tratamento com
metilprednisolona pode levar a um aumento dos níveis séricos de
salicilato, o que poderá conduzir ao aumento do risco de toxicidade
com salicilato.

Agentes depletores de
potássio
  Quando os
corticosteroides são administrados concomitantemente com agentes
depletores de potássio (ou seja, diuréticos), os pacientes devem
ser observados cuidadosamente quanto ao desenvolvimento de
hipocalemia. Também há risco aumentado de hipocalemia com o uso
concomitante de corticosteroides com anfotericina B, xantenos ou
beta-2 agonistas.

Ação da Substância Depo-Medrol

Resultados de eficácia

Acetato de Metilprednisolona (substância ativa) mostrou-se
eficaz no tratamento da artrite reumatoide, inclusive da forma
juvenil e da artrite idiopática.

A metilprednisolona administrada em pulsos intravenosos foi
demonstrado ser efetivo no tratamento da artrite reumatoide,
incluindo a artrite juvenil idiopática.

Alguns estudos demonstraram que este tratamento pode trazer
grande benefício quando administrado com uma droga
antirreumatológica modificadora da doença (disease-modifying
antirheumatic drug:
DMARD), embora outros estudos tenham
demonstrado que a adição de metilprednisolona à uma terapia já
existente não teve efeito benéfico extra.

Uma baixa dose comparativamente de 100 mg foi demonstrada ser
tão efetiva quanto 1g, em um estudo.

Doses mensais de metilprednisolona por injeção intramuscular
também foram efetivas como terapia adjunta.

Um estudo preliminar em crianças encontrou que pulsos
intravenosos de metilprednisolona 30 mg/kg são efetivos no
tratamento da artrite juvenil idiopática.

Pulsos intravenosos de metilprednisolona imunossuprimem
pacientes com lesões de órgãos ou ameaça a vida devido ao Lúpus
eritematoso sistêmico.

Acetato de Metilprednisolona (substância ativa) apresentou
eficácia no tratamento das manifestações clínicas do lúpus
eritematoso sistêmico.

Acetato de Metilprednisolona (substância ativa) mostrou eficácia
no tratamento de distúrbios hematológicos, tais como: aplasia de
células vermelhas, hemangioma e síndrome de Kasabch-Merritt.

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas

A metilprednisolona é um potente anti-inflamatório
esteroide.

Tem maior potência anti-inflamatória do que prednisolona e menos
tendência do que prednisolona para induzir a retenção de sódio e
água.

Propriedades farmacocinéticas

Absorção

Um estudo realizado internamente com oito voluntários determinou
a farmacocinética de uma dose única de 40 mg por via intramuscular
de Acetato de Metilprednisolona (substância ativa).

A média das concentrações plasmáticas individuais de pico foi de
14,8 ± 8,6 ng/mL, a média dos tempos individuais de pico foi de
7,25 ± 1,04 horas, e a média da área sob a curva (AUC) foi de
1354,2 ± 424,1 ng/mL x horas (Dia 1-21).

Distribuição

A metilprednisolona é distribuída amplamente nos tecidos,
atravessa a barreira hematoencefálica e é também excretada no leite
materno. Seu volume aparente de distribuição é de aproximadamente
1,4 L/kg. A ligação de metilprednisolona às proteínas plasmáticas
em humanos é de aproximadamente 77%.

Metabolismo

Em humanos, a metilprednisolona é metabolizada no fígado para
metabolitos inativos, os mais importantes são
20α-hidroximetilprednisolona e 20β-hidroximetilprednisolona. O
metabolismo no fígado ocorre principalmente através da enzima
CYP3A4.

A metilprednisolona, como muitos substratos da CYP3A4, também
pode ser um substrato para a glicoproteína-P, uma proteína
transportadora “fitas” de ligação de ATP, influenciando a
distribuição nos tecidos e as interações com outros
medicamentos.

Eliminação

A meia-vida de eliminação média para a metilprednisolona total
está na faixa de 1,8 a 5,2 horas. Seu clearance total é de
aproximadamente 5 a 6 mL/min/kg.

Dados de segurança pré-clínicos

Não foram identificados riscos inesperados com base nos estudos
convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de doses
repetidas.

As toxicidades observadas nos estudos de dose repetida são
aquelas cuja ocorrência é esperada com a exposição contínua a
esteroides adrenocorticais exógenos.

Potencial Carcinogênico

A metilprednisolona não foi formalmente avaliada em estudos de
carcinogenicidade em roedores.

Resultados variáveis vêm sendo obtidos com outros
glicocorticoides testados para a carcinogenicidade em camundongos e
ratos.

No entanto, após a administração oral com água filtrada a ratos
machos, os dados publicados indicam que vários glicocorticoides
relacionados, incluindo a budesonida, prednisolona e acetonido de
triamcinolona podem aumentar a incidência de adenomas e carcinomas
hepatocelulares.

Esses efeitos tumorigênicos ocorerram em doses menores que as
doses clínicas típicas na base de mg/m2.

Potencial Mutagênico

A metilprednisolona não foi formalmente avaliada para
genotoxicidade.

No entanto o sulfonato de metilprednisolona, que é
estruturalmente semelhante à metilprednisolona, não foi mutagênico
com ou sem ativação metabólica em Salmonela typhimurium a
250 até 2.000 µg/placa, ou em um ensaio de mutação genética e
células de mamíferos, usando células de ovário de hamster chinês a
2.000 até 10.000 µg/mL.

O suleptanato de metilprednisolona não induziu o DNA sintético
em hepatócitos primários de ratos a 5 ate 1.000 µg/mL. Além disso,
uma análise de dados publicados indica que a farnesilato de
prednisolona (PNF), o qual a estrutura molecular é similar a
metilprednisolona, não foi mutagênico com ou sem ativação
metabólica em Salmonella typhimurium e de Echerichia
coli
a 321 até 5.000 µ/placa.

Numa linha de células de fibroblastos de hamster chinês, a
FNP produziu um leve aumento na incidência de aberrações
cromossômicas estruturais com ativação metabólica na maior
concentração testada 1.500 µg/mL.

Toxicidade reprodutiva

Os corticosteroides demonstraram reduzir a fertilidade quando
administrados a ratos. Ratos machos foram administrados com doses
de corticosterona de 0, 10 e 25 mg/kg/dia, por injeção subcutânea
uma vez por dia por 6 semanas e acasalaram fêmeas não tratadas.

A dose mais elevada foi reduzida para 20 mg/kg/dia depois de 15
dias. Foram observadas diminuições tampões copulatórios, os quais
podem ser secundária à diminuição do peso dos órgãos
acessórios.

Os números de implantação e fetos vivos foram reduzidos.

Os corticosteroides mostraram ser teratogênicos em diversas
espécies ao serem ministrados em dosagens equivalentes às dosagens
humanas.

Em estudos sobre a reprodução animal, os glicocorticoides (como
a metilprednisolona) demonstraram o aumento do incidente de
malformações (fissuras palatinas, malformações ósseas), letalidade
embrionária fetal (por exemplo, aumento da reabsorção) e retardo do
crescimento intrauterino.

Cuidados de Armazenamento do Depo-Medrol

Depo-Medrol deve ser conservado em temperatura ambiente
(entre 15 e 30°C), protegido da luz. Este produto não é apropriado
para doses múltiplas. Após administração da dose desejada, qualquer
suspensão remanescente deve ser descartada.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Características do produto

Suspensão branca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Dizeres Legais do Depo-Medrol

MS – 1.0216.0126

Farmacêutica Responsável:

Carolina C. S. Rizoli
CRF-SP Nº 27071.

Registrado por:

Laboratórios Pfizer Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
CEP 06696-000 – Itapevi – SP
CNPJ nº 46.070.868/0036-99

Fabricado e Embalado por:

Pfizer Manufacturing Belgium NV
Puurs – Bélgica

Importado por:

Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 32,5
CEP 06696-000 – Itapevi – SP

Venda sob prescrição médica.

Depo-Medrol, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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