Ciclofemme Bula

Ciclofemme

Como o Ciclofemme funciona?


Ciclofemme é um contraceptivo oral que combina 2 hormônios, o
etinilestradiol e o levonorgestrel. Os contraceptivos orais
combinados, que possuem 2 hormônios em sua composição, suprimem as
gonadotrofinas, ou seja, inibem os estímulos hormonais que levam à
ovulação, o que leva à contracepção.

Contraindicação do Ciclofemme

Ciclofemme não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com
suspeita de gravidez, ou ainda por mulheres que estejam
amamentando.

Ciclofemme não deve ser utilizado por mulheres com
hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes de
Ciclofemme.

Ciclofemme não deve ser utilizado por mulheres que
apresentem qualquer uma das seguintes condições:

História anterior ou atual de trombose venosa profunda
(obstrução de uma veia); história anterior ou atual de
tromboembolismo (obstrução de um ou mais vasos sanguíneos por
coágulo); doença vascular cerebral (“derrame”) ou arterial
coronariana; valvulopatias trombogênicas (alteração cardíaca que
leva à formação de coágulos); distúrbios do ritmo cardíaco
trombogênico (alteração do ritmo do coração que leva à formação de
coágulos), trombofilias hereditárias ou adquiridas (distúrbios da
coagulação com formação de coágulos); dor de cabeça com sintomas
neurológicos tais como aura (sensações que antecedem crises de
enxaqueca, que podem ser alterações na visão, formigamentos no
corpo ou diminuição de força); diabetes com comprometimento da
circulação; hipertensão (pressão alta) não controlada; câncer de
mama ou outra neoplasia dependente do hormônio estrogênio conhecido
ou suspeito; tumores do fígado, ou doença do fígado ativa, desde
que a função hepática não tenha retornado ao normal; sangramento
vaginal sem causa determinada; história anterior ou atual de
pancreatite associada à hipertrigliceridemia severa (inflamação do
pâncreas com aumento dos níveis de triglicerídeos no sangue). Os
contraceptivos orais combinados são contraindicados para o uso
concomitante com certos medicamentos antivirais contra o vírus
da hepatite C (HCV), como ombistavir, paritaprevir, ritonavir e
dasabuvir.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.

Este medicamento causa malformação ao bebê durante a
gravidez.

Este medicamento é contraindicado para uso por
homens.

Atenção: este medicamento contém Açúcar, portanto deve
ser utilizado com cautela em portadores de Diabetes.

Como usar o Ciclofemme

Os comprimidos devem ser tomados diariamente no mesmo horário e
na ordem indicada na embalagem. Tomar um comprimido diariamente por
21 dias consecutivos, seguido de um intervalo de 7 dias sem a
ingestão de comprimidos. A embalagem seguinte deve ser iniciada
após o intervalo de 7 dias sem a ingestão de comprimidos, ou seja,
no 8° dia após o término da embalagem anterior. Após 2-3 dias do
último comprimido de Ciclofemme ter sido tomado, inicia-se, em
geral, a menstruação que pode não cessar antes do início da
embalagem seguinte.

Como começar a tomar Ciclofemme

Sem uso anterior de contraceptivo hormonal no mês
anterior

O primeiro comprimido de Ciclofemme deve ser tomado no 1º dia do
ciclo natural (ou seja, o primeiro dia de sangramento menstrual).
Pode-se iniciar o tratamento com Ciclofemme entre o 2º e o 7º dia
do ciclo menstrual, mas recomenda-se a utilização de método
contraceptivo não hormonal (como preservativo e espermicida) nos
primeiros 7 dias de administração de Ciclofemme.

Quando se passa a usar Ciclofemme no lugar de outro
contraceptivo oral

Preferencialmente, deve-se começar a tomar Ciclofemme no dia
seguinte ao último comprimido ativo do contraceptivo oral combinado
(com 2 hormônios) anterior ter sido ingerido, mas não mais tarde do
que no dia após o intervalo sem comprimidos ou após a ingestão do
último comprimido inativo (sem efeito) do contraceptivo oral
combinado anterior.

Quando se passa a usar Ciclofemme no lugar de outro
método com apenas progestogênio (minipílulas, implante,
dispositivos intrauterinos [DIU], injetáveis)

Pode-se interromper o uso da minipílula em qualquer dia e
deve-se começar a tomar Ciclofemme no dia seguinte. Deve-se iniciar
o uso de Ciclofemme no mesmo dia da remoção do implante de
progestogênio ou remoção do DIU. O uso de Ciclofemme deve ser
iniciado na data em que a próxima injeção está programada.

Em cada uma dessas situações, a paciente deve ser orientada a
utilizar outro método não hormonal de contracepção durante os 7
primeiros dias de administração de Ciclofemme.

Após aborto no primeiro trimestre

Pode-se começar a tomar Ciclofemme imediatamente. Não são
necessários outros métodos contraceptivos.

Pós-parto

Como o pós-parto imediato está associado ao aumento do risco de
tromboembolismo (obstrução de um ou mais vaso sanguíneos por
coágulo), o tratamento com Ciclofemme não deve começar antes do 28°
dia após o parto em mães não lactantes (que não estão amamentando)
ou após aborto no segundo trimestre. Deve-se orientar a paciente a
utilizar outro método não hormonal de contracepção durante os 7
primeiros dias de administração de Ciclofemme. Entretanto, se já
tiver ocorrido relação sexual, a possibilidade de gravidez antes do
início da utilização de Ciclofemme deve ser descartada ou deve-se
esperar pelo primeiro período menstrual espontâneo.

Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia

No caso de vômito e/ou diarreia no período de 4 horas após a
ingestão do comprimido, a absorção pode ser incompleta. Neste caso,
um comprimido extra, de uma outra cartela, deve ser tomada.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou
mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
o Ciclofemme?


A proteção contraceptiva pode ser reduzida se a paciente
esquecer-se de tomar algum comprimido de Ciclofemme e,
particularmente, se o esquecimento ultrapassar o intervalo livre
sem comprimidos.

Recomenda-se consultar seu médico:

  • Se a paciente esquecer-se de tomar um comprimido de Ciclofemme
    e lembrar dentro de até 12 horas da dose usual, deve-se ingeri-lo
    tão logo se lembre. Os comprimidos seguintes devem ser tomados no
    horário habitual.
  • Se a paciente esquecer-se de tomar um comprimido de Ciclofemme
    e lembrar mais de 12 horas após a dose usual ou se tiverem sido
    esquecidos dois ou mais comprimidos, a proteção contraceptiva pode
    estar reduzida. O último comprimido esquecido deve ser tomado tão
    logo se lembre, o que pode resultar na tomada de dois comprimidos
    no mesmo dia. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no
    horário habitual. Um método contraceptivo não hormonal deve ser
    usado nos próximos 7 dias.
  • Se a paciente tomar o último comprimido ativo antes do fim do
    período de 7 dias no qual o uso de um método contraceptivo não
    hormonal é necessário, a próxima embalagem deve ser iniciada
    imediatamente; portanto, não deve haver intervalo sem comprimidos
    entre as embalagens. Isto previne um intervalo prolongado entre os
    comprimidos, reduzindo, portanto, o risco de uma ovulação de
    escape. É improvável que ocorra hemorragia por supressão até que
    todos os comprimidos da nova embalagem sejam tomados, embora a
    paciente possa apresentar sangramento de escape nos dias em que
    estiver ingerindo os comprimidos. Se a paciente não tiver
    hemorragia por supressão após a ingestão de todos os comprimidos da
    nova embalagem, a possibilidade de gravidez deve ser descartada
    antes de se retomar a ingestão dos comprimidos.

Proteção contraceptiva adicional

Quando for necessária a utilização de proteção contraceptiva
adicional, utilize métodos contraceptivos de barreira (por exemplo:
diafragma ou preservativo). Não utilize os métodos da tabelinha ou
da temperatura como proteção contraceptiva adicional, pois os
contraceptivos orais modificam o ciclo menstrual, tais como as
variações de temperatura e do muco cervical.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Ciclofemme

O uso de contraceptivos orais combinados deve ser feito com
acompanhamento médico. Intolerância à glicose tem sido relatada em
usuárias de contraceptivos orais combinados. Por isso, pacientes
com intolerância à glicose ou diabetes mellitus devem ser
acompanhadas criteriosamente enquanto estiverem recebendo
contraceptivos orais combinados.

Uma pequena parcela das usuárias de contraceptivos orais
combinados pode apresentar alterações lipídicas (alteração dos
níveis de colesterol). Hipertrigliceridemia (aumento dos
triglicerídeos) persistente pode ocorrer em uma pequena parcela das
usuárias de contraceptivos orais combinados. Elevações de
triglicérides plasmáticos em usuárias de contraceptivos orais
combinados podem resultar em pancreatite (inflamação do pâncreas) e
outras complicações. Mulheres em tratamento para dislipidemias
devem ser rigorosamente monitoradas se optarem pelo uso de
contraceptivos orais combinados. Algumas mulheres podem não
apresentar menstruação durante o intervalo sem comprimidos. Se o
contraceptivo oral combinado não foi utilizado de acordo com as
orientações antes da menstruação ou se não ocorrer duas
menstruações consecutivas, deve-se interromper o uso e utilizar um
método contraceptivo não hormonal de controle da natalidade até que
a possibilidade de gravidez seja excluída.

Pode ocorrer sangramento de escape em mulheres em tratamento com
contraceptivos orais combinados, sobretudo nos primeiros três meses
de uso. Se esse tipo de sangramento persistir ou recorrer, o médico
deve ser informado. Caso alguma destas alterações ocorra, o médico
deve ser informado.

Mulheres utilizando contraceptivos orais combinados com história
de depressão devem ser observadas criteriosamente e o medicamento
deve ser suspenso se a depressão reaparecer com gravidade. As
pacientes que ficarem significantemente deprimidas durante o
tratamento com contraceptivos orais combinados devem interromper o
uso do medicamento e utilizar um método contraceptivo alternativo,
na tentativa de determinar se o sintoma está relacionado ao
medicamento.

Este produto não protege contra infecção por HIV (AIDS)
ou outras doenças sexualmente transmissíveis.

Diarreia e/ou vômitos podem reduzir a absorção do hormônio,
resultando na diminuição das concentrações séricas (no sangue).
Orientação em caso de vômitos e/ou diarreia.

Advertências do Ciclofemme


Fumar aumenta o risco de efeitos colaterais cardiovasculares
graves decorrentes do uso de contraceptivos orais combinados. Este
risco aumenta com a idade e com a intensidade do consumo de
cigarros e é bastante acentuado em mulheres com mais de 35 anos de
idade. Mulheres que tomam contraceptivos orais combinados devem ser
firmemente aconselhadas a não fumar.

Tromboembolismo e trombose venosa e
arterial

O uso de contraceptivos orais combinados está associado a
aumento do risco de eventos tromboembólicos (formação e
eliminação de coágulos nos vasos sanguíneos) e trombóticos
(obstrução de uma veia ou artéria). Entre os eventos relatados
estão trombose venosa profunda (obstrução de uma veia por um
coágulo); embolia pulmonar (obstrução de uma veia do pulmão por um
coágulo), infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais
(conhecido como derrame), ataque isquêmico transitório (paciente
apresenta sintomas de derrame que duram menos de 24 horas).

O risco para tais eventos é ainda maior em mulheres com
condições predisponentes para tromboembolismo e trombose
venosos.

A seguir, exemplos de condições predisponentes para
tromboembolismo e trombose venosa e arterial:

  • Obesidade;
  • Cirurgia ou trauma com maior risco de trombose;
  • Parto recente ou aborto no segundo trimestre;
  • Imobilização prolongada;
  • Idade avançada;
  • Tabagismo, fumo;
  • Hipertensão (pressão alta);
  • Dislipidemias (aumento do colesterol no sangue).

O risco de acidente vascular cerebral (“derrame”) pode ser maior
em usuárias de contraceptivo oral combinado que sofrem de enxaqueca
(particularmente enxaqueca com aura, sensações ou mal estar que
antecedem crises de enxaqueca).

Lesões oculares

Houve relatos de casos de trombose vascular retiniana (obstrução
de um vaso do olho) com o uso de contraceptivos orais combinados,
que podem resultar em perda total ou parcial da visão. Se houver
sinais ou sintomas de alterações visuais, início de proptose (olho
saltado para fora) ou diplopia (visão dupla), papiledema (edema,
inchaço, do nervo do olho) ou lesões vasculares retinianas (dos
vasos da retina), deve-se interromper o uso dos contraceptivos
orais combinados e avaliar imediatamente a causa.

Pressão arterial

Aumento da pressão arterial tem sido relatado em mulheres em uso
de contraceptivos orais combinados.

Em mulheres com hipertensão (pressão alta), histórico de
hipertensão ou doenças relacionadas à hipertensão (incluindo
algumas doenças renais), pode ser preferível utilizar outro método
de controle da natalidade.

Se contraceptivos orais combinados forem usados nestes casos, um
acompanhamento rigoroso deve ser feito, caso ocorra aumento
significativo da pressão arterial, deve-se interromper o uso do
contraceptivo oral combinado. Aumento da pressão arterial associado
ao uso de contraceptivo oral combinado, geralmente retorna aos
valores basais (normais) com a interrupção do uso.

O uso de contraceptivo oral combinado é contraindicado em
mulheres com hipertensão não controlada.

Câncer dos órgãos reprodutores

Câncer de colo de útero

O fator de risco mais importante para o câncer cervical, de colo
de útero, é a infecção pelo papiloma vírus humano. Alguns estudos
sugerem que o uso de contraceptivo oral combinado pode estar
associado ao aumento do risco de câncer de colo de útero em algumas
populações de mulheres. No entanto, ainda há controvérsia sobre o
grau em que essas descobertas podem estar relacionadas a diferenças
de comportamento sexual e outros fatores. Nos casos de sangramento
genital anormal não diagnosticado, estão indicadas medidas
diagnósticas adequadas.

Câncer de mama

Os fatores de risco estabelecidos para o desenvolvimento do
câncer de mama incluem aumento da idade, histórico familiar,
obesidade, mulheres que nunca tiveram filhos e idade tardia para a
primeira gravidez. Um estudo mostrou que o risco de diagnóstico de
câncer de mama foi ligeiramente maior em mulheres que utilizaram
contraceptivos orais combinados do que nas que nunca utilizaram. O
aumento do risco desaparece gradualmente no transcorrer de 10 anos
após a interrupção do uso de contraceptivos orais combinados. O
padrão observado de aumento do risco de diagnóstico de câncer de
mama pode ser consequência da detecção mais precoce desse câncer em
usuárias de contraceptivos orais combinados, dos efeitos biológicos
dos contraceptivos orais combinados ou uma combinação de ambos.

Neoplasia hepática/doença hepática/hepatite
C

Os tumores (câncer) hepáticos, em casos extremamente raros,
podem estar associados ao uso de contraceptivo oral combinado. O
risco parece aumentar com o tempo de uso do contraceptivo oral
combinado.

Mulheres com história de colestase (doença que compromete a
produção da bile, o fígado e a vesícula biliar) relacionada ao
contraceptivo oral combinado, e as que desenvolveram colestase
durante a gravidez são mais propensas a apresentar essa condição,
colestase com o uso de contraceptivo oral combinado. Essas
pacientes que usam contraceptivo oral combinado devem ser
rigorosamente monitoradas, e o uso de contraceptivo oral combinado
deve ser interrompido se a colestase recorrer.

Foi relatada lesão das células do fígado com o uso de
contraceptivos orais combinados. A identificação precoce da lesão
associada ao uso de contraceptivo oral combinado pode reduzir a
gravidade do quadro quando o contraceptivo oral combinado é
descontinuado. Se a lesão for diagnosticada, a paciente deve
interromper o uso do contraceptivo oral combinado, utilizar um
método de controle da natalidade não hormonal e consultar seu
médico. Durante os ensaios clínicos com paciente tratados para
infecções por HCV com os medicamentos contendo
ombitasvir/paritapevir/ritonavir e dasabuvir com ou sem ribavirina,
elevações de transaminases (ALT) maiores que 5 vezes o limite
superior do normal (LSN) ocorreram significativamente com mais
frequência em mulheres que utilizaram medicamentos contendo
etinilestradiol, como contraceptivos orais combinados.

Enxaqueca/Cefaleia

Início ou piora de enxaqueca, ou desenvolvimento de cefaleia
(dor de cabeça) com padrão novo que seja recorrente, persistente ou
grave requer a descontinuação do contraceptivo oral combinado e
avaliação da causa. Mulheres que sofrem de enxaqueca,
particularmente enxaqueca com aura (sensações ou mal estar que
antecedem crises de enxaqueca), que fazem uso de contraceptivos
orais combinados podem ter um risco aumentado de “derrame”.

Imune

Angioedema (edema, inchaço generalizado)

Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas
de angiodema (inchaço de todas as partes do corpo, podendo incluir
as vias aéreas), particularmente em mulheres com angioedema
hereditário.

Atenção: Este medicamento contém Açúcar, portanto deve
ser utilizado com cautela em portadores de Diabetes.

Reações Adversas do Ciclofemme

O uso de contraceptivos orais combinados tem sido
associado ao aumento dos seguintes riscos:

  • Eventos tromboembólicos (formação e eliminação de coágulos nos
    vasos sanguíneos) e trombóticos (obstrução) arteriais e venosos,
    incluindo infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral
    (“derrame”), ataque isquêmico transitório (sintomas do derrame,
    porém com regressão em 24 horas), trombose venosa (obstrução de uma
    veia) e embolia pulmonar (obstrução de um vaso pulmonar por
    coágulo);
  • Câncer de colo de útero;
  • Câncer de mama;
  • Tumores hepáticos (do fígado) benignos (por exemplo:
    hiperplasia nodular focal, adenoma hepático).

As reações adversas estão relacionadas de acordo com sua
frequência

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes
que utilizam este medicamento):

Cefaleia (dor de cabeça), incluindo enxaqueca, sangramento de
escape.

Reação comum (ocorre ente 1% e 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento):

Vaginite (inflamação na vagina), incluindo candidíase (infecção
causada pelo fungo Candida); alterações de humor, incluindo
depressão, alterações de libido, nervosismo, tontura, náuseas
(enjoo), vômitos, dor abdominal, acne, dor das mamas, aumento da
sensibilidade das mamas, aumento do volume mamário, saída de
secreção das mamas, dismenorreia (cólica menstrual), alteração do
fluxo menstrual, alteração da secreção e ectrópio cervical
(alteração do epitélio do colo do útero), amenorreia (falta da
menstruação), retenção hídrica/edema (inchaço), alterações de peso
(ganho ou perda).

Reação incomum (ocorre ente 0,1% e 1% dos pacientes que
utilizam este medicamento):

Alterações de apetite (aumento ou diminuição), cólicas
abdominais, distensão (aumento do volume abdominal), erupções
cutâneas (lesão na pele), cloasma/melasma (manchas escuras na pele
do rosto), que pode persistir; hirsutismo (aumento dos pelos),
alopecia (perda de cabelo), aumento da pressão arterial, alterações
nos níveis séricos de lipídios, incluindo hipertrigliceridemia
(aumento dos triglicerídeos).

Reação rara (ocorre ente 0,01% e 0,1% dos pacientes que
utilizam este medicamento):

Reações anafiláticas/anafilactoides (reações alérgicas graves),
incluindo casos muito raros de urticária (alergia da pele),
angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa,
geralmente de origem alérgica) e reações graves com sintomas
respiratórios e circulatórios, intolerância à glicose (aumento das
taxas de açúcar no sangue), intolerância à lentes de contato,
icterícia colestática (coloração amarelada da pele e mucosas por
acúmulo de pigmentos biliares, devido à obstrução), eritema nodoso
(nódulos [protuberâncias] subcutâneos vermelhos e dolorosos),
diminuição dos níveis séricos de folato***.

Reação muito rara (ocorre com menos de 0,01% dos
pacientes que utilizam este medicamento):

Carcinomas hepatocelulares (câncer de fígado), exacerbação do
lúpus eritematoso sistêmico, exacerbação da porfiria, exacerbação
da coreia, neurite óptica* (inflamação do nervo do olho), trombose
vascular retiniana (obstrução de um vaso da retina), piora das
varizes, pancreatite (inflamação no pâncreas), colite isquêmica
(inflamação do intestino grosso ou cólon por falta de oxigenação),
doença biliar, incluindo cálculos biliares** (cálculo na vesícula
biliar), eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e/ou
ulcerações pelo corpo), síndrome hemolítico-urêmica (síndrome
caracterizada por anemia, diminuição do número de plaquetas e
prejuízo na função renal entre outras alterações).

Reações adversas cuja frequência é
desconhecida:

Doença inflamatória intestinal (Doença de Crohn, colite
ulcerativa), lesão hepatocelular (por exemplo: hepatite, função
anormal do fígado).

*A neurite óptica (inflamação de um nervo do olho) pode resultar
em perda parcial ou total da visão.
** Os contraceptivos orais combinados podem piorar doenças biliares
preexistentes e podem acelerar o desenvolvimento dessa doença em
mulheres que anteriormente não tinham estes sintomas.
*** Pode haver diminuição dos níveis séricos de folato com o
tratamento com contraceptivo oral combinado. Isso pode ser
clinicamente significativo se a mulher engravidar logo após
descontinuar os contraceptivos orais combinados.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

População Especial do Ciclofemme

Gravidez

Se ocorrer gravidez durante o tratamento com contraceptivo oral
combinado, as próximas administrações devem ser interrompidas. Não
há evidências conclusivas de que o estrogênio e o progestogênio
contidos no contraceptivo oral combinado prejudicarão o
desenvolvimento do bebê se houver concepção acidental durante seu
uso.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou
que possam ficar grávidas durante o tratamento.

Este medicamento causa malformação ao bebê durante a
gravidez.

Lactação

Pequenas quantidades de contraceptivos hormonais e/ou
metabólitos foram identificadas no leite materno e poucos efeitos
adversos foram relatados em lactentes, incluindo icterícia (cor
amarelada da pele) e aumento das mamas. A lactação pode ser afetada
pelos contraceptivos orais combinados, pois contraceptivos orais
combinados podem reduzir a quantidade e alterar a composição do
leite materno. Em geral, não deve ser recomendado o uso de
contraceptivos orais combinados até que a lactante tenha deixado
totalmente de amamentar a criança.

Composição do Ciclofemme

Cada comprimido revestido de Ciclofemme
contém:

Levonorgestrel

0,15 mg

Etinilestradiol

0,03 mg

Excipientes q.s.p.

1 comprimido revestido

Excipientes: 

lactose monoidratada, amido, crospovidona, dióxido de silício,
estearato de magnésio, água purificada, carbonato de cálcio, cera
de carnaúba, corante óxido de ferro amarelo, dióxido de titânio,
glicerol, macrogol, povidona, sacarose e talco.

Apresentação do Ciclofemme


Comprimido revestido (0,15 mg + 0,03 mg)

  • Embalagens contendo 1ou 3 blisters com 21 comprimidos
    cada.
  • Embalagem contendo 50 blisters com 21 comprimidos cada.

Uso oral.

Uso adulto. 

Medicamento similar equivalente ao medicamento de
referência.

Superdosagem do Ciclofemme

Os sintomas da superdose com contraceptivos orais em
adultos e crianças podem incluir:

Náusea, vômito, sensibilidade nas mamas, tontura, dor abdominal,
sonolência/fadiga. Hemorragia por supressão pode ocorrer em
mulheres.

Não há antídoto específico e, se necessário, a superdose é
tratada sintomaticamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Ciclofemme

Alguns medicamentos podem reduzir a eficácia dos contraceptivos
orais quando tomados ao mesmo tempo. Interações entre
etinilestradiol (um dos hormônios presentes no Ciclofemme) e outras
substâncias podem diminuir ou aumentar as concentrações séricas (no
sangue) de etinilestradiol. O uso concomitante com os medicamentos
contendo ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir, com ou sem
ribavirina, pode aumentar o risco de elevações de ALT. Portanto as
usuárias de contraceptivos orais combinados devem mudar somente
para um método contraceptivo alternativo (por exemplo, métodos
contraceptivos somente com progestagênio ou não hormonais) antes de
iniciar a terapia com medicamentos antivirais de HCV, como
ombitasvir, paritaprevir, ritonavir, dasabuvir. Os contraceptivos
orais combinados podem ser reiniciados 2 semanas após a conclusão
do tratamento com um medicamento antiviral HCV.

Concentrações séricas (no sangue) mais baixas de etinilestradiol
podem causar maior incidência de sangramento de escape e
irregularidades menstruais e, possivelmente, podem reduzir a
eficácia do contraceptivo oral combinado. Durante o uso
concomitante de produtos com etinilestradiol e substâncias que
podem diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol,
recomenda-se que um método anticoncepcional não hormonal (como
preservativos e espermicida) seja utilizado além da ingestão
regular de Ciclofemme. No caso de uso prolongado dessas
substâncias, os contraceptivos orais combinados não devem ser
considerados os contraceptivos primários (principal).

Após a descontinuação das substâncias que podem diminuir as
concentrações séricas de etinilestradiol, recomenda-se o uso de um
método anticoncepcional não hormonal por, no mínimo, 7 dias. Em
alguns casos é necessário o uso por um tempo mais prolongado do
método anticoncepcional não hormonal, deste modo converse com o seu
médico para que ele possa avaliar possíveis interações com outros
medicamentos e/ou substâncias.

A seguir, alguns exemplos das substâncias que podem
diminuir as concentrações séricas de etinilestradiol:

  • Qualquer substância que reduza o tempo do trânsito
    gastrintestinal e, portanto, a absorção do etinilestradiol;
  • Medicamentos como rifampicina (medicamento usado para
    tratamento de tuberculose), rifabutina, barbitúricos (medicamentos
    utilizados em anestesias), fenilbutazona, fenitoína
    (antiepiléptico), dexametasona, griseofulvina (medicamento
    antifúngico, para tratamento de micoses), topiramato
    (antiepiléptico), modafinila (medicamento usado no tratamento de
    distúrbios do sono);
  • Hypericum perforatum, também conhecido como erva de
    São João, e ritonavir (antiviral);

A seguir, alguns exemplos de substâncias que podem
aumentar as concentrações séricas de etinilestradiol:

  • Atorvastatina (medicamento para colesterol);
  • Ácido ascórbico (vitamina C) e o paracetamol
    (acetaminofeno);
  • Indinavir (antiviral), fluconazol (antifúngico) e
    troleandomicina (antibiótico).

A troleandomicina pode aumentar o risco de colestase
intra-hepática (parada ou dificuldade da eliminação da bile)
durante a administração concomitante com contraceptivos orais
combinados.

O etinilestradiol pode interferir no metabolismo de outras
drogas podendo aumentar as concentrações plasmáticas e teciduais
(por exemplo: ciclosporina, teofilina, corticosteroides) ou
diminuir (por exemplo: lamotrigina). Em pacientes tratados com a
flunarizina (medicamento para vertigem), relatou-se que o uso de
contraceptivos orais aumenta o risco de galactorreia (surgimento de
leite nas mamas fora do período de amamentação). Houve relatos de
gravidez quando os contraceptivos orais combinados foram
coadministrados com certos antibióticos (por exemplo, ampicilina,
outras penicilinas e tetraciclinas). As bulas dos medicamentos
concomitantes devem ser consultadas para identificar possíveis
interações.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Ação da Substância Ciclofemme

Resultados de Eficácia


Os contraceptivos orais combinados (COCs) são utilizados para
prevenir a gravidez. Quando usados corretamente, o índice de falha
é de aproximadamente 1% ao ano. O índice de falha pode aumentar
quando há esquecimento de tomada das drágeas ou quando estas são
tomadas incorretamente, ou ainda em casos de vômito dentro de 3 a 4
horas após a ingestão de uma drágea ou diarreia intensa, bem como
interações medicamentosas.

Características Farmacológicas


Farmacodinâmica

O efeito anticoncepcional dos contraceptivos orais combinados
(COCs) baseia-se na interação de diversos fatores, sendo que os
mais importantes são inibição da ovulação e alterações na secreção
cervical.

Estudos de segurança pós-comercialização (PASS) demonstraram que
a frequência de diagnóstico de TEV (Tromboembolismo Venoso) varia
entre 7 e 10 por 10.000 mulheres por ano que utilizam COC com baixa
dose de estrogênio (lt;0,05 mg de etinilestradiol). Dados mais
recentes sugerem que a frequência de diagnóstico de TEV é de
aproximadamente 4 por 10.000 mulheres por ano não usuárias de COCs
e não grávidas. Essa faixa está entre 20 a 30 por 10.000 mulheres
grávidas ou no pós-parto.

Além da ação contraceptiva, os COCs apresentam diversas
propriedades positivas. O ciclo menstrual torna-se mais regular, a
menstruação apresenta-se frequentemente menos dolorosa e o
sangramento menos intenso, o que, neste último caso, pode reduzir a
possibilidade de ocorrência de deficiência de ferro. Além disso, há
evidência da redução do risco de ocorrência de câncer de endométrio
e de ovário. Os COCs de dose mais elevada (0,05 mg de
etinilestradiol) também demonstraram diminuir a incidência de
cistos ovarianos, doença inflamatória pélvica, doença benigna da
mama e gravidez ectópica. Ainda não existe confirmação de que isto
também se aplique aos contraceptivos orais de dose mais baixa.

Farmacocinética

Levonorgestrel

Absorção

O levonorgestrel é rápida e completamente absorvido quando
administrado por via oral. As concentrações séricas máximas de
levonorgestrel, de 2,3 ng/mL, são atingidas aproximadamente uma
hora após o início do uso de Etinilestradiol + Levonorgestrel
(substância ativa) . Após ingestão de dose única de 0,125 mg de
levonorgestrel associado a 0,03 mg de etinilestradiol (que
representa a combinação com o maior teor de levonorgestrel da
formulação trifásica), foram alcançadas concentrações séricas
máximas de 4,3 ng/mL em aproximadamente uma hora após a ingestão de
dose única. O levonorgestrel é quase que completamente
biodisponível após administração oral.

Distribuição

O levonorgestrel liga-se à albumina sérica e à globulina de
ligação aos hormônios sexuais (SHBG). Apenas 1,4% da concentração
sérica total do fármaco está presente como esteroide livre, 55%
estão ligadas especificamente à SHBG e aproximadamente 44% estão
ligadas de forma inespecífica à albumina. O aumento da SHBG
induzido pelo etinilestradiol influencia a proporção de
levonorgestrel ligado às proteínas séricas, promovendo um aumento
da fração ligada à SHBG e uma diminuição da fração ligada à
albumina. O volume aparente de distribuição de levonorgestrel é de
aproximadamente 128 L após administração única por via oral da dose
mais elevada de levonorgestrel do Etinilestradiol + Levonorgestrel
(substância ativa).

Metabolismo

O levonorgestrel é extensivamente metabolizado. Os principais
metabólitos no plasma são as formas conjugadas e não conjugadas de
3α,5β-tetrahidrolevonorgestrel. Baseado em estudos in
vitro
 e in vivo, a CYP3A4 é a principal enzima
envolvida no metabolismo do levonorgestrel. A taxa de depuração
sérica do levonorgestrel é de aproximadamente 1,3 a 1,6
mL/min/kg.

Eliminação

Os níveis séricos de levonorgestrel diminuem em duas fases. A
fase de disposição terminal é caracterizada por uma meia-vida de
aproximadamente 22 horas. O levonorgestrel não é excretado na forma
inalterada. Seus metabólitos são excretados pelas vias urinária e
biliar em uma proporção de aproximadamente 1:1. A meia-vida de
excreção de metabólitos é de aproximadamente um dia.

Condições no estado de equilíbrio

A farmacocinética do levonorgestrel é influenciada pelos níveis
de SHBG, os quais são aumentados em cerca de duas vezes durante os
21 dias do período de uso de Etinilestradiol + Levonorgestrel
(substância ativa) . Após ingestão diária, os níveis séricos do
fármaco aumentam aproximadamente 4 vezes, alcançando as condições
de estado de equilíbrio durante a segunda metade de um ciclo de
utilização. No estado de equilíbrio, o volume de distribuição e a
taxa de depuração são reduzidas para 52 L e 0,5 mL/min/kg,
respectivamente.

Etinilestradiol

Absorção

O etinilestradiol administrado por via oral é rápida e
completamente absorvido. Os níveis séricos máximos, de
aproximadamente 116 pg/mL, são alcançados em 1,3 horas. Durante
absorção e metabolismo de primeira passagem, o etinilestradiol é
metabolizado extensivamente, resultando em biodisponibilidade oral
média de aproximadamente 45%, com ampla variação interindividual de
cerca de 20 – 65%.]

Distribuição

O etinilestradiol liga-se alta e inespecificamente à albumina
sérica (aproximadamente 98%) e induz aumento das concentrações
séricas de SHBG. Foi determinado o volume aparente de distribuição
de aproximadamente 2,8 – 8,6 L/kg.

Metabolismo

O etinilestradiol está sujeito à conjugação pré-sistêmica tanto
na mucosa do intestino delgado quanto no fígado. É metabolizado
primariamente por hidroxilação aromática, mas com formação de de
diversos metabólitos hidroxilados e metilados que estão presentes
nas formas livre e conjugada com glicuronídios e sulfato. A taxa de
depuração do etinilestradiol é de cerca de 2,3 – 7 mL/min/kg.

Eliminação

Os níveis séricos de etinilestradiol diminuem em duas fases de
disposição, caracterizadas por meias-vidas de aproximadamente 1
hora e 10 – 20 horas, respectivamente. Não se observa excreção da
droga na forma inalterada. Seus metabólitos são excretados pelas
vias urinárias e biliar na proporção de 4:6. A meia-vida de
eliminação dos metabólitos é de aproximadamente um dia.

Condições no estado de equilíbrio

Considerando a variação da meia-vida da fase de disposição
terminal do soro e a ingestão diária, os níveis séricos de
etinilestradiol no estado de equilíbrio são alcançados após cerca
de uma semana. No final do ciclo de ingestão, a concentração máxima
de etinilestradiol, de aproximadamente 132 pg/mL, é alcançada após
cerca de 1,3 horas.

Dados de segurança pré-clínica

Os dados pré-clínicos obtidos através de estudos convencionais
de toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial
carcinogênico e toxicidade para a reprodução mostraram que não há
risco especialmente relevante para humanos. No entanto, deve-se ter
em mente que esteroides sexuais podem estimular o crescimento de
determinados tecidos e tumores dependentes de hormônio.

Cuidados de Armazenamento do Ciclofemme

Ciclofemme deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C
e 30°C), protegido da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Ciclofemme apresenta-se como comprimido revestido circular
biconvexo de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Ciclofemme

Reg. MS.: 1.7794.0002

Farm. Resp.:

Rosana Tieko Nishiharu Tanaka
CRF/GO: 4104

Mabra Farmacêutica Ltda.

Rod. BR 153, Km 5,5, Bloco ‘A‟ – Jardim Guanabara
CEP: 74675-090 – Goiânia / GO
CNPJ: 09.545.589/0001-88
Indústria Brasileira

CAC:

0800–7071212

Venda sob prescrição médica. Venda proibida ao
comércio.

Ciclofemme, Bula extraída manualmente da Anvisa.

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