Gaviz Bula

Gaviz

Como Gaviz funciona?

Gaviz é utilizado como antiácido, pois neutraliza quantidades
existentes do ácido estomacal, mas não possui efeito direto na
produção deste. A ação promove o alívio dos sintomas de
hiperacidez. A duração da ação do medicamento é determinada
primeiramente pelo tempo de esvaziamento gástrico.

Contraindicação do Gaviz

O produto não deve ser usado por pacientes com
hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Como usar o Gaviz

Agite bem o frasco da suspensão oral antes de usar e evite seu
congelamento.

Posologia

Suspensão oral: 1 a 2 colheres de sobremesa (10 – 20 mL) após as
refeições e ao deitar ou conforme prescrição médica.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas
sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não
desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu
cirurgião-dentista.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
Gaviz?

Se você esquecer-se de tomar uma dose, tome tão logo você se
lembre. Se estiver quase na hora da dose seguinte, pule a dose que
você perdeu e volte a tomar no seu horário habitual. Nunca tome 2
doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Gaviz

Gaviz deve ser usado com cautela e somente sob circunstâncias
especiais em pacientes com obstrução intestinal. O risco/benefício
deverá ser considerado em pacientes com o mal de Alzheimer,
apendicite ou sintomas, sangramento gastrintestinal ou renal não
diagnosticado, cirrose hepática, insuficiência cardíaca congestiva,
edema ou toxemia da gravidez, constipação, diarreia crônica,
obstrução da passagem gástrica, hemorroidas, hipofosfatemia e
insuficiência renal.

Gravidez

Os antiácidos geralmente são considerados seguros, evitando-se
doses altas e crônicas. Embora estudos adequados e controlados não
tenham sido realizados, foram reportados efeitos adversos, como:
hipercalcemia, hipermagnesemia, hipomagnesemia e aumento nos
reflexos dos tendões, em fetos e/ou neonatos nascidos de mães
que utilizaram cronicamente antiácidos contendo: alumínio, cálcio
e/ou magnésio, especialmente em altas doses.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Amamentação

As concentrações de alumínio e magnésio encontradas no leite
materno não são suficientes para produzir efeitos no lactente. Não
tem sido documentados problemas em humanos.

Pediatria

Antiácidos não devem ser administrados em crianças até 6 anos de
idade, exceto quando prescrito pelo médico, neste caso, para evitar
complicação de alguma condição existente (por exemplo: apendicite)
ou o aparecimento de efeitos adversos severos, é necessário um
diagnóstico apropriado uma vez que a criança geralmente não
consegue descrever seus sintomas precisamente.

O uso do produto é contraindicado em crianças muito jovens por
causa do risco de hipermagnesemia (pela presença de magnésio na
fórmula) e toxicidade por alumínio (pela presença de alumínio na
fórmula), especialmente em crianças desidratadas ou com
insuficiência renal.

Idosos

Doença metabólica óssea é comumente observada em pacientes
idosos e pode ser agravada com a depleção de fósforo,
hipercalciúria e inibição da absorção de flúor causado pelo uso
crônico de antiácidos contendo alumínio.

Os pacientes idosos também são mais suscetíveis a insuficiência
renal relacionada à idade podendo levar à retenção de alumínio.

Embora não seja conhecido se a ingestão de alumínio pode levar
ao mal de Alzheimer, o uso de antiácido contendo alumínio em
pacientes portadores do Mal de Alzheimer não é recomendado.
Pesquisas sugerem que o alumínio pode contribuir para o
desenvolvimento da doença, uma vez que foram encontradas
concentrações de alumínio na massa neurofibrilar do tecido
cerebral.

Interações Medicamentosas

Acidificantes urinários

Os antiácidos podem alcalinizar a urina, agindo contra o efeito
acidificante.

Anfetaminas ou quinidina

O uso concomitante com antiácido, em doses que causem a
alcalinização da urina, pode inibir a excreção desses medicamentos
resultando em toxicidade. Pode necessitar de ajuste de dose.

Anticolinérgicos

O uso concomitante com antiácido pode diminuir a absorção
de anticolinérgicos, reduzindo a sua eficácia. O medicamento deve
ser administrado com intervalo de 1 hora à administração do
antiácido.

Preparações contendo cálcio

O uso concomitante e prolongado com antiácidos contendo
bicarbonato pode resultar na síndrome alcalina do leite.

Celulose fosfato sódica

O uso concomitante com antiácido contendo magnésio pode
resultar em ligação do magnésio, portanto, o antiácido deve ser
administrado com intervalo de 1 hora à administração da celulose
fosfato sódica.

Citratos

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou
bicarbonato de sódio pode resultar em alcalose sistêmica. No caso
de antiácido contendo alumínio pode ocorrer o aumento da absorção
do alumínio, levando à toxicidade aguda, especialmente em pacientes
com insuficiência renal.

Glicosídeos digitálicos

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou
magnésio pode inibir a absorção desses medicamentos, diminuindo a
sua concentração plasmática.

Medicamentos de liberação entérica

O uso concomitante com antiácidos pode causar rápida
dissolução destes medicamentos, resultando em irritação gástrica ou
duodenal.

Efedrina

A alcalinização da urina induzida pelo bicarbonato pode
aumentar a meia-vida da efedrina e prolongar a duração do seu
efeito, o ajuste da dose de efedrina se faz necessário.

Fluoroquinolonas

A alcalinização da urina pode reduzir a solubilidade do
ciprofloxacino e do norfloxacino na urina, especialmente se a
urina exceder o pH 7,0. Caso sejam utilizados conjuntamente, os
pacientes devem ser observados se ocorrer sinais de cristalúria ou
nefrotoxicidade.

Os antiácidos contendo alumínio e magnésio podem reduzir a
absorção das fluoroquinolonas, resultando na baixa concentração
sérica e urinária destes medicamentos, portanto, o uso concomitante
não é recomendado. Embora sejam utilizados concomitantemente, é
recomendado que a enoxacina seja administrada 2 antes ou
8 horas depois do antiácido; o ciprofloxacino e o
lomefloxacino 2 antes ou 6 horas depois do antiácido; o
norfloxacino e ofloxacino 2 horas antes ou depois do antiácido.

Ácido fólico

O uso prolongado de antiácidos contendo alumínio e magnésio
pode diminuir a absorção de ácido fólico, deve ser administrado o
antiácido no mínimo 2 horas depois de ácido fólico.

Receptor antagonista de histamina H2

Embora o uso concomitante de antiácido possa ser indicado no
tratamento de úlcera péptica para alívio da dor, este não é
recomendado, pois a administração concomitante de altas doses de
antiácido pode diminuir a absorção do receptor antagonista de
histamina H2.

Preparação oral de ferro

Pode ocorrer a diminuição da absorção com o uso concomitante com
trissilicato de magnésio, recomenda-se espaçar as
administrações.

Isoniazida oral

O uso concomitante com antiácido contendo alumínio pode
atrasar e diminuir a absorção da isoniazida recomenda-se que a
isoniazida seja administrada no mínimo 1 hora antes do
antiácido.

Cetoconazol

Os antiácidos podem aumentar o pH gastrointestinal, resultando
numa redução da absorção de cetoconazol, recomenda-se administrar
antiácidos no mínimo 3 horas antes da administração do
cetoconazol.

Lítio

O bicarbonato de sódio favorece a excreção de lítio,
diminuindo a sua eficácia.

Misoprostol

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode
agravar a diarreia induzida pelo misoprostol.

Pancrelipase

Embora o uso concomitante de antiácido seja necessário para
prevenir a inativação da pancrelipase pela pepsina gástrica e pH
ácido, os antiácidos contendo magnésio não são recomendados uma vez
que podem diminuir a eficácia da pancrelipase.

Penicilamina

A absorção pode reduzir com o uso concomitante com
antiácidos contendo alumínio ou magnésio. Recomenda-se que os
antiácidos e a penicilamina sejam administrados em separado com uma
distância de 2 horas.

Fenotiazinas, especialmente clorpromazina
oral

A absorção pode ser inibida com o uso concomitante de
antiácidos contendo alumínio ou magnésio.

Fenitoína

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio e/ou
magnésio, pode diminuir a absorção da fenitoína, reduzindo também a
sua concentração sérica. Recomenda-se administrar os dois
medicamentos com uma diferença de 2 a 3 horas.

Fosfato oral

O alumínio e o magnésio presentes nos antiácidos podem ligar-se
ao fosfato impedindo a sua absorção.

Quinina

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode
diminuir a absorção de quinina.

Salicilatos

A alcalinização da urina pode aumentar a excreção de salicilatos
e diminuir suas concentrações séricas, portanto, é recomendado o
ajuste de dose dos salicilatos.

Fluoreto de sódio

O uso concomitante com hidróxido de alumínio pode diminuir a
absorção e aumentar a excreção fecal de fluoreto.

Resina sulfonada de poliestireno sódico

A neutralização do ácido gástrico pode ser impedida pelo uso
concomitante da resina sulfonada de poliestireno sódico com
antiácidos contendo magnésio, resultando em possível alcalose
sistêmica. O uso concomitante não é recomendado.

Sucralfato

O uso concomitante não é recomendado, pois os antiácidos podem
interferir na ligação do sucralfato com a mucosa. Não deve ser
administrado o antiácido 30 minutos antes ou depois da
administração do sucralfato.

Tetraciclina oral

A absorção pode diminuir com a administração concomitante de
antiácidos, pela possibilidade e formação de complexos não
absorvíveis e/ou o aumento do pH gástrico. Os pacientes devem ser
advertidos para não tomar antiácidos entre 3 a 4 horas da
administração da tetraciclina.

Vitamina D incluindo calcifediol e
calcitriol

O uso concomitante com antiácidos contendo magnésio pode
resultar em hipermagnesemia, especialmente em pacientes com
insuficiência renal.

Ingestão Concomitante com Outras
Substâncias

Não ingerir o produto com quantidade grande de leite ou
derivados.

Interferência em Exames Laboratoriais

Teste de secreção do ácido gástrico

Os antiácidos podem antagonizar o efeito da pentagastrina e da
histamina na evolução da função da secreção gástrica.

As concentrações séricas de cálcio e gastrina podem aumentar e a
de fosfato sérico diminuir. O pH sistêmico e urinário pode
aumentar.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Reações Adversas do Gaviz

Informe seu médico o aparecimento de reações
desagradáveis, como

Mudanças de humor ou mental, constipação severa (prisão de
ventre), inchaço dos pés ou na região baixa das pernas, dor ou
contração muscular, nervosismo ou impaciência, respiração lenta,
paladar desagradável, cansaço incomum ou fraqueza, necessidade
frequente de urinar, dor de cabeça contínua, perda de apetite
contínuo, náusea ou vômito, dor óssea, contração dos pulsos ou do
tornozelo, sentimento de desconforto, perda de peso incomum,
paladar calcário, aumento da sede, dor de estômago, pequenos pontos
descoloridos nas fezes.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de
atendimento.

Riscos do Gaviz

Não use este medicamento em caso de doença dos rins e
dor abdominal aguda.

Composição do Gaviz

Cada mL da suspensão sabor morango contém:

Hidróxido de alumínio* 40 mg
Carbonato de magnésio

40 mg

*Na forma de gel.

Excipientes:

 Manitol, alginato de sódio, ciclamato de sódio,
metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, edetato dissódico
di-hidratado, propilenoglicol, goma xantana, corante vermelho
eritrosina, aroma artificial de morango e água purificada.

Cada mL da suspensão sabor hortelã contém:

Hidróxido de alumínio* 40 mg
Carbonato de magnésio

40 mg

*Na forma de gel.

Excipientes: 

Manitol, alginato de sódio, ciclamato de sódio, metilparabeno,
propilparabeno, sacarina sódica, edetato dissódico di-hidratado,
propilenoglicol, goma xantana, corante amarelo crepúsculo, corante
azul brilhante, aroma de hortelã e água purificada.

Superdosagem do Gaviz

Caso ocorra ingestão inadvertida de uma superdosagem do produto,
instituir o esvaziamento do estômago (lavagem gástrica) e
introduzir medidas de apoio clínico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Gaviz

Acidificantes urinários

Os antiácidos podem alcalinizar a urina, agindo contra o efeito
acidificante.

Anfetaminas ou quinidina

O uso concomitante com antiácido, em doses que causem a
alcalinização da urina, pode inibir a excreção desses medicamentos
resultando em toxicidade. Pode necessitar de ajuste de dose.

Anticolinérgicos

O uso concomitante com antiácido pode diminuir a absorção de
anticolinérgicos, reduzindo a sua eficácia. O medicamento deve ser
administrado com intervalo de 1 hora à administração do
antiácido.

Preparações contendo cálcio

O uso concomitante e prolongado com antiácidos contendo
bicarbonato pode resultar na síndrome alcalina do leite.

Celulose fosfato sódica

O uso concomitante com antiácido contendo magnésio pode resultar
em ligação do magnésio, portanto, o antiácido deve ser administrado
com intervalo de 1 hora à administração da celulose fosfato
sódica.

Citratos

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou
bicarbonato de sódio pode resultar em alcalose sistêmica. No caso
de antiácido contendo alumínio pode ocorrer o aumento da absorção
do alumínio, levando à toxicidade aguda, especialmente em pacientes
com insuficiência renal.

Glicosídeos digitálicos

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio ou magnésio
pode inibir a absorção desses medicamentos, diminuindo a sua
concentração plasmática.

Medicamentos de liberação entérica

O uso concomitante com antiácidos pode causar rápida dissolução
destes medicamentos, resultando em irritação gástrica ou
duodenal.

Efedrina

A alcalinização da urina induzida pelo bicarbonato pode aumentar
a meia-vida da efedrina e prolongar a duração do seu efeito, o
ajuste da dose de efedrina se faz necessário.

Fluoroquinolonas

A alcalinização da urina pode reduzir a solubilidade do
ciprofloxacino e do norfloxacino na urina, especialmente se a urina
exceder o pH 7,0. Caso sejam utilizados conjuntamente, os pacientes
devem ser observados se ocorrer sinais de cristalúria ou
nefrotoxicidade.

Os antiácidos contendo alumínio e magnésio podem reduzir a
absorção das fluoroquinolonas, resultando na baixa concentração
sérica e urinária destes medicamentos, portanto, o uso concomitante
não é recomendado. Embora sejam utilizados concomitantemente, é
recomendado que a enoxacina seja administrada 2 antes ou 8 horas
depois do antiácido; o ciprofloxacino e o lomefloxacino 2 antes ou
6 horas depois do antiácido; o norfloxacino e ofloxacino 2 horas
antes ou depois do antiácido.

Ácido fólico

O uso prolongado de antiácidos contendo alumínio e magnésio pode
diminuir a absorção de ácido fólico, deve ser administrado o
antiácido no mínimo 2 horas depois de ácido fólico.

Receptor antagonista de histamina H2

Embora o uso concomitante de antiácido possa ser indicado no
tratamento de úlcera péptica para alívio da dor, este não é
recomendado, pois a administração concomitante de altas doses de
antiácido pode diminuir a absorção do receptor antagonista de
histamina H2.

Preparação oral de ferro

Pode ocorrer a diminuição da absorção com o uso concomitante com
trissilicato de magnésio, recomenda-se espaçar as
administrações.

Isoniazida oral

O uso concomitante com antiácido contendo alumínio pode
atrasar e diminuir a absorção da isoniazida recomenda-se que a
isoniazida seja administrada no mínimo 1 hora antes do
antiácido.

Cetoconazol

Os antiácidos podem aumentar o pH gastrointestinal, resultando
numa redução da absorção de cetoconazol, recomenda-se administrar
antiácidos no mínimo 3 horas antes da administração do
cetoconazol.

Lítio

O bicarbonato de sódio favorece a excreção de lítio, diminuindo
a sua eficácia.

Misoprostol

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode agravar
a diarreia induzida pelo misoprostol.

Pancrelipase

Embora o uso concomitante de antiácido seja necessário para
prevenir a inativação da pancrelipase pela pepsina gástrica e pH
ácido, os antiácidos contendo magnésio não são recomendados uma vez
que podem diminuir a eficácia da pancrelipase.

Penicilamina

A absorção pode reduzir com o uso concomitante com antiácidos
contendo alumínio ou magnésio. Recomenda-se que os antiácidos e a
penicilamina sejam administrados em separado com uma distância de 2
horas.

Fenotiazinas, especialmente clorpromazina
oral

A absorção pode ser inibida com o uso concomitante de antiácidos
contendo alumínio ou magnésio.

Fenitoína

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio e/ou
magnésio, pode diminuir a absorção da fenitoína, reduzindo também a
sua concentração sérica. Recomenda-se administrar os dois
medicamentos com uma diferença de 2 a 3 horas.

Fosfato oral

O alumínio e o magnésio presentes nos antiácidos podem ligar-se
ao fosfato impedindo a sua absorção.

Quinina

O uso concomitante com antiácidos contendo alumínio pode
diminuir a absorção de quinina.

Salicilatos

A alcalinização da urina pode aumentar a excreção de salicilatos
e diminuir suas concentrações séricas, portanto, é recomendado o
ajuste de dose dos salicilatos.

Fluoreto de sódio

O uso concomitante com hidróxido de alumínio pode diminuir a
absorção e aumentar a excreção fecal de fluoreto.

Resina sulfonada de poliestireno sódico

A neutralização do ácido gástrico pode ser impedida pelo uso
concomitante da resina sulfonada de poliestireno sódico com
antiácidos contendo magnésio, resultando em possível alcalose
sistêmica. O uso concomitante não é recomendado.

Sucralfato

O uso concomitante não é recomendado, pois os antiácidos
podem interferir na ligação do sucralfato com a mucosa. Não deve
ser administrado o antiácido 30 minutos antes ou depois da
administração do sucralfato.

Tetraciclina oral

A absorção pode diminuir com a administração concomitante de
antiácidos, pela possibilidade e formação de complexos não
absorvíveis e/ou o aumento do pH gástrico. Os pacientes devem ser
advertidos para não tomar antiácidos entre 3 a 4 horas da
administração da tetraciclina.

Vitamina D incluindo calcifediol e
calcitriol

O uso concomitante com antiácidos contendo magnésio pode
resultar em hipermagnesemia, especialmente em pacientes com
insuficiência renal.

Interferência em Exames Laboratoriais

Teste de secreção do ácido gástrico:

Os antiácidos podem antagonizar o efeito da pentagastrina e da
histamina na evolução da função da secreção gástrica.

As concentrações séricas de cálcio e gastrina podem aumentar e a
de fosfato sérico diminuir. O pH sistêmico e urinário pode
aumentar.

Interação Alimentícia do Gaviz

Hidróxido de Alumínio + Carbonato de Magnésio (substância
ativa) não deve ser ingerido com quantidade grande de leite ou
derivados.

Ação da Substância Gaviz

Resultados de Eficácia


Três tipos de antiácidos líquidos e comprimidos foram
estudados in vitro e in vivo:

Hidróxido de alumínio, hidróxido de alumínio-carbonato de
magnésio e hidrotalcita. Os efeitos sobre o pH gástrico de
suspensões antiácidas e comprimidos para mastigar com ingredientes
ativos, foram estudados em 36 voluntários, a sequência de ambas as
formas de administração a ser aleatório.

A secreção de ácido gástrico foi estimulada continuamente
durante o experimento por uma perfusão de pentagastrina. Os
comprimidos antiácidos mastigáveis deram resultados inferiores
quando comparados com o antiácido mesmo no estado líquido.
Antiácidos na forma de suspensão são, portanto, preferenciais no
tratamento de doenças ácido-pépticas.

Características Farmacológicas


Hidróxido de Alumínio + Carbonato de Magnésio (substância ativa)
reage quimicamente neutralizando ou tamponando as quantidades
existentes do ácido estomacal, mas não possui efeito direto na
produção deste.

A ação resulta no aumento do pH estomacal, promovendo o alívio
dos sintomas de hiperacidez. O medicamento também reduz a
concentração do ácido no lúmen do esôfago, causando o aumento do pH
intraesofágico e diminuição da atividade da pepsina. Também pode
aumentar a pressão do esfíncter esofágico inferior. A presença do
alumínio no antiácido tem efeito citoprotetor na mucosa gástrica
que pode estar associado à estimulação da secreção da
prostaglandina, promovendo proteção da mucosa contra a necrose e
hemorragia causada por agentes corrosivos, como o ácido
acetilsalicílico e o etanol.

Pequenas quantidades de alumínio do hidróxido de alumínio são
absorvidas pelo intestino.

A duração da ação do medicamento é determinada primeiramente
pelo tempo de esvaziamento gástrico.

A eliminação é pelas vias renal e fecal. De 15 a 30% dos sais
formados são absorvidos e depois excretados pelos rins.

Cuidados de Armazenamento do Gaviz

Manter o produto em sua embalagem original e conservar em
temperatura ambiente (entre 15° e 30°C).

O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação
(vide cartucho).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Características organolépticas

Sabor morango

Suspensão de cor rosa com aroma e sabor morango.

Sabor hortelã

Suspensão de cor verde com aroma e sabor hortelã.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Dizeres Legais do Gaviz

Registro MS – 1.0497.1156.

Farm. Resp.:

Florentino de Jesus Krencas
CRF-SP: 49136

União Química Farmacêutica Nacional S/A.

Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu – SP CEP 06900-000
CNPJ 60.665.981/0001-18.
Indústria Brasileira.

Fabricado na unidade fabril:

Trecho 1, Conj. 11, Lote 6/12
Polo de Desenvolvimento JK
Brasília – DF – CEP: 72549-555
CNPJ: 60.665.981/0007-03
Indústria Brasileira.

Siga corretamente o mode de usar, não desaparecendo os
sintomas procure orientação médica.

Gaviz, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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