Fosamax D Bula

Fosamax D

Como Fosamax D funciona?

O alendronato de Fosamax D pertence a uma classe de medicamentos
não hormonais chamados bisfosfonatos. Fosamax D ajuda na
reconstituição dos ossos e faz com que os ossos tenham menos
ropensão a fraturas. A vitamina D é um nutriente essencial,
necessário para absorção de cálcio e para a obtenção de ossos
saudáveis

Como o osso se mantem saudavel?

O osso sofre um processo normal de reconstrução que ocorre
continuamente, em todo o esqueleto. primeiro, o osso mais antigo é
removido (reabsorvido) e então é formado o osso novo. Esse processo
balanceado de reabsorção e formação óssea mantém seu esqueleto
saudável e forte 

O que é osteoporose e por que deve ser
tratada?

A osteoporose é um afinamento e enfraquecimento dos ossos. Esse
processo é comum em mulheres após a menopausa e também pode ocorrer
em homens. A osteoporose ocorre frequentemente em mulheres, vários
anos após a menopausa, a qual ocorre quando os ovários param de
produzir o hormônio feminino, o estrogênio, ou quando são removidos
(o que pode ocorrer, por exemplo, durante uma histerectomia).
Quanto mais cedo a mulher atinge a menopausa, maior o risco de
osteoporose. A osteoporose também pode ocorrer em homens, por
vários motivos, incluindo envelhecimento e/ou baixo nível de
hormônio masculino, a testosterona. Em todos os casos, o osso é
removido mais rápido do que é formado, de forma que ocorre a perda
óssea e o osso torna-se mais fraco. Portanto, a manutenção da massa
óssea e a prevenção da perda óssea adicional são importantes para
manter o esqueleto saudável. No início, a osteoporose geralmente
não apresenta sintomas.

Se não tratada, no entanto, pode resultar em fraturas (ossos
quebrados). Embora as fraturas geralmente causem dor, as fraturas
dos ossos da coluna podem não ser percebidas até causarem
diminuição da estatura. As fraturas podem ocorrer durante as
atividades diárias normais, como se levantar, ou em razão de uma
lesão de menor gravidade que normalmente não causaria fratura no
osso normal. As fraturas ocorrem em geral no quadril, na coluna ou
no punho e podem causar não apenas dor, mas também deformidade e
incapacidade consideráveis (como postura encurvada da coluna e
perda da mobilidade).

O que é importante saber sobre a vitamina
D?

A vitamina D é um nutriente essencial, necessário para a
absorção de cálcio e para a obtenção de ossos saudáveis.

A principal fonte dessa vitamina é a exposição à luz solar, que
produz a vitamina D em nossa pele. As roupas ou os bloqueadores
solares podem impedir que a luz solar seja absorvida de forma
satisfatória. Além disso, com o envelhecimento, a pele vai ficando
com menos capacidade de produzir a vitamina D. Poucos alimentos são
fontes naturais de vitamina D.

Uma quantidade muito pequena de vitamina D resulta em absorção
inadequada de cálcio e baixa quantidade de fosfato – os minerais
que fortalecem os ossos. Mesmo com a ingestão de uma dieta rica em
cálcio ou de suplemento de cálcio, seu corpo não consegue absorver
o cálcio de forma adequada, a menos que exista uma quantidade
suficiente de vitamina D. Uma quantidade muito pequena de vitamina
D pode resultar em perda óssea e em osteoporose, e uma deficiência
grave de vitamina D pode causar fraqueza muscular, que pode
resultar em quedas e em maior risco de fratura.

Como a osteoporose pode ser tratada?

Seu médico prescreveu Fosamax D para tratar sua osteoporose e
para ajudá-lo(a) a ingerir uma quantidade suficiente de vitamina D.
Fosamax D não apenas previne a perda óssea, mas também ajuda a
reconstruir o osso que você possa ter perdido e deixa o osso menos
propenso a sofrer fratura. Desta maneira, Fosamax D reverte a
progressão da osteoporose.

Além disso, seu médico pode recomendar uma ou mais das seguintes
mudanças de estilo de vida:

Pare de fumar:

Aparentemente, o tabagismo aumenta a velocidade de perda óssea
e, consequentemente, pode aumentar seu risco de sofrer fratura.

Pratique exercícios:

Assim como os músculos, os ossos precisam ser exercitados para
permanecerem fortes e saudáveis. Consulte seu médico antes de
iniciar qualquer programa de exercícios.

Alimente-se com uma dieta balanceada:

Seu médico pode alertá-la(o) para modificar sua dieta ou para
tomar algum suplemento nutricional.

Por que é importante continuar tomando Fosamax
D?

É importante tomar Fosamax D por um longo período para continuar
a prevenir a perda óssea, ajudar a reconstituir o osso que você
possa ter perdido e para ajudá-lo(a) a ingerir uma quantidade
suficiente de vitamina D. Portanto, é importante seguir as
orientações de seu médico para tomar Fosamax D, sem esquecer de
tomar as doses ou sem modificar o esquema posológico prescrito.

Contraindicação do Fosamax D

Você não deve tomar Fosamax D se:

  • Apresentar algum distúrbio do esôfago (o tubo que liga a boca
    ao estômago);
  • Não conseguir permanecer em pé ou sentado durante, pelo menos,
    30 minutos;
  • Apresentar hipersensibilidade a qualquer componente do
    produto;
  • Seu médico lhe disser que atualmente você apresenta deficiência
    de cálcio no sangue.

Como usar o Fosamax D

A posologia recomendada é de um comprimido de 70 mg/5.600 UI uma
vez por semana.

Existem medidas importantes que você deve seguir para
assegurar o máximo de benefício com Fosamax D:

  1. Escolha um dia da semana que lhe seja mais adequado e, nesse
    dia, tome um comprimido de Fosamax D (apenas uma vez por
    semana).
  2. No dia escolhido, ao se levantar e antes de se alimentar, beber
    qualquer tipo de líquido ou tomar qualquer outro medicamento, tome
    um comprimido de Fosamax D com um copo cheio de água filtrada
    (180-240 mL).
  3. Após ter engolido o comprimido de Fosamax D, não se deite –
    fique em posição ereta (sentada, em pé ou caminhando) durante pelo
    menos 30 minutos e não se deite até que você tenha feito a sua
    primeira refeição do dia.
  4. Não tome Fosamax D à noite, ao se deitar, e nem pela manhã,
    antes de se levantar. As recomendações acima facilitarão a chegada
    do comprimido de Fosamax D ao estômago e deste modo reduzirão o
    potencial de irritação do esôfago (o tubo que liga a boca ao
    estômago).
  5. Após engolir o comprimido de Fosamax D, espere pelo menos 30
    minutos antes de se alimentar, beber ou tomar qualquer outra
    medicação, incluindo antiácidos, suplementos de cálcio e vitaminas.
    Fosamax D só é efetivo se ingerido quando seu estômago estiver
    vazio.
  6. Se você sentir dificuldade ou dor ao engolir o comprimido, dor
    no peito ou azia que seja recente ou tenha piorado, pare de tomar
    Fosamax D e procure seu médico.

Não tomar com água mineral.

Não tomar com café ou chá.

Não tomar com suco.

Não mastigue ou chupe o comprimido de Fosamax
D.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
Fosmax D?

Se você se esquecer de tomar o comprimido no dia correto, tome-o
na manhã do dia em que você se lembrar.

Não tome dois comprimidos no mesmo dia. Volte a tomar um
comprimido uma vez por semana, no dia escolhido, conforme
programado em sua agenda.

É importante que você continue tomando Fosamax D durante todo o
período receitado pelo seu médico.

Fosamax D terá efeito no tratamento da osteoporose apenas se
você fizer uso contínuo deste medicamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Fosamax D

Informe seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que você
apresente ou tenha apresentado, incluindo doença renal conhecida,
sobre quaisquer tipos de alergias e se você é ou foi fumante. Se
apresentar qualquer problema digestivo ou de deglutição, informe
seu médico antes de tomar Fosamax D.

Se tomados ao mesmo tempo, é provável que o cálcio e/ou
suplementos minerais (incluindo ferro e magnésio), antiácidos e
outros medicamentos orais interferiram na absorção de Fosamax D.
Por isso, antes de tomar qualquer outro medicamento oral, os
pacientes devem aguardar pelo menos meia hora depois de ter tomado
Fosamax D.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Reações Adversas do Fosamax D

A maioria dos pacientes não apresenta efeitos adversos com
Fosamax D; no entanto, como qualquer medicamento, Fosamax D pode
apresentar efeitos adversos ou indesejáveis denominados reações
adversas.

As reações adversas em geral foram leves. Alguns pacientes podem
apresentar distúrbios digestivos, como náuseas, vômito ou fezes
escuras e/ou sanguinolentas. Alguns distúrbios digestivos podem ser
graves, incluindo irritação ou ulceração do esôfago (o tubo que
liga a boca ao estômago), que podem causar dor torácica, queimação,
dificuldade para engolir ou dor após a deglutição. Essas reações
podem ocorrer especialmente se os pacientes não tomarem Fosamax D
com um copo cheio de água e/ou se deitarem menos de 30 minutos após
tomar Fosamax D ou antes da primeira refeição do dia. As reações no
esôfago podem piorar se os pacientes continuarem a tomar Fosamax D
após o desenvolvimento de sintomas sugestivos de irritação do
esôfago.

Alguns pacientes podem experimentar dor óssea, muscular e/ou das
articulações, as quais raramente são graves. Os pacientes que
desenvolverem dor óssea, articular e/ou muscular grave devem entrar
em contato com o médico. A maioria dos pacientes apresentou alívio
após interromper o tratamento com o medicamento.

Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam
este medicamento), os pacientes também podem apresentar inchaço nas
articulações, nas mãos ou nas pernas. Ocorreram sintomas
transitórios semelhantes aos da gripe (raramente com febre),
tipicamente no início do tratamento.

Em raros casos, os pacientes que estiverem tomando Fosamax D
podem apresentar coceira, dor ocular, dor de ouvido ou uma erupção
cutânea que pode piorar pela exposição à luz solar. Foi relatada
perda de cabelo.

Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam
este medicamento) podem ocorrer reações cutâneas graves. Reações
alérgicas, como urticária ou, raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1%
dos pacientes que utilizam este medicamento), inchaço da face, dos
lábios, da língua e/ou garganta, que possam causar dificuldade de
respiração ou de deglutição, podem ocorrer. Os pacientes podem
sentir tontura ou alterações no paladar. Raramente (ocorre entre
0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento),
ocorreram úlceras gástricas ou outras úlceras pépticas (algumas
graves). Ocorreram úlceras na boca quando o comprimido foi
mastigado ou dissolvido na boca.

Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam
este medicamento), os pacientes tiveram problemas maxilares
associados com o atraso na cura de infecções, frequentemente após a
extração de dente.

Raramente (ocorrendo entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que
utilizam este medicamento), os pacientes sofreram fratura em uma
parte específica do fêmur. Caso você apresente uma dor nova ou
incomum no quadril ou fêmur, entre em contato com seu médico.

Seu médico ou cirurgião-dentista possui uma lista mais completa
das reações adversas. Se experimentar esses ou quaisquer sintomas
incomuns, informe seu médico ou cirurgião-dentista
imediatamente.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova
associação no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia
e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado
corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou
desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

População Especial do Fosamax D

Gravidez e Amamentação:

Não utilize Fosamax D se você estiver amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas
sem orientação médica ou do cirurgiãodentista.

Crianças:

Fosamax D não é indicado para crianças e não deve ser dado a
elas.

Idosos:

Fosamax D age igualmente bem e é bem tolerado por pacientes com
idade superior ou inferior a 65 anos.

Dirigir ou Operar Máquinas:

Foram relatadas reações adversas com Fosamax D que podem afetar
sua capacidade de dirigir ou operar máquinas. Respostas individuais
ao Fosamax D podem variar. 

Atenção diabéticos: contém açúcar.

Composição do Fosamax D

Fosamax D 70 mg/5.600 UI comprimidos:

Alendronato de
sódio
91,37 mg (equivalente a
70 mg de ácido alendrônico)
Colecalciferol 140 mcg (5.600 UI de
vitamina D3)

Fosamax D fornece as recomendações semanais de vitamina D.

Excipientes:

 celulose microcristalina, lactose, triglicérides de cadeia
média, gelatina, croscarmelose sódica, sacarose, dióxido de
silício, estearato de magnésio, butil-hidroxianisol, amido
modificado e silicato de alumínio sódico.

Superdosagem do Fosamax D

Se tomar muitos comprimidos, tome um copo cheio de leite e entre
em contato com seu médico imediatamente. Não provoque vômito. Não
se deite.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Fosamax D

Alendronato de sódio

Se forem administrados concomitantemente, é provável que os
suplementos de cálcio, antiácidos e outros medicamentos
administrados por via oral interfiram na absorção do alendronato.
Portanto, os pacientes devem esperar pelo menos meia hora após ter
ingerido Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa)
para tomar qualquer outra medicação por via oral.

Não está prevista nenhuma outra interação medicamentosa com
significado clínico.

O uso concomitante de TH (estrógeno ± progesterona) e
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) foi
avaliado em dois estudos clínicos, de um ou dois anos de duração,
que envolveram mulheres na pós-menopausa com osteoporose. O uso
combinado de TH e Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) resultou em aumentos maiores da massa óssea e reduções
maiores da reabsorção óssea do que o observado com cada tratamento
isoladamente. Nesses estudos, o perfil de tolerabilidade e
segurança dessa associação foi compatível com aquele dos
componentes administrados individualmente, Estudos clínicos, Uso
concomitante com terapia de reposição hormonal/estrogênio).

Não foram realizados estudos específicos de interação.
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) foi
utilizado com uma ampla variedade de medicamentos comumente
prescritos nos estudos de tratamento da osteoporose em mulheres na
pós-menopausa e homens, sem evidência de interações clínicas
adversas.

Colecalciferol

Olestra, óleos minerais, orlistate e sequestrantes do ácido
biliar (por exemplo, colestiramina, colestipol) podem impedir a
absorção da vitamina D. Os anticonvulsivantes, a cimetidina e as
tiazidas podem aumentar o catabolismo da vitamina D.

Como o uso de AINEs está associado à irritação gastrintestinal,
deve-se ter cuidado durante o uso concomitante com alendronato.

Ação da Substância Fosamax D

Resultados de Eficácia 

Tratamento da osteoporose

Estudos com Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa)

O efeito de Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) sobre o status de vitamina D foi demonstrado em um estudo
multinacional, duplo-cego, de 15 semanas de duração, com 717
mulheres na pós-menopausa e homens com osteoporose
(25-hidroxivitamina D sérica média no período basal: 22,2 ng/mL [56
nmol/L]; intervalo, 9-90 ng/mL [22,5-225 nmol/L]).

Os pacientes receberam Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) (70 mg/2.800 UI) (n= 350 mulheres, 10 homens) ou
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 70 mg (n=
332 mulheres, 25 homens) uma vez por semana; foi proibida a
administração adicional de suplementos de vitamina D.

A porcentagem de pacientes com 25-hidroxivitamina D sérica ≥15
ng/mL (37,5 nmol/L) foi significativamente maior com Alendronato de
Sódio + Colecalciferol (substância ativa) (70 mg/2.800 UI)
versus alendronato apenas (89% vs. 68%,
respectivamente).

A porcentagem de pacientes com 25-hidroxivitamina D sérica ≥9
ng/mL (22,5 nmol/L) foi significativamente maior com Alendronato de
Sódio + Colecalciferol (substância ativa) (70 mg/2.800 UI)
versus alendronato apenas (99% versus 87%,
respectivamente). Não houve diferenças nos níveis séricos médios de
cálcio, fosfato ou de cálcio na amostra de urina de 24 horas entre
os grupos de tratamento.

O efeito de Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) com 2.800 UI adicionais de vitamina D3, para um
total de 5.600 UI uma vez por semana, foi demonstrado em um estudo
de extensão de 24 semanas que incluiu 652 mulheres na pós-menopausa
e homens com osteoporose.

Os pacientes do grupo de vitamina D3 2.800 receberam
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) (70
mg/2.800 UI) (n= 305 mulheres, 21 homens) e os pacientes do grupo
de vitamina D3 5.600 receberam Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) (70 mg/2.800 UI) com uma
quantidade adicional de 2.800 UI de vitamina D3 (n= 314
mulheres, 12 homens) uma vez por semana; foram permitidos
suplementos adicionais de vitamina D.

Após 24 semanas de tratamento, os níveis séricos médios de
25-hidroxivitamina D foram significativamente maiores no grupo de
vitamina D3 5.600 UI (27,9 ng/mL [70 nmol/L]) do que no
grupo de vitamina D3 2.800 UI (25,6 ng/mL [64 nmol/L]). A
porcentagem de pacientes com 25-hidroxivitamina D sérica ≥15 ng/mL
(37,5 nmol/L) foi maior com o grupo vitamina D3 5.600
versus o grupo de vitamina D3 2.800 (96,9%
versus 94,4%, respectivamente).

A porcentagem de pacientes com 25-hidroxivitamina D sérica ≥9
ng/mL (22,5 nmol/L) foi maior com o grupo de vitamina D3
5.600 versus o grupo de vitamina D3 2.800 (100%
versus 99,7%, respectivamente) durante a extensão de 24
semanas. Não houve diferenças nas concentrações séricas médias de
cálcio e fosfato, ou nas concentrações de cálcio de urina de 24
horas entre os grupos de tratamento. A porcentagem de pacientes com
hipercalciúria ao final da extensão de 24 semanas não foi
estatisticamente diferente entre os grupos de tratamento.

Mulheres na pós-menopausa

Efeito sobre a densidade mineral óssea

A eficácia de Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) 10 mg em dose única diária em mulheres na pós-menopausa com
osteoporose foi demonstrada em quatro estudos clínicos duplo-cegos,
controlados por placebo, com dois ou três anos de duração. Esses
estudos incluíram dois estudos multicêntricos de grande porte de
três anos de duração, de desenhos praticamente idênticos, sendo um
deles realizado nos Estados Unidos (EUA) e o outro em 15 países
diferentes (estudo multinacional), que admitiram 478 e 516
pacientes, respectivamente.

A tabela abaixo mostra os aumentos médios da densidade mineral
óssea (DMO) da coluna lombar, do colo femoral e da região
trocantérica de pacientes tratados com Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) 10 mg/dia, em relação aos
pacientes tratados com placebo após três anos em cada um dos
estudos.

Aumento da DMO Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) 10 mg/dia durante Três Anos em relação ao
Placebo

Nos estudos combinados, após três anos, a DMO da coluna lombar,
do colo femoral e de região trocantérica dos pacientes tratados com
o placebo diminuíram de forma significativa, entre 0,65% e 1,16%.
Foram observados aumentos altamente significativos da DMO, tanto em
relação ao período basal como em relação ao placebo, em cada local
de medida, em cada um dos estudos, nos pacientes tratados com
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 10
mg/dia.

A DMO corpórea total também aumentou de forma significativa em
ambos os estudos, indicando que os aumentos de massa óssea da
coluna e quadril não ocorreram à custa de outros locais do
esqueleto.

Os aumentos da DMO ficaram evidentes logo aos três meses e
continuaram por todo o período de três anos de tratamento (veja
figura abaixo). No período de extensão de dois anos destes estudos,
o tratamento com Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) 10 mg/dia resultou em aumentos contínuos da DMO da coluna
lombar e do trocânter (aumentos adicionais absolutos entre os anos
3 e 5: coluna lombar, 0,94%; trocânter, 0,88%). A DMO do colo
femoral, antebraço e do corpo como um todo foi mantida.

Portanto, Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) reverte a progressão da osteoporose. Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) foi da mesma forma eficaz
independentemente da idade, raça, velocidade basal de reabsorção
óssea, função renal e do uso com uma ampla variedade de
medicamentos comuns.

Evolução do Efeito de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) 10 mg/dia Versus
Placebo: Alteração Percentual da DMO da Coluna Lombar em Relação ao
Período Basal

A equivalência terapêutica de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) 70 mg uma vez por semana (n= 519)
e Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 10
mg/dia (n= 370) foi demonstrada em um estudo multicêntrico,
duplo-cego, com um ano de duração e que envolveu mulheres na
pós-menopausa com osteoporose. Os aumentos médios da DMO da coluna
lombar em um ano foram 5,1% (4,8; 5,4%; IC 95%) no grupo tratado
com 70 mg uma vez por semana e 5,4% (5,0; 5,8%; IC 95%) no grupo
tratado com 10 mg/ dia.

Os dois grupos de tratamento também foram similares em relação
aos aumentos na DMO em outros locais do esqueleto. Esses dados
suportam a hipótese de que Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) 70 mg uma vez por semana proporciona os mesmos
efeitos na redução da incidência fraturas que o tratamento diário
com 10 mg.

Efeito na incidência de fratura

Para avaliar os efeitos de Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) na incidência de fratura vertebral, foram
combinados o estudo realizado nos Estados Unidos e os
multinacionais, em uma análise que comparou o placebo com um grupo
de pacientes tratados com diferentes doses de Alendronato de Sódio
+ Colecalciferol (substância ativa) (5 ou 10 mg durante três anos
ou 20 mg durante 2 anos, seguidos de 5 mg durante um ano).

Houve redução clínica e estatisticamente significativa de 48% em
média quanto a novas fraturas vertebrais naqueles pacientes
tratados com Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) em relação àqueles que receberam placebo (3,2% vs.
6,2%).

Também foi observada redução ainda maior no número total de
fraturas vertebrais (4,2 vs. 11,3 por 100 pacientes). Além disso,
considerando os pacientes que apresentaram qualquer fratura
vertebral, aqueles tratados com Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) tiveram menor diminuição da
altura (5,9 mm vs. 23,3 mm) em razão da redução tanto no número
como na gravidade das fraturas.

O Estudo de Intervenção de Fratura – FIT (Fracture
Intervention Trial
) consistiu em dois estudos em mulheres na
pós-menopausa: um estudo com duração de três anos, cujas pacientes
tinham pelo menos uma fratura vertebral no período basal
(compressão), e um estudo de quatro anos de duração, em pacientes
com baixa massa óssea, mas sem fratura vertebral no período
basal.

FIT (Estudo de Intervenção de Fratura): Estudo de Três
Anos (pacientes com pelo menos uma fratura vertebral no período
basal)

Este estudo randômico, duplo-cego, controlado por placebo e que
envolveu 2.027 pacientes [Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa), n= 1.022; placebo, n= 1.005] demonstrou que o
tratamento com Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) resultou em reduções significativas, tanto do ponto de vista
clínico como estatístico, na incidência de fraturas em três anos,
mostradas na tabela a seguir. Foram observadas reduções
proporcionalmente semelhantes de fraturas do quadril e do punho nos
cinco estudos agrupados de tratamento da osteoporose (veja
abaixo).

† Número avaliável para fraturas vertebrais:
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa), n= 984;
placebo, n= 966.
+plt; 0,05, ++plt; 0,01, +++plt; 0,001.

Além disso, nessa população de pacientes com fratura vertebral
no período basal, o tratamento com Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) reduziu significativamente a
incidência de hospitalizações decorrentes de qualquer causa (25,0%
vs. 30,7%, uma redução de 20%). Essa diferença parece estar
relacionada, pelo menos em parte, com a redução da incidência de
fraturas.

Os dois quadros a seguir demonstram a incidência cumulativa de
fraturas de quadril e punho no Estudo de Três Anos do FIT. Nos dois
quadros, a incidência cumulativa destes tipos de fratura é menor
com Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) em
comparação com o placebo em todos os tempos avaliados. Alendronato
de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) reduziu a incidência
de fratura de quadril em 51% e de punho em 48%.

Incidência Cumulativa de Fraturas de Quadril e Punho no
estudo de Três Anos do FIT (pacientes com fratura vertebral no
período basal)

Estudo de Intervenção de Fratura – FIT: Estudo de Quatro
Anos (pacientes com massa óssea reduzida, porém sem fratura
vertebral prévia no período basal)

Este estudo duplo-cego, randômico, controlado por placebo,
conduzido em 4.432 pacientes (Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) n= 2.214; placebo, n= 2.218) demonstrou redução
da incidência de fraturas com o uso de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa).

O objetivo do estudo foi recrutar mulheres com osteoporose, isto
é, com DMO de colo femoral basal com pelo menos dois desvios padrão
abaixo da média para mulheres adultas jovens. Entretanto, em razão
de revisões subsequentes dos valores normativos para DMO do colo
femoral, verificou-se que 31% das pacientes não se enquadravam
neste critério de entrada e, portanto, este estudo incluiu tanto
mulheres com osteoporose como sem osteoporose. Estes resultados são
apresentados na tabela a seguir para pacientes com osteoporose.

† DMO basal do colo femoral pelo menos 2 DP
abaixo da média para mulheres adultas jovens.
†† Número avaliável para fratura vertebral:
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa), n= 1.426;
placebo, n= 1.428.
††† Não significativa.
++ p= 0,01, +++plt; 0,001.

Em todas as pacientes (incluindo as sem osteoporose), as
reduções de incidência de fraturas foram: ≥ 1 fratura sintomática,
14% (p= 0,072); ≥ 1 fratura vertebral, 44% (p= 0,001); ≥ 1 fratura
vertebral sintomática, 34% (p= 0,178), e fratura de quadril, 21%
(p= 0,44). As incidências de fraturas de punho em todas as
pacientes foram de 3,7% no grupo em uso de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) e 3,2% para o grupo placebo (não
significativo).

Histologia Óssea

A histologia óssea de 270 pacientes com osteoporose na
pós-menopausa tratadas com Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa), em doses variando de 1 a 20 mg/dia por um, dois
ou três anos, revelou mineralização e estrutura ósseas normais, bem
como a redução esperada de turnover ósseo em relação ao placebo.
Esses dados, combinados a histologia óssea normal e comprimento
ósseo aumentado observado em ratos e babuínos expostos a tratamento
prolongado com alendronato, indicam que o osso formado durante o
tratamento com Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) apresenta qualidade normal.

Homens

A eficácia de Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) em homens com osteoporose foi demonstrada em dois estudos
clínicos.

Um estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo, com
dois anos de duração com Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) 10 mg uma vez ao dia admitiu no total 241 homens
entre 31 e 87 anos (média, 63). Em dois anos, os aumentos médios de
DMO em comparação com o placebo em homens tratados com Alendronato
de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 10 mg/dia foram:
coluna lombar, 5,3%; colo femoral, 2,6%; região trocantérica, 3,1%;
e corpo total, 1,6% (todos com p≤ 0,001).

De maneira compatível com estudos com número muito maior de
pacientes que envolveram mulheres na pós-menopausa, nestes homens,
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 10 mg/dia
reduziu a incidência de novas fraturas vertebrais (determinadas por
radiografia quantitativa) em relação ao placebo (0,8% vs. 7,1%,
respectivamente; p= 0,017) e, da mesma forma, também reduziu a
redução da estatura (-0,6 vs. –2,4 mm, respectivamente; p=
0,022).

Um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado por placebo com
um ano de duração, conduzido com Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) 70 mg uma vez por semana, admitiu
no total 167 homens entre 38 e 91 anos (média, 66).

Em um ano, os aumentos médios de DMO em comparação com o placebo
foram significativos nas seguintes regiões: coluna lombar, 2,8% (p
≤ 0,001); colo femoral, 1,9% (p= 0,007); região trocantérica, 2,0%
(p≤ 0,001); e corpo total, 1,2% (p= 0,018). Esses aumentos da DMO
foram semelhantes aos observados em um ano com o estudo de
Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) 10 mg uma
vez ao dia.

Em ambos os estudos, Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) foi eficaz independentemente da idade, função
gonadal ou DMO basal (colo femoral e coluna lombar).

Características Farmacológicas

Farmacológica Clínica

Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância ativa) contém
alendronato de sódio e colecalciferol (vitamina D3).

Alendronato de sódio

O alendronato de sódio é um bisfosfonato que atua como um
potente inibidor específico da reabsorção óssea mediada pelos
osteoclastos. Os bisfosfonatos são análogos sintéticos do
pirofosfato, que se ligam à hidroxiapatita encontrada no osso.

Colecalciferol

O colecalciferol (vitamina D3) é um secosterol que é
o precursor natural do hormônio regulador de cálcio calcitriol
(1,25-diidróxi-vitamina D3).

Mecanismo de ação

Alendronato de sódio

No nível celular, o alendronato mostra deposita-se
preferencialmente nos locais de reabsorção óssea, especificamente
sob os osteoclastos. Os osteoclastos aderem normalmente à
superfície óssea, porém, não apresentam a borda enrugada,
indicativa de reabsorção ativa. O alendronato não interfere com o
recrutamento ou a fixação dos osteoclastos, mas inibe a atividade
dos osteoclastos.

Colecalciferol

A vitamina D3 é produzida na pele por conversão
fotoquímica do 7-diidrocolesterol à pré-vitamina D3 pela
luz ultravioleta. Essa conversão é seguida por isomerização não
enzimática à vitamina D3. Na ausência de exposição
adequada à luz solar, a vitamina D3 é um nutriente
essencial.

A vitamina D3 da pele e a vitamina D3
proveniente da ingestão alimentar (absorvida pelos quilomícrons)
são convertidas a 25-hidroxivitamina D3 no fígado. A
conversão ao hormônio ativo mobilizante de cálcio
1,25-diidróxivitamina D3 (calcitriol) nos rins é
estimulada tanto pelo paratormônio como pela hipofosfatemia. A ação
principal da 1,25-diidroxivitamina D3 é a de aumentar a
absorção intestinal tanto do cálcio como do fosfato, bem como
regular os níveis séricos de cálcio, a excreção renal de cálcio e
de fosfato, a formação óssea e a reabsorção óssea.

A vitamina D3 é necessária para a formação normal dos
ossos. A insuficiência de vitamina D se desenvolve quando a
exposição à luz solar e a ingestão alimentar são inadequadas. A
insuficiência está associada ao balanço negativo de cálcio, à perda
óssea e ao aumento do risco de fratura esquelética. Nos casos
graves, a deficiência resulta em hiperparatireoidismo secundário,
hipofosfatemia, fraqueza muscular proximal e osteomalácia, além de
aumento do risco de quedas e de fraturas em indivíduos com
osteoporose. A suplementação de vitamina D reduz estes riscos e
suas consequências.

Absorção

Alendronato de sódio

Comparativamente a uma dose de referência administrada por via
intravenosa, a biodisponibilidade do alendronato, em mulheres, foi
de 0,64% com doses entre 5 e 70 mg, administradas por via oral após
uma noite de jejum e duas horas antes de um desjejum padrão. A
biodisponibilidade em homens (0,6%) foi semelhante. O alendronato
do comprimido de Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) (70 mg/5.600 UI) e o do comprimido de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) (alendronato de sódio), MSD 70 mg
são bioequivalentes.

A biodisponibilidade diminuiu de modo equivalente
(aproximadamente 40%) quando o alendronato foi administrado uma
hora ou meia hora antes de um desjejum padrão. Nos estudos de
osteoporose, Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) foi eficaz quando administrado pelo menos 30 minutos antes
da primeira alimentação ou da ingestão do primeiro líquido do
dia.

A biodisponibilidade foi desprezível quando o alendronato foi
administrado junto ou até duas horas depois de um desjejum padrão.
A administração concomitante do alendronato com café ou suco de
laranja reduz a biodisponibilidade em aproximadamente 60%.

Colecalciferol

Em seguida à administração de Alendronato de Sódio +
Colecalciferol (substância ativa) (70 mg/ 2.800 UI), realizada após
jejum noturno e duas horas antes de uma refeição padrão, a área
média sob a curva de concentração sérica em relação ao tempo
(AUC0-120 h) para a vitamina D3 (não ajustada para
níveis endógenos de vitamina D3) foi de 296,4 ng-h/mL. A
média da concentração sérica máxima (Cmáx) da vitamina
D3 foi de 5,9 ng/mL e o tempo mediano para a
concentração sérica máxima (Tmáx) foi de 12 horas.

Após a administração de Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) (70 mg/5.600 UI), depois de jejum noturno e duas
horas antes de uma refeição, a área média sob a curva de
concentração sérica em relação ao tempo (AUC0-80 hs) para vitamina
D3 (não ajustada para níveis endógenos de vitamina
D3) foi de 490,2 ng-h/mL. A concentração sérica máxima
média (Cmáx) de vitamina D3 foi de 12,2 ng/mL
e o tempo mediano para a concentração sérica máxima
(Tmáx) foi de 10,6 horas. A biodisponibilidade vitamina
D3 no Alendronato de Sódio + Colecalciferol (substância
ativa) (70 mg/5.600 UI) é semelhante à de uma dose igual de
vitamina D3 administrada isoladamente.

Distribuição

Alendronato de sódio

Estudos em ratos mostraram que o alendronato distribui-se
transitoriamente nos tecidos moles após a administração intravenosa
de 1 mg/kg, mas é rapidamente redistribuído nos ossos ou excretado
na urina. O volume médio de distribuição no estado de equilíbrio,
exclusivo do osso, é de, no mínimo, 28 litros em humanos. As
concentrações plasmáticas do composto após doses terapêuticas por
via oral são muito baixas para detecção analítica (menores que 5
ng/mL). A taxa de ligação às proteínas plasmáticas humanas é de
aproximadamente 78%.

Colecalciferol

Após a absorção, a vitamina D3 entra no sangue como
parte dos quilomícrons. A vitamina D3 distribui-se
rapidamente principalmente para o fígado, onde é metabolizada em
25-hidroxivitamina D3, a principal forma de
armazenamento. Quantidades menores distribuem-se para os tecidos
adiposos e musculares, sendo armazenadas na forma de vitamina
D3 nestes locais para liberação posterior para a
circulação. A vitamina D3 circulante liga-se à proteína
de ligação da vitamina D.

Metabolismo

Alendronato de sódio

Não há evidência de que o alendronato seja metabolizado por
animais ou por seres humanos.

Colecalciferol

A vitamina D3 é rapidamente metabolizada por
hidroxilação no fígado a 25-hidroxivitamina D3, e é
subsequentemente metabolizada nos rins a 1,25-diidróxivitamina
D3, que representa a forma biologicamente ativa. Antes
da eliminação, ocorre hidroxilação adicional. Uma pequena
porcentagem de vitamina D3 sofre glicuronidação antes da
eliminação.

Eliminação

Alendronato de sódio

Após administração de uma dose intravenosa de alendronato
marcado com [14C], aproximadamente 50% da radioatividade foi
excretada na urina em 72 horas e pouca ou nenhuma radioatividade
foi recuperada nas fezes. Após a administração de uma dose
intravenosa de 10 mg, a depuração renal de alendronato foi de 71
mL/min e a depuração sistêmica não excedeu 200 mL/min. As
concentrações plasmáticas caíram mais de 95% em 6 horas após
administração intravenosa. Estima-se que a meia-vida terminal em
humanos exceda 10 anos, refletindo a liberação de alendronato do
esqueleto.

Colecalciferol

Quando a vitamina D3 radioativa foi administrada a
indivíduos saudáveis, a excreção urinária média de radioatividade,
após 48 horas, foi de 2,4% e a excreção média de radioatividade nas
fezes, após 4 dias, foi de 4,9%. Em ambos os casos, a
radioatividade média excretada foi quase exclusivamente na forma de
metabólitos da medicação original. A meia-vida média da vitamina D3
sérica, após uma dose oral de Alendronato de Sódio + Colecalciferol
(substância ativa) (70 mg/2.800 UI), é de aproximadamente 24
horas.

Cuidados de Armazenamento do Fosamax D

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da
luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas:

Fosamax D 70 mg/5.600 UI é um comprimido retangular modificado,
branco a quase branco, de um lado contém um contorno de uma imagem
de osso e do outro lado tem a inscrição 270.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Fosamax D

MS 1.0029.0180

Farm. Resp.:

Fernando C. Lemos – CRF-SP nº 16.243

Importado por:

Merck Sharp amp; Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 815 – Sousas, Campinas/SP
CNPJ: 45.987.013/0001-34 – Indústria Brasileira

SAC 0800-708-1818
supera.atende@superarx.com.br

Fabricado por:

Frosst Iberica, S.A.
Madri, Espanha
Embalado por:
Merck Sharp amp; Dohme Farmacêutica Ltda.
Rua 13 de Maio, 1.161 – Sousas, Campinas/SP

Comercializado por:

Supera RX Medicamentos Ltda.
Rua Guará S/N, Quadra 04/05/06 Galpão 08 – Aparecida de Goiânia –
GO

Venda sob prescrição médica.

Fosamax-D, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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