Cloridrato De Duloxetina Libbs Bula

Cloridrato de Duloxetina Libbs

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) é indicado
para o tratamento de:

  • Transtorno depressivo maior;
  • Dor neuropática periférica diabética;
  • Fibromialgia (FM) em pacientes com ou sem transtorno depressivo
    maior (TDM);
  • Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica;
  • Estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite
    de joelho em pacientes com idade superior a 40 anos e – transtorno
    de ansiedade generalizada.

Transtorno de ansiedade generalizada é definido pelo DSM-IV como
ansiedade e preocupação excessivas, presentes na maioria dos dias,
por pelo menos seis meses. A ansiedade e preocupação excessivas
devem ser difíceis de controlar e devem causar prejuízo as suas
funções diárias. Deve estar associado a três dos seis sintomas
seguintes: inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da
pele, ficar facilmente cansado, dificuldade em concentrar-se ou
sensações de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular e
perturbação do sono.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Cymbalta.

Contraindicação do Cloridrato de Duloxetina –
Libbs

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) é contraindicado em
pacientes com hipersensibilidade conhecida à Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) ou a qualquer um dos seus
excipientes. Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não deve
ser administrado concomitantemente com inibidores da
monoaminoxidase (IMAO) e deve ser administrado, no mínimo, 14 dias
após a interrupção do tratamento com um IMAO. Com base na meia-vida
da Cloridrato de Duloxetina (substância ativa), deve-se aguardar,
no mínimo, 5 dias após a interrupção do tratamento com Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa), antes de se iniciar o tratamento
com um IMAO.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Cymbalta.

Como usar o Cloridrato de Duloxetina –
Libbs

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) deve ser
administrado por via oral, independentemente das refeições.

Não administrar mais que a quantidade total de Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) recomendada para períodos de 24
horas. Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá-la
assim que lembrar. Entretanto, se for quase a hora da próxima dose,
o paciente deverá pular a dose esquecida e tomar imediatamente a
dose planejada.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Posologia do Cloridrato de Duloxetina


Tratamento inicial

Transtorno depressivo maior

O tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao
dia.

Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento
com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a
permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar
a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.

Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose
recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg
por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de
que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais. A
segurança de doses acima de 120 mg não foi adequadamente
avaliada.

Dor neuropática periférica diabética

O tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao
dia. Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram
benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é
claramente bem menos tolerada. Para pacientes cuja tolerabilidade
seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser
considerada.

Fibromialgia

O tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao
dia.

Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento
com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a
permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar
a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.

Não há evidência que doses maiores que 60 mg/dia confiram
benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma
dose de 60 mg, e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior
de reações adversas.

Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e
a dor devido à osteoartrite de joelho

O tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao
dia.

Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento
com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a
permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar
a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia.

Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose
recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg
ao dia.

Transtorno de ansiedade generalizada

O tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao
dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o
tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana,
de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes
de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora
tenha sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há
evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios
adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de
aumentar a dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, o aumento da dose
deve ser em incrementos de 30 mg, uma vez ao dia. A segurança de
doses acima de 120 mg, uma vez ao dia não foi adequadamente
avaliada.

Tratamento prolongado / manutenção /
continuação

Transtorno depressivo maior

É consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo
maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção,
geralmente por vários meses ou mais longa.

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) deve ser
administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os
pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a
necessidade da manutenção do tratamento com Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) e a dosagem apropriada para tal.

Dor neuropática periférica diabética

A eficácia de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) deve
ser avaliada individualmente, já que a progressão da dor
neuropática periférica diabética é bastante variável e o controle
da dor é empírico. A eficácia de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) não foi avaliada sistematicamente em estudos
placebo-controlados por períodos superiores a 12 semanas.

Fibromialgia

A fibromialgia é reconhecida como uma condição crônica. A
eficácia de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) no
tratamento da fibromialgia foi demonstrada em estudos
placebo-controlados por até 3 meses. A eficácia de Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) não foi demonstrada em estudos
mais longos; entretanto, o tratamento contínuo deve ser baseado na
resposta individual do paciente.

Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e
a dor devido à osteoartrite de joelho

A eficácia de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não
foi estabelecida em estudos placebo-controlados além de 13
semanas.

Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

É comumente aceito que o transtorno de ansiedade generalizada
requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos
mais longos. A manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi
estabelecida com o uso de Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) como monoterapia. Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) deve ser administrado numa dose de 60-120 mg, uma vez ao
dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para
assim avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.

Interrupção do tratamento

Foram relatados sintomas associados à interrupção do tratamento
com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa), tais como náusea,
tontura, dor de cabeça, fadiga, parestesia, vômito, irritabilidade,
pesadelos, insônia, diarreia, ansiedade, hiperidrose, vertigem,
sonolência e mialgia. Os pacientes devem ser monitorados em relação
a estes sintomas quando se optar pela interrupção do tratamento.
Quando o tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
precisar ser interrompido é recomendável que se faça uma redução
gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou
administrada em dias alternados) por um período, de no mínimo, 2
semanas antes da interrupção completa do tratamento. O regime ideal
a ser seguido deverá levar em consideração as características
individuais, tais como a duração do tratamento, dose no momento da
interrupção, dentre outros. Se após a diminuição da dose de
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa), ou sua suspensão,
surgirem sintomas intoleráveis, deve-se considerar retornar à dose
de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) usada antes dos
sintomas serem descritos. Posteriormente, a interrupção poderá ser
novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual da
dose.

Populações especiais

Dose para pacientes com insuficiência renal

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não é recomendado
para pacientes com insuficiência renal em fase terminal
(necessitando de diálise) ou com insuficiência renal grave
(clearance de creatinina lt; 30 mL/min). Entretanto, em
situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os
benefícios do tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) justificarem os potenciais riscos para pacientes com
insuficiência renal clinicamente significativa, recomenda-se uma
dose inicial de 30 mg de Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa), administrada uma vez ao dia.

Dose para pacientes com insuficiência
hepática

Não é recomendada a administração de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) em pacientes com insuficiência hepática.
Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica
criteriosa e os benefícios do tratamento com Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) justificarem os potenciais riscos
para pacientes com insuficiência hepática clinicamente
significativa (principalmente com relação a pacientes com cirrose),
uma dose mais baixa e menos frequente de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) deverá ser considerada.

Dose para pacientes idosos

Para transtorno da ansiedade generalizada, o tratamento com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) deve iniciar com a dose
de 30 mg, uma vez ao dia, durante duas semanas, antes de aumentar a
dose para 60 mg. Consequentemente, pacientes podem se beneficiar de
doses acima de 60 mg, uma vez ao dia. A dose máxima estudada é de
120 mg por dia. Para todas as outras indicações, nenhum ajuste de
dose é recomendado para pacientes idosos.

Dose para pacientes pediátricos

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não é indicado para
uso em pacientes menores de 18 anos.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Cymbalta.

Precauções do Cloridrato de Duloxetina –
Libbs

Suicídio

A possibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente ao
transtorno depressivo maior e a outros transtornos psiquiátricos e
pode persistir até que ocorra uma remissão significativa dos
sintomas depressivos. Deve ser feito acompanhamento estreito de
pacientes com alto risco, no início do tratamento com a droga. Como
com quaisquer outros medicamentos com ação farmacológica similar
[inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) ou
inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina (IRSN)],
casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados
durante o tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) ou logo após sua interrupção. Embora não tenha sido
estabelecida relação causal de Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) em induzir alguns efeitos, na análise de alguns estudos
agrupados de antidepressivos em transtornos psiquiátricos,
observou-se um aumento no risco de pensamentos e/ou comportamentos
suicidas em pacientes pediátricos e adultos jovens (lt; 25 anos de
idade), em comparação com o grupo placebo. Os médicos devem
incentivar seus pacientes a relatar, a qualquer momento, quaisquer
tipos de pensamentos ou sentimentos aflitivos.

Ativação de mania / hipomania

Da mesma forma que com outras drogas similares com atividade no
sistema nervoso central (SNC), Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) deve ser usado com cuidado em pacientes com histórico de
mania.

Convulsões

Da mesma forma que com outras drogas similares com atividade no
SNC, Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) deve ser usado com
cuidado em pacientes com histórico de convulsão.

Midríase

Foi relatada midríase com o uso de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa). Portanto, deve-se tomar cuidado ao se
prescrever Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) para
pacientes com aumento da pressão intraocular ou para aqueles com
risco de glaucoma de ângulo fechado.

Insuficiência renal ou hepática

Foram descritas concentrações plasmáticas elevadas de Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) em pacientes com insuficiência
renal grave (clearance de creatinina lt; 30 mL/min) ou com
insuficiência hepática grave. Entretanto, em situações em que
houver uma avaliação médica criteriosa e os benefícios do
tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
justificarem os potenciais riscos para esses grupos de pacientes,
uma dose mais baixa de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deverá ser considerada.

Elevação das enzimas hepáticas

Elevações nas enzimas hepáticas foram vistas em alguns pacientes
tratados com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) em estudos
clínicos. Estas foram geralmente transitórias e autolimitadas ou
resolvidas com a descontinuação de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa). Elevações graves das enzimas hepáticas (acima
de dez vezes o limite superior do normal) ou dano hepático com um
padrão colestático ou misto foram raramente relatadas, em alguns
casos associadas com uso excessivo de álcool ou doença hepática
preexistente. Portanto, Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
deve ser usado com cautela em pacientes que façam uso considerável
de álcool ou que tenham evidência de doença hepática
preexistente.

Aumento da pressão sanguínea

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) está associado ao
aumento da pressão sanguínea em alguns pacientes. Em pacientes com
hipertensão conhecida e/ou outra doença cardíaca, recomenda-se o
monitoramento da pressão arterial como apropriado.

Hiponatremia

Casos de hiponatremia (índice sérico de sódio menor que 110
mmol/L) foram relatados muito raramente. A maioria dos casos
ocorreu em pacientes idosos, especialmente quando houve histórico
recente de alterações no balanço hídrico, ou pré-disposição a ela.
Hiponatremia pode estar presente sem sinais ou sintomas específicos
(como tontura, fraqueza, náusea, vômito, confusão mental,
sonolência e letargia). Sinais e sintomas associados a casos graves
incluíram episódios de síncopes, quedas e convulsão.

Sangramento anormal

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa), assim como outros
inibidores seletivos e não seletivos da recaptação de serotonina e
noradrenalina, pode aumentar o risco de sangramentos, incluindo
sangramentos gastrointestinais e hemorragia pós-parto. Por isso,
deve-se ter cuidado ao se administrar Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) em pacientes que façam uso de anticoagulantes
e/ou substâncias que afetem a coagulação (por exemplo:
Aspirina® e anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs)
e em pacientes que tenham tendência a sangramentos.

Carcinogênese, mutagênese e danos à
fertilidade

Carcinogênese

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) foi administrado na
dieta de ratos e camundongos por 2 anos. Em ratos, não causou
qualquer aumento na incidência de neoplasias esperadas ou não
usuais ou diminuição na latência para qualquer tipo de tumor. Em
camundongos fêmeas recebendo Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa), houve um aumento da incidência de adenoma
hepatocelular e de carcinomas, somente em dose mais alta (144
mg/Kg/dia). No entanto, considerou-se que estas alterações eram
secundárias à indução de enzimas hepáticas, levando à hipertrofia
centrolobular e vacuolização. É desconhecida a relevância destas
informações obtidas em estudos com camundongos, em humanos.

Mutagênese

Em uma bateria de testes de genotoxicidade in vitro e
in vivo, Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não
demonstrou nenhum potencial mutagênico.

Danos à fertilidade

O desempenho reprodutivo não foi afetado em ratos recebendo 45
mg/Kg/dia de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) por via
oral. Em ratas recebendo 45 mg/Kg/dia de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) por via oral, foi demonstrada toxicidade
reprodutiva manifestada por uma diminuição no consumo de alimentos
e no peso corporal materno, interrupção do ciclo de estro,
diminuição na sobrevivência da ninhada e nos índices de nascidos
vivos e retardo no crescimento da ninhada. Em um estudo de
fertilidade em fêmeas, o nível sem efeito observável (NOEL) para
toxicidade materna, toxicidade reprodutiva e toxicidade relativa ao
desenvolvimento foi de 10 mg/Kg/dia.

Gravidez (categoria C)

Não houve estudos bem-controlados e adequados em mulheres
grávidas. Este medicamento deve ser usado em gestantes somente se o
benefício potencial justificar o risco para o feto. Sintomas de
descontinuação (por exemplo: hipotonia, tremor, nervosismo,
dificuldade de alimentação, desconforto respiratório e convulsões)
podem ocorrer no recém-nascido caso a mãe use Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) próximo ao parto. A maioria dos casos
ocorreu no nascimento ou poucos dias após.

Utilizando dados observacionais, há evidências de um risco
aumentado (menor que 2 vezes) para hemorragia pós-parto após
exposição à Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) próximo a
data do parto.

Não houve evidência de teratogenicidade em estudos em
animais.

Lactação

A Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) é excretada no
leite materno. A dose infantil diária estimada, baseada em mg/Kg, é
de aproximadamente 0,14% da dose materna. Devido à segurança de
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) em crianças ser
desconhecida, não é recomendável amamentar durante o tratamento com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa).

Trabalho de parto e no parto

O efeito de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) sobre o
trabalho de parto e no parto em humanos é desconhecido. Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) deve ser usado durante o trabalho
de parto e no parto somente se o benefício justificar o risco
potencial para o feto.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas ou amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Efeitos não teratogênicos

Recém-nascidos expostos a ISRS ou IRSN no final do 3º trimestre
desenvolveram complicações, exigindo hospitalização prolongada,
suporte respiratório e alimentação via sonda. Tais complicações
podem surgir imediatamente após o parto.

Na conclusão dos relatórios clínicos, foram
descritos

Dificuldade respiratória, cianose, apneia, convulsões,
temperatura instável, dificuldade de alimentação, vômito,
hipoglicemia, hipotonia, hipertonia, hiper-reflexia, tremor,
nervosismo, irritabilidade e choro constante. Estas características
são consistentes com os efeitos tóxicos diretos de ISRS e IRSN ou
possivelmente com uma síndrome de interrupção de drogas. Em alguns
casos, o quadro clínico é consistente com uma síndrome
serotoninérgica. O médico deve considerar cuidadosamente a relação
entre riscos e benefícios do tratamento com Cloridrato de
Duloxetina (substância ativa) em gestantes no 3º trimestre.

Efeitos na capacidade de dirigir e operar
máquinas

Embora estudos clínicos controlados com Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) não tenham demonstrado qualquer prejuízo do
desempenho psicomotor, memória ou função cognitiva, seu uso pode
estar associado à sedação e tontura. Portanto, pacientes que
estiverem sob tratamento com Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) devem ter cuidado ao operar máquinas perigosas, incluindo
automóveis.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir
veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem
estar prejudicadas.

Avaliação de pacientes quanto ao transtorno
bipolar

Um episódio de depressão maior pode ser indicação de um
transtorno bipolar. Embora não haja estudos clínicos estabelecidos
sobre o assunto, acredita-se que o tratamento de tais episódios com
um antidepressivo isolado possa aumentar a probabilidade de
antecipação de um evento maníaco/misto em pacientes com risco para
desenvolverem o transtorno bipolar. Não se sabe se os sintomas de
ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade,
hostilidade, agressividade, impulsividade, acatisia (agitação
psicomotora), hipomania, mania e alterações anormais no
comportamento, representam uma conversão para o transtorno bipolar.
Entretanto, antes de iniciar o tratamento com um antidepressivo, os
pacientes com sintomas para depressão devem ser adequadamente
avaliados para determinar se os mesmos possuem risco para o
transtorno bipolar, sendo que essa avaliação deve incluir um
histórico detalhado do paciente, histórico familiar de suicídio,
transtorno bipolar e depressão.

Deve-se observar que Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) não está aprovado para o tratamento de depressão
bipolar.

Síndrome serotoninérgica

O desenvolvimento de uma síndrome serotoninérgica com potencial
risco de vida ao paciente pode ocorrer com o uso de inibidores
seletivos de recaptação de serotonina e com inibidores de
recaptação de serotonina e noradrenalina, incluindo o tratamento
com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa), em particular com
o uso concomitante de drogas serotoninérgicas (incluindo triptanos)
e com drogas que prejudicam o metabolismo da serotonina (incluindo
IMAOs).

Os sintomas da síndrome serotoninérgica podem incluir alterações
no estado mental do paciente (por exemplo: agitação, alucinações,
delírio e coma), instabilidade autonômica (por exemplo:
taquicardia, pressão sanguínea instável, tontura, sudorese, rubor e
hipertermia), sintomas neuromusculares (por exemplo: tremor,
rigidez, mioclonia, hiper-reflexia e falta de coordenação),
convulsões e/ou sintomas gastrointestinais (por exemplo: náusea,
vômito e diarreia).

Portanto, aconselha-se cautela quando Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) for coadministrado com outras drogas que possam
afetar o sistema de neurotransmissores serotoninérgicos, tais como
triptanos, linezolida, lítio, tramadol ou Erva de São João
(Hypericum perforatum). Não é recomendado o uso
concomitante de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) com
outros inibidores seletivos de recaptação de serotonina (por
exemplo: fluoxetina e paroxetina), inibidores da recaptação da
serotonina e da noradrenalina ou triptofano.

Houve raros relatos pós-lançamento de síndrome serotoninérgica
com o uso de inibidores seletivos da recaptação de serotonina e um
triptano. Se o tratamento concomitante de Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) com uma outra droga serotoninérgica for
clinicamente indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do
paciente, particularmente durante o início do tratamento e aumentos
na dose.

Uso pediátrico

Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) não é indicado para
uso em pacientes menores de 18 anos.

Uso geriátrico

Embora tenham sido identificadas diferenças farmacocinéticas
entre mulheres de meia-idade e idosas ( 65 anos) [AUC (área sob a
curva) é mais alta e a meia-vida é mais longa em mulheres idosas],
a magnitude das alterações não é suficiente para justificar um
ajuste de dose baseado apenas na idade.

Atenção diabéticos: este medicamento contém
sacarose.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Cymbalta.

Reações Adversas do Cloridrato de Duloxetina –
Libbs

Durante os estudos para o tratamento do transtorno
depressivo maior, os seguintes eventos adversos foram descritos com
o uso de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
(N=3.779)

Reação muito comum (gt; 10%)

Boca seca, náusea e dor de cabeça.

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Palpitação, zumbido no ouvido, visão borrada, constipação,
diarreia, vômito, dispepsia, dor abdominal3 , flatulência,
fadiga5 , queda6 , diminuição de
peso, aumento da pressão sanguínea7 , diminuição do
apetite9 , rigidez muscular10 , dor
musculoesquelética11, espasmo muscular, tontura,
sonolência12, tremor, parestesia13 ,
insônia14 , alteração do orgasmo15 ,
diminuição da libido16, ansiedade, agitação17, sonhos
anormais19 , alteração da frequência urinária, distúrbio
da ejaculação20, disfunção erétil, retardo na
ejaculação, dor orofaríngea, bocejo, hiperidrose, suores noturnos,
prurido e rubor21 .

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Taquicardia, vertigem, dor de ouvido, midríase, distúrbio
visual, ressecamento ocular, eructação, gastroenterite, gastrite,
hemorragia gastrointestinal4 , disfagia, sensação de anormalidade,
sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio,
laringite, achados laboratoriais relacionados à alterações de
enzimas hepáticas8 , aumento de peso, contração muscular, distúrbio
de atenção, letargia, disgeusia, mioclonia, baixa qualidade do
sono, distúrbios do sono, bruxismo, desorientação18, apatia,
noctúria, hesitação urinária, retenção urinária, disúria,
diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual,
distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade, suor frio,
dermatite de contato, maior tendência à contusão, extremidades
frias e hipotensão ortostática. 

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Hipotireoidismo, estomatite, halitose, distúrbio da marcha,
aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, discinesia, odor
urinário anormal, poliúria, sintomas da menopausa e constrição da
orofaringe.

Durante os estudos para o tratamento da dor neuropática
periférica diabética, os seguintes eventos adversos foram relatados
com o uso de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
(N=906):

Reação muito comum (gt; 10%)

Náusea, fadiga5 , diminuição do apetite9 ,
tontura, dor de cabeça e sonolência12 .

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Palpitações, vertigem, visão borrada, constipação, boca seca,
diarreia, vômito, dispepsia, dor abdominal3 ,
quedas6 , diminuição de peso, aumento da pressão
sanguínea7 , achados laboratoriais relacionados à
alterações de enzimas hepáticas8 , dor
musculoesquelética11, espasmo muscular, letargia,
tremor, disgeusia, parestesia13 , insônia14 ,
agitação17, disúria, alteração da frequência urinária,
distúrbios da ejaculação20 , disfunção erétil, dor orofaríngea,
hiperidrose, prurido e rubor21 .

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Taquicardia, dor de ouvido, zumbido no ouvido, distúrbio visual,
flatulência, eructação, gastroenterite, gastrite, hemorragia
gastrointestinal4 , estomatite, disfagia, sensação de
anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede,
calafrio, distúrbio da marcha, laringite, aumento de peso, aumento
do colesterol sanguíneo, desidratação, rigidez
muscular10, contração muscular, distúrbio de atenção,
discinesia, baixa qualidade do sono, alteração do
orgasmo15 , diminuição da libido16 ,
ansiedade, distúrbio do sono, desorientação18 , sonhos
anormais19 , noctúria, hesitação urinária, retenção
urinária, poliúria, diminuição do fluxo urinário, retardo na
ejaculação, dor testicular, disfunção sexual, bocejo, constrição da
orofaringe, suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor
frio, maior tendência à contusão e extremidades frias.

Eventos não relatados

Hipotireoidismo, midríase, ressecamento ocular, halitose,
mioclonia, bruxismo, apatia, odor urinário anormal, sintomas da
menopausa, distúrbio menstrual, dermatite de contato e hipotensão
ortostática.

Durante os estudos para o tratamento da fibromialgia, os
seguintes eventos adversos foram relatados com o uso de Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) (N=1.294):

Reação muito comum (gt; 10%)

Constipação, boca seca, náusea, diarreia, fadiga5 , tontura, dor
de cabeça, sonolência12 e insônia14 .

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Palpitação, visão borrada, vômito, dispepsia, dor
abdominal3 , flatulência, quedas6 , sede,
calafrios, diminuição ou aumento de peso, aumento da pressão
sanguínea7 , diminuição do apetite9 , rigidez
muscular10 , dor musculoesquelética11,
espasmo muscular, distúrbio de atenção, letargia, tremor,
disgeusia, parestesia13, alteração do orgasmo15 ,
diminuição da libido16, ansiedade, distúrbio do sono,
agitação17, bruxismo, sonhos anormais19 ,
alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação20,
disfunção erétil, dor orofaríngea, bocejo, hiperidrose, suores
noturnos, prurido e rubor21 .

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Taquicardia, vertigem, dor de ouvido, zumbido no ouvido,
hipotireoidismo, midríase, distúrbio visual, ressecamento ocular,
eructação, gastroenterite, gastrite, hemorragia
gastrointestinal4 , estomatite, disfagia, sensação de
anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar,
laringite, achados laboratoriais relacionados à alterações
de enzimas hepáticas8, contração muscular,
discinesia, baixa qualidade do sono, desorientação18 ,
apatia, noctúria, hesitação urinária, retenção urinária, disúria,
poliúria, disfunção sexual, distúrbio menstrual, constrição da
orofaringe, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite de
contato, maior tendência à contusão e extremidades frias.

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Halitose, distúrbio da marcha, desidratação e odor urinário
anormal.

Eventos não relatados

Aumento do colesterol sanguíneo, mioclonia, diminuição do fluxo
urinário, retardo na ejaculação, dor testicular, sintomas de
menopausa e hipotensão ortostática.

Durante os estudos para o tratamento dos estados de dor
crônica associados à dor lombar crônica e a dor devido à
osteoartrite de joelho2 , os seguintes eventos adversos foram
descritos com o uso de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
(N=1.103):

Reação muito comum (gt; 10%)

Náusea.

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Vertigem, visão borrada, constipação, boca seca, diarreia,
vômito, dispepsia, dor abdominal3 , flatulência,
fadiga5 , aumento da pressão sanguínea7 ,
achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas
hepáticas8 , diminuição do apetite9 , dor
musculoesquelética11, tontura, dor de cabeça,
sonolência12, disgeusia, parestesia13,
insônia14 , diminuição da libido16 ,
ansiedade, distúrbio de ejaculação20 , disfunção erétil,
retardo na ejaculação, hiperidrose e rubor21 .

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Palpitações, taquicardia, zumbido no ouvido, midríase, distúrbio
visual, eructação, gastroenterite, gastrite, hemorragia
gastrointestinal4, halitose, quedas6,
sensação de anormalidade, sede, calafrio, aumento ou diminuição de
peso, rigidez muscular10, contração muscular, espasmo
muscular, distúrbio da atenção, letargia, tremor, baixa qualidade
do sono, alteração do orgasmo15, distúrbio do sono,
agitação17, desorientação18, apatia, sonhos
anormais19, noctúria, hesitação urinária, retenção
urinária, disúria, diminuição do fluxo urinário, alteração da
frequência urinária, dor testicular, disfunção sexual, dor
orofaríngea, bocejo, suores noturnos, dermatite de contato, prurido
e maior tendência à contusão.

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Dor de ouvido, estomatite, disfagia, mal-estar, aumento do
colesterol sanguíneo, desidratação, discinesia, bruxismo, odor
urinário anormal, poliúria, reação de fotossensibilidade, suor
frio, extremidades frias e hipotensão ortostática.

Eventos não relatados

Hipotireoidismo, ressecamento ocular, sensação de calor,
sensação de frio, distúrbio da marcha, laringite, mioclonia,
sintomas da menopausa, distúrbio menstrual e constrição da
orofaringe.

Durante os estudos para o tratamento do transtorno de
ansiedade generalizada, os seguintes eventos adversos foram
relatados com o uso de Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
(N=1.018):

Reação muito comum (gt; 10%)

Boca seca, náusea, fadiga5, tontura, dor de cabeça e
sonolência12 .

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Palpitações, zumbido no ouvido, visão borrada, midríase,
constipação, diarreia, vômito, dispepsia, dor
abdominal3, achados laboratoriais relacionados à
alterações de enzimas hepáticas8, diminuição de
apetite9, dor musculoesquelética11, tremor,
parestesia13, insônia14, alteração do
orgasmo15, diminuição da libido16, ansiedade,
agitação17, bruxismo, sonhos anormais19,
hesitação urinária, disúria, alteração da frequência urinária,
distúrbio da ejaculação20 , disfunção erétil, retardo na
ejaculação, bocejo, hiperidrose e rubor21 .

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Taquicardia, vertigem, distúrbio visual, ressecamento ocular,
flatulência, gastroenterite, disfagia, sensação de anormalidade,
sensação de frio, malestar, calafrio, aumento ou diminuição de
peso, aumento da pressão sanguínea7, rigidez
muscular10, contração muscular, espasmo muscular,
distúrbio de atenção, letargia, disgeusia, discinesia, distúrbio do
sono, apatia, poliúria, dor testicular, disfunção sexual, dor
orofaríngea, constrição da orofaringe, suores noturnos, prurido e
extremidades frias.

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Dor de ouvido, gastrite, halitose, sensação de calor, sede,
laringite, desidratação, mioclonia, desorientação18,
odor urinário anormal, retenção urinária, suor frio, dermatite de
contato e hipotensão ortostática.

Eventos não relatados

Hipotireoidismo, eructação, hemorragia
gastrointestinal4, estomatite, quedas6,
distúrbio da marcha, aumento do colesterol sanguíneo, baixa
qualidade do sono, noctúria, diminuição do fluxo urinário, sintomas
da menopausa, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade e
maior tendência à contusão.

A seguir são descritos os eventos adversos provenientes
de estudos clínicos com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa)
para todas as indicações1 (N=12.722):

Reação muito comum (gt; 10%)

Boca seca, náusea e dor de cabeça.

Reação comum (gt; 1% e lt; 10%)

Palpitações, visão borrada, constipação, diarreia, vômito,
dispepsia, dor abdominal3 , flatulência,
fadiga5 , diminuição de peso, aumento da pressão
sanguínea7 , diminuição do apetite9 , dor
musculoesquelética11 , espasmo muscular, tontura,
letargia, sonolência12, tremor, disgeusia,
parestesia13, insônia14, alteração do
orgasmo15 , diminuição da libido16,
ansiedade, distúrbio do sono, agitação17, sonhos
anormais19, alteração da frequência urinária, distúrbio
de ejaculação20, disfunção erétil, retardo na ejaculação, dor
orofaríngea, bocejo, hiperidrose, prurido e rubor21
.

Reação incomum (gt; 0,1% e lt; 1%)

Taquicardia, vertigem, dor de ouvido, zumbido no ouvido,
midríase, distúrbio visual, ressecamento ocular, eructação,
gastroenterite, gastrite, hemorragia gastrointestinal4 ,
halitose, disfagia, quedas6 , sensação de anormalidade,
sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio,
laringite, achados laboratoriais relacionados à alterações de
enzimas hepáticas8 , aumento de peso, desidratação,
rigidez muscular10 , contração muscular, distúrbio da
atenção, discinesia, baixa qualidade do sono, bruxismo,
desorientação18 , apatia, noctúria, hesitação urinária,
retenção urinária, disúria, poliúria, diminuição do fluxo urinário,
dor testicular, disfunção sexual, sintomas da menopausa, constrição
da orofaringe, suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor
frio, dermatite de contato, maior tendência à contusão,
extremidades frias e hipotensão ortostática.

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Hipotireoidismo, estomatite, distúrbio da marcha, aumento do
colesterol sanguíneo, mioclonia, odor urinário anormal e distúrbio
menstrual.

Legenda:

1. Esta categoria contém dados
agrupados de estudos placebo-controlados. Estes incluem estudos
para indicações aprovadas e para outras condições que estão sendo
estudadas.
2. Inclui estudos para dor lombar crônica e estudos para
osteoartrite.
3. Inclui dor abdominal na região superior, dor abdominal na região
inferior, sensibilidade abdominal, desconforto abdominal e dor
gastrointestinal.
4. Também inclui diarreia hemorrágica, hemorragia gastrointestinal
inferior, hematêmese, hematoquezia, hemorragia hemorroidal, melena,
hemorragia retal e úlcera.
5. Também inclui astenia.
6. Quedas foram mais comuns em pacientes idosos (≥ 65 anos).
7. Inclui aumento da pressão sanguínea sistólica, aumento da
pressão sanguínea diastólica, hipertensão sistólica, hipertensão
diastólica, crise hipertensiva, hipertensão essencial e
hipertensão.
8. Inclui aumento da alanina aminotransferase, aumento da enzima
hepática, aumento da aspartato aminotransferase, teste de função
hepática anormal, aumento da gamaglutamiltransferase, aumento da
fosfatase alcalina sanguínea, enzima hepática anormal e aumento da
bilirrubina sanguínea. 9. Inclui anorexia. Listado previamente sob
anorexia e diminuição do apetite. 10. Inclui rigidez
musculoesquelética.
11. Inclui mialgia e dor no pescoço.
12. Também inclui hipersonia e sedação.
13. Inclui hipoestesia, hipoestesia facial, hipoestesia genital e
parestesia oral.
14. Também inclui insônia moderada, insônia terminal e insônia
inicial.
15. Também inclui anorgasmia.
16. Também inclui perda da libido.
17. Também inclui sensação de tremor, nervosismo, cansaço, tensão e
hiperatividade psicomotora.
18. Inclui estado de confusão.
19. Inclui pesadelos.
20. Também inclui falha na ejaculação.
21. Também inclui fogachos.

Alterações laboratoriais

Em estudos clínicos placebo-controlados, o tratamento com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) foi associado com
pequenos aumentos médios nos valores de TGP (ALT), TGO AST),
CK (CPK) e fosfatase alcalina. Adicionalmente, o tratamento com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) foi associado à
alterações pouco frequentes, discretas e transitórias nos exames
descritos acima e potássio quando comparados ao placebo.

Controle da glicemia

Em três estudos clínicos de Cloridrato de Duloxetina (substância
ativa) no tratamento da dor neuropática periférica diabética, a
duração média da história de diabetes nos pacientes era de
aproximadamente 12 anos, a glicemia basal média em jejum foi de 176
mg/dL e a hemoglobina glicada HbA1c basal média foi de 7,81%. Nas
12 semanas de tratamento da fase aguda desses estudos, foi
observado um pequeno aumento da glicemia de jejum em pacientes
tratados com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa). A
hemoglobina glicada HbA1c foi estável em pacientes tratados com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa) e pacientes tratados
com placebo. Na fase de extensão desses estudos, que durou até 52
semanas, houve um aumento na HbA1c no grupo tratado com Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) e no grupo de tratamento de
rotina, mas o aumento médio foi 0,3% maior no grupo tratado com
Cloridrato de Duloxetina (substância ativa). Também houve um
pequeno aumento na glicemia em jejum e no colesterol total em
pacientes tratados com Cloridrato de Duloxetina (substância ativa),
enquanto seus testes laboratoriais mostraram uma pequena diminuição
no grupo de rotina.

Sintomas da descontinuação foram relatados quando a Cloridrato
de Duloxetina (substância ativa) foi interrompida. Nos estudos
clínicos, a maioria dos sintomas normalmente relatados após a
descontinuação abrupta ou gradual da Cloridrato de Duloxetina
(substância ativa) incluíram tontura, náusea, dor de cabeça,
parestesia, fadiga, vômito, irritabilidade, pesadelos, insônia,
diarreia, ansiedade, hiperidrose, vertigem, sonolência e
mialgia.

A seguinte lista de eventos indesejáveis (reações
adversas) é baseada em relatos espontâneos pós-lançamento e
correspondem à frequência de relatos fornecidos:

Reação rara (gt; 0,01% e lt; 0,1%)

Alucinações, retenção urinária e erupção cutânea.

Reação muito rara (lt; 0,01%)

Arritmia supraventricular, zumbido no ouvido após interrupção do
tratamento, síndrome de secreção inapropriada de hormônio
antidiurético, glaucoma, colite microscópica, hepatite, icterícia,
reação anafilática, hipersensibilidade, aumento da alanina
aminotransferase, aumento da fosfatase alcalina, aumento da
aspartato aminotransferase, aumento da bilirrubina, hiponatremia,
hiperglicemia (relatada especialmente em pacientes diabéticos),
trismo, distúrbios extrapiramidais, parestesia (incluindo sensação
de choque elétrico) devido à descontinuação do tratamento, síndrome
das pernas inquietas, síndrome serotoninérgica, convulsões,
convulsões após a descontinuação do tratamento, mania, agressão e
raiva (particularmente no início do tratamento ou após a
descontinuação do tratamento), sangramento ginecológico,
galactorreia, hiperprolactinemia, edema angioneurótico, contusão,
vasculite cutânea (algumas vezes com envolvimento sistêmico),
equimose, síndrome de Stevens-Johnson, urticária, hipotensão
ortostática e síncope (especialmente no início do tratamento) e
crises hipertensivas.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de
Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em

Cloridrato-De-Duloxetina-Libbs, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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Remédio Para Fóruns Bulas de Medicamentos Cloridrato De Duloxetina Libbs Bula

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