Acertil Bula

Acertil

Como Acertil funciona?

Acertil age no controle da pressão arterial, com sua manutenção
dentro dos limites fisiológicos. A atividade anti-hipertensiva de
Acertil é máxima entre a 4ª e a 6ª hora após a administração
de uma única dose e é mantida por no mínimo 24 horas.

Contraindicação do Acertil

Acertil não deve ser utilizado nas seguintes
situações:

  • Alergia conhecida ao perindopril, a qualquer componente da
    fórmula ou a qualquer outro medicamento da mesma classe terapêutica
    (inibidores da enzima conversora de angiotensina).
  • Se você tem sintomas tais como chiados, inchaço da face, língua
    ou garganta, coceira intensa ou severa, erupção cutânea com
    tratamento prévio de um inibidor da ECA ou se você tem alguém na
    família que teve algum destes sintomas em outras circunstâncias
    (uma condição chamada de angioedema).
  • Durante o segundo e terceiro trimestre da gravidez.
  • Se você é tratado com alisquireno e tem diabetes
    mellitus ou insuficiência renal.

Acertil não é recomendado para uso por crianças e
adolescentes (menores de 18 anos) ou em mulheres grávidas no
primeiro trimestre da gravidez ou em mulheres amamentando.

Acertil geralmente não é recomendado em caso de associação com
os medicamentos diuréticos que aumentam a quantidade de potássio no
sangue e com os medicamentos a base de sais de potássio e
lítio.

Este medicamento é contraindicado para menores de 18
anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Como usar o Acertil

Acertil deve ser administrado com um copo de água, uma vez ao
dia de preferência no mesmo horário todos os dias pela manhã e
antes da refeição.

É importante que você respeite a dose prescrita pelo seu médico.
As doses iniciais e as doses durante o seu tratamento são baseadas
no seu estado de saúde e nos outros medicamentos que você está
administrando.

Se você achar que o efeito de Acertil está muito fraco ou muito
forte, informe seu médico.

Posologia

Hipertensão arterial:

A dose inicial e de manutenção habitual é de 5 mg uma vez por
dia. Após um mês de tratamento a dose pode ser aumentada para 10 mg
uma vez por dia se necessário. A dose de 10 mg é a dose máxima
recomendada para hipertensão arterial. Se você tem 65 anos ou mais,
a dose inicial é de 2,5 mg uma vez por dia. Após um mês pode ser
aumentado para 5 mg uma vez por dia e então se necessário para 10
mg uma vez por dia.

A dosagem inicial recomendada é de 5mg em uma tomada única
diária pela manhã.

Os pacientes com sistema renina-angiotensina-aldosterona
intensamente ativado, podem apresentar uma excessiva queda de
pressão arterial seguindo a dose inicial. Nesses pacientes, é
recomendável uma dose inicial de 2,5mg e acompanhamento médico no
início do tratamento. Dependendo da resposta ao tratamento, a dose
poderá ser aumentada para 10mg por dia após um mês de
tratamento.

Se possível, os medicamentos diuréticos devem ser descontinuados
2 ou 3 dias antes do início da terapia com Acertil. Nos pacientes
hipertensos em que o medicamento diurético não pode ser
descontinuado, a terapia com Acertil deve ser iniciada com a dose
de 2,5mg. A dose subsequente de Acertil deve ser ajustada de acordo
com a resposta da pressão arterial. Em pacientes idosos, o
tratamento deve ser iniciado com uma dose de 2,5mg que poderá ser
progressivamente aumentada para 5mg após um mês de tratamento e
posteriormente para 10mg, caso necessário, dependendo da função
renal.

Como o tratamento com Acertil é geralmente realizado ao longo da
vida, você deve discutir com seu médico antes de parar de usar este
medicamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou
mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
Acertil?

Caso você esqueça de tomar Acertil no horário receitado pelo seu
médico, tome-o assim que se lembrar. Porém, se já estiver próximo
ao horário de tomar a dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a
próxima, continuando normalmente o esquema de doses receitado pelo
seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para
compensar a dose esquecida. O esquecimento da dose pode,
entretanto, comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico ou cirurgião-dentista.

Precauções do Acertil

Você deve procurar o seu médico na ocorrência das
seguintes situações:

  • Se você tem estenose aórtica (estreitamento do vaso sanguíneo
    principal) ou cardiomiopatia hipertrófica (doença muscular do
    coração) ou estenose da artéria renal (estreitamento da artéria que
    fornece sangue para o rim).
  • Se você tem algum outro problema de coração.
  • Se você tem problemas de fígado.
  • Se você tem problemas de rim ou se você tem realizado
    diálise.
  • Se você sofre de uma doença vascular de colágeno (doença do
    tecido conjuntivo) tais como lúpus eritematoso sistêmico ou
    esclerodermia.
  • Se você tem diabetes.
  • Se você está em dieta restrita de sal ou faz uso de substitutos
    do sal que contém potássio
  • Se você for se submeter a alguma anestesia ou cirurgia
    maior
  • Se você for se submeter a aférese de LDL (no qual o colesterol
    é removido do seu sangue por uma máquina).
  • Se você fará algum tratamento de dessensibilização para reduzir
    os efeitos de uma alergia de abelha ou picadas de vespa.
  • Se você recentemente sofreu de diarreia ou vômito, ou está
    desidratado.
  • Se você contou ao seu médico que tem intolerância à algum
    açúcar.
  • Se você toma alisquireno (medicamento para tratar
    hipertensão).

Você deve informar o seu médico se pensa que está (ou pode vir a
estar) grávida. Acertil não é recomendado no início da
gravidez e não deve ser tomado se tiver mais de 3 meses de gravidez
porque pode causar lesões graves no seu bebê se utilizado a partir
deste estágio.

Atenção: Este medicamento contém açúcar (lactose),
portanto deve ser usado com cautela em portadores de
Diabetes.

Se você for se submeter a uma cirurgia, informe ao anestesista
se estiver usando Acertil.

Interações medicamentosas

Para evitar eventuais interações entre vários medicamentos, você
deve informar seu médico se está ou se poderá fazer uso de qualquer
outro medicamento. O tratamento com Acertil 2,5mg pode afetar
outros medicamentos. Estes incluem:

  • Outros medicamentos para pressão arterial alta, incluindo
    alisquireno, diuréticos (medicamentos que aumentam a quantidade de
    urina produzida pelos rins).
  • Diuréticos poupadores de potássio (triantereno, amilorida),
    suplementos de potássio ou substitutos salinos contendo
    potássio.
  • Diuréticos poupadores de potássio usados no tratamento da
    insuficiência cardíaca: eplerenona, espironolactona nas doses entre
    12,5 mg a 50 mg por dia.
  • Lítio para mania ou depressão.
  • Anti-inflamatório não-esteroidais (por exemplo ibuprofeno) para
    alívio da dor ou alta dose de aspirina.
  • Medicamentos para tratar diabetes (tais como insulina ou
    metformina).
  • Baclofeno (usado para tratar rigidez muscular em doenças tais
    como a esclerose múltipla).
  • Medicamentos para tratar desordens mentais tais como depressão,
    ansiedade, esquizofrenia, etc (antidepressivos tricíclicos /
    antipsicóticos).
  • Imunossupressores (medicamentos que reduzem o mecanismo de
    defesa do corpo) usado para o tratamento de doença auto-imune ou
    seguido de transplante cirúrgico (por exemplo ciclosporina,
    tacrolimus).
  • Trimetoprim (para tratamento de infecções).
  • Estramustina (usado na terapia de câncer).
  • Alopurinol (para o tratamento da gota).
  • Procainamida (para tratamento dos batimentos irregulares do
    coração).
  • Vasodilatadores incluindo nitrato (fazem os vasos sanguíneos
    ficarem mais amplos).
  • Heparina (medicamento usado para afinar o sangue).
  • Medicamentos usados para tratamento da pressão arterial baixa,
    choque ou asma (por exemplo efedrina, noradrenalina ou
    adrenalina).
  • Sais de ouro, especialmente com administração intravenosa
    (usado para tratar sintomas da artrite reumatoide).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a saúde.

Reações Adversas do Acertil

Como qualquer medicamento, Acertil pode, em certos pacientes,
causar efeitos indesejáveis. As reações adversas observadas com o
uso do Acertil encontram-se listadas abaixo.

Pare de tomar o medicamento e procure seu médico
imediatamente se você tiver alguns dos efeitos adversos a
seguir:

  • Inchaço da face, lábios, boca, língua ou garganta, dificuldade
    em respirar.
  • Severa tontura ou desmaios.
  • Rápidos e irregulares batimentos do coração ou dor no
    peito.
  • Severa dor abdominal.

Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento):

  • Dor de cabeça.
  • Tonturas.
  • Vertigens e parestesia (sensação de formigamento).
  • Distúrbios da visão.
  • Zumbido, tonturas devido à pressão arterial baixa.
  • Ttosse.
  • Falta de ar.
  • Desordens gastrointestinais (náuseas, vômitos, dor abdominal,
    diminuição do paladar, indigestão, diarreia, constipação).
  • Reações alérgicas tais como erupção cutânea, coceira, cãimbras
    e astenia (fraqueza).

Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes
que utilizam este medicamento):

  • Distúrbios do sono ou humor.
  • Broncoespasmo (aperto no peito, chiado e falta de ar).
  • Boca seca.
  • Angioedema (sintomas tais como chiado, inchaço da face, língua
    ou garganta).
  • Coceira intensa ou erupções cutâneas graves.
  • Formação de bolhas na pele.
  • Problemas renais.
  • Impotência.
  • Sudorese.
  • Excesso de eosinofilia (tipo de células sanguíneas
    brancas).
  • Sonolência.
  • Desmaio.
  • Palpitações.
  • Taquicardia.
  • Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos).
  • Reações fotossensíveis (aumento da sensibilidade da pele ao
    sol).
  • Artralgia (dor nas articulações).
  • Mialgia (dor no músculo).
  • Dor no peito, mal-estar.
  • Edema periférico.
  • Febre.
  • Queda.

Mudança nos parâmetros laboratoriais:

  • Alto nível de potássio no sangue reversível com a
    descontinuação do medicamento.
  • Baixo nível de sódio.
  • Hipoglicemia (muito baixo nível de açúcar no sangue) em casos
    de pacientes diabéticos, aumento da uréia e creatinina no
    sangue.

Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes
que utilizam este medicamento)

Mudanças nos parâmetros laboratoriais:

  • Aumento no nível das enzimas do fígado.
  • Aumento do nível da bilirrubina sérica.

Reações muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos
pacientes que utilizam este medicamento)

  • Confusão.
  • Doenças cardiovasculares (batimentos irregulares do coração,
    ataque cardíaco e AVC).
  • Pneumonia eosinófila (um raro tipo de peneumonia).
  • Rinite (nariz entupido ou coriza).
  • Eritema multiforme.
  • Insuficiência renal aguda.
  • Alterações nos valores sanguíneos tais como redução no número
    de células brancas e células vermelhas do sangue.
  • Diminuição da hemoglobina.
  • Redução do número de plaquetas no sangue.
  • Inflamação do pâncreas, o qual pode causar severa dor no
    abdômen e costas.
  • Hepatite.

Você deve descontinuar o tratamento com Acertil 2,5mg e procurar
imediatamente aconselhamento médico em casos de inchaço da face,
lábios, língua, e/ou garganta induzindo dificuldades de respirar ou
dificuldades de deglutir.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as
pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo
que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer reações
adversas imprevisíveis ou desconhecidas. Nesse caso, informe seu
médico ou cirurgião-dentista.

População Especial do Acertil

Gravidez

Acertil não deve ser utilizado durante a gravidez. Se você
descobrir que está grávida quando estiver tomando Acertil, o
tratamento deve ser descontinuado e um tratamento anti-hipertensivo
alternativo deve ser iniciado. Informe seu médico rapidamente e
siga sua orientação. Também informe seu médico se você deseja
engravidar. O uso do Acertil é contraindicado durante o segundo e
terceiro trimestre da gravidez.

Lactação

Não existem dados a respeito da passagem do medicamento para o
leite materno, logo a administração de Acertil não é recomendada em
mulheres que estão amamentando. Informe seu médico se você está
amamentando ou se começará a amamentar. Seu médico deve escolher
outro tratamento se você deseja amamentar, especialmente se o seu
neném é recém-nascido ou se nasceu prematuro.

Efeitos na capacidade de condução de veículos e uso de
máquinas

Acertil deve ser utilizado com cautela por motoristas e
operadores de máquinas devido ao risco de vertigens e cansaço.
Usualmente não afeta a atenção, mas tontura ou fraqueza devido a
pressão arterial baixa pode ocorrer em alguns pacientes. Se você se
enquadrar nestes casos, sua habilidade para dirigir ou operar
máquinas pode ser afetada.

Composição do Acertil

Cada comprimido revestido de Acertil 2,5mg
contém:

Perindopril arginina

2,50mg (equivalente a 1,6975mg de
perindopril)

Excipientes q.s.p.

1 comprimido revestido

Excipientes:

maltodextrina, lactose monoidratada, dióxido de silício,
estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, glicerol,
hipromelose, corante clorofilina de cobre, macrogol, dióxido de
titânio.

Cada comprimido revestido de Acertil 5mg
contém:

Perindopril arginina

5,00mg (equivalente a 3,395mg de
perindopril)

Excipientes q.s.p.

1 comprimido revestido

Excipientes:

maltodextrina, lactose monoidratada, dióxido de silício,
estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, glicerol,
hipromelose, corante clorofilina de cobre, macrogol, dióxido de
titânio.

Cada comprimido revestido de Acertil 10mg
contém:

Perindopril arginina

10,00mg (equivalente a 6,790mg de
perindopril)

Excipientes q.s.p.

1 comprimido revestido

Excipientes:

maltodextrina, lactose monoidratada, dióxido de silício,
estearato de magnésio, amidoglicolato de sódio, glicerol,
hipromelose, corante clorofilina de cobre, macrogol, dióxido de
titânio.

Superdosagem do Acertil

Se você tomar muitos comprimidos procure o departamento de
emergência mais próximo ou entre em contato com o seu médico
imediatamente.

O efeito mais provável no caso de superdosagem de Acertil é a
hipotensão (queda da pressão arterial) associada com vertigens e
tonturas. Se ocorrer uma hipotensão profunda, ela pode ser
revertida colocando o paciente deitado com as pernas elevadas. Se
os sintomas persistirem, contate imediatamente seu médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Acertil

Dados de ensaios clínicos tem demonstrado que o duplo bloqueio
do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), através do uso
combinado de inibidores da ECA, bloqueadores dos receptores da
angiotensina II ou alisquireno está associado a uma maior
frequência de eventos adversos, como hipotensão, hipercalemia e
diminuição da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) em
comparação com o uso de um agente único SRAA.

Medicamentos que induzem hipercalemia

Alguns medicamentos ou classes terapêuticas podem aumentar a
ocorrência de hipercalemia: alisquireno sais de potássio,
diuréticos poupadores de potássio, inibidores da ECA, antagonistas
receptores de angiotensina II, AINES, heparina, agentes
imunossupressores como ciclosporina ou tacrolimus, trimetoprim. A
combinação desses medicamentos aumenta o risco de hipercalemia.

Associações contraindicadas

Alisquireno

Em diabéticos ou pacientes com disfunção renal, há risco de
hipercalemia, piora da função renal e aumento da morbidade e
mortalidade cardiovascular.

Associações não recomendadas

Alisquireno

Em outros pacientes que não os diabéticos ou com disfunção
renal, há risco de hipercalemia, piora da função renal e aumento da
morbidade e mortalidade cardiovascular.

Associação de inibidor ECA com bloqueador do receptor de
angiotensina

Foi reportado na literatura que pacientes com doença
aterosclerótica estabelecida, insuficiência cardíaca ou com
diabetes com lesão de órgão final, a combinação de um inibidor da
ECA com bloqueador do receptor de angiotensina está associada com
uma maior frequência de hipotensão, síncope, hipercalemia, piora na
função renal (incluindo insuficiência renal aguda) quando comparado
ao uso de um único agente do sistema
renina-angiotensina-aldosterona.

O bloqueio duplo (ex: combinação de um inibidor da ECA com um
antagonista receptor da angiotensina II) deve ser limitado a
casos identificados individualmente, com um monitoramento rigoroso
da função renal, níveis de potássio e pressão arterial.

Estramustina

Risco de aumento de efeitos adversos como edema angioneurótico
(angioedema).

Diuréticos poupadores de potássio (triantereno,
amilorida) e sais de potássio

  • Hipercalemia (potencialmente fatal), especialmente em conjunto
    com disfunção renal (efeitos hipercalêmicos aditivos);
  • A combinação do perindopril Perindopril Erbumina (substância
    ativa) com os medicamentos mencionados acima não é
    recomendada;
  • Se o uso concomitante é, no entanto indicado, eles devem ser
    usados com precaução e com frequente monitoramento do potássio
    sérico. Para uso da espironolactona na insuficiência cardíaca, veja
    abaixo.

Lítio 

Aumentos reversíveis das concentrações séricas de lítio e
toxicidade foram relatados durante a administração concomitante de
lítio com inibidores da ECA. O uso de perindopril com lítio não é
recomendado, contudo se esta associação for necessária, um
monitoramento cuidadoso dos níveis séricos de lítio deve ser
realizado.

Associações que exigem precauções de uso

Agentes antidiabéticos (insulinas, agentes
hipoglicemiantes orais)

Estudos epidemiológicos sugerem que a administração concomitante
de inibidores da ECA e antidiabéticos (insulinas, agentes
hipoglicemiantes orais) pode aumentar o efeito hipoglicemiante com
risco de hipoglicemia. A ocorrência deste efeito é mais provável
durante as primeiras semanas de tratamento combinado e em pacientes
com disfunção renal.

Baclofeno

Aumenta os efeitos anti-hipertensivos. Monitorar a pressão
arterial do paciente e adaptar a dosagem do agente antihipertensivo
se necessários.

Diuréticos não poupadores de potássio

Em pacientes que utilizam diuréticos, e especialmente nos que
tem depleção de volume e/ou sal, pode ocorrer uma redução excessiva
da pressão arterial após o início da terapia com um inibidor da
ECA. A possibilidade de efeitos hipotensores pode ser reduzida pela
descontinuação do diurético, pelo o aumento do volume ou ingestão
de sal antes do início da terapia que deve ser iniciada com doses
baixas e aumento progressivo do perindopril.

Na hipertensão arterial, quando a terapia prévia com diurético
possa ter causado depleção de sal/volume, ou o diurético deve ser
interrompido antes de se iniciar com o inibidor de ECA, neste caso,
um diurético não poupador de potássio, pode ser posteriormente
reintroduzido ou o inibidor de ECA deve ser iniciado com uma dose
baixa e aumentado progressivamente.

Na insuficiência cardíaca congestiva tratada com diurético, o
inibidor ECA deve ser iniciado com uma dosagem muito baixa,
possivelmente após a redução da dosagem do diurético não poupador
de potássio associado. Em todos os casos, a função renal (níveis de
creatinina) deve ser monitorada durante as primeiras semanas de
tratamento com inibidor da ECA.

Diuréticos poupadores de potássio: (eplerenona,
espironolactona)

Com eplerenona ou espironolactona em doses diárias entre 12,5mg
a 50mg e com doses baixas de inibidores da ECA: No tratamento de
insuficiência cardíaca classe II – IV (NYHA) com fração de ejeção
menor que 40% e tratamento prévio com uma associação de inibidor da
ECA e diurético de alça, risco de hipercalemia, potencialmente
fatal, especialmente em caso de não observância das recomendações
da prescrição para esta combinação.

Antes de iniciar a combinação, deve-se verificar a ausência de
hipercalemia e disfunção renal. Um rigoroso monitoramento do
calemia e creatinemia é recomendado no primeiro mês do tratamento
uma vez por semana inicialmente e, mensalmente, por
conseguinte.

Anti-inflamatório não esteroidal (AINEs) incluindo
aspirina gt; 3 g por dia

Quando inibidores da ECA são administrados simultaneamente com
os anti-inflamatórios não esteroidais (ex: ácido acetilsalicílico
em regimes posológicos anti-inflamatórios, inibidores da COX-2 e
AINES não seletivos) pode ocorrer uma atenuação do efeito
anti-hipertensivo.

O uso concomitante de AINE e os inibidores da ECA podem levar a
um aumento do risco de piora da função renal, incluindo a
possibilidade de insuficiência renal aguda, e um aumento nos níveis
de potássio sérico, especialmente em pacientes com prejuízo da
função renal pré-existente. Esta combinação deve ser administrada
com cautela, especialmente nos idosos.

Os pacientes devem ser hidratados adequadamente e deve-se
monitorar a função renal depois de iniciar a terapia concomitante e
então periodicamente.

Associações que devem ser avaliadas
cuidadosamente

O uso concomitante destes medicamentos pode aumentar o efeito
hipotensor do perindopril. A utilização concomitante de
nitroglicerina e outros nitratos, ou outros vasodilatadores pode
reduzir ainda mais a pressão arterial.

Gliptinas (linagliptina, saxagliptina, sitagliptina,
vildagliptina)

Aumento do risco de angioedema devido diminuição da atividade da
dipeptil peptidase IV (DPP-IV) pela gliptina, em pacientes em uso
concomitante com inibidor da ECA.

Antidepressivos
tricíclicos/antipsicóticos/anestésicos

O uso concomitante de alguns medicamentos anestésicos,
antidepressivos tricíclicos e antipsicóticos com inibidores da ECA
pode provocar uma redução adicional da pressão arterial.

Simpaticomiméticos

Os simpaticomiméticos podem reduzir os efeitos
anti-hipertensivos dos inibidores da ECA.

Ouro

Foram reportadas, raramente, reações nitritóides (sintomas que
incluem rubor facial, náuseas, vômitos e hipotensão) em pacientes
com terapia concomitante de ouro injetável (aurotiomalato de sódio)
e inibidor da ECA, incluindo perindopril.

Ação da Substância Acertil

Resultados de eficácia

Hipertensão

O perindopril é ativo em todos os estágios da hipertensão: leve,
moderada ou grave. Uma redução nas pressões arteriais sistólicas e
diastólica é observada tanto no paciente em posição supina quanto
ortostática.

O perindopril reduz a resistência vascular periférica, levando a
uma redução na pressão arterial. Como consequência, o fluxo
sanguíneo periférico aumenta, sem nenhum efeito na frequência
cardíaca.

Geralmente ocorre o aumento no fluxo sanguíneo renal, enquanto a
taxa de filtração glomerular (TFG) permanece inalterada.

A atividade anti-hipertensiva é máxima entre a 4ª e 6ª hora após
a administração de uma dose única e é mantida por no mínimo 24
horas: os efeitos no vale são aproximadamente 87-100% dos efeitos
no pico.

A diminuição da pressão arterial ocorre rapidamente. Em
pacientes que respondem ao tratamento, a normalização da pressão
arterial é alcançada dentro de 1 mês de tratamento e é mantida sem
ocorrência de taquifilaxia.

A interrupção do tratamento não causa efeito rebote.

O perindopril reduz a hipertrofia ventricular esquerda.

Em humanos, o perindopril demonstrou propriedades
vasodilatadoras, promovendo aumento da elasticidade das artérias de
grande calibre e redução da relação média-luz das artérias de
pequeno calibre.

Quando necessário, a combinação com um diurético tiazídico
resulta em um efeito sinérgico aditivo. Esta associação de um
inibidor da ECA com um tiazídico também pode diminuir o risco de
hipocalemia induzida pelo tratamento diurético.

Insuficiência cardíaca

O perindopril reduz o trabalho cardíaco por uma diminuição na
pré e pós-carga.

Estudos realizados em pacientes com insuficiência
cardíaca demonstraram

  • Diminuição das pressões de enchimento ventricular esquerda e
    direita;
  • Redução da resistência vascular periférica total;
  • Aumento do débito cardíaco e melhoria do índice cardíaco.

Em estudos comparativos, a primeira administração de 2 mg de
perindopril em pacientes com insuficiência cardíaca leve a moderada
não foi associada a qualquer redução significativa da pressão
arterial em comparação com o placebo.

Doença cerebrovascular

Um estudo multicêntrico, internacional, duplo cego, randomizado
e controlado com placebo (Progress) avaliou o impacto de um esquema
terapêutico de 4 anos (Perindopril Erbumina (substância ativa),
sozinho ou em combinação com o diurético indapamida) sobre o risco
de recorrência do AVC (acidente vascular cerebral) em pacientes com
história de doença cerebrovascular.

O desfecho primário foi AVC.

Após um período de “run in” inicial com Perindopril
Erbumina (substância ativa) 2 mg durante duas semanas uma vez ao
dia, 4 mg foram administrados por mais duas semanas quando
necessário, a dose poderia ser ampliada para até 8 mg. Em seguida,
6105 pacientes foram randomizados para placebo (n=3054) ou
Perindopril Erbumina (substância ativa) sozinho ou associado à
indapamida (n=3051). Indapamida foi associada exceto quando o
paciente tinha uma indicação formal ou contraindicação para o uso
de diurético. 

Estes tratamentos eram prescritos em adição às terapias
convencionais já em uso para tratamento do AVC e/ou hipertensão ou
qualquer outra patologia associada.

Todos os pacientes randomizados tinham uma história pregressa de
doença cerebrovascular (AVC ou Ataque Isquêmico Transitório) nos
últimos 5 anos. Não havia critério para inclusão baseado em cifras
tensionais: 2916 pacientes eram hipertensos e 3189 eram
normotensos.

Após uma média de acompanhamento de 3,9 anos, houve uma redução
da pressão arterial (sistólica e diastólica) em média de 9,0/4,0
mmHg e uma redução significativa de 28% (95% CI [17; 38],
plt;0.0001) no risco de recorrência do AVC (tanto isquêmico quanto
hemorrágico) foi observada no grupo de pacientes tratados em
comparação com o grupo placebo (10,1% vs 13,8%).

Além disso, ainda foram observadas reduções significativas no
risco de:

  • AVC fatal ou incapacitante (4,0% vs 5,9%
    correspondendo a 33% de redução de risco);
  • Eventos cardiovasculares totais, definidos como morte vascular,
    infarto do miocárdio não fatal e AVC não fatal (15,0% vs
    19,8% correspondendo a 26% de redução de risco);
  • Demência relacionada ao AVC (1,4% vs 2,1%
    correspondendo a uma redução de risco de 34%) e declínio cognitivo
    severo relacionado ao AVC (1,6% vs 2,8% correspondendo a
    45% de redução de risco).

Estes benefícios terapêuticos foram observados independente do
fato do paciente ser hipertenso ou não, independente da idade,
sexo, subtipo do AVC ou presença de diabetes.

Os resultados do Progress demonstram que esta terapia por cinco
anos resultaria em se evitar um AVC para cada 23 pacientes tratados
e um evento cardiovascular maior a cada 18 pacientes tratados.

Doença arterial coronariana estável

O estudo EUROPA foi um estudo multicêntrico, internacional,
randomizado, duplo cego e controlado por placebo que teve uma
duração de 4 anos.

Doze mil duzentos e dezoito (12218) pacientes com idade superior
a 18 anos foram randomizados para perindopril 8 mg (n=6110) ou
placebo (n=6108).

 A população em estudo apresentava evidências de doença
arterial coronariana sem sinais clínicos de insuficiência cardíaca.
De um modo geral, 90% dos pacientes tiveram um infarto prévio do
miocárdio e/ou uma revascularização coronariana prévia. A maioria
dos pacientes recebeu a medicação em estudo além da terapêutica
convencional incluindo inibidores plaquetários, agentes
hipolipemiantes e betabloqueadores.

O principal critério de eficácia foi composto por mortalidade
cardiovascular, infarto do miocárdio não fatal e/ou parada cardíaca
com reanimação bem sucedida. O tratamento com perindopril 8 mg uma
vez por dia resultou em uma significativa redução absoluta no
desfecho primário de 1,9% (redução do risco relativo (RRR) de 20%,
95%IC [9,4; 28,6]–plt;0,001).

Em pacientes com história de infarto do miocárdio e/ou
revascularização, foi observada uma redução absoluta de 2,2%
correspondente a uma RRR de 22,4% (95%IC [12,0; 31,6] – plt;0,001)
no desfecho primário em comparação com o placebo.

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia do perindopril em crianças e
adolescentes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas.
Em um estudo clínico aberto, não comparativo em 62 crianças
hipertensas com idade de 2 a 15 anos, com uma taxa de filtração
glomerular gt; 30 ml / min / 1,73 m2, os pacientes
receberam perindopril com uma dose média de 0,07 mg / kg. A dose
foi individualizada de acordo com o perfil do paciente e a resposta
da pressão sanguínea até uma dose máxima de 0,135 mg / kg /
dia.

59 pacientes completaram o período de três meses, e 36 pacientes
completaram o período de extensão do estudo, ou seja, foram
seguidos, pelo menos, 24 meses (média de duração do estudo: 44
meses).

Pressão arterial sistólica e diastólica mantiveram-se estáveis
desde a inclusão da última avaliação em pacientes previamente
tratados com outros tratamentos anti-hipertensivos, e diminuiu em
pacientes sem tratamento prévio.

Mais de 75% das crianças tiveram a pressão arterial sistólica e
diastólica abaixo do 95° percentil na sua última avaliação.

A segurança foi consistente com o perfil de segurança conhecido
do perindopril.

Dados de ensaios clínicos do duplo bloqueio do sistema
renina-angiotensina-aldosterona

Dois grandes estudos randomizados e controlados (ONTARGET
(ONgoing Telmisartan Alone and in combination with Ramipril
Global Endpoint Trial
) e VA NEPHRON-D (The Veterans
Affairs Nephropathy in Diabetes
) têm examinado o uso da
combinação de um inibidor da ECA com um bloqueador do receptor da
angiotensina II.

ONTARGET foi um estudo realizado em pacientes com história de
doença cardiovascular ou cerebrovascular, ou diabetes
mellitus tipo 2 acompanhadas de evidência de lesão de
órgãos-alvo. VA NEPHRON-D foi um estudo em pacientes com diabetes
mellitus tipo 2 e nefropatia diabética.

Estes estudos não demonstraram qualquer efeito benéfico
significativo na função renal e / ou resultados cardiovasculares e
mortalidade, enquanto foi observado um aumento do risco de
hipercalemia, lesão renal aguda e / ou hipotensão, em comparação
com a monoterapia.

Dadas as suas propriedades farmacodinâmicas semelhantes, estes
resultados são também relevantes para outros inibidores da ECA e
bloqueadores dos receptores da angiotensina II.

Inibidores da ECA e bloqueadores dos receptores da angiotensina
II não devem, portanto, serem utilizados concomitantemente em
pacientes com nefropatia diabética.

ALTITUDE (Aliskiren Trial in Type 2 Diabetes Using
Cardiovascular and Renal Disease Endpoints
) foi um estudo
destinado a testar o benefício da adição de alisquireno a uma
terapia padrão de um inibidor da ECA ou um bloqueador do receptor
da angiotensina II em pacientes com diabetes mellitus tipo
2 e doença renal crônica, doença cardiovascular, ou ambos.

O estudo foi interrompido precocemente devido a um risco
aumentado de resultados adversos. Morte cardiovascular e acidente
vascular cerebral foram numericamente mais frequentes no grupo de
alisquireno do que no grupo do placebo e os eventos adversos e os
eventos adversos graves de interesse (hipercalemia, hipotensão e
disfunção renal) foram notificadas mais frequentemente no grupo do
alisquireno do que no grupo placebo.

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas

Grupo farmacêutico:

Inibidores da ECA.

Mecanismo de ação

O Perindopril Erbumina (substância ativa) é um inibidor da
enzima de conversão da angiotensina I em angiotensina II (Enzima
Conversora de Angiotensina – ECA). A enzima de conversão, ou
quininase, é uma exopeptidase que permite a conversão da
angiotensina I no vasoconstritor angiotensina II, assim como causa
a degradação do vasodilatador bradicinina em um heptapeptídeo
inativo.

A inibição da ECA resulta na redução da angiotensina II no
plasma, que leva ao aumento da atividade da renina plasmática (pela
inibição do feedback negativo de liberação da renina) e à redução
da secreção de aldosterona. Uma vez que a ECA inativa a
bradicinina, a inibição da ECA também resulta em um aumento da
atividade dos sistemas calicreínacinina circulantes e locais (e
consequentemente também ativando o sistema
prostaglandina).

É possível que este mecanismo contribua para ação hipotensora
dos inibidores da ECA e seja parcialmente responsável por alguns
dos seus efeitos adversos (como por exemplo, a tosse).

O Perindopril Erbumina (substância ativa) age pelo intermédio de
seu metabólito ativo, o perindoprilato. Os outros metabólitos não
demostram nenhuma inibição da atividade da ECA in
vivo
.

Propriedades Farmacocinéticas

Absorção

Após administração oral, a absorção do perindopril é rápida e o
pico de concentração é atingido em 1 hora. A meiavida plasmática do
perindopril é de 1 hora.

Perindopril é uma pró-droga. Vinte e sete por cento (27%) da
dose de perindopril administrado, chega à circulação sanguínea como
perindoprilato, metabólito ativo. Além do perindoprilato ativo, o
perindopril produz cinco metabólitos, todos inativos.

O pico de concentração plasmática do perindoprilato é atingido
em 3 a 4 horas.

A ingestão de alimentos reduz a conversão em perindoprilato,
consequentemente a sua biodisponibilidade, desse modo, o
perindopril sal de terc-butilamina deve ser administrado por via
oral, em dose única diária pela manhã, antes da refeição.

Foi demonstrada uma relação linear entre a dose de perindopril e
sua exposição plasmática.

Distribuição

O volume de distribuição é próximo de 0,2 L/Kg para o
perindoprilato livre A ligação do perindoprilato as proteínas
plasmáticas é de 20%, principalmente à enzima conversora da
angiotensina, mas é dependente da concentração.

Eliminação

Perindoprilato é eliminado na urina e a meia-vida terminal da
fração livre é de aproximadamente 17 horas, resultando em um estado
de equilíbrio em 4 dias.

População especial

A eliminação do perindoprilato é reduzida em pacientes idosos, e
também nos pacientes com insuficiência cardíaca ou renal. O ajuste
da dosagem na insuficiência renal é desejável dependendo do grau da
insuficiência (clearance de creatinina)

O clearance de diálise do perindoprilato é de
70ml/min.

Os parâmetros cinéticos do perindopril são modificados em
pacientes com cirrose: o clearance hepático do perindopril
é reduzido à metade. No entanto, a quantidade de perindoprilato
formado não é reduzida e por essa razão não há necessidade de se
fazer um ajuste na dosagem.

Dados de segurança pré-clínicos

Em estudos de toxicidade crônica oral (ratos e macacos), o órgão
atingido foi o rim, com danos reversíveis.

Em estudos in vitro e in vivo não foi
observada mutagenicidade.

Os estudos toxicológicos sobre a reprodução (camundongos, ratos,
coelhos e macacos) não demonstraram sinais de embriotoxicidade ou
teratogenicidade. Contudo, os inibidores da ECA, enquanto classe
tem demonstrado provocar efeitos adversos no desenvolvimento fetal
tardio, resultando em morte fetal e efeitos congênitos em roedores
e coelhos: foram observadas lesões renais e um aumento na
mortalidade peri e pós-natal. A fertilidade não foi prejudicada em
ratos tanto em machos quanto fêmeas

Não foi observada carcinogenicidade em estudos a longo prazo em
camundongos e ratos.

Cuidados de Armazenamento do Acertil

Acertil deve ser guardado na sua embalagem original, em
temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz e umidade.
Nestas condições, este medicamento possui prazo de validade de 24
(vinte e quatro) meses, a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

2,5mg

Acertil 2,5mg é apresentado sob a forma de comprimidos
revestidos brancos e redondos.

5mg

Acertil 5mg é apresentado sob a forma de comprimidos revestidos
verdes claros em forma de bastonete, gravados sobre uma face com
logo e sulcados em ambas as faces. Este comprimido pode ser
dividido em doses iguais.

10mg

Acertil 10mg é apresentado sob a forma de comprimidos revestidos
verdes redondos, gravados sobre uma face com logo e na outra face
com um coração.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Acertil

MS Nº 1.1278.0074

Farm. Responsável:

Patrícia Kasesky de Avellar – CRF-RJ nº 6350

Fabricado por:

Les Laboratoires Servier Industrie
45520 Gidy – França

Importado por:

Laboratórios Servier do Brasil Ltda
Estrada dos Bandeirantes, nº 4211
Jacarepaguá – CEP: 22.775-113
Rio de Janeiro – RJ – Indústria Brasileira
CNPJ: 42.374.207/0001-76

Serviço de Atendimento ao Consumidor:
0800-7033431

Acertil, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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