Hidroclorotiazida Lfm Bula

Hidroclorotiazida LFM

Como o Hidroclorotiazida – LFM
funciona?


Hidroclorotiazida – LFM é um medicamento que possui em sua
fórmula uma substância chamada hidroclorotiazida, que pertence a
classe de substâncias tiazídas. Esta substância tem uma ação
diurética, isto é, aumenta a eliminação de líquidos do organismo
através da urina.

O início de ação ocorre 2 horas após sua administração, sendo de
1 a 2 ½ horas, após administração oral, o tempo de atingimento da
concentração máxima plasmática. A ação da hidroclorotiazida
persiste por aproximadamente 6 a 12 horas.

Contraindicação do Hidroclorotiazida – LFM

Hidroclorotiazida – LFM é contraindicado para os pacientes
com anúria (ausência de formação de urina) e aqueles que apresentem
alergia à hidroclorotiazida ou outros fármacos derivados da
sulfonamida.

Como usar o Hidroclorotiazida – LFM

O tratamento deve ser individualizado de acordo com a resposta
do paciente. A dose deve ser ajustada para se obter a resposta
terapêutica desejada, bem como para determinar a menor dose capaz
de manter esta resposta.

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via
oral.

Uso adulto

Pressão alta

Dose inicial

50 a 100 mg/dia, em uma só tomada pela manhã ou em doses
fracionadas. Após 1 semana a posologia deve ser ajustada pelo
médico até se conseguir a resposta terapêutica desejada sobre a
pressão sanguínea.

Quando a hidroclorotiazida é usada com outro agente
anti-hipertensivo, a dose deste último deve ser reduzida para
prevenir a queda excessiva da pressão arterial.

Inchaço

Dose inicial

50 a 100 mg uma ou duas vezes ao dia, até se obter o peso
seco.

Dose de manutenção

A dose de manutenção varia de 25 a 200 mg por dia ou em dias
alternados, de acordo com a sua resposta.

Com a terapia intermitente é menor a probabilidade de ocorrência
de distúrbios hidroeletrolíticos.

Uso em lactentes (crianças em fase de amamentação) e
crianças

Até 2 anos de idade

Dose diária total de 12,5 a 25 mg administrada em duas
tomadas.

De 2 a 12 anos de idade

Dose de 25 a 100 mg, administrada em duas tomadas.

A dose pediátrica diária usual deve ser baseada em 2 a 3 mg/kg
de peso corporal, ou a critério médico, dividida em duas
tomadas.

Não há estudos dos efeitos de LFM-Hidroclorotiazida administrado
por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir
a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por
via oral, conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu
médico.

O que devo fazer quando eu me esquecer usar
o Hidroclorotiazida – LFM?


Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que
possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose
seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo
determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas
doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Hidroclorotiazida – LFM

Caso você seja portador de doença nos rins grave, a
hidroclorotiazida deve ser usada com cautela, pois os tiazídicos
podem precipitar o aparecimento de azotemia (anormalidade
bioquímica referindo-se a uma elevação de nitrogênio da uréia
sanguínea e da creatinina). Reações de sensibilidade podem ocorrer
em pacientes com ou sem história de alergia ou asma brônquica.

Caso você sofra de insuficiência do fígado ou insuficiência do
fígado progressiva, os tiazídicos devem ser usados com cuidado,
pois pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico (equilíbrio
de líquidos no corpo) podem precipitar o coma hepático (coma devido
à diminuição do funcionamento do fígado).

O médico o observará cuidadosamente quanto o aparecimento de
sinais clínicos de distúrbios hidroeletrolíticos, principalmente
hiponatremia (deficiência de sódio no sangue), alcalose
hipoclorêmica (deficiência ou perda extrema de cloreto) e
hipopotassemia (diminuição da concentração de potássio no sangue),
através de avaliação periódica dos eletrólitos séricos.

Seu médico deve proceder a avaliação periódica dos eletrólitos
séricos.

As determinações dos eletrólitos na urina e no sangue são
particularmente importantes quando o paciente apresenta vômitos
excessivos ou recebe fluidos parenterais. Sinais de advertência ou
sintomas de desequilíbrio de fluídos e eletrólitos
incluem secura na boca, sede, fraqueza, letargia, sonolência,
dores musculares ou cólicas, cansaço, hipotensão arterial,
taquicardia (aceleração do ritmo cardíaco) e distúrbios
gastrintestinais.

Especialmente quando a diurese (produção de urina pelos rins)
for excessiva e em casos de cirrose grave (doença do fígado), ou
durante o uso concomitante e prolongado de corticosteroides ou ACTH
(tipo de hormônio), pode ocorrer hipopotassemia (diminuição do
nível de potássio no sangue).

As tiazidas demonstraram aumentar a excreção urinária de
magnésio, podendo resultar em hipomagnesemia (concentração baixa de
magnésio no sangue). Pode ocorrer hiperuricemia (aumento da
concentração de ácido úrico no sangue), ou mesmo gota (formação de
cristais nas articulações que geram inflamação), em certos
pacientes recebendo tiazídicos.

Se houver aparecimento de insuficiência renal progressiva, seu
médico deverá suspender ou descontinuar a terapia diurética.

Gravidez e amamentação

Apenas o médico pode decidir sobre o uso de
LFM-Hidroclorotiazida durante a gravidez e amamentação, pois o uso
do medicamento nesses períodos necessita de cuidados especiais.

Assim, informe imediatamente ao médico se houver suspeita de
gravidez, durante ou após o uso da medicação. Informe também ao
médico caso esteja amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica.

Este medicamento pode causar
doping.

Reações Adversas do Hidroclorotiazida – LFM

A hidroclorotiazida é geralmente muito bem tolerada, mas
eventualmente podem ocorrer as seguintes reações
adversas:

Gastrintestinais

Perda de apetite, desconforto gástrico, náuseas, vômitos,
constipação, icterícia colestática (coloração amarelada da pele e
das membranas mucosas, devido ao fluxo irregular da bile),
pancreatite (inflamação no pâncreas).

Sistema Nervoso Central

Vertigens, parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento
e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente), dor de
cabeça.

Sanguíneas

Leucopenia (redução de glóbulos brancos do sangue),
agranulocitose (diminuição de alguns tipos de glóbulos brancos do
sangue), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas
sanguíneas), anemia aplástica (diminuição de glóbulos vermelhos do
sangue), anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos
vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas do sangue em decorrência do
aumento da velocidade de destruição destes glóbulos).

Cardiovasculares

Queda da pressão ao levantar-se, pode ser potencializada pelo
álcool, barbitúricos (medicamentos utilizados como sedativos,
anestésicos e anticonvulsivantes) ou narcóticos (medicamentos que
induzem analgesia, alívio da dor).

Alérgicas

Púrpura (extravasamento de sangue para fora dos capilares da
pele ou mucosa formando manchas), fotossensibilidade (sensibilidade
exagerada da pele à luz), urticária (erupção na pele, geralmente de
origem alérgica, que causa coceira), erupção cutânea (da pele),
reações anafiláticas (alérgicas).

Outras

Hiperglicemia (nível alto de açúcar no sangue), glicosúria
(presença de glicose na urina), hiperuricemia (aumento da
concentração de ácido úrico no sangue), fraqueza, espasmo muscular
(contração involuntária de um músculo).

Dados de Farmacovigilância têm demonstrado a
possibilidade de ocorrência de queixas de:

Polaciúria (aumento da frequência urinária) aumento de urgência
urinária, disúria (dor ao urinar), dor nas extremidades, boca seca
e sede.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu Sistema de
Atendimento ao Consumidor (SAC), ou pelo Setor de Farmacovigilância
da empresa pelo telefone (21) 3860-2859.

População Especial do Hidroclorotiazida –
LFM

Idosos

Pacientes idosos, geralmente são mais sensíveis aos
medicamentos, em especial aos diuréticos. Sendo assim, devem ser
cuidadosamente acompanhados.

Composição do Hidroclorotiazida – LFM

Cada comprimido simples contém:

50 mg de hidroclorotiazida

Excipientes:

celulose microcristalina (MC-102), amido de milho, talco R2BL,
dióxido de silício coloidal e estearato de magnésio.

Apresentação do Hidroclorotiazida –
LFM


Forma farmacêutica

Comprimidos simples de 50 mg. Cada caixa contém 500
comprimidos.

Uso oral.

Uso adulto e pediátrico.

Superdosagem do Hidroclorotiazida – LFM

Os sinais e sintomas mais comuns da superdose são ligados aos
distúrbios eletrolíticos (sais minerais) e à desidratação (condição
resultante da perda de água excessiva pelo organismo).

Caso você utilize uma quantidade maior que a indicada o
tratamento recomendado é: medidas gerais de suporte, vômito
provocado ou lavagem gástrica, correção do distúrbio eletrolítico e
da desidratação.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Hidroclorotiazida –
LFM

A hidroclorotiazida, assim como outras tiazidas, pode aumentar
ou potencializar a ação de outros fármacos antihipertensivos.

Pode, também, interferir sobre as necessidades de insulina
(hormônio usado para controlar o diabetes) nos pacientes diabéticos
e reduzir o efeito de hipoglicemiantes orais (medicamentos
antidiabéticos, que reduzem os níveis de glicose no sangue).

Se houver diabetes latente (episódio de diabetes por ocasião de
alguma outra manifestação), ela pode se manifestar durante o
tratamento com os tiazídicos. As tiazidas podem aumentar a resposta
à d-tubocurarina (substância utilizada como relaxante
muscular).

Em alguns pacientes a administração de agentes
anti-inflamatórios não esteroidais pode reduzir os efeitos
diuréticos, natriuréticos (substâncias químicas que regulam o
equilíbrio de líquidos no corpo) e anti-hipertensivos das
tiazidas.

Portanto, quando a hidroclorotiazida e agentes
anti-inflamatórios não esteroidais são utilizados juntos, o médico
deverá observar atentamente se o efeito desejável do diurético foi
obtido.

Medicamento-exame laboratorial

As tiazidas podem diminuir os níveis séricos de iodo conjugado à
proteína, sem sinais de distúrbios da tireóide. Deve-se suspender a
administração de hidroclorotiazida antes de se realizarem testes de
função da paratireóide, o médico irá lhe orientar como proceder
nessa situação.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está
fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para a sua saúde.

Ação da Substância Hidroclorotiazida – LFM

Resultados de Eficácia


A eficácia e a segurança de Hidroclorotiazida (substância ativa)
foi comprovada com propriedade por Frishman W.H. et al. em
seu estudo comparativo placebo controlado, envolvendo 207 pacientes
portadores de hipertensão arterial leve para moderada, que foram
acompanhados por 26 semanas, comprovou-se uma grande diminuição da
pressão com Hidroclorotiazida (substância ativa).

Kumar E.B. et al. comprovou em seu estudo com 24
pacientes usando Hidroclorotiazida (substância ativa) por 30 dias,
que uma única dose de Hidroclorotiazida (substância ativa) é eficaz
na diminuição da pressão arterial. Vardan S. et al. também
comprovou a eficácia e segurança de Hidroclorotiazida (substância
ativa), envolvendo 24 pacientes com hipertensão arterial usando a
Hidroclorotiazida (substância ativa) por 1 mês, diminuindo os
elevados níveis de hipertensão arterial dos pacientes envolvidos no
estudo. Bope et al. em seu estudo randomizado envolvendo
157 pacientes acompanhados por 12 semanas, utilizando
Hidroclorotiazida (substância ativa) diariamente, pode comprovar
que Hidroclorotiazida (substância ativa) diminuiu a pressão
arterial sistólica e diastólica.

Reyes AJ. em sua publicação, uma meta-análise sobre monoterapias
diuréticas em pacientes hipertensos, comprovou a eficácia
monoterápica de diuréticos na diminuição de hipertensão
arterial.

Referências Bibliográficas

1. Frishman WH, et al. Comparison
of hydrochlorothiazide and sustained release diltiazem for mild-to-
moderate systemic hypertension. Am J Cardiol. 1987
Mar;59(6):615-23.
2. Kumar EB, et al. Circulatory dose-response effects of
hydrochlorothiazide at rest and during dynamic exercise in
essential hypertension. J R Coll Physicians Lond. 1982
Oct;16(4):232-5.
3. Vardan S, et al. Systemic systolic hypertension in the elderly:
correlation of hemodynamics, plasma volume, renin, aldosterone,
urinary metanephrines and response to thiazide therapy. Am J
Cardiol. 1986 Nov 1;58(10):1030-4.
4. Bope ET, et al. Multicenter private practice comparison of
tripamide and hydrochlorothiazide in the treatment of hypertension.
Fam Pract Res J. 1988 Summer;7(4):197-204.
5. Reyes AJ. Diuretics in the therapy of hypertension. J Hum
Hypertens. 2002 Mar;16 Suppl 1:S78-83.

Fonte: Bula do Profissional do
Medicamento Clorana.

Características Farmacológicas


Propriedades farmacodinâmicas

A Hidroclorotiazida (substância ativa) é um diurético tiazídico.
O mecanismo do efeito anti-hipertensivo dos diuréticos tiazídicos
não é totalmente conhecido. As tiazidas afetam os mecanismos
tubulares renais da reabsorção eletrolítica, aumentando diretamente
a excreção de íons sódio e cloreto e privando o corpo do excesso de
água.

As perdas de potássio ocorrem secundariamente (substituição por
sódio) e por secreção ativa no túbulo distal.

A excreção de magnésio é aumentada, enquanto a excreção de ácido
úrico é reduzida.

A ação diurética da Hidroclorotiazida (substância ativa) reduz o
volume plasmático, aumenta a atividade da renina plasmática e
aumenta a secreção de aldosterona, seguida por aumentos na
concentração de potássio na urina e perda de bicarbonato, e uma
diminuição no teor de potássio sérico.

Câncer de pele não melanoma

Baseado em dados disponíveis de dois estudos epidemiológicos
baseados em registros de câncer Nacional Dinamarquês, foi observada
uma associação dose-dependente cumulativa entre Hidroclorotiazida
(substância ativa) e câncer de pele não melanoma. Um estudo incluiu
uma população constituída por 71.533 casos de carcinoma basocelular
(CBC) e de 8.629 casos de carcinoma de células escamosas (CCE)
equiparados a populações controle de 1.430.833 e 172.462,
respectivamente. O uso elevado de Hidroclorotiazida (substância
ativa)| (gt;50,0 mg cumulativos) foi associado com um OR ajustado
de 1,29 (IC de 95%: 1,23-1,35) para CBC e 3,98 (IC de 95%:
3,68-4,31) para CCE. Foi observada uma clara relação dose
cumulativa-resposta para ambos, BCC e SCC. Um outro estudo mostrou
uma possível associação entre o risco de câncer de lábio (CCE) e
exposição a Hidroclorotiazida (substância ativa): 633 casos de
câncer de lábio foram equiparados com população controle de 63.067.
Foi demonstrada uma clara relação dose cumulativa-resposta com um
OR ajustado de 2,1(IC de 95%:1,7-2,6) para uso contínuo, OR 3,9
(3,0 -4,9) para uso elevado (no mínimo 25,000 mg) e OR
7,7(5,7-10,5) para a maior dose cumulativa (no mínimo 100,000
mg).

Propriedades farmacocinéticas

A Hidroclorotiazida (substância ativa) é rapidamente absorvida
pelo trato gastrointestinal. O efeito diurético começa dentro de
cerca de 2 horas, o efeito máximo é alcançado após cerca de 4 horas
e dura cerca de 6 – 12 horas. É excretada inalterada na urina. A
meia-vida é de 6 a 15 horas. Os níveis plasmáticos persistem por
pelo menos 24 horas. A Hidroclorotiazida (substância ativa) não é
metabolizada, mas é rapidamente excretada pelos rins. Pelo menos
61% de uma dose oral é excretada inalterada na urina em 24 horas. A
Hidroclorotiazida (substância ativa) atravessa a barreira
placentária e é excretada no leite materno.

Dados de segurança pré-clínica

A segurança do produto foi verificada pelo uso clínico a longo
prazo.

Fonte: Bula do Profissional do
Medicamento Clorana.

Cuidados de Armazenamento do Hidroclorotiazida –
LFM

Hidroclorotiazida – LFM deve ser mantido em temperatura ambiente
(15-30° C) e proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento

Hidroclorotiazida – LFM 50 mg

Comprimido branco, circular, plano, sulcado, gravado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Hidroclorotiazida – LFM

MS – 1.2625.0020

Farm. Resp.:

Jacques Magalhães Sato
CRF-RJ N° 6513

Laboratório Farmacêutico da marinha

Avenida Dom Hélder Câmara, N° 315
Benfica – Rio de Janeiro – RJ.
CNPJ 00394.502/0071-57
Indústria Brasileira

SAC:

(0XX21) 3860-2859

Uso sob prescrição médica.

Venda proibida ao comércio.

Hidroclorotiazida-Lfm, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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