Esclerovitan Bula

Esclerovitan

Como o Esclerovitan funciona?

Esclerovitan PL é um suplemento vitamínico que associa em
sua fórmula as vitaminas A, B6 e E. Com base na eficácia e
tolerabilidade observadas, conclui-se que esta associaçäo
vitamínica representa uma alternativa importante na terapia das
displasias mamárias.

Contraindicação do Esclerovitan

Você não deve utilizar Esclerovitanz PL em presença de
hipersensibilidade (alergia) a qualquer dos componentes da fórmula.
Esclerovitan PL não deve ser tomado por pacientes com doença de
Parkinson fazendo uso de medicamento à base de levodopa pura, pois
a vitamina B6 inibe a ação da levodopa isolada. Esclerovitan PL não
deve ser utilizado durante a gravidez. É também contraindicado em
presença de certas doenças do sangue (hipoprotombinemia devido à
deficiência de vitamina K e anemia ferropriva).

Como usar o Esclerovitan

Uma a duas cápsulas ao dia, ingeridas com um pouco de água,
durante ou após as refeições. O tempo de tratamento é de dois a
três meses.

Uso em crianças

Esclerovitan PL não é indicado para uso pediátrico.

Pacientes idosos

Não existem advertências ou recomendações especiais sobre o uso
do produto por pacientes idosos.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou
mastigado.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar
o Esclerovitan?

Caso você tenha esquecido uma dose, tome-a assim que se lembrar.
Porém, se está quase na hora da dose seguinte, pule a que você
perdeu e volte para sua programação regular. Não tome duas doses ao
mesmo tempo para compensar uma dose perdida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Esclerovitan

Caso a menstruação não apareça durante tratamento com
Esclerovitan PL em mulheres na fase fértil da vida, o uso do
produto deve ser imediatamente suspenso e o médico informado.
Mulheres que usam anticoncepcionais devem tomar doses menores de
Esclerovitan PL. O uso deve ser cauteloso em presença de
deficiência de funcionamento do fígado ou rins e em pacientes com
insuficiência renal crônica. Existem relatos que a vitamina E
aumenta a tendência para sangramento em pacientes com deficiência
de vitamina K ou naqueles que fazem uso de tratamentos
anticoagulantes.

Reações Adversas do Esclerovitan

Como todos os medicamentos, Esclerovitan PL pode causar algumas
reações desagradáveis; no entanto, estas não ocorrem em todas as
pessoas. Caso você tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o
medicamento.

Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis
descritas a seguir:

Vitamina A:

A utilização de doses de vitamina A iguais ou superiores a
1.000.000 UI/dia, durante três dias, ou 50.000 UI/dia, durante 12
ou mais meses, pode provocar intoxicações aguda ou crônica pela
vitamina A, que se manifestam por dor de cabeça, perda de apetite,
enjoo, vômitos, pele seca e escamosa, queda de cabelos, boca
ressecada com rachaduras nos cantos dos lábios, inchação, cansaço,
desânimo, sonolência, aumento ou diminuição das regras,
sangramentos (inclusive debaixo da pele), visão dupla, convulsões,
dores nas articulações e sensibilidade aumentada à luz.

Vitamina B6:

Neuropatia sensorial ou síndromes neuropáticas quando tomada em
doses de 50mg a 2g por dia por tempo prolongado, progredindo desde
andar vacilante e pés entorpecidos até adormecimento e
desajeitamento das mãos; este quadro é reversível. Pode inibir a
produção de leite.

Vitamina E:

Fadiga, fraqueza, náusea, tontura, cefaléia, visão turva,
flatulência, diarréia, dermatite, aumento da mama em homens e
mulheres.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

População Especial do Esclerovitan

Gravidez e amamentação

O uso de Esclerovitan PL é contraindicado durante a gravidez.
Seu emprego pode provocar inibição da produção de leite. Assim,
informe seu médico se estiver grávida ou com suspeita de gravidez
durante o uso de Esclerovitan PL. Informe também caso esteja
amamentando. É aconselhável não utilizar Esclerovitan PL
durante a amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas ou que possam ficar grávidas durante o
tratamento.

Direção de veículos e operação de máquinas

Uma vez que Esclerovitan PL é um suplemento vitamínico, seu
uso não deve interferir com direção de veículos ou operação de
máquinas.

Composição do Esclerovitan

Cada cápsula contém:

Vitamina A (palmitato de
retinol)
5.000 Ul
Vitamina B6 (cloridrato de
piridoxina)
100 mg
Vitamina E (acetato de
racealfatocoferol)
300 mg

Excipientes:

cera alba, lecitina de soja e óleo de soja.

Superdosagem do Esclerovitan

As reações adversas dependem fundamentalmente da ingestão
excessiva da vitamina A. Nesse caso, suspender imediatamente a
ingestão do medicamento. Como não existe tratamento específico,
utilizar medidas que tratem os sintomas. Alguns sintomas
desaparecem em uma semana, outros podem persistir durante várias
semanas ou meses.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do
medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.

Interação Medicamentosa do Esclerovitan

Interações Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância
ativa) – medicamentos

Se consumida em altas doses, a vitamina A poderá aumentar o
risco de doenças hepáticas quando administrada com drogas
hepatotóxicas e o risco de sangramento quando administrada com
varfarina. Mulheres que utilizam contraceptivos orais possuem
níveis maiores de vitamina A se comparadas àquelas que não
utilizam, porém podem ter estoques hepáticos reduzidos da
vitamina.

A absorção de vitamina A pode ser diminuída com o consumo
concomitante de neomicina e hidróxido de alumínio.

O consumo de retinoides pode ter um efeito tóxico aditivo com a
suplementação de vitamina A.

Produtos à base de levodopa isolada têm sua eficácia terapêutica
reduzida pela vitamina B6.

Cicloserina e isoniazida aumentam a excreção urinária da
vitamina B6. Os estrógenos podem reduzir os níveis plasmáticos de
fosfato piridoxal e a penicilamina inibe a atividade desta
vitamina.

O uso concomitante de vitamina E e agentes anticoagulantes ou
antiplaquetários pode aumentar o risco de sangramento. Doses
superiores à 400 UI de vitamina E por dia podem prolongar o tempo
da protrombina e também aumentar o risco de sangramento quando
associadas à varfarina.

Quando usado em altas doses, algumas drogas quimioterápicas
podem reduzir os níveis séricos de vitamina E, enquanto que óleos
minerais e orlistate reduzem a absorção desta vitamina. O consumo
de doses de 800 UI/dia de vitamina E pode diminuir os efeitos da
vitamina K, diminuindo sua absorção.

Interações Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância
ativa) – substâncias químicas

A ingestão crônica de álcool pode potencializar os efeitos
adversos da vitamina A, principalmente a hepatotoxicidade.

Interações Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância
ativa) – exames laboratoriais

A vitamina A pode aumentar os níveis de hemoglobina em pessoas
com anemia e baixos níveis séricos de retinol.

O resultado de testes para bilirrubina e urobilinogênio com
reagente de Ehrlich pode acusar resultado falso-positivo quando
houver tratamento com as vitaminas A e B6, respectivamente.

Interações Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância
ativa) – doenças

Em casos de infecções intestinais, tais como ascaridíase,
giardíase e salmonelose, e em casos de doença celíaca, fibrose
cística, doenças pancreáticas e cirrose no fígado há uma redução na
absorção de vitamina A.

Pacientes com doenças hepáticas podem ter um aumento no risco de
hipervitaminose e hepatotoxicidade, especialmente se houver um
consumo excessivo de vitamina A.

Doses de 1.000 UI por dia de vitamina E podem diminuir os
fatores de coagulação dependentes de vitamina K e exacerbar os
distúrbios hemorrágicos. A suplementação com vitamina E poderá
também piorar os defeitos de coagulação em pessoas com deficiência
de vitamina K.

Interação Alimentícia do Esclerovitan

Interações Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância
ativa)– alimentos

A gordura presente na alimentação aumenta a absorção de vitamina
A e vitamina E.

Ação da Substância Esclerovitan

Resultados de Eficácia

Até o momento não há estudos que avaliem a eficácia de
associações vitamínicas. A eficácia e ação dos componentes de
associações são avaliadas através de estudos específicos para cada
componente, sejam eles in vivo ou in vitro.

Características Farmacológicas

Piridoxina + Retinol + Tocoferol (substância ativa) contém em
sua fórmula as vitaminas A, B6 e E.

Vitamina A (palmitato de retinol):

Participa da proliferação e diferenciação celular e integridade
epitelial e das mucosas. A vitamina A antagoniza a produção de
estrogênio pelo folículo ovariano. A deficiência de vitamina A
reduz a capacidade secretora de epitélios produtores de muco,
aumentando o surgimento de processos irritativos e infecciosos. Sua
deficiência também aumenta a sensibilidade a carcinogênicos.

A deficiência de vitamina A é considerada uma das causas da
Síndrome Pré-Menstrual, sendo que a oleosidade da pele e a
acne poderão ser controladas por ela.

Vitamina B6 (cloridrato de piridoxina):

Atua como coenzima em vários processos metabólicos envolvendo
aminoácidos, carboidratos e lipídios. Atua no metabolismo do
triptofano, precursor da serotonina, no metabolismo da
norepinefrina e dopamina. Em virtude de sua participação na síntese
de dopamina e serotonina, a deficiência da piridoxina tem sido
relatada como possível fator associado à etiologia da Síndrome
Pré-Menstrual. A deficiência desta substância está associada ao
aparecimento da depressão.

Vitamina E (acetato de racealfatocoferol):

Acredita-se que a vitamina E iniba a formação de radicais livres
que provocam efeito nocivo sobre os lipídios das membranas
celulares. A vitamina E previne a esclerose do colágeno e facilita
a absorção e a utilização de vitamina A, protegendo contra a
hipervitaminose A. Altera o nível de androgênios e gonadotrofinas e
modula o equilíbrio estrogênio/ progesterona. A vitamina E induz a
ativação do sistema opioide endógeno, melhorando alguns sintomas
presentes, por exemplo, no período pré-menstrual.

Portanto, a vitamina A, a vitamina B6 e a vitamina E poderão ser
usadas no tratamento da alteração fibrocística benigna mamária.
Esta utilização é devido à ação destas três vitaminas sobre a
diferenciação epitelial e preservação do tecido conjuntivo, além de
modular a produção hormonal.

Cuidados de Armazenamento do Esclerovitan

Você deve conservar Esclerovitan PL em temperatura ambiente
(entre 15°C e 30°C), protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características

As cápsulas de Esclerovita PL têm formato oval e cor marron
avermelhada. Seu conteúdo é um líquido oleoso de cor amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Esclerovitan

Venda sob prescrição médica.

M.S. 1.0089.0258

Farmacêutico Responsável:

Alexandre Canellas de Souza CRF-RJ nº 23277

Fabricado por:

Catalent Brasil Ltda., Sorocaba – SP

Registrado e embalado por:

Merck S.A.
CNPJ 33.069.212/0001-84
Estrada dos Bandeirantes, 1099
Rio de Janeiro – RJ – CEP 22710-571
Indústria Brasileira

Esclerovitan, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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