Enalprin Bula

Enalprin

Tratamento de todos os graus de hipertensão essencial,
tratamento da hipertensão renovascular e todos os graus de
insuficiência cardíaca.
Prevenção de insuficiência cardíaca sintomática.
Prevenção de eventos coronarianos isquêmicos.

Contraindicação do Enalprin

Contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade prévia ao
enalapril ou qualquer outro inibidor da enzima conversora da
angiotensina (paciente que tenha apresentado angioedema durante a
terapia com qualquer outro inibidor da ECA).
Pacientes com hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes,
pacientes com histórico de edema angioneurótico relacionado a
utilização de inibidores da enzima conversora de angiotensina e
pacientes com angioedema hereditário ou idiopático.

Como usar o Enalprin

A dose inicial no tratamento da hipertensão essencial é de 10 a
20 mg, dependendo do grau de hipertensão, e pode ser dada uma vez
ao dia.

Precauções do Enalprin

Hipotensão sintomática

Raramente foi observada hipotensão sintomática em pacientes com
hipertensão não complicada; em pacientes hipertensos tratados com
Maleato de Enalapril (substância ativa), existe maior probabilidade
de ocorrer hipotensão quando houver depleção de volume consequente,
por exemplo, à terapia diurética, restrição de sal na dieta,
diálise, diarreia ou vômitos. Observou-se hipotensão
sintomática em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou sem
insuficiência renal associada; essa ocorrência é mais comum em
pacientes com graus mais avançados de insuficiência cardíaca,
conforme indicado pelo uso de altas doses de diuréticos de
alça, hiponatremia ou comprometimento da função renal. Nesses
pacientes, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e
quaisquer ajustes da dose de Maleato de Enalapril (substância
ativa) e/ou do diurético devem ser cuidadosamente
monitorizados.

Considerações semelhantes podem aplicar-se a pacientes
com doença isquêmica cardíaca ou vascular cerebral, nos quais a
queda excessiva da pressão arterial poderia resultar em infarto do
miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em posição
supina e, se necessário, receber infusão intravenosa de solução
salina. Uma resposta hipotensora transitória não representa
contraindicação para novas doses, as quais podem ser administradas,
geralmente sem dificuldade, depois que a pressão arterial responder
à expansão de volume.

Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca, cuja pressão
arterial é normal ou baixa, podem ocorrer reduções adicionais da
pressão arterial sistêmica com o uso de Maleato de Enalapril
(substância ativa); esse efeito é esperado e geralmente não
constitui razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão
tornar-se sintomática, podem ser necessárias redução da dose e/ou
descontinuação do diurético e/ou de Maleato de Enalapril
(substância ativa).

Estenose aórtica/cardiomiopatia
hipertrófica

A exemplo de todos os vasodilatadores, deve-se ter cuidado ao
administrar inibidores da ECA a pacientes com obstrução da via de
saída do ventrículo esquerdo.

Comprometimento da função renal

Em alguns pacientes, a hipotensão decorrente do início da
terapia com inibidores da ECA pode ocasionar certo grau adicional
de deterioração da função renal; foi relatada, nessa situação,
insuficiência renal aguda, em geral, reversível.

Pacientes com insuficiência renal podem requerer doses mais
baixas e/ou menos frequentes de Maleato de Enalapril (substância
ativa). Em alguns pacientes com estenose da artéria renal bilateral
ou estenose da artéria renal de rim único, foram observados
aumentos dos níveis séricos de ureia e creatinina, geralmente
reversíveis com a interrupção da terapia. Isso é particularmente
provável em pacientes com insuficiência renal.

Alguns pacientes sem patologia renal preexistente evidente
apresentaram aumentos geralmente discretos e transitórios de ureia
e creatinina sanguíneas quando receberam Maleato de Enalapril
(substância ativa) concomitantemente com um diurético; pode ser
necessária a redução da posologia e/ou a interrupção do diurético
e/ou de Maleato de Enalapril (substância ativa).

Hipersensibilidade/edema angioneurótico

Edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe
e extremidades, que pode ocorrer em qualquer momento do tratamento,
foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA,
inclusive com Maleato de Enalapril (substância ativa). Nessas
situações, Maleato de Enalapril (substância ativa) deve ser
imediatamente descontinuado e o paciente deve ser observado até a
resolução completa dos sintomas antes de receber alta. Mesmo nos
casos em que haja somente inchaço da língua, sem comprometimento
respiratório, os pacientes podem necessitar de observação
prolongada, uma vez que o tratamento com anti-histamínicos e
corticosteroides pode não ser suficiente.

Muito raramente, foram relatadas mortes em razão de angioedema
associado com edema de laringe ou língua. Os pacientes com
envolvimento de língua, glote ou laringe estão suscetíveis a
apresentar obstrução das vias aéreas, especialmente aqueles com
histórico de cirurgia das vias aéreas. Quando houver envolvimento
de língua, glote ou laringe e possibilidade de obstrução das vias
aéreas, o tratamento adequado, que pode incluir a administração de
solução de epinefrina 1:1.000 (0,3 a 0,5 mL) por via subcutânea
e/ou medidas que assegurem a desobstrução das vias aéreas, deve ser
instituído imediatamente.

Foi relatada incidência mais alta de angioedema em pacientes
negros que recebiam inibidores da ECA do que em pacientes de outras
raças.

Pacientes com histórico de angioedema não relacionado ao
tratamento com inibidores da ECA correm maior risco de apresentar
angioedema durante o tratamento com esses agentes.

Pacientes que recebem coadministração de um inibidor da ECA e um
inibidor de mTOR (proteína-alvo da rapamicina em mamíferos) (por
exemplo, tensirolimo, sirolimo, everolimo) podem apresentar maior
risco de angioedema.

Pacientes que recebem terapia concomitante com um inibidor da
ECA e um inibidor da neprilisina podem apresentar maior risco de
angioedema.

Reações anafilactoides durante dessensibilização com
himenóptero

Pacientes que recebiam inibidores da ECA raramente apresentaram
reações anafilactoides com risco de morte durante dessensibilização
com veneno de himenóptero. Essas reações foram evitadas com a
suspensão temporária do inibidor da ECA antes de cada
dessensibilização.

Pacientes sob hemodiálise

Foi relatada a ocorrência de reações anafilactoides em pacientes
submetidos à diálise com membranas de alto fluxo (por exemplo, AN
69) que recebiam concomitantemente um inibidor da ECA. Nesses
pacientes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de
membrana de diálise ou de uma classe diferente de agente
anti-hipertensivo.

Tosse

Foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA.
Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e
desaparece com a descontinuação do tratamento. A tosse induzida por
inibidores da ECA deve ser incluída no diagnóstico diferencial de
tosse.

Cirurgia/anestesia

Em pacientes submetidos a cirurgias importantes ou sob anestesia
com agentes hipotensores, o Maleato de Enalapril (substância ativa)
bloqueia a formação de angiotensina II consequente à liberação
compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão atribuível a esse
mecanismo, a pressão arterial poderá ser normalizada pela expansão
de volume.

Hipercalemia

Os fatores de risco para desenvolvimento da hipercalemia incluem
insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante
de diuréticos poupadores de potássio (por exemplo, espironolactona,
eplerenona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio,
substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos
que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que
contenham trimetoprima).

O uso de suplementos de potássio, diuréticos poupadores de
potássio ou substitutos do sal que contenham potássio,
particularmente em pacientes com função renal comprometida, pode
levar a aumento significativo dos níveis séricos de potássio. A
hipercalemia pode causar arritmias sérias, algumas vezes
fatais.

Se o uso concomitante de Maleato de Enalapril (substância ativa)
com qualquer um dos agentes mencionados acima for considerado
apropriado, deverá ser feito com cautela e com monitoramento
frequente dos níveis séricos de potássio.

Hipoglicemia

Pacientes diabéticos tratados com agentes antidiabéticos orais
ou insulina que estiverem iniciando tratamento com um inibidor da
ECA devem ser orientados a monitorar rigorosamente a hipoglicemia,
particularmente durante o primeiro mês de uso combinado.

Gravidez e amamentação

Categoria de risco D. Este medicamento não deve ser
utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de
gravidez.

O uso de Maleato de Enalapril (substância ativa) durante a
gravidez não é recomendado. O tratamento com Maleato de Enalapril
(substância ativa) deve ser suspenso o mais rápido possível depois
da confirmação de gravidez, a menos que seja considerado vital para
a mãe.

Em um estudo epidemiológico retrospectivo publicado, os
recém-nascidos cujas mães receberam um inibidor da ECA durante o
primeiro trimestre de gravidez pareceram ter risco aumentado de
importantes malformações congênitas em comparação com
recém-nascidos de mães não expostas a inibidores da ECA no primeiro
trimestre. O número de casos de defeitos congênitos é pequeno e os
achados desse estudo ainda não foram repetidos.

Os inibidores da ECA podem causar morbidade e mortalidade fetal
e neonatal quando administrados a mulheres no segundo e terceiro
trimestres da gravidez. A utilização de inibidores da ECA durante
esse período foi associada a danos para o feto e para o
recém-nascido, incluindo hipotensão, insuficiência renal,
hipercalemia e/ou hipoplasia de crânio no recém-nascido. Ocorreu
oligoidrâmnio materno, presumivelmente representando redução da
função renal fetal, podendo resultar em contraturas de membros,
deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão hipoplásico.
Se Maleato de Enalapril (substância ativa) for utilizado nesses
casos, as pacientes devem ser devidamente informadas sobre o risco
potencial que o medicamento acarreta para o feto. Essas reações
adversas para o embrião e para o feto não parecem ter ocorrido
quando a exposição intrauterina ao inibidor da ECA restringiu-se ao
primeiro trimestre.

Nos raros casos em que a utilização de inibidores da ECA durante
a gravidez for considerada essencial, deve-se solicitar
ultrassonografias seriadas para avaliação do meio intra-amniótico.
Se for detectado oligoidrâmnio, o tratamento com Maleato de
Enalapril (substância ativa) deve ser suspenso, a menos que seja
considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo,
estar cientes de que o oligoidrâmnio pode não ser detectado antes
de o feto ter sofrido danos irreversíveis.

Os recém-nascidos de mães que tomaram Maleato de
Enalapril (substância ativa) devem ser observados cuidadosamente, a
fim de verificar a ocorrência de hipotensão, oligúria e
hipercalemia.

O Maleato de Enalapril (substância ativa), que atravessa a
placenta, foi removido da circulação neonatal por diálise
peritoneal com algum benefício clínico e, teoricamente, pode ser
removido por exsanguineotransfusão.

O Maleato de Enalapril (substância ativa) e o Maleato de
Enalapril (substância ativa)ato são secretados no leite humano, em
quantidades vestigiais. Deve-se ter cuidado ao prescrever Maleato
de Enalapril (substância ativa) a mulheres que estejam
amamentando.

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia de Maleato de Enalapril (substância
ativa) foram estabelecidas em pacientes hipertensos de 1 mês a 16
anos de idade. O uso de Maleato de Enalapril (substância ativa)
comprimidos nesse grupo etário é apoiado por evidências
de estudos adequados e bem controlados de Maleato de Enalapril
(substância ativa) em pacientes pediátricos e adultos, bem como por
estudos publicados que envolviam pacientes pediátricos.

Em um estudo de farmacocinética de dose múltipla realizado em 40
pacientes pediátricos hipertensos (excluindo neonatos), Maleato de
Enalapril (substância ativa) foi geralmente bem tolerado. A
farmacocinética após administração oral do Maleato de Enalapril
(substância ativa) foi semelhante nesses pacientes e comparável aos
valores históricos em adultos.

Em um estudo clínico que envolveu 110 pacientes hipertensos com
idade entre 6 e 16 anos, os pacientes com peso lt; 50 kg receberam
diariamente 0,625 mg, 2,5 mg ou 20 mg de Maleato de Enalapril
(substância ativa) e os pacientes com peso ≥ 50 kg receberam 1,25
mg, 5 mg ou 40 mg, também diariamente. A administração do Maleato
de Enalapril (substância ativa) uma vez ao dia diminuiu a pressão
sanguínea no vale de modo dependente da dose e a eficácia
anti-hipertensiva foi consistente em todos os subgrupos (idade,
estágio de Tanner, sexo e raça). Entretanto, a eficácia
antihipertensiva parece não ter sido consistente com as doses mais
baixas estudadas: 0,625 mg e 1,25 mg, correspondentes a uma média
de 0,02 mg/kg uma vez ao dia. A dose máxima estudada foi de 0,58
mg/kg (até 40 mg) uma vez ao dia. Nesse estudo, Maleato de
Enalapril (substância ativa) foi geralmente bem tolerado.

O perfil de reações adversas em pacientes pediátricos não é
diferente do observado em pacientes adultos. Maleato de Enalapril
(substância ativa) não é recomendado a neonatos e pacientes
pediátricos com taxa de filtração glomerular lt; 30 mL/min/1,73
m2 , já que não existem dados disponíveis para essa
população de pacientes.

Efeito sobre a capacidade de dirigir e operar
máquinas

Ao dirigir veículos ou operar máquinas, deve-se considerar que
eventualmente podem ocorrer tontura ou cansaço.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Renitec®.

Reações Adversas do Enalprin

Em geral, Maleato de Enalapril (substância ativa) é bem
tolerado. Em estudos clínicos, a incidência global de reações
adversas não foi maior com Maleato de Enalapril (substância ativa)
do que com placebo. Na maioria dos casos, as reações adversas foram
leves e transitórias e não requereram a interrupção do
tratamento.

As seguintes reações adversas foram associadas ao uso de
Maleato de Enalapril (substância ativa):

Tontura e cefaleia foramas reações mais comumente relatadas;
fadiga e astenia foram relatadas por 2% a 3% dos pacientes. Outras
reações adversas ocorreram em menos de 2% dos pacientes e incluíram
hipotensão, hipotensão ortostática, síncope, náuseas, diarreia,
cãibras musculares, erupções cutâneas e tosse; menos
frequentemente, houve relatos de disfunção renal, insuficiência
renal e oligúria. Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema
angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e
extremidades foi relatado raramente. Em casos muito raros, foi
relatado angioedema intestinal com inibidores da enzima conversora
de angiotensina, inclusive com o Maleato de Enalapril (substância
ativa).

Reações adversas que ocorreram muito raramente em
estudos clínicos controlados ou após a comercialização
incluem:

Cardiovasculares

Infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral
(possivelmente decorrentes de hipotensão excessiva em pacientes de
alto risco, dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco,
palpitações, angina pectoris e fenômeno de Raynaud.

Endócrino

Síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético
(SIADH).

Gastrintestinais

Íleo paralítico, pancreatite, insuficiência hepática, hepatite
(hepatocelular ou colestática), icterícia, vômitos, constipação,
estomatite, dor abdominal, dispepsia, anorexia.

Sistemas nervoso/psiquiátrico

Depressão, confusão mental, sonolência, insônia, nervosismo,
parestesia, vertigem, anormalidades no padrão de sonhos.

Metabolismo

Foram relatados casos de hipoglicemia em pacientes diabéticos
recebendo agentes antidiabéticos orais ou insulina.

Respiratórios

Infiltrados pulmonares, broncoespasmo/asma, dispneia, rinorreia,
dor de garganta e rouquidão.

Pele

Diaforese, eritema polimorfo, dermatite esfoliativa, síndrome de
Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, pênfigo, prurido,
urticária, alopecia.

Outros

Impotência, rubor (vermelhidão repentina da pele, principalmente
no rosto, pescoço e parte superior do tórax), alteração do paladar,
visão embaçada, glossite e zumbido. Foi relatado um complexo
sintomático que pode incluir alguns, ou todos, dos seguintes
sintomas: febre, serosite, vasculite, mialgia/miosite,
artralgia/artrite, fator antinúcleo positivo, VHS elevada,
eosinofilia e leucocitose. Podem ocorrer erupções cutâneas,
fotossensibilidade ou outras manifestações dermatológicas.

Achados de testes laboratoriais

Alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais
padrão raramente foram associadas com a administração de Maleato de
Enalapril (substância ativa). Foram observados aumentos de ureia
sanguínea e creatinina sérica e elevações das enzimas hepáticas
e/ou da bilirrubina sérica, geralmente reversíveis com a
descontinuação de Maleato de Enalapril (substância ativa).
Ocorreram hipercalemia e hiponatremia.

Foram relatadas reduções de hemoglobina e hematócrito.

Após a comercialização, foram relatados alguns casos de
neutropenia, trombocitopenia, depressão de medula óssea e
agranulocitose nos quais não se pôde excluir relação causal com o
uso de Maleato de Enalapril (substância ativa).

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de
Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em

Enalprin, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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