Furosemida Hipolabor Bula

Furosemida Hipolabor

Este medicamento é destinado ao tratamento
de:

  • Hipertensão arterial leve a moderada;
  • Edema devido a distúrbios cardíacos, hepáticos e renais.
  • Edemas devido a queimaduras.

Furosemida (substância ativa) Solução Injetável 10
mg/mL

Este medicamento é destinado ao tratamento
de:

  • Edemas devido a doenças cardíacas e doenças hepáticas
    (ascite);
  • Edemas devido a doenças renais (na síndrome nefrótica, a
    terapia da doença causal tem prioridade);
  • Insuficiência cardíaca aguda, especialmente no edema pulmonar
    (administração conjunta com outras medidas terapêuticas);
  • Eliminação urinária reduzida devido à gestose (após restauração
    do volume de líquidos ao normal) ;
  • Edemas cerebrais como medida de suporte;
  • Edemas devido a queimaduras;
  • Crises hipertensivas (em adição a outras medidas
    anti-hipertensivas);
  • Indução de diurese forçada em envenenamentos.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Lasix®.

Contraindicação do Furosemida – Hipolabor

Furosemida (substância ativa) não deve ser usado em
pacientes com:

  • Insuficiência renal com anúria;
  • Pré-coma e coma associado à encefalopatia hepática;
  • Hipopotassemia severa;
  • Hiponatremia severa;
  • Hipovolemia (com ou sem hipotensão) ou desidratação;
  • Hipersensibilidade à Furosemida (substância ativa), às
    sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para uso por
lactantes.

Não há contraindicação relativa a faixas
etárias.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Lasix®.

Como usar o Furosemida – Hipolabor

A dose deve ser a menor possível para atingir o efeito
desejado.

Exclusivo Furosemida (substância ativa) Comprimido
40 mg

Os comprimidos devem ser ingeridos com líquido, por via oral e
com o estômago vazio.

É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, escolhendo-se o
horário mais prático, de tal forma que não fique perturbado o ritmo
normal de vida do paciente pela rapidez da diurese.

Exclusivo Furosemida (substância ativa) Solução
Injetável 10 mg/mL

A administração intravenosa de Furosemida (substância ativa) é
indicada em todos os casos onde a administração oral (Furosemida
(substância ativa) comprimidos) não é possível ou é ineficaz (por
exemplo: absorção intestinal prejudicada) ou em casos onde um
rápido efeito é necessário.

A administração intravenosa de Furosemida (substância ativa)
solução injetável deve ser realizada lentamente, não excedendo a
velocidade de infusão de 4 mg/min. Em pacientes com insuficiência
renal severa (creatinina sérica gt; 5 mg/dL), recomenda-se não
exceder a velocidade de infusão de 2,5 mg/min.

A administração intramuscular deve ser restrita a casos
excepcionais nos quais a administração oral (Furosemida (substância
ativa) comprimidos) ou intravenosa (Furosemida (substância ativa)
solução injetável) não são possíveis. A administração intramuscular
não é adequada ao tratamento de condições agudas como edema
pulmonar.

A substituição da administração parenteral (Furosemida
(substância ativa) solução injetável) para oral (Furosemida
(substância ativa) comprimidos) deve ser realizada assim que
possível.

A solução injetável de Furosemida (substância ativa) tem pH
aproximado a 9 sem capacidade de tamponamento. Por esta razão, o
ingrediente ativo pode precipitar em valores de pH inferiores a 7.
Portanto, no caso de diluição de Furosemida (substância ativa)
solução injetável, deve-se ter cautela para que o pH da solução
esteja dentro de uma variação de levemente alcalino para neutro.
Solução salina normal é adequada como diluente.

Furosemida (substância ativa) solução injetável não deve ser
misturada com outros medicamentos na mesma seringa de injeção ou
durante infusão.

Posologia do Furosemida (substância
ativa)


Furosemida (substância ativa) Solução Injetável 10
mg/mL

A menos que seja prescrito de modo diferente,
recomenda-se o seguinte esquema:

Adultos

O tratamento geralmente é iniciado com 20 a 80 mg por dia. A
dose de manutenção é de 20 a 40 mg por dia.

A dose máxima depende da resposta do paciente.

A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Crianças

Se possível, a Furosemida (substância ativa) deve ser
administrada por via oral para lactentes e crianças abaixo de 15
anos de idade.

A posologia recomendada é de 2 mg/kg de peso corporal, até um
máximo de 40 mg por dia. A duração do tratamento é determinada pelo
médico.

Não há estudos dos efeitos de Furosemida (substância ativa)
administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e
para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve
ser somente por via oral.

Furosemida (substância ativa) Solução Injetável 10
mg/mL

A menos que seja prescrito de modo diferente,
recomenda-se o seguinte esquema:

Adultos e adolescentes acima de 15 anos

A dose inicial para adultos e adolescentes de 15 anos em diante
é de 20 a 40 mg (1 a 2 ampolas) de Furosemida (substância ativa)
por via intravenosa ou via intramuscular.

Se após uma dose única de 20 a 40 mg de Furosemida (substância
ativa) (1 a 2 ampolas) o efeito diurético não for satisfatório, a
dose pode ser gradualmente aumentada, em intervalos de 2 horas, de
20 mg (1 ampola) a cada vez, até que seja obtida diurese
satisfatória. A dose individual assim estabelecida deve depois ser
administrada uma ou duas vezes por dia.

A duração do tratamento deve ser determinada pelo médico,
dependendo da natureza e gravidade da doença.

Lactentes e crianças abaixo de 15 anos

É indicada a administração parenteral (se necessário, infusão
gota a gota) somente em condições de risco de vida.

Para injeção intravenosa ou intramuscular, o esquema de
posologia é de 1 mg de Furosemida (substância ativa) por kg de peso
corporal até um máximo diário de 20 mg (1 ampola).

A terapia deve ser mudada para administração oral (Furosemida
(substância ativa) comprimidos) tão logo seja possível.

Populações especiais

Edema pulmonar agudo

Administrar uma dose inicial de 40 mg de Furosemida (substância
ativa) (2 ampolas) por via intravenosa. Se a condição do paciente
requerer, injetar uma dose adicional de 20 a 40 mg de Furosemida
(substância ativa) (1 a 2
ampolas) após 20 minutos. A posologia indicada para o tratamento é
de 100 mg a 300 mg ao dia, por um período máximo de 48 horas.

Diurese forçada

Administrar 20 a 40 mg de Furosemida (substância ativa) (1 a 2
ampolas) em adição à infusão de solução de eletrólitos. O
tratamento posterior depende da eliminação de urina e deve incluir
a substituição de perdas de líquido e de eletrólitos. No
envenenamento com substâncias ácidas ou básicas, a taxa de
eliminação pode ser aumentada ainda mais pela alcalinização ou
acidificação da urina, respectivamente. A posologia indicada para o
tratamento é de 100 mg a 300 mg ao dia, por um período máximo de 48
horas.

Não há estudos dos efeitos de Furosemida (substância ativa)
solução injetável administrado por vias não recomendadas. Portanto,
por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a
administração deve ser somente pela via intravenosa ou
intramuscular.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Lasix®.

Precauções do Furosemida – Hipolabor

O fluxo urinário deve ser assegurado. Em pacientes com obstrução
parcial do fluxo urinário (por exemplo: em pacientes com alterações
de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento
da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar
a doença. Deste modo, estes pacientes necessitam de monitorização
cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.

O tratamento com Furosemida (substância ativa) necessita
de supervisão médica regular. O monitoramento cuidadoso é
particularmente necessário em pacientes com:

  • Hipotensão;
  • Indesejável diminuição pronunciada na pressão arterial
    constituir-se-ia em um risco especial (ex.: estenoses significantes
    de artérias coronárias ou de vasos cerebrais);
  • Diabetes mellitus latente ou manifesta;
  • Gota ou hiperuricemia assintomática (controle regular do ácido
    úrico);
  • Síndrome hepatorenal, isto é, comprometimento da função renal
    associado com doença hepática severa;
  • Hipoproteinemia, ex.: associada à síndrome nefrótica (o efeito
    da Furosemida (substância ativa) pode ser atenuado e sua
    ototoxicidade potencializada). É recomendada a titulação cuidadosa
    das doses da Furosemida (substância ativa).

Durante tratamento com Furosemida (substância ativa) é
geralmente recomendada a monitorização regular dos níveis de sódio,
potássio e creatinina séricos; é necessária monitorização
particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de
desenvolvimento de alterações eletrolíticas ou em caso de perda
adicional significativa de fluidos (por exemplo, devido a
vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia ou desidratação,
bem como qualquer alteração eletrolítica ou ácido – base
significativas devem ser corrigidas. Isto pode requerer a
descontinuação temporária da Furosemida (substância ativa).

Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manifestação de
lúpus eritematoso sistêmico.

Gravidez e lactação

A Furosemida (substância ativa) atravessa a barreira
placentária. Portanto, não deve ser administrada durante a gravidez
a menos que estritamente indicada e por curtos períodos de tempo. O
tratamento durante a gravidez requer monitorização do crescimento
fetal.

A Furosemida (substância ativa) passa para o leite e pode inibir
a lactação. As mulheres não devem amamentar se estiverem sendo
tratadas com Furosemida (substância ativa).

Categoria de risco na gravidez: categoria C. Este
medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem
orientação médica.

Populações especiais

Pacientes idosos

A eliminação de Furosemida (substância ativa) é diminuída devido
à redução na função renal.

A ação diurética da Furosemida (substância ativa) pode levar ou
contribuir para hipovolemia e desidratação, especialmente em
pacientes idosos. A depleção grave de fluidos pode levar a
hemoconcentração com tendência ao desenvolvimento de tromboses.

Crianças

O monitoramento cuidadoso é necessário em crianças prematuras
devido ao possível desenvolvimento de nefrolitíase e
nefrocalcinose; a função renal deverá ser monitorizada e deverá ser
realizada uma ultrassonografia renal.

Caso a Furosemida (substância ativa) seja administrada a
crianças prematuras durante as primeiras semanas de vida, pode
aumentar o risco de persistência de ducto de Botallo.

Alterações na capacidade de dirigir veículos ou operar
máquinas

Alguns efeitos adversos (como queda acentuada indesejável da
pressão sanguínea) podem prejudicar a capacidade do paciente em se
concentrar e reagir e, portanto, constitui um risco em situações em
que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou
operar máquinas.

Sensibilidade cruzada

Pacientes hipersensíveis a antibióticos do tipo sulfonamidas ou
sulfoniluréias podem apresentar sensibilidade cruzada com o
medicamento.

Este medicamento pode causar
doping.

Fonte: Bula do Profissional do Medicamento
Lasix®.

Reações Adversas do Furosemida – Hipolabor

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando
aplicável:

  • Reação muito comum (gt; 1/10).
  • Reação comum (gt; 1/100 e ≤ 1/10).
  • Reação incomum (gt; 1/1.000 e ≤ 1/100).
  • Reação rara (gt; 1/10.000 e ≤ 1/1.000).
  • Reação muito rara (≤ 1/10.000).
  • Desconhecido: não pode ser estimada por dados disponíveis.

Distúrbios metabólico e nutricional

Muito Comum

Distúrbios eletrolíticos (incluindo sintomáticos), desidratação
e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos, aumento nos
níveis séricos de creatinina e triglicérides.

Comum

Hiponatremia, hipocloremia, hipopotassemia, aumento nos níveis
séricos de colesterol e ácido úrico, crises de gota e aumento no
volume urinário.

Incomum

Tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode
se manifestar.

Desconhecido

Hipocalcemia, hipomagnesemia, aumento nos níveis séricos de
ureia e alcalose metabólica, Síndrome de Bartter no contexto de uso
inadequado e/ou a longo prazo da Furosemida (substância ativa).

Distúrbios vasculares

Muito comum (para infusão intravenosa)

Hipotensão incluindo hipotensão ortostática.

Raro

Vasculite.

Desconhecido

Trombose

Distúrbios renal e urinário

Comum

Aumento no volume urinário.

Raro

Nefrite tubulointersticial.

Desconhecido

Aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina; retenção
urinária (em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário);
nefrocalcinose/nefrolitíase em crianças prematuras, falência
renal.

Distúrbios gastrintestinais

Incomum

Náuseas.

Raro

Vômitos, diarreia.

Muito raro

Pancreatite aguda.

Distúrbios hepatobiliares

Muito raro

Colestase, aumento nas transaminases.

Distúrbios auditivos e labirinto

Incomum

Alterações na audição, embora geralmente de caráter transitório,
particularmente em pacientes com insuficiência renal,
hipoproteinemia (por exemplo: síndrome nefrótica) e/ou quando
Furosemida (substância ativa) intravenosa for administrada
rapidamente. Casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram
reportados após administração oral ou IV de Furosemida (substância
ativa).

Muito raro

Tinido.

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele

Incomum

Prurido, urticária, rash, dermatites bolhosas, eritema
multiforme, penfigoide, dermatite esfoliativa, púrpura, reação de
fotossensibilidade.

Desconhecido

Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, PEGA
(Pustulose Exantemática Generalizada Aguda) e DRESS (rash
ao fármaco com eosinofilia e sintomas sistêmicos), reações
liquenoides.

Distúrbios do sistema imune

Raro

Reações anafiláticas ou anafilactoides severas (por exemplo, com
choque).

Desconhecido

Agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso
sistêmico.

Distúrbios do sistema nervoso

Raro

Parestesia.

Comum

Encefalopatia hepática em pacientes com insuficiência
hepatocelular.

Desconhecido

Vertigem, desmaio ou perda de consciência, cefaleia.

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo

Comum

Hemoconcentração.

Incomum

Trombocitopenia.

Raro

Leucopenia, eosinofilia.

Muito raro

Agranulocitose, anemia aplástica ou anemia hemolítica.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido
conjuntivo

Desconhecido

Casos de rabdomiólise foram relatados, muitas vezes na situação
de hipopotassemia severa.

Distúrbios congênito e genético/familiar

Desconhecido

Risco aumentado de persistência do ducto arterioso quando
Furosemida (substância ativa) for administrada a crianças
prematuras durante as primeiras semanas de vida.

Distúrbios gerais

Raro

Febre.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de
Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA, disponível em

Furosemida-Hipolabor, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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