Cloridrato De Lidocaina Hypofarma Bula

Cloridrato de Lidocaína Hypofarma

Como o Cloridrato de Lidocaína – Hypofarma
funciona?


A solução injetável de cloridrato de lidocaína sem
vasoconstritor contém o anestésico local cloridrato de lidocaína
com indicação para infiltração e bloqueios nervosos. A lidocaína
estabiliza a membrana neural por inibição dos fluxos iônicos
necessários para o início e a condução dos impulsos efetuando deste
modo a ação do anestésico local.

Contraindicação do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

A lidocaína é contraindicada em pacientes com conhecida
hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida ou a qualquer
um dos componentes da fórmula.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Como usar o Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

A Tabela de Dosagens Recomendadas, abaixo, resume os volumes e
concentrações de cloridrato de lidocaína para os vários tipos de
procedimentos anestésicos. As dosagens sugeridas nesta tabela são
para adultos normais saudáveis e refere-se ao uso de solução sem
vasoconstritor.

Quando grandes volumes são necessários, somente soluções com
vasoconstritor devem ser usadas, exceto naqueles casos em que os
fármacos vasopressores são contraindicados.

Estas doses recomendadas servem somente como guia para a
quantidade de anestésico necessária na maioria dos procedimentos de
rotina. Os volumes e concentrações reais a serem usadas dependem de
fatores tais como, o tipo e extensão do procedimento cirúrgico,
intensidade da anestesia e extensão do relaxamento muscular
necessário, duração necessária da anestesia e da condição física do
paciente. Em todos os casos devem ser adotadas a mais baixa
concentração e a menor dose que produzam os resultados desejáveis.
As dosagens devem ser reduzidas para crianças, para pacientes
idosos e debilitados e para pacientes com doenças cardíacas e/ou
hepáticas.

O início da anestesia, a duração da anestesia e a extensão do
relaxamento muscular são proporcionais ao volume e concentração
(dose total) do anestésico local usado. Portanto, o aumento de
concentração e volume do injetável de cloridrato de lidocaína
injetável, diminui o tempo de início da anestesia, prolonga a
duração da anestesia, promove uma grande extensão do relaxamento
muscular e aumenta a expansão segmentar da anestesia.

Entretanto, aumentando o volume e concentração do cloridrato de
lidocaína, pode resultar numa profunda queda de pressão sanguínea
quando usado em anestesia epidural.

Embora a incidência de outros efeitos com lidocaína seja muito
baixa, deve ser executado com cautela o emprego de grandes volumes
e concentrações, visto que a incidência de outros efeitos é
diretamente proporcional à dose total do agente anestésico local
injetado.

Dosagens Recomendadas da Solução Injetável de cloridrato
de lidocaína sem vasoconstritor (sem epinefrina) estão
abaixo.

Infiltração

Infiltração Percutânea

Concentração:

0,5 ou 1,0 %; volume 1 a 60 mL; dose total 5 a 300 mg.

Infiltração Regional Intravenosa

Concentração:

0,5%; volume 10 a 60 mL; dose total 50 a 300 mg.

Bloqueio Nervoso Periférico Braquial

Concentração:

1,5 %; volume 15 a 20 mL; dose total 225 a 300 mg.

Bloqueio Nervoso Periférico Dental

Concentração:

2,0 %; volume 1 a 5 mL; dose total 20 a 100 mg.

Bloqueio Nervoso Periférico Intercostal

Concentração:

1,0 %; volume 3mL; dose total 30 mg.

Bloqueio Nervoso Periférico Paravertebral

Concentração:

1,0 %; volume 3 a 5 mL; dose total 30 a 50 mg.

Bloqueio Nervoso Periférico Pudendo (de cada
lado)

Concentração:

1,0 %; volume 10 mL; dose total 100 mg.

Paracervical

Analgesia Obstétrica (de cada lado)

Concentração:

1,0 %; volume 10 mL; dose total 100 mg.

Bloqueio neural simpático

Cervical (gânglio estrelado)

Concentração:

1,0 %; volume 5 mL; dose total 50 mg.

Lombar

Concentração:

1,0 %; volume 5 a 10 mL; dose total 50 a 100 mg.

Bloqueio neural central

Epidural* Torácico

Concentração:

1,0 %; volume 20 a 30 mL; dose total 200 a 300 mg.

Epidural* Lombar

Concentração: 

1,0 %; volume 25 a 30 mL; dose total 250 a 300 mg.

Epidural* Analgesia

Concentração: 

1,5 %; volume 15 a 20 mL; dose total 225 a 300 mg.

Epidural* Anestesia

Concentração:

2,0 %; volume 10 a 15 mL; dose total 200 a 300 mg.

Caudal Analgesia Obstétrica

Concentração:

1,0 %; volume 20 a 30 mL; dose total 200 a 300 mg.

Caudal Analgesia Cirúrgica

Concentração: 

1,5 %; volume 15 a 20 mL; dose total 225 a 300 mg.

* A dose é determinada pelo número de dermátomos a serem
anestesiados (2 a 3 mL/dermátomo).

Observação:

As concentrações e volumes sugeridos servem somente como um
guia. Outros volumes e concentrações podem ser usados contanto que
as doses máximas recomendadas não sejam excedidas.

Bloqueio epidural caudal e lombar

Como precaução para possíveis reações adversas, observadas
quando da perfuração não intencional no espaço subaracnóideo, uma
dose teste de 2 a 3 mL de cloridrato de lidocaína a 1,5% deve ser
administrada durante no mínimo 5 minutos antes da injeção do volume
total necessário para o bloqueio epidural lombar ou caudal. A dose
teste deve ser repetida em pacientes em que houve deslocamento do
cateter.

A epinefrina, se contida na dose teste (10 a 15 µg têm sido
sugeridos), pode servir como precaução de injeção intravascular não
intencional.

Se injetado dentro do vaso sanguíneo, esta quantidade de
epinefrina produz uma transitória “reação epinefrina” dentro de 45
segundos, consistindo no aumento do batimento cardíaco e pressão
sanguínea sistólica, palidez perioral, palpitação e inquietação no
paciente não sedado.

O paciente sedado pode exibir somente um aumento na pulsação de
20 ou mais batimentos por minuto por 15 ou mais segundos.

Pacientes sob a ação de betabloqueadores podem não manifestar
alterações no batimento cardíaco, mas a pressão sanguínea
monitorada pode detectar um aumento leve da pressão sanguínea
sistólica. Deve-se aguardar um tempo adequado para o início da
anestesia após a administração de cada dose teste.

No caso de injeção conhecida de grande volume de solução de
anestésico local dentro do espaço subaracnóideo, após adequada
ressuscitação e se o cateter estiver posicionado, considerar a
recuperação do medicamento por drenagem em quantidade moderada do
líquor (cerca de 10 mL) através do cateter epidural.

Dosagens máximas recomendadas

Adultos

Lidocaína usada sem epinefrina, a dose máxima individual não
deve exceder 4,5 mg/kg do peso corporal e em geral recomenda-se que
a dose máxima total não exceda 300 mg.

Para anestesia epidural ou caudal contínua, a dose máxima
recomendada não deve ser administrada em intervalos menores que 90
minutos.

Quando anestesia epidural lombar ou caudal contínua for usada
para procedimentos não obstétricos, uma quantidade maior de fármaco
pode ser administrada para a produção adequada de anestesia.

A dose máxima recomendada por um período de 90 minutos de
cloridrato de lidocaína para bloqueio paracervical em pacientes
obstétricos e não obstétricos é de 200 mg.

Usualmente aplicam-se 50% da dose total em cada lado. Injetar
lentamente esperando 5 minutos para cada lado.

Crianças

É difícil a recomendação de dose máxima sobre qualquer fármaco
para crianças, pelas variações em função da idade e peso. Para
crianças com mais de 3 anos de idade que tenham uma massa corporal
normal sem gordura e desenvolvimento normal do corpo, a dose máxima
recomendada é determinada pela idade e o peso da criança. Por
exemplo, para uma criança com 5 anos pesando cerca de 25 kg, a dose
de cloridrato de lidocaína não deve exceder 75 a 100 mg (3,0 a 4,0
mg/kg).

Na prevenção contra toxicidade sistêmica, apenas pequenas
concentrações e doses efetivas devem ser as usadas. Em alguns casos
será necessário ter disponíveis concentrações diluídas com 0,9% de
cloreto de sódio injetável para obter concentrações finais
necessárias.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os
horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas
sobre este medicamento, procure orientação do
farmacêutico.

Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu
médico ou cirurgião-dentista.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o
Cloridrato de Lidocaína – Hypofarma?


Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional
da saúde em ambiente hospitalar não deverá ocorrer esquecimento do
seu uso por parte do paciente.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico
ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

Precauções do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

O produto somente deverá ser administrado por profissionais
experientes no diagnóstico e controle da toxicidade dose dependente
empregada e de outras emergências agudas que possam surgir do tipo
de bloqueio utilizado, e somente depois de se assegurar a
disponibilidade imediata de oxigênio e de outros medicamentos para
ressuscitação, de equipamentos de ressuscitação cardiopulmonar e de
pessoal treinado necessário para tratamento e controle das reações
tóxicas e emergências relacionadas.

A fata ou a demora no atendimento da toxicidade dose relacionada
do fármaco e da hipoventilação, seja qual for o motivo e/ou
alterações na sensibilidade, poderá levar ao desenvolvimento da
acidose, parada cardíaca e possível óbito.

Quando apropriado, os pacientes devem ser informados
anteriormente da possibilidade de perda temporária da sensação e
atividade motora na metade inferior do corpo após administração de
anestesia epidural.

A lidocaína deve ser usada com cuidado em pessoas com conhecida
sensibilidade à ela.

Gravidez

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.

Amamentação

Da mesma forma que outros anestésicos locais, a lidocaína é
excretada pelo leite materno, porém em pequenas quantidades, de tal
modo que geralmente o risco é mínimo para a criança, quando
utilizada nas doses terapêuticas.

Segundo a Academia Americana de Pediatria e a Organização
Mundial de Saúde a utilização de lidocaína pela mãe é compatível
com a amamentação.

Uso pediátrico

Dosagens em crianças devem ser reduzidas, correspondentes à
idade, peso corporal e condições físicas.

Reações Adversas do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

As reações adversas listadas a seguir foram obtidas de dados de
farmacovigilância e na literatura médica.

Como estas reações são reportadas voluntariamente a partir de
uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com
segurança sua frequência ou relação causal com a exposição do
medicamento.

Reação muito comum (gt;1/10)

Eritema (vermelhidão da pele) e petéquias (pontos
vermelhos).

Reação comum (gt;1/100 e lt;1/10)

Edema (inchaço) e prurido (coceira).

As reações muito comuns e comuns foram descritas em adultos e
crianças não graves.

Reações adversas com frequência
desconhecida

Cefaleia (dor de cabeça), sensação de ardência dos olhos,
hiperemia conjuntiva (olho vermelho) e alteração no epitélio córneo
(superfície dos olhos).

Sistêmicos

Hipersensibilidade, idiossincrasia ou da tolerância diminuída
por parte do paciente.

Sistema nervoso central

Crises de ausência, nervosismo, apreensão, euforia, confusão,
vertigem, sonolência, zumbido, visão nebulosa ou dupla, vômitos,
sensação de calor, frio ou entorpecimento, contrações, tremores,
convulsões, inconsciência, depressão e parada respiratória.

Sistema cardiovascular

Bradicardia (alteração do batimento cardíaco), hipotensão
(diminuição da pressão arterial) e colapso cardiovascular, podendo
resultar em parada cardíaca.

Alérgicas

Lesões cutâneas (lesões na pele), urticária (coceira), edema
(inchaço) ou reações anafilactóides (reações similares às
alérgicas).

Neurológicas

Em estudo realizado com 10.440 pacientes que receberam lidocaína
para anestesia espinhal, a incidência de reações adversas relatadas
foi de cerca de 3% para dor de cabeça postural, hipotensão e dor
nas costas; 2% para tremores e menos que 1 % para sintomas nervosos
periféricos, náusea, respiração inadequada e visão dupla.

Subsequentes reações adversas podem depender particularmente da
quantidade de medicamento administrada no espaço subaracnóideo
(dentro do espaço da medula espinhal). Isto pode incluir bloqueio
espinhal de grandeza variada (incluindo bloqueio espinhal total),
hipotensão secundária ao bloqueio espinhal, perda do controle da
bexiga e intestino, e perda da sensação perineal e função sexual. A
persistente deficiência motora, sensorial e/ou autonômica (controle
do esfíncter) de alguns segmentos espinhais inferiores, com lenta
recuperação (vários meses) ou incompleta recuperação, têm sido
relatada raramente, quando da realização de bloqueio epidural
caudal ou lombar. Dores nas costas e cefaleia têm sido observadas
na utilização destes procedimentos anestésicos.

Há relatos de casos permanentes de lesões na musculatura
extraocular, necessitando de cirurgia reparatória devido à
administração retrobulbar.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou
farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

Composição do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

Cada mL da solução injetável contém

Cloridrato de lidocaína 20 mg (equivalente a 16,23 mg de
lidocaína base).

Excipientes:

cloreto de sódio e água para injetáveis.

Apresentação do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma


Solução injetável – 20mg/mL

Caixa com 25 frascos-ampola de vidro incolor de 20 mL.

Uso parenteral.

Anestesia locorregional.

Não está indicado para raquianestesia.

Uso adulto e pediátrico.

Superdosagem do Cloridrato de Lidocaína – Hypofarma

Uma vez que este medicamento é administrado por um profissional
da saúde em ambiente hospitalar não deverá ocorrer uso de uma
quantidade maior do que a indicada deste produto, porém em caso de
contato inadequado com esta medicação fora do ambiente hospitalar o
paciente deve ser encaminhado prontamente ao serviço de pronto
socorro mais próximo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do
medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.

Interação Medicamentosa do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

A administração simultânea de fármacos vasopressores, para o
tratamento da hipotensão relacionada aos bloqueios obstétricos e de
fármacos ocitócicos do tipo Ergot, poderá causar hipertensão grave
e persistente ou acidentes cerebrovasculares.

Alterações de exames laboratoriais

A injeção intramuscular de cloridrato de lidocaína pode resultar
no aumento do nível de creatinina fosfoquinase. Portanto, o uso da
determinação desta enzima sem separação da isoenzima, como teste de
diagnóstico para a presença de infarto agudo do miocárdio, pode
ficar comprometido pela injeção intramuscular de cloridrato de
lidocaína.

Informe ao seu médico ao seu médico ou
cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.

Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para sua saúde.

Ação da Substância Cloridrato de Lidocaína – Hypofarma

Resultados de Eficácia


Solução injetável

Mistura de enantiômeros da bupivacaína em diferentes
formulações, S75-R25 ou S90-R10, foi proposta objetivando menor
cardiotoxicidade e bloqueio motor satisfatório. O objetivo deste
estudo foi comparar o tempo de instalação e o grau de bloqueio
motor utilizando a bupivacaína com excesso enantiomérico de 50%
(S75-R25) a 0,5%, a bupivacaína racêmica a 0,5% e o Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa) a 2% no bloqueio do nervo facial pela
técnica de O’Brien. Participaram do estudo 45 pacientes, com idade
acima de 60 anos, programados para tratamento cirúrgico de catarata
sob bloqueio retrobulbar, precedido pela acinesia de O’Brien. A
instalação do bloqueio motor e o grau máximo de bloqueio foram
obtidos com mais rapidez com o Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) a 2%.

Referência:

Cangiani Luis Henrique, Cangiani
Luiz Marciano, Pereira Antônio Márcio de Safim Arantes. Bupivacaína
com excesso enantiomérico (S75-R25) a 0,5%, bupivacaína racêmica a
0,5% e lidocaína a 2% no bloqueio do nervo facial pela técnica de
O’Brien: estudo comparativo. Rev. Bras. Anestesiol. 2007 ; 57( 2 ):
136-146.

Geleia

Valkevic DS et al., em um estudo com 18 pacientes submetidos a
cistoscopia sob anestesia tópica via intrauretral, usandose 10 mL
de Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) na forma farmacêutica
geleia a 2% 5 minutos antes do procedimento, obteve o resultado a
seguir: menor grau de dor nos pacientes que receberam Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa) na forma farmacêutica geleia em
relação àqueles que não receberam (pela escala analógica visual de
dor 1,6 e 4,87, respectivamente). Os autores concluíram que o
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) na forma farmacêutica
geleia a 2% é efetiva e tolerada pelos pacientes nos procedimentos
de cistoscopia (Valkevic DS et al. Pharmacology amp; Toxicology
2001; 89(suppl 1): 135-6, abs 546).

Solução Injetável 2,0%

Em 2009, Neves e cols, investigaram os efeitos da anestesia
local em odontologia com Cloridrato de Lidocaína (substância ativa)
e epinefrina, sobre parâmetros cardiovasculares de gestantes
portadoras de valvopatias e seus conceptos. Foram avaliados
parâmetros da cardiotocografia, de pressão arterial e
eletrocardiográficos de 31 gestantes, entre a 28ª e 37ª semana de
gestação, portadoras de doença valvar reumática. As pacientes foram
divididas randomicamente em dois grupos. Grupo LSA – Quatorze
(45,2%) pacientes para receber solução anestésica de Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa) 2% sem vasoconstritor. Grupo LCA –
Dezessete (54,8%) paro Cloridrato de Lidocaína (substância ativa)
2% com adrenalina 1:100.000. Não houve complicações clínicas em
ambos os grupos. Não foram observadas variações da pressão arterial
sistólica e diastólica, frequência cardíaca fetal e da contração
uterina materna. Houve redução da frequência cardíaca materna em
ambos os grupos durante o procedimento.

Em artigo de revisão, Balakrishnan et al. avalia as
contraindicações do uso de vasoconstritores associados a
anestésicos locais em odontologia. Pacientes que possuem doenças
cardiovasculares, (angina instável, taquicardia ventricular,
hipertensão severa, cirurgia coronária recente), ou pacientes com
feocromocitoma, hipertireoidismo descontrolado, pacientes que
estejam em uso de antidepressivos tricíclicos, cocaína podem ter
risco de vida se vasoconstritores forem utilizados de forma
indevida. Em meta-análise realizada com 101 estudos, foi observado
que o risco do paciente desenvolver alguma reação adversa foi menor
utilizando anestésicos locais isolados, do que em associação com
vasopressores. Dessa forma, é recomendado que o uso de
vasoconstritor adrenérgico deva ser evitado em pacientes com
problemas cardiovasculares.

Em estudo de 2010, Ezmek e cols, tentaram comparar a segurança
de anestésicos locais largamente utilizados na prática anestésica
odontológica quanto ao status hemodinâmico em pacientes
hipertensos, visto que a hipertensão arterial sistêmica constitui a
doença crônica mais comum em adultos e apresenta incidência
crescente com o avançar da idade. 60 pacientes hipertensos (29
mulheres e 31 homens; média de idade: 66,95 ± 10,87 anos;
intervalo: 38 a 86 anos de idade) foram incluídos no estudo para
extração dentária (57 molares e 8 segundo premolares). O bloqueio
de nervos alveolares e bucais inferiores foram realizados com
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) a 2%, mepivacaína 3%,
prilocaína 2% todas sem vasoconstritor. Parâmetros hemodinâmicos
como a pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial
diastólica (PAD), pressão arterial média (PAM), frequência cardíaca
(FC), taxa de saturação (TS), taxa do produto de pressão (TPP) e
quociente de taxa de pressão (QTP) foram aferidos antes e em
diferentes intervalos após a administração do anestésico. Foi
observado que, durante o experimento, os valores pressóricos não
sofreram alterações significativas nem entre os grupos de
anestésicos nem com relação aos parâmetros hemodinâmicos de
base.

Referências:

Neves ILI, Avila WS, Neves RS,
Giorgi DMA, Santos JFK, Oliveira Filho RMO, et al. Monitorização
materno-fetal durante procedimento odontológico em portadora de
cardiopatia valvar. Arq Bras Cardiol 2009 Nov;93(5):463-72.
Balakrishnan R, Ebenezer V. Contraindications of Vasoconstrictors
in Dentistry. Biomedical amp; Pharmacology Journal . 2013; 6(2):
409-414.
Ezmec B, Arslan A, Delilbasi, Semcift K. Comparison of hemodynamic
effects of lidocaine, prilocaine and mepivacaine solutions without
vasoconstrictor in hypertensive patients. J Appl Oral Sci 2010
Jul-Aug;18(4):354-9.

Fonte: Bula do Profissional do
Medicamento Xylestesin®.

Características Farmacológicas


Solução injetável

Descrição

As soluções injetáveis de Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) 1% e 2% contém o anestésico local Cloridrato de Lidocaína
(substância ativa) associado ou não à epinefrina com indicação para
infiltração e bloqueios nervosos.

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) é um anestésico
local do tipo amida, quimicamente designado como monocloridrato de
2- (dietilamino)-N-(2,6-dimetilfenil)-acetamida monoidratado. É um
pó branco, muito solúvel em água.

Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) 1% e 2% sem
epinefrina é uma solução estéril, apirogênica. O pH da solução sem
vasoconstritor é de 5,0 a 7,0.

Os frascos-ampola contém metilparabeno como conservante.

Farmacologia clínica

Mecanismo de Ação

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) estabiliza a
membrana neuronal por inibição dos fluxos iônicos necessários para
o início e a condução dos impulsos efetuando deste modo a ação do
anestésico local.

Hemodinâmica

Níveis sanguíneos excessivos podem causar mudanças no ritmo
cardíaco, na resistência periférica total e na pressão arterial
média. Com o bloqueio neural central estas alterações podem ser
atribuíveis ao bloqueio das fibras autônomas, a um efeito
depressivo direto do agente anestésico local nos vários componentes
do sistema cardiovascular e/ou nos receptores beta-adrenérgicos. O
efeito produzido é normalmente uma hipotensão moderada quando as
doses recomendadas não são excedidas.

Farmacocinética e metabolismo

As informações procedentes de diversas formulações,
concentrações e usos revelam que o Cloridrato de Lidocaína
(substância ativa) é completamente absorvida após administração
parenteral, sendo que o índice de absorção depende de vários
fatores, tais como, local da administração e a presença ou não de
um agente vasoconstritor. Com exceção da administração
intravascular, os mais altos níveis sanguíneos obtidos foram após o
bloqueio do nervo intercostal e os menores foram após administração
subcutânea.

A ligação plasmática do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) depende da concentração do fármaco e a fração ligada diminui
com o aumento da concentração.

Em concentrações de 1 a 4 µg de base livre por mL, 60% a 80% de
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) liga-se às proteínas. A
ligação também depende da concentração plasmática do alfa-1-ácido
glicoproteína. O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa)
atravessa as barreiras cerebral e placentária, possivelmente por
difusão passiva.

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) é rapidamente
metabolizada pelo fígado e o restante inalterado do fármaco e
metabólitos é excretado pelos rins. A biotransformação inclui
N-desalquilação oxidativa, hidroxilação do anel, clivagem da
ligação amida e conjugação. A N-desalquilação, um grau maior de
biotransformação, produz os metabólitos monoetilglicinaxilidida e
glicinaxilidida. As ações farmacológica e toxicológica desses
metabólitos são similares, mas menos potentes do que aqueles do
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa).

Aproximadamente 90% do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) administrada é excretada na forma de vários metabólitos e
menos que 10% é excretada inalterada. O metabólito primário da
urina é um conjugado de 4-hidroxi-2,6-dimetilanilina.

A meia-vida de eliminação do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) após injeção intravenosa em bolus ocorre
caracteristicamente entre 1,5 a 2,0 horas. Justamente pelo seu
rápido índice de metabolização, qualquer condição que afete a
função do fígado poderá alterar a cinética do Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa).

A meia-vida poderá ser prolongada em dobro, ou mais, em
pacientes com disfunção hepática.

As disfunções renais não afetam a cinética do Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa), porém podem aumentar o acúmulo de
metabólitos.

Os fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do
SNC afetam os níveis de Cloridrato de Lidocaína (substância ativa)
no SNC, necessários para produzir claros efeitos sistêmicos. As
manifestações adversas tornam-se aparentes com o aumento dos níveis
plasmáticos venosos acima de 6 µg de base livre por mL. Em animais
(macaco Rhesus) os níveis sanguíneos arteriais de 18 a 21 µg/mL
levaram ao início de atividade convulsiva.

Geleia

Propriedades Farmacodinâmicas

Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) promove anestesia
rápida e profunda da mucosa e lubrificação que reduz a fricção. É
uma base hidrossolúvel, caracterizada pela alta viscosidade e baixa
tensão superficial, que proporciona contato íntimo e prolongado do
anestésico com o tecido, produzindo anestesia eficiente de longa
duração (aproximadamente 20-30 minutos). Geralmente o início de
ação é rápido (dentro de 5 min, dependendo da área de
aplicação).

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa), assim como outros
anestésicos locais, causa um bloqueio reversível da propagação do
impulso ao longo das fibras nervosas através da inibição do
movimento de íons sódio para dentro das membranas nervosas.
Presume-se que anestésicos locais do tipo amida atuem dentro dos
canais de sódio das membranas nervosas.

Anestésicos locais podem também ter efeitos similares nas
membranas excitáveis do cérebro e miocárdio. Se uma quantidade
excessiva do fármaco atingir a circulação sistêmica rapidamente,
poderão aparecer sinais e sintomas de toxicidade, provenientes dos
Sistemas Cardiovascular e Nervoso Central.

A toxicidade no Sistema Nervoso Central (SNC) (ver item 10.
Superdose) geralmente precede os efeitos cardiovasculares, uma vez
que ela ocorre em níveis plasmáticos mais baixos. Efeitos diretos
dos anestésicos locais no coração incluem condução lenta,
inotropismo negativo e, possivelmente, parada cardíaca.

Propriedades Farmacocinéticas

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) é absorvida após
aplicação tópica em mucosas. A velocidade e a extensão da absorção
dependem da dose total administrada e da concentração, do local de
aplicação e da duração da exposição. Geralmente, a velocidade de
absorção de agentes anestésicos locais após aplicação tópica é mais
rápida após administração intratraqueal e bronquial. O Cloridrato
de Lidocaína (substância ativa) também é bem absorvida no trato
gastrointestinal, mas pouco fármaco intacto aparece na circulação
devido à biotransformação no fígado.

Normalmente, cerca de 65 % do Cloridrato de Lidocaína
(substância ativa) liga-se às proteínas plasmáticas. Os anestésicos
locais do tipo amida ligam-se principalmente a alfa-1-glicoproteína
ácida, mas também à albumina.

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) atravessa as
barreiras hematoencefálica e placentária, presumivelmente por
difusão passiva.

A principal via de eliminação do Cloridrato de Lidocaína
(substância ativa) é por metabolismo hepático. A via primária do
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) em humanos é a
Ndesalquilação à monoetilglicinexilidina (MEGX) seguida por
hidrólise à 2,6-xilidina e hidroxilação à 4-hidroxi-2,6- xilidina.
MEGX ainda pode ser desalquilada para glicinexilidina (GX). As
ações farmacológicas/toxicológicas de MEGX e GX são similares, mas
menos potentes do que as do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa). GX tem uma meia-vida maior (cerca de 10 h) que o Cloridrato
de Lidocaína (substância ativa) e pode se acumular durante a
administração prolongada. Aproximadamente 90% do Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa) administrada intravenosamente é
excretada na forma de vários metabólitos e menos de 10 % é
excretada inalterada na urina. O metabólito primário na urina é um
conjugado de 4-hidroxi-2,6-xilidina, respondendo por cerca de
70-80% da dose excretada na urina.

A meia-vida de eliminação do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) seguida de uma injeção intravenosa em bolus é
tipicamente 1,5 a 2 horas. Devido à rápida velocidade em que o
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) é metabolizada, qualquer
condição que afete a função hepática pode alterar a cinética do
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa). A meia-vida pode ser
prolongada duas vezes ou mais em pacientes com disfunção hepática.
A disfunção renal não afeta a cinética do Cloridrato de Lidocaína
(substância ativa), mas pode aumentar o acúmulo de metabólitos.

Fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do
SNC influenciam os níveis de Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) no SNC necessários para produzir a manifestação de efeitos
sistêmicos. Reações adversas objetivas tornam-se muito mais
aparentes com níveis venosos plasmáticos superiores à 6,0 mcg de
base livre por mL.

Dados de segurança pré-clínica

A toxicidade observada após altas doses de Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa) em estudos com animais consistiu em
efeitos nos Sistemas Nervoso Central e Cardiovascular. Em estudos
de toxicidade reprodutiva, nenhuma relação do fármaco com os
efeitos foi observada, nem o Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) mostrou potencial mutagênico nos testes de mutagenicidade
in vitro ou in vivo. Não foram feitos estudos de
câncer com Cloridrato de Lidocaína (substância ativa), devido ao
local e a duração do uso deste fármaco.

Testes de genotoxicidade com Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) não mostraram evidências de potencial mutagênico. O
metabólito do Cloridrato de Lidocaína (substância ativa),
2,6-xilidina, mostrou uma fraca evidência de atividade em alguns
testes mutagênicos. O metabólito 2,6-xilidina mostrou não ter
potencial carcinogênico em estudos pré-clínicos toxicológicos
avaliando exposição crônica. Os riscos potenciais comparando a
exposição máxima humana calculada a partir do uso intermitente do
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa), com a exposição usada
em estudos pré-clínicos, indicam uma ampla margem de segurança do
uso clínico.

Solução Injetável 2,0%

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) sem vasoconstritor,
na forma de carpule, é o anestésico odontológico mais usado devido
às suas excepcionais propriedades como latência extremamente curta,
grande margem de segurança e excelente tolerância clínica, local e
sistêmica.

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) 2% carpule
proporciona uma anestesia instalada entre 1 a 3 minutos com duração
de ação de 1 a 1 ½ hora.

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa), substância ativa
do Cloridrato de Lidocaína (substância ativa), é um anestésico
local que age estabilizando a membrana neuronal por inibição dos
fluxos iônicos necessários para o início e a condução dos impulsos
nervosos.

Hemodinâmica

O efeito depressor direto do agente anestésico local nos vários
componentes do sistema cardiovascular e/ou a ação estimulante da
epinefrina (quando presente) nos receptores beta-adrenérgicos podem
causar mudanças no ritmo cardíaco, na resistência periférica total
e na pressão arterial resultantes de níveis sanguíneos
excessivos.

Farmacocinética e Metabolismo

O Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) é completamente
absorvida após administração parenteral, sendo que o índice de
absorção depende de vários fatores, tais como, local da
administração e a presença ou não de um agente vasoconstritor.

A ligação do Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) a
proteínas plasmáticas depende da concentração do fármaco, sendo que
a fração ligada diminui com o aumento da concentração. Em
concentrações de 1 a 4 µg de base livre por mL, 60% a 80% de
Cloridrato de Lidocaína (substância ativa) liga-se às proteínas. A
ligação também depende da concentração plasmática da
alfa-1-glicopreteína ácida. O Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) atravessa as barreiras cerebral e placentária, possivelmente
por difusão passiva.

Sua metabolização ocorre rapidamente pelo fígado; o fármaco
inalterado e seus metabólitos são excretados pelos rins. A
biotransformação inclui N-desalquilação oxidativa, hidroxilação do
anel, clivagem da ligação amida e conjugação.

Aproximadamente 90% do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) administrada é excretada na forma de vários metabólitos e
menos que 10% é excretada inalterada. O metabólito primário da
urina é um conjugado de 4-hidroxi-2,6-dimetilanilina.

A meia-vida de eliminação do Cloridrato de Lidocaína (substância
ativa) após injeção intravenosa em bolus ocorre entre 1,5
a 2,0 horas. Justamente pelo seu rápido índice de metabolização,
qualquer condição que afete a função do fígado poderá alterar a
cinética do Cloridrato de Lidocaína (substância ativa).

A meia-vida poderá ser prolongada em dobro, ou mais, em
pacientes com disfunção hepática.

As disfunções renais não afetam a cinética do Cloridrato de
Lidocaína (substância ativa), porém podem aumentar o acúmulo de
metabólitos.

Os fatores como acidose e o uso de estimulantes e depressores do
SNC afetam os níveis de Cloridrato de Lidocaína (substância ativa)
no SNC, necessários para produzir efeitos sistêmicos evidentes. As
manifestações adversas tornam-se aparentes com o aumento dos
níveis plasmáticos venosos acima de 6 µg de base livre por mL. Em
animais (macaco Rhesus) os níveis sanguíneos arteriais de 18 a 21
µg/mL demonstraram provocar a atividade convulsiva.

Fonte: Bula do Profissional do
Medicamento Xylestesin®.

Cuidados de Armazenamento do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

Conservar o produto em temperatura ambiente (temperatura entre
15ºC e 30ºC).

O prazo de validade do produto é de 24 meses. Após este prazo de
validade o produto pode não apresentar mais efeito terapêutico. Não
utilize medicamento vencido.

Os produtos parenterais deverão ser examinados visualmente
quanto à presença de partículas estranhas e de alteração da cor do
produto antes da administração. Não usar o produto se este contiver
precipitado ou se sua coloração estiver rosada ou mais escura que
levemente amarelada.

Agentes desinfetantes contendo metais pesados, que causem
liberação dos respectivos íons (mercúrio, zinco, cobre, etc.) não
devem ser usados na desinfecção da pele ou membranas mucosas, pois
têm sido relatadas incidências de inchaço e edema.

A solução não deve ser mantida em contato com metais, porque o
anestésico local promove a ionização do metal, liberando íons na
solução, os quais podem ocasionar irritação tissular no local da
injeção.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide
embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas

Solução límpida e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso
ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no
aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

Dizeres Legais do Cloridrato de Lidocaína –
Hypofarma

Reg. MS 1.0387.0041

Farmacêutico Responsável:

Dr. Augusto César Garoufo de Andrade
CRF – MG nº 13603

Hypofarma-Instituto de Hypodermia e Farmácia
Ltda

R. Dr. Irineu Marcellini, 303-Ribeirão das Neves – MG
C.N.P.J.: 17.174.657/0001-78
SAC 08007045144
Indústria Brasileira

Uso restrito a hospitais.

Venda sob prescrição médica.

Cloridrato-De-Lidocaina-Hypofarma, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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