Bio Manguinhos Alfataliglicerase Bula

Bio Manguinhos Alfataliglicerase

Contraindicação do Bio Manguinhos
Alfataliglicerase

Contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a
Alfataliglicerase (substância ativa) ou a qualquer um de seus
excipientes.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.

Como usar o Bio Manguinhos
Alfataliglicerase

O tratamento com este medicamento deve ser supervisionado por um
médico experiente no gerenciamento de pacientes com doença de
Gaucher.

A administração em domicílio, sob supervisão de um profissional
da saúde, pode ser considerada a critério médico para aqueles
pacientes que toleraram as infusões.

Posologia

Devido à heterogeneidade e à natureza multi-sistêmica da doença
de Gaucher, os ajustes na dose devem ser realizados de indivíduo
para indivíduo. A necessidade da dose pode aumentar ou diminuir,
com base na atingimento dos objetivos do tratamento observados
através de uma avaliação regular e detalhada das manifestações
clínicas dos pacientes. As doses iniciais deste medicamento variam
de 30 unidades/kg a 60 unidades/kg de peso corpóreo, uma vez a cada
duas semanas, dependendo da avaliação clínica do médico.

Pacientes em tratamento atual com imiglucerase para Doença de
Gaucher Tipo I podem fazer a troca por este medicamento.
Recomenda-se que pacientes em tratamento prévio com uma dose
estável de imiglucerase iniciem o tratamento com este medicamento
na mesma dose de quando trocaram de imiglucerase para este
medicamento.

Ajustes de dose podem ser feitos baseados na obtenção e
manutenção dos objetivos terapêuticos de cada paciente. Estudos
clínicos com Alfataliglicerase (substância ativa) avaliaram doses
variando entre 9 unidades/kg a 67 unidades/kg a cada duas
semanas.

População pediátrica

A segurança e eficácia deste medicamento ainda não foram
estabelecidas em pacientes pediátricos. A Alfataliglicerase
(substância ativa) foi administrada em crianças de 2 a 18 anos em
estudos clínicos. Estudos realizados até o momento não demonstraram
diferenças com relação à efetividade da terapia ou com os tipos e
frequencias das reações adversas em pacientes adultos.

Disfunção Renal e Hepática

Não foram conduzidos estudos sobre a Alfataliglicerase
(substância ativa) em pacientes com doença de Gaucher com disfunção
renal ou hepática.

Pacientes idosos (≥ 65 anos de idade)

Oito (8) pacientes que receberam este medicamento durante
estudos clínicos tinham 65 anos de idade ou mais. Os dados
limitados disponíveis não indicam a necessidade de ajuste de dose
para esse grupo de pacientes.

Instruções para administração

Após reconstituição e diluição, a preparação deve ser
administrada por via intravenosa através de infusão durante um
período de 60 a 120 minutos.

A duração da infusão deve ser ajustada conforme a tolerância do
paciente. A solução diluída deve ser filtrada através de filtro de
linha de baixa ligação proteica de 0,2 μm durante a administração.
O volume total de solução para infusão deve ser administrada em um
período não inferior que 60 minutos.

O número de frascos deste medicamento necessário para o
paciente na dose recomendada deve ser reconstituído em água estéril
para injeção conforme instruções para administração.

Os medicamentos reconstituídos são agrupados e o volume para
infusão deve ser ajustado com solução para injeção de cloreto de
sódio 9 mg/mL (0,9%) para um volume total de 100 a 200 mL.

Cada frasco deste medicamento é para uso único e
individualizado.

A fim de permitir a precisa administração do medicamento, cada
frasco contém um excesso de 6% (12 unidades).

O pó concentrado para solução para infusão deve ser
reconstituído com água para injeção, diluído imediatamente com
solução para infusão de cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%) e então
deve ser administrado por infusão intravenosa.

O número de frascos a serem reconstituídos deve ser determinado
com base no peso corporal e no regime posológico do paciente. Os
frascos devem ser removidos da geladeira dentro de 1 hora da
intenção de reconstituição.

Utilizar técnica asséptica.

Como não foram realizados estudos de compatibilidade, este
medicamento não deve ser misturado com nenhum outro medicamento,
exceto com aqueles mencionados no item 8. Posologia e Modo de
Usar.

Reconstituição

Reconstituir cada frasco com 5,1 mL de água para injeção
estéril. A água para injeção deve ser adicionada lentamente para
minimizar a formação de bolhas de ar e para assegurar uma mistura
adequada do produto. O volume reconstituído é de 5,3 mL.

Misture o conteúdo do frasco suavemente.

Não agite.

Após a reconstituição a solução é límpida e incolor,
essencialmente livre de partículas visíveis. A solução
reconstituída deve ser diluída. Antes da diluição, cada frasco da
solução reconstituída deve ser inspecionado visualmente quanto à
descoloração e presença de material estranho particulado. Não
utilizar os frascos que apresentem descoloração ou que contenham
partículas estranhas.

Após reconstituição, diluir a solução do produto imediatamente e
descartar o frasco. Não armazene frascos- ampolas inutilizados para
uso subsequente.

Diluição

A solução reconstituída contém 40 unidades de Alfataliglicerase
(substância ativa) por mL. O volume reconstituído permite a
retirada exata de 5,0 mL (200 unidades) de cada frasco. Retirar 5,0
mL da solução reconstituída de cada frasco e combinar estes volumes
em uma bolsa de infusão estéril.

Então, diluir o volume combinado com solução para infusão de
cloreto de sódio 9 mg/mL (0,9%) para um volume total de 100 mL a
200 mL. Misturar a solução para infusão delicadamente.

Por tratar-se de uma solução de proteína, ocasionalmente pode
ocorrer uma leve floculação (descrita como fibras ou partículas
proteicas translúcidas) após a diluição. A solução diluída deve ser
filtrada através de um filtro de linha de baixa ligação proteica de
0,2 μm durante a administração.

Recomenda-se que a solução diluída seja administrada o mais
rápido possível após a diluição. Infundir conforme descrito neste
item – Instruções para Administração. Parâmetros de estabilidade
durante o uso.

Qualquer produto remanescente deve ser descartado de acordo com
as exigências locais.

Dose Omitida

Como o tratamento com este medicamento deve ser supervisionado
por um médico experiente no gerenciamento de pacientes com doença
de Gaucher, o plano de tratamento é definido pelo médico que
acompanha o caso. Se o paciente não receber uma dose deste
medicamento, o médico deve redefinir a programação do tratamento. O
esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Precauções do Bio Manguinhos
Alfataliglicerase

Resposta dos anticorpos

Pacientes desenvolveram anticorpos imunoglobulinas G (IgG) para
Alfataliglicerase (substância ativa). A relação dos anticorpos
anti-Alfataliglicerase (substância ativa) a eventos adversos não é
clara atualmente, dado ao pequeno número de pacientes, até agora,
avaliado no programa clínico.

Entretanto, uma análise da presença de anticorpos
anti-Alfataliglicerase (substância ativa) com os eventos adversos
que poderiam estar relacionados à
hipersensibilidade demonstrou que a maioria dos eventos foram
observados em pacientes com resultados positivos para anticorpos
anti-Alfataliglicerase (substância ativa) do que em pacientes com
resultados negativos para anticorpos IgG anti-Alfataliglicerase
(substância ativa).

Dois pacientes sem tratamento prévio e um paciente que havia
utilizado a imiglucerase foram determinados como positivos para
atividade neutralizante em um ensaio in vitro, três
pacientes apresentaram resultados negativos em um ensaio baseado em
células.

Os pacientes que desenvolverem reações imunes ou de infusão ao
tratamento com Alfataliglicerase (substância ativa) devem ser
monitorados para detecção de anticorpos anti-drogas (AAD) para
Alfataliglicerase (substância ativa). Adicionalmente, pacientes com
reações imunes a outras terapias de reposição enzimática que estão
migrando para Alfataliglicerase (substância ativa) devem ser
monitorados para AAD para Alfataliglicerase (substância ativa).

Impacto de anticorpos anti-drogas na
eficácia

A relevância de AAD na resposta terapêutica atualmente não é
clara.

Reações relacionadas a infusão e
hipersensibilidade

As reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, são
possíveis, portanto suporte médico adequado deve estar prontamente
disponível quando este medicamento for administrado. Este
medicamento pode causar reações relacionadas à infusão (definidas
como reações que ocorrem dentro de 24 horas após a infusão) e
reações de hipersensibilidade alérgica.

Se uma reação alérgica grave ocorrer, a descontinuação imediata
da infusão deste medicamento é recomendada. Pacientes que
apresentaram reações de hipersensibilidade ou relacionadas à
infusão podem, em geral, ser controlados com êxito e mantidos em
tratamento.

O tratamento pode ser continuado por meio de diminuição da
velocidade de infusão ou por meio de medicamentos tais como
anti-histamínicos, antitérmicos e/ou corticosteroides, e/ou
interrompendo e retomando o tratamento com a velocidade de infusão
diminuida. O pré-tratamento com anti-histamínicos e/ou
corticosteroides pode prevenir reações subsequentes.

Alergia a cenoura

A ocorrência de reações alérgicas ao este medicamento em
pacientes com conhecida alergia a cenouras é atualmente
desconhecida e não foi avaliada em estudos clínicos; portanto,
recomenda-se precaução no tratamento destes pacientes. Se
reações relacionadas à infusão ou hipersensibilidade ocorrerem, os
pacientes devem ser conduzidos como descrito acima.

Gravidez e lactação

Gravidez

Estudos de reprodução deste medicamento foram realizados em
ratos e coelhos com doses de até 5 vezes a dose máxima humana em
mg/m2 e não revelaram evidências de diminuição da fertilidade ou
dano ao feto, devido à administração da Alfataliglicerase
(substância ativa).

 Entretanto, não existem estudos adequados e bem
controlados em mulheres grávidas. Uma vez que estudos de reprodução
animal nem sempre predizem a resposta humana, recomenda-se cautela
quando o medicamento for prescrito para mulheres grávidas.

Este medicamento é um medicamento classificado na categoria B de
risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser
utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião- dentista.

Lactação

Não se sabe se este medicamento é excretado no leite humano.
Como muitos medicamentos são excretados no leite humano, deve-se
ter precaução quando este medicamento for administrado em
lactantes.

Não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto
sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista
se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste
medicamento.

Fertilidade

Este medicamento não afetou a fertilidade, o desempenho de
reprodutividade ou as características do esperma em animais.

Efeitos na capacidade de dirigir ou operar
máquinas

Como foram reportadas tonturas nos estudos clínicos com este
medicamento, os pacientes devem estar cientes de como eles reagirão
ao medicamento antes de dirigir ou operar máquinas.

Reações Adversas do Bio Manguinhos
Alfataliglicerase

Resumo do perfil de segurança

A segurança deste medicamento foi avaliada em mais de 130
pacientes com doença de Gaucher. Este medicamento foi administrado
em doses que variavam entre medianas 9 unidades/kg a 69 unidades/kg
de peso corporal a cada duas semanas, por períodos de tratamento de
até 39 meses.

A maioria das reações adversas graves em pacientes nos estudos
clinicos foram eventos adversos imunomediados da hipersensibilidade
Tipo 1.

As reações adversas mais comuns foram reações relacionadas à
infusão, ocorrendo dentro de 24 horas após a infusão. Os sintomas
mais comumente observados das reações relacionadas à infusão foram:
artralgia, dor de cabeça, reação relacionada à infusão, vômito,
hipersensibilidade, rubor, prurido, dor nas extremidades e
hipertensão pulmonar.

Outras reações de infusão incluíram diarreia, desconforto no
peito, sensação de calor, espamos musculares, tremor, irritação na
garganta, eritema e erupções cutâneas.

As reações adversas reportadas em pacientes com doença de
Gaucher estão listadas na Tabela 2 (Todos os Indivíduos) e Tabela 3
(Indivíduos Adultos). As informações estão apresentadas por classe
de órgãos e frequência de acordo com a convenção MedDRA (Norma
internacional para terminologia médica). As frequências são
definidas como:

  • Muito comuns: ≥ 1/10;
  • Comuns: ≥ 1/100 a lt; 1/10.

Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas estão
listadas em ordem decrescente de gravidade.

Tabela 2: Reações Adversas Relatadas em pacientes nos
Estudos Clínicos Fase 3 (Todos os Indivíduos)*

Sistema de classe de órgãos

Reação Adversa

Muito Comum

Comum

Distúrbios do sistema imune

Hipersensibilidade

Distúrbios do sistema nervoso

Dor de cabeça

Tontura

Distúrbios vasculares

Rubor

Distúrbios respiratórios, torácicos e
do mediastino

Irritação na garganta

Distúrbios gastrintestinais

Vômito, dor abdominala

Náusea

Distúrbios da pele e tecido
subcutâneo

Pruridob, eritema, erupção
cutânea

Distúrbios musculoesqueléticos e do
tecido conjuntivo

Artralgia, dor nas extremidades

Dor óssea, dor lombar

Distúrbios gerais e condições do local
da administração

Dor no local da infusão, fadiga, edema
periférico

Lesões, envenenamento e complicações
processuais

Reações relacionadas à infusão

Investigações

Ganho de peso

a Dor abdominal inclui dor abdominal superior e dor
abdominal inferior.
b Prurido inclui Prurido generalizado.
*A frequência de reações adversas ao medicamento foi calculada a
partir de toda informação de evento adverso de causalidade.

Tabela 3: Reações Adversas Relatadas em pacientes nos
Estudos Clínicos Fase 3 (Indivíduos Adultos)*

Sistema de classe de órgãos

Reação Adversa

Muito Comum

Comum

Distúrbios do sistema imune

Hipersensibilidade

Distúrbios do sistema nervoso

Dor de cabeça

Tontura

Distúrbios vasculares

Rubor

Distúrbios respiratórios, torácicos e
do mediastino

Irritação na garganta

Distúrbios gastrintestinais

Vômito, dor abdominala

Náusea

Distúrbios da pele e tecido
subcutâneo

Pruridob

Eritema, erupção cutânea

Distúrbios musculoesqueléticos e do
tecido conjuntivo

Artralgia, dor nas extremidades, dor
lombar

Dor óssea

Distúrbios gerais e condições do local
da administração

Fadiga

Dor no local da infusão, edema
periférico

Investigações

Ganho de peso

Lesões, envenenamento e complicações
processuais

Reações relacionadas à infusão

a Dor abdominal inclui dor abdominal superior e dor
abdominal inferior.
b Prurido inclui Prurido generalizado.
*A frequência de reações adversas ao medicamento foi calculada a
partir de toda informação de evento adverso de causalidade.

No programa clínico, as reações de hipersensibilidade ocorrem a
partir da primeira infusão.

As seguintes reações adversas foram reportadas durante a
vigilância pós-comercialização

Desordens do sistema imune:

Reação anafilática.

Imunogenicidade

Como com todas as proteínas terapêuticas, os pacientes
desenvolveram AAD IgG para Alfataliglicerase (substância
ativa).

Em um estudo em pacientes adultos sem tratamento prévio de
reposição enzimática, 17 dos 32 pacientes (17 de 32 – 53%), em que
foram administrados Alfataliglicerase (substância ativa) a cada
duas semanas, desenvolveram AAD após o tratamento (definidos como
AAD-positivos em um ou mais pontos de tempo pós-tratamento). Dois
pacientes adicionais foram AAD-positivos no início do estudo, um
paciente retirou-se do estudo após desenvolver uma reação alérgica
com a primeira dose de Alfataliglicerase (substância ativa), e o
segundo paciente apresentou títulos baixos constantes de AAD com o
tratamento continuado.

Em pacientes pediátricos sem tratamento prévio de reposição
enzimática, 2 de 11 (18%) pacientes desenvolveram AAD. Um desses
pacientes foi AAD-positivo no início do estudo mas tornou-se AAD-
negativo seguindo o tratamento com Alfataliglicerase (substância
ativa). Em um estudo com pacientes adultos e pediátricos com
tratamento prévio de reposição enzimática (N=31; 26 pacientes
adultos e 5 pacientes pediátricos), 5 pacientes (16% de todos os
pacientes) que migraram do tratamento com imiglucerase para
Alfataliglicerase (substância ativa) a cada duas semanas
desenvolveram AAD após a mudança.

Nenhum dos pacientes pediátricos com experiência prévia em
tratamento de reposição enzimática desenvolveu AAD após mudança do
tratamento de imiglucerase para Alfataliglicerase (substância
ativa). Na população com experiência prévia em tratamento de
reposição enzimática, um paciente adulto e dois pediátricos
adicionais que mudaram da imiglucerase foram AAD-positivos no
início do estudo, mas AAD-negativos seguindo o tratamento com
Alfataliglicerase (substância ativa). A relevância de AAD a eventos
adversos atualmente não é clara.

Utilizando ensaios de anticorpos neutralizantes de sensibilidade
limitada, dois pacientes adultos sem tratamento prévio (aos 24
meses de tratamento com Alfataliglicerase (substância ativa)) e um
paciente adulto que mudou de imiglucerase (aos 9 meses de
tratamento com Alfataliglicerase (substância ativa)) foram
determinados como positivos para a atividade neutralizante em um
ensaio in vitro de inibição de enzima e como negativos em
um ensaio baseado em células. A importância destes achados é
desconhecida neste momento.

Os resultados do ensaio de imunogenicidade são altamente
dependentes da sensibilidade e especificidade do ensaio e podem ser
influenciados por vários fatores, tais como: metodologia de ensaio,
tratamento da amostra, tempo de recolhimento da amostra, medicação
concomitante e doença subjacente. Por estas razões,
a comparação da incidência de anticorpos para
Alfataliglicerase (substância ativa) com a incidência de anticorpos
para outros produtos pode ser enganadora.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as
pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo
que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos
adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os
eventos adversos pelo Sistema de Notificações em Vigilância
Sanitária – NOTIVISA, disponível em

Bio-Manguinhos-Alfataliglicerase, Bula extraída manualmente da Anvisa.

Remedio Para – Indice de Bulas A-Z.

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